terça-feira, 26 de agosto de 2014

REVISTA SOU CATEQUISTA - SAIU A 6ª EDIÇÃO!

EXTRA! EXTRA!

SAIU A 6ª EDIÇÃO DA REVISTA DIGITAL SOU CATEQUISTA!

E esta edição traz como matéria de capa uma homenagem ao Catequista! Acompanhem, comentem, curtam e compartilhem!




TODAS AS EDIÇÕES DA REVISTA "SOU CATEQUISTA" PARA QUEM QUER FAZER DOWNLOAD:
http://soucatequista.com.br/edicao01.pdf 
http://soucatequista.com.br/edicao02.pdf 
http://soucatequista.com.br/edicao03.pdf 
http://soucatequista.com.br/edicao04.pdf 
http://soucatequista.com.br/edicao05.pdf
http://soucatequista.com.br/edicao06.pdf 


É só clicar na figura do "disquete" que aparece do lado direito que o download se inicia, ou então clicar com o botão direito do mouse em qualquer área e clicar em "Salvar como", escolher a pasta do seu PC e salvar.

domingo, 24 de agosto de 2014

O CATEQUISTA E SUAS "ESPECIALIDADES": Discussão do grupo

Sempre pensei que o ideal é acompanhar as crianças desde que elas começam na pré-catequese até que elas façam o Sacramento. Já pensou a cumplicidade que isso ia nos proporcionar? O conhecimento que teríamos de cada um deles? Seu jeito de pensar, seu jeito de ser, suas famílias... Talvez aí sim, teríamos uma comunidade verdadeira.

Agora tudo que temos são rápidos encontros semanais que não nos dá tempo nem de conhecer a todos pelo nome, que dirá seus anseios, sua família e suas vivências. Temos aí cerca de 30 encontros, trinta horas com eles, que não nos dá nem três dias de vivência! Queremos mudar a vida deles como? Tocar seus corações de que jeito? Por osmose?

Isso me frustra por demais... Na paróquia onde comecei a catequese, a catequista ficava três anos com a mesma turma na primeira eucaristia. Aí assumiam os catequistas de crisma que ficavam dois anos com os adolescentes.

Nossa! Nem posso descrever a maravilha que é isso. Tornamo-nos, além de catequista e catequizando, AMIGOS! Ontem ainda conversei com um catequizando meu de 2009. Infelizmente nem sempre é assim.

Na maioria dos lugares temos catequistas “especialistas”. Especialistas em primeiro ano, especialistas em segundo ano, em terceiro nem tanto... É onde falta mais gente. Porque será? E temos os especialistas da "perseverança" (nome que considero até pejorativo) e especialistas de Crisma, onde também não tem muita gente não.

E eu me pergunto: Essa "especialidade" é por afinidade com aquela faixa etária ou é por acomodação de não ter, a cada ano, que rever o seu planejamento, pensar em encontros diferentes, novas dinâmicas, novos planejamentos?



COMENTÁRIOS DO GRUPO

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Rosangela Tamaoki Minha querida amiga aqui em nossa paróquia temos essa realidade. Mas não pense que por isso é mil maravilhas. Claro que se a catequista se empenha ok. Mas vc não imagina quando o catequizando fica anos e anos com uma catequista/professor....é de chorar....Então nem sempre quantidade é qualidade....O que importa mesmo é o catequista estar sempre revendo seus métodos, suas didáticas, se formando, informando e principalmente se convertendo. Abraços

Ângela Rocha Bom, aí já é falha das coordenações. É preciso que se observe isso, a paróquia não deveria ter NENHUM professor, seja a catequese continuada ou não. Em Aparecida, estávamos conversando com o Bispo de Guarapuava exatamente sobre isso. E ele nos disse que um dos maiores problemas que eles (os bispos) enfrentam é a falta de consciência de alguns catequistas (e agentes de pastoral em geral) em realmente "se aposentar" e dar lugar para novas ideias, novas pessoas... e ficam "atravancando" a paróquia por anos, espantando quem quer efetivamente fazer alguma coisa.

Silvaneide Costa Acredito que seria maravilhoso, acompanhar essas etapas, principalmente em turmas com (inclusao), criar um laço de amizade ate com as famílias!

Rosangela Tamaoki Não é tão simples assim minha amiga, trabalhar com pessoas, principalmente dentro da comunidade, aqui se tornam intocáveis. Saem quando querem, não tem como pedir para sair,... E as vezes nem acham que estão fazendo errado, nem fazem formação porque acham que não precisam...vc mais do que ninguém conhece o "achismo" que existe dentro das nossas comunidades, entre nossas catequistas também, A coordenação com certeza faz o que pode... E assim caminha a nossa Igreja, mas Deus não abandona seu povo e aos poucos vamos conseguindo transformar aqui e ali..

Denise Joly Barczak Acredito que o problema esta realmente em catequistas de terceiro ano, pois nem sempre tem "candidatos" pra essa fase...então aqueles que o são não podem sair ... sendo assim,não poderiam acompanhar desde o inicio...infelizmente!

Marino Campos Aqui iniciou esse ano uma mudança, não terá mais perseverança, a criança faz a 1° eucaristia e continua mais 3 anos no crisma, e para quem quiser poderá não só permanecer os 3 anos da turma da eucaristia, mas também os 3 anos de crisma, meu objetivo é ficar com eles os 6 anos, será um desafio, os temas são mais difíceis, exigem um estudo do assunto, mas são muito interessantes, exige porque tanto o tema é mais difícil como não tem apostila, só o tema e as referências do catecismo e da bíblia para ler, entender, montar o encontro e ensinar e além disso aplicar em meio a essas referências concretas o nosso testemunho de acordo com o tema que está sendo abordado.

Ângela Rocha Pois é minha amiga Rosangela Tamaoki, é o bom e velho "amadorismo" com que se faz evangelização na nossa Igreja, enquanto para tudo mais se exigem os melhores recursos, na catequese ainda trabalhamos com os "intocáveis" e "imexíveis"...

Ângela Rocha Denise Joly Barczak, veja só o quanto isso é incongruente: como um catequista, qualquer que seja, não se considera capaz de trabalhar com o terceiro ano (que pra nós é o da Eucaristia)? Como posso ser catequista e não me considerar capaz de "preparar" para o sacramento? Pior é que sou "vítima" disso... rsrsrsr.

Ângela Rocha Marino Campos, já a sua ideia de acompanhar os catequizandos por seis anos eu não considero que vá ser eficiente. Na catequese de crisma, o catequista precisa ter outra dinâmica, ele acompanha adolescentes e jovens, logo, precisa estar na "frequência" destes jovens. Com as crianças nos primeiros anos de catequese é outra pedagogia, outra história. Neste caso, uma mudança é necessária para que a Crisma se torne uma coisa "nova", um novo evento na vida deles. Desculpe meu amigo, mas, ninguém aguenta seis anos de catequese com uma pessoa só. E além do mais, os catequistas de crisma e de eucaristia precisam ter uma formação diferenciada. Crianças são bem diferentes de adolescentes e jovens.


Marino Campos Rsrsrs... entendo... mas aqui a falta de catequistas é muito grande pela quantidade de crianças, mas vamos ver o que Deus nos reserva, a dinâmica deve ser modificada de fato, mas pensando pelo lado de que quem deve ser o centro é Jesus e não o catequista então com bastante empenho e trazendo para os corações dessas crianças o Jesus que queremos transmitir a elas, não importa quem vai estar ali na frente nem mesmo o tempo, o nosso pároco está a 15 anos em nossa paróquia, claro que um dia ele vai embora, mas ele tem uma grande capacidade de inovar, muitos não enjoaram dele, até causa um certo desconforto quando se fala em vir outro pároco, parece que queremos ele para sempre, mas entendemos que em algum momento virá outro.

Nadja Felix verdade Ângela Rocha sou catequista de 2 turmas uma de pré e outra de crisma, são turmas bem diferentes vivo pesquisando livros de como preparar meus encontros, mas a realidade é bem diferente, pois prender a atenção dos jovens é difícil, mts são desligados, obrigados pelos pais, etc e tal , portanto to aceitando sugestões, mas amo o que faço com toda certeza!

Laura Cruz eu tambem concordo , porem o que dizem é que a gente não pode ficar com as crianças os 3 anos que elas devem conhecer outras catequistas etc na minha opinião tambem deveriamos ficar com eles pois a gente cria um laço muito importante e com sua familia tambem é muito gratificante a catequese acaba sendo pra familia toda muito bom

Suzana Lossurdo Aqui na paróquia do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, Barra Bonita-SP, ficamos com as crianças pelos 3 anos, e mesmo assim não conhecemos muito bem os pais, isso sem levar em consideração, a falta de catequistas e as turmas que são grandes, principalmente aos sábados, e realmente, a pouca quantidade de horas com eles, nos causa tristeza, alguns pais batem a parte para levar o filho embora se o encontro demora um pouco mais, muitas vezes nem fala com a gente. Mas somos teimosos, graças a Deus, e continuamos fazendo o que mais gostamos: Evangelizar.

Mah Figa Aqui em minha comunidade nós ficamos 3 ou até os 5 anos com eles ,mas tem catequista que prefere ficar só com as crianças pois dizem não saber lidar com adolescentes, então fica de acordo com a escolha de cada um...

Valeria Maria Pinto Dos Santos eu não consigo ficar com adolescentes, nada contra, mais consigo plantar (talvez) uma sementinha no coração dos pequeninos, mais facilmente.

Senilda Verona sou catequista numa comunidade do interior onde se conhece todas as familias,gosto de conversar com os adolescentes,trazer o conteudo do encontro para as nossas vidas,ouvir relatos,fatos que eles vivem no dia dia,alem de evangelizar devemos ser amigos de nossos catequizandos.

Ângela Rocha Eu digo uma coisa a vocês, com tudo que sei, pela minha experiência de vida e na catequese, pelos meus estudos a respeito, por tudo que pesquiso e por nunca estar "de fora" de nada... ainda assim não sou capaz de ser catequista de Crisma e Eucaristia. Não porque são sacramentos diferentes, mas sim porque eu teria que me desdobrar em bem mais que a meia dúzia que me desdobro pra ser uma catequista coerente. Eu acho humanamente impossível fazer planejamento, estudar os perfis, a pedagogia, a psicologia, enfim... de idades tão diferentes. Então eu me dedico a ser catequista de crianças dos 9 aos 12 anos, considero 3 anos um tempo mais do que suficiente para ficar com uma turma. Um ano é pouco, três já faz com que o relacionamento entre nós e a família seja mais estreito. Além do mais tem a questão dos "ritos de passagem". Receber a Eucaristia pela primeira vez marca uma "passagem" na vida deles, é um marco de que não são mais crianças, agora são "jovens", a cabeça é outra, o papo é outro... eles precisam do "novo", precisam se sentir "mais velhos", mais "maduros"... Ah! Tenha dó, é a mesma coisa que começar a ir pras baladinhas e levar o pai e a mãe junto... nada a ver! rsrsrrs...

Candida Esteves Dos Santos Aqui em minha comunidade a Catequese leva, em média, 02 anos e meio e com a mesma catequista. Realmente a gente acompanha o crescimento deles, de crianças de repente, nas "férias", viram moças e rapazes... Mas a intimidade que deveria ser criada e incentivada só acontece com os catequisandos cujas famílias já estão na igreja, trabalhando ou não. Se a família não comparece, o mais certo é a criança desaparecer, e ainda ter vergonha de falar com a gente quando encontra na rua, no ônibus, etc. Tento fazer com que nossos encontros sejam sempre especiais e, quando dá, trago alguém de outra pastoral pra falar com eles, outra voz, outro olhar, penso que sempre enriquece. Não trabalhamos com o RICA e gostaria de conhecer melhor, tentar outro caminho, já que a Catequese Familiar não tem rendido os frutos que esperávamos. Um abraço.

Renata Torres Goldfeld Peixoto Aqui na minha Paróquia, até o ano passado, a Catequese durava 1 ano, com encontros semanais de uma hora e meia.A partir deste ano, vai acontecer durante 1 ano e meio. Como geralmente é dívida ?? O que acontece em cada ano ?? O que é este terceiro ano ?? A perseverança ??

Ângela Rocha  Aqui a catequese dura CINCO ANOS, isso para o Regional Sul II, Paraná, de modo geral. Em alguns lugares pode ter até mais, se tiver catequese infantil por exemplo ou a perseverança. As crianças começam a catequese formal, aquela que é "obrigatória" para receber os sacramentos, no ano em que completam 9, fazem 3 anos de catequese e recebem a Eucaristia, depois ficam mais dois anos na catequese e recebem a Crisma. Temos um itinerário para os cinco anos que é basicamente assim: 1º Ano - Um querigma, centrado na apresentação de Jesus às crianças; 2º ano - Um pouco da história da Salvação, criação, caminhada do povo de deus; 3º Ano - A Igreja, os sacramentos; 4º ano - vivencia da fé, dos mandamentos, das bem-aventuranças; 5º ano - voltado para os temas atuais na adolescência fundamentados na fé.

Juliana Bellozo Acho q pelas duas coisas, eu vou levar minhas duas turma até o crisma se Deus ASSIM ME PERMITIR!

Kelly Cristine Em nosso comunidade as catequistas revesam todos os anos nunca uma catequista pega a mesma turma dois anos seguidos só quando não tem jeito mesmo, ou seja, quando não tem catequista, é muito bom pois sempre nos reciclamos do conteúdo, mais sempre nos planejamentos trocamos ideias experiencias, e sempre estamos conectadas umas as outras.

Selma Correa Ai fica uma pergunta ,como podemos apresentar Jesus em uma hora? Como falar com eles sobre sua familia e compartilhar da missa, e o conteudo do livro, mas infelizmente nao ha espaço na minha paroquia pra termos 1h30 de catequese,mas estou tentando mudar isso!! Ja passei por todas a etapas , e nao creio nesta especialidade, estou com os meus catequizando desde a primeira etapa , conheço algumas familias e isto nos faz sermos amigos , dos pais para melhor entender seus filhos!! E bom demais ter a familia trabalhando junto ,pois eles sao os primeiros catequista de seus filhos, pois na hora do matrimonio eles se comprometeram em educar seus filhos na religiao! E quanto ao conteudo,ha ! Como mudar Deus!! so podemos melhorar o nosso jeito carinhoso de falar de DEus e seu filho com a ajuda do Espirito Santo.Cada realidade e diferente entao nao podemos crer que e tudo igual ,mas as formaçoes para catequistas ajudam e muito , cresci com todas as formaçoes! .Mas sempre quero um pouco mais!!

Givanilda Coelho Aqui na "minha" paróquia, faz 4 anos que o catequista fica com a turma até o final ou seja: Eucaristia 2 anos e Crisma também 2 anos, acho que assim se cria um vínculo com o catequizando e também com sua família, conhecendo melhor suas necessidades e carências.
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sábado, 23 de agosto de 2014

ORAÇÃO DO CATEQUISTA


DICAS DE SITES - "APLICAÇÕES DO ESPÍRITO"

DICAS DE SITES... que segundo o Papa Bento XVI, são "aplicações do espírito".
Eu peguei na formação que tivemos no Encontro Nacional da PASCOM, em Aparecida, DOS DIAS 24 A 27 DE JULHO DE 2014.. Em resumo são estas páginas:


OTHER 6 - www.other6.com
Trata-se de um site ou página ou "social network", ao estilo Twitter, que nos convida a fazer um ato de fé e devoção em forma de resposta a duas perguntas. É o que se pode traduzir por "aplicações do espírito”. É o OTHER 6, uma rede social que partilha com seus inscritos a resposta das duas perguntas: o lugar no qual encontram Deus durante o dia e o lugar no qual teriam a necessidade de reconhecê-lo. Apesar de ser em inglês, é bem interessante, dá para pedir ao Google que traduza pra você.
Visitem a página e cadastrem-se. Ela é usada por pessoas do mundo inteiro.
O nome "other 6" se refere aos "outros seis". Nós encontramos Deus na Igreja todos os domingos, mas, onde encontramos Deus nos outros seis dias da semana?

Trata-se de uma podcast (que são arquivos de áudio transmitidos via internet. Neles, os internautas oferecem seleções de músicas ou falam sobre os mais variados assuntos).  Este, o "Pray as you go", que traduzindo ficaria mais ou menos como "Ore para você ir", é uma sessão de oração diária, projetado para uso em MP3 players portáteis, para ajudar você a orar sempre que encontrar tempo, especialmente quando no carro ou em transito para o trabalho, estudo,etc. Ou seja, ore enquanto você está indo a algum lugar. Com duração entre dez e 13 minutos, combina música, leitura bíblica e algumas questões para reflexão. É produzido por iniciativas dos jesuítas na Grã-bretanha e de outras partes do mundo, especialistas na espiritualidade de Santo Inácio de Loyola. E vamos treinar nosso inglês!

PRAYER WALL - http://www.24-7prayer.com/prayerwall"Para iluminar o seu dia...". A "Prayer Wall" partilha intenções de oração com o mundo todo, funciona como um grupo de oração ou aquelas gadgets que alguns sites usam para que o usuário deixe sua oração.



Ou "Espaço Sagrado" , um lugar para oração e reflexão, onde você tem a opção de acompanhar a oração em português vendo imagens e refletindo...

Retiro de 3 minutos, que permite fazer uma pausa espiritual de poucos minutos graças à música, às imagens e a palavra de Deus. Nesse tem uma opção do lado esquerdo onde a mensagem pode ser lida em espanhol. E vamos "treinar" línguas!





GRUPO VIRTUAL DE ORAÇÃO E INTERCESSÃO REAL - https://www.facebook.com/groups/grupovirtualdeoracao/

Trata-se de um grupo no Facebook, administrado pela Dinha Claudia Pinheiro. É um grupo fechado onde você entra só a convite dos membros. Nele se reúnem atualmente 37 pessoas, que se juntam para orar uns pelos outros e pelas orações do mundo todo. Os encontros tem dia e hora marcada. Por isso o grupo é fechado, as pessoas que estão nele realmente se comprometem na oração e no encontro semanal. Para participar é só entrar em contato com a Dinha por meio do Grupo Catequistas em Formação ou da pagina pessoal dela.


MENSAGEM AO GRUPO CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO DE PE. ANTONIO SPADARO

OLÁ PESSOAL!
Recebi um e-mail que me deixou muuuuuuuito feliz! Quem mandou foi o Pe. Antonio Spadoro, que é "só" diretor da revista La Civiltá Cattolica e consultor do Pontifício Conselho da Cultura e do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, portanto, ligado ao Papa!
Olha só:

De: spadaro.a@gmail.com
Enviada: Sexta-feira, 8 de Agosto de 2014 10:31
Para: angprr@uol.com.br
Assunto: I 2 blog
Cara Angela,
ho visto i due tuoi blog. Ti ringrazio per avermeli segnalati! Fai un bel lavoro in rete. Il Signore ti benedica e ti accompagni!
Un abbraccio!
p. Antonio Spadaro

Traduzindo:
"Cara Angela, eu vi seus dois blogs. Obrigado por tê-los me indicado! Você faz um bom trabalho na rede. O Senhor te abençoe e esteja com você! Um abraço."


Ele está falando do "Catequistas em formação" e do  "Catequistas Amadora". Dá pra não ficar tremendamente feliz e orgulhosa do nosso trabalho?

DESAFIOS E POSSIBILIDADES PARA EVANGELIZAR NA CULTURA DIGITAL: DISCUSSÃO EM GRUPO

Gostei bastante da nossa discussão a respeito da primeira parte da Conferência em Aparecida, sobre os Desafios e possibilidades para evangelizar na cultura digital. Foram comentários bastante enriquecedores para nossa formação. Tanto é que os trouxe aqui para o blog.
Obrigada a todos que leram o texto até o fim e participaram comentando.
Para quem não sabe, É ASSIM QUE FAZEMOS FORMAÇÃO EM NOSSO GRUPO, lendo e discutindo o que vem de novo (às vezes nem tão novo), por aí. Nossa catequese não pode, e nem deve nunca, ser desencarnada da realidade humana e do mundo.
O assunto, claro, não se encerrou, mas, acredito que cada um de nós tem que começar a pensar realmente, qual é o nosso papel nisso tudo...
E a primeira mudança - penso eu - é mesmo começar a ler o que se posta aqui no BLOG  e o que se posta no Grupo de discussão no Facebook, a respeito de formação, catequese, desafios, possibilidades, alegrias... rsrsrsrsr...
Eu, às vezes, fico um tanto triste quando vejo alguém postando alguma coisa que já foi postado inúmeras vezes, ao invés de ler o que o grupo está fazendo e discutindo atualmente... Mas, paciência...
E vamos a discussão!

Quer ver o texto que originou a discussão? Clique  AQUI!

COMENTÁRIOS DO GRUPO:
Suzana Lossurdo Realmente, estava pensando sobre suas perguntas enquanto lia o texto, já que as pessoas apenas gostam do que é engraçado, bizarro, deixando o "santo" de lado, creio que necessito de maiores informações e formação. Conto com vocês.

Ângela Rocha Então Suzana Lossurdo... lá no encontro, escutando Pe. Antonio, eu ia pensando com meus botões... "Como eu posso "evangelizar" na internet? Como posso evangelizar no Facebook, lugar onde estamos tão presentes ultimamente? E quando ele disse que: colocar o evangelho do dia e bonitas mensagens não é evangelizar, aí entrei em parafuso... rsrsrsrsr... mas ele completou... isso não serve de nada se você não mostrar que VIVE ESSE EVANGELHO e as suas mensagens...

Suzana Lossurdo Nossa, agora deu!!!!! Fico pensando muito nisso Ângela Rocha, pois tenho meus catequisandos aqui, mas não consigo encontrar um meio de tornar atrativo, pois como já disse eles gostam do divertido, e não juntar as 2 coisas sem sair do santo.

Ângela Rocha então comecei a pensar nas muitas pessoas que nos pedem todos os dias para entrar no grupo (e a Janice Stos pode confirmar) que visitamos as páginas e não encontramos ABSOLUTAMENTE NADA que diga que essa pessoa é uma pessoa de fé... Porque não colocamos o nome da nossa paróquia? Por que não colocamos que somos catequistas? Por que não contamos da nossa vida? ISSO É EVANGELIZAR. Dar testemunho, ser exemplo...

Marilena Schiefer Ângela Rocha, não temos como negar que a internet já faz parte de nossa vida. Colocando o evangelho do dia, o santo ou bonitas mensagens creio que estou evangelizando sim, pois todos os amigos sabem do meu trabalho na Igreja. Logicamente determinados temas de estudo ou formação somente interessam para nosso grupo de catequistas e de catequizandos (eu tenho um grupo com os catequizandos do 5º Tempo) para comunicação e formação.

Ângela Rocha E quantos dos nossos jovens católicos que colocam em suas páginas que são VASP? Pode até parecer engraçado a princípio... só uma brincadeira... mas, não é bem mais edificante ser "catequista" do que um Vagabundo Anonimo Sustentado pelos Pais?

Abigail Martins Oliveira Concordo com a Marilena Schiefer.... vc falou "entrar em parafuso", talvez o Pe Spadaro não viu esse lado prático que vc tanto falaÂngela Rocha de não ver nenhum conteudo religioso na página

Ângela Rocha Aí é que está Marilena Schiefer... "os amigos sabem do meu trabalho na Igreja"... e aqueles que não são nossos amigos? E o público da rede social que não conhece nossas atividades? Será que não seria interessando partilhar mais o que SOMOS e ACREDITAMOS? Algumas pessoas acham que me exponho quando falo da minha família, quando coloco minhas receitas, meus artesanatos, quando falo um pouco da minha vida... O que o padre Antonio quis dizer é que devemos ser catequistas também NA REDE! Buscar aqueles que não são nossos catequizandos, as pessoas que pelo nosso exemplo podem conhecer a alegria que é ser "de Jesus"... Abigail Martins Oliveira, que adianta colocar "conteúdo religioso" na página e não "ser" religioso? Se somos capazes de "catequizar" numa sala da paróquia, por que não somos numa página da rede? Vocês, como boas catequistas que são, tenho certeza que não fazem catequese somente lendo evangelho e dizendo frases prontas...

Mabel Maria A comunicação via face c os catequizados é uma ótima oportunidade de evangelização, eles acabam lendo curtindo e muitas vezes compartilham em suas páginas...e assim a oportunidade de q outras pessoas vejam...

Wania Dias Oi Ângela eu achei uma maravilha, e amo participar desse grupo, a internet é uma ferramenta muito importante na nossa vida hoje, confesso aqui que na minha Comunidade estamos mais parados que água dr poço, a coordenação tem que ir a frente, se ela não coloca as coisas a frente os catequistas desanimam, eu amo muito ler e participar com vocês, quando comento na minha comunidade que faço parte de uma rede de catequistas online, tem catequista que fala..." nossa mais VC nem conhece a pessoa". Bem, eu não penso dessa forma, vocês moram aqui no meu coração, aprendo muitas coisas com vcs. Peço para que rezem para a coordenação da minha Comunidade. A catequese tem que caminhar... Desculpe-me pelo desabafo aqui.

Ângela Rocha Sim Mabel Maria, mas precisamos pensar MAIOR... precisamos pensar que a rede é um MUNDO onde estão vivendo muitas pessoas NÃO EVANGELIZADAS... então, não basta estendermos nossa catequese com os catequizandos da paróquia no facebook... precisamos pensar em "outros" catequizandos... A Igreja quer atingir estas pessoas.  Wania Dias, essa é uma realidade bem mais comum que você pensa... Por que será que tanta gente procura formação na internet? Por que tantos catequistas buscam sugestões de encontros, material, orientação?  Nosso grupo é um grupo, a princípio, de catequistas, não é aberto ao público e, de fato, aqui falamos de coisas que não interessa muito a quem não está envolvido em alguma pastoral da Igreja... Só que essa nossa conversa aqui se refere mais ao que fazemos "extra oficialmente"... rsrsrsr... ou seja, como aparecemos ao PÚBLICO da rede social....

Wania Dias Ângela isso é verdade, eu mesmo sou uma catequista com muita sede, sempre procuro fazer encontros diferentes, com brincadeiras, ler o Evangelho levando as crianças dentro da história, faço vozes, imito...rsrss....é assim que cativamos. Amei seu post sobre a selfie.

Ângela Rocha E Wania Dias... esse negócio de "você nem conhece a pessoa", não quer dizer que a pessoa não exista... pelo menos tomamos aqui o cuidado de saber que ela existe... rsrsrsr... Eu tenho contatos de amizade de mais de seis anos por aqui, nunca encontrei fisicamente a pessoa, mas, isso pra mim não tem a menor importância, não amo menos porque não toco a pessoa... converso, vejo imagens, fotos, sei da família, dos problemas, das alegrias... Pra mim é como se fizessem parte da minha vida a um metro de distância...

Angela Maria Silva Santos para mim transmissão de informação via internet é nova mais gostaria de ressaltar que nosso papel não é somente a transmissão mais também a imprimir nos irmãos que estão do outro lado a pessoa de cristo,e para cada pessoa há uma maneira de transmitir ,a minha maior dificuldade é saber que esta do outro lado ,se a informação sera lúdica ,se sera o conteúdo escrito .pois muitas vezes ao publicar alguma percebo que as pessoas muitas vezes curtem sem ler somente pelas imagem.então até que ponto temos domínio sobre esse espaço ?se a internet é um lugar como nos devemos no comportar ?

Wanescabr de Carvalho Eu estou amando participar desse grupo, as informações, a troca de experiência, está sendo muito importante para o meu crescimento. Isso não seria possível sem a rede virtual, que acaba por nos dá a oportunidade de participar de um grupo abençoado como...Ver mais

Ângela Rocha Angela Maria Silva Santos, penso que devemos nos comportar neste "novo" mundo da mesma forma que nos comportamos em nosso dia a dia... assim como somos exemplo em nossa comunidade e damos "testemunho" do viver em Cristo, devemos dar nosso testemunho na rede... e isso a gente faz, escrevendo, brincando, contando das nossas experiências, participando da vida do outro e "ouvindo" também o que o outro tem a nos contar. A Wanescabr de Carvalho tem razão... se eu fosse me importar se todas as pessoas leem o que escrevo, eu não escreveria mais... rsrsrsr... Mas, sempre é bom pensar que a rede social é rápida e dinâmica e realmente as pessoas não gostam muito e nem tem tempo de ler longos"discursos"... até porque a maioria acessa a rede pelo celular, então é bom pensar em destacar pequenas partes de textos que lemos ou escrever nossa opinião sobre eles, indicar um link, etc.
Jin Hee Kim Pois é, esta semana uma amiga virtual, ops digital, me contou in box que sonhou comigo um sonho bom e pensou como pode sonhar com quem nem conhece fisicamente, Então acho que a fé o pensamento igual nos une, tão profundamente que sentimos as pessoas muito próximas mesmo!  Na ultima reunião de catequese nosso paroco disse que é muito mais impactante estar fisicamente c uma pessoa ou ver uma cena forte ao vivo do que pela tela. Posso concordar, mas p exemplo, quando posto o Evangelho do dia bem cedinho, pode não ser evangelizar mas espero que a pessoa leia o post do Evangelho, e uma hora vai sentir a Palavra tocando essa pessoa , as vezes é justamente aquelas palavras que precisava...

Ângela Rocha Pois é Jin Hee Kim... eu não a conheço pessoalmente, mas, sinto como se a conhecesse, temos afinidade em muitas coisas e compartilhamos de uma missão muito especial que é a catequese. Sei que não posso tocá-la, ouvir sua voz "ao vivo", mas, sei que você EXISTE, é uma pessoa como eu, que tem família, sonhos, que luta diariamente como eu... de forma alguma você é virtual. Você é real. Quanto ao Evangelho do dia, penso que a maioria de vocês está entendendo mal a colocação do Padre Spadaro... O que ele quis dizer é que não basta SOMENTE postar o evangelho ou uma frase bíblica sem que esta faça parte de um CONTEXTO de fé... qualquer um pode copiar um evangelho e por na sua página e se eu quiser ler o evangelho não preciso ver o Facebook, posso pedir uma pesquisa no Google e ele me dará inúmeros endereços para lê-lo em inúmeras traduções da Bíblia. Será então que eu não poderia dizer um simples "Bom dia" e dizer da minha alegria de ter aberto os olhos hoje e me sentir bem por estar viva? Depois posso até colocar o Evangelho e dizer o que achei dele e como ele está me influenciando neste dia...

Izabella Brom Boa noite, pessoal ! Concordo com a colocação do padre. Esse ambiente digital nos traz proximidade, e ao mesmo tempo, nos lança novos desafios.
Proximidade porque nós permite conhecer novas pessoas, facilita a comunicação, e encurta distancias que fisicamente seriam mais difíceis. Através do facebook conseguimos reencontrar colegas, amigos e mesmo familiares, separados pelo tempo ou pela distancia. Aqui participamos da vida uns dos outros através de fotos, comentários. Conseguimos conhecer um pouco mais de cada um através do que é postado ou curtido, e a partir daqui conseguimos fazer um link entre o mundo digital e o presencial. Então aqui (face ou internet) É um lugar.
Desafios porque ser catequista num mundo onde a informação está na ponta dos dedos é uma tarefa de aprendizado constante. É preciso dominar o assunto verdadeiramente para convencer e se damos um tropeço.... Oooops ! No minuto seguinte a criança já pesquisou e já está te questionando. Não que isso seja ruim, pelo contrario! Isso faz com que nos coloquemos no caminho constantemente, com que estejamos sempre em formação. Pros mais novos, que já nasceram na era digital, fácil, fácil ! Mas pra quem ainda é do tempo do lápis e papel, como eu, é preciso se adaptar, pois esses meninos já nascem ligados no 220v , e nós precisamos acompanhar, né !

Ângela Rocha Pois é Izabella Brom, a gente tem que "se virar" para acompanhar a criançada... eles nos dão "olé" todos os dias. cada vez que mudo de celular peço para minha filha configurar tudo e depois só me mostrar "como faz"... é mais fácil pra minha cabeça "antiga"... rsrsrsr.

Izabella Brom Ainda bem que a gente sempre tem alguém por perto pra ajudar, né ! Aqui eu ajudo as colegas ensinando a usar internet, baixar e gravar filmes... E a meninada vai me atualizando do que é "legal"

Edite Mendes Lima Balbo evangelizar através da internet é complicado mesmo.Como vc mesma disse "textos longos" ninguém tem tempo para ler. Não conseguem se prender ao "essencial" Querem abocanhar tudo e assimilam pouco. Alguns "curtem" apenas por educação, demonstração de amizade, etc e tal. Cheguei à conclusão que é muito mais produtivo muitas vezes se deter em algum versículo do evangelho e tirar dali uma mensagem curta e que toque o coração, sem "cansar" quem lê.. Utopia pensar que "todos" vão ler a passagem do evangelho do dia de forma completa. Concordo que a net nos traz proximidade , mas superficialmente para alguns. Talvez eu esteja sendo radical demais , mas é assim que tenho sentido. No blog de evangelização então? Os posts top de acesso são aqueles em que posto " sugestão" de encontros catequéticos. Sabem porque? É a facilidade do "copiar, colar". Homilias ? Tem quase passagem direta. Parece Brincadeira, mas é a realidade.... Às vezes me desanimo e penso em parar o blog. Será que vcs vão toda essa minha falação? rssss

Izabella Brom Edite , eu acredito que o evangelizar pela internet vai meio nas entrelinhas. No saber que o outro te acompanha, que pensa e se preocupa com vc, que te deseja um bom dia e tal. Agora, em qualquer meio, seja ele digital ou presencial, sempre terá os que não lêem, não ouvem e curtem tudo sem nem saber o que é.

Edite Mendes Lima Balbo É isso aí Izabella Brom. E é por esses que a gente não desiste. " Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles" são as palavras de Jesus.

Eliana Alves Hoje mesmo assistindo o programa Sorrindo pra vida que passa no canal católico chamado canção nova não sei se vcs conhece . Marcio mendes cometarista desse programa disse a seguinte frase:Evangelizar não é falar do evangelho .Evangelizar é fazer da sua vida um evangelho.obs: eu leio tudo oque vcs postam tenho aprendido muito com a internet e com as pessoas que compartilham suas experiencias .

Andrea Mary Kay Quando comecei ler este texto, imediatamente me veio a voz da Angela (que nem conheço de verdade) pedindo a nós catequistas mostrarmos em nossos perfis que somos catequistas, nossa paróquia, postar o evangelho...

Edite Mendes Lima Balbo Tenho ouvido Eliana Alves tb alguns padres dizerem que "evangelizar não é fazer propaganda do evangelho , dos ensinamentos de Cristo, mas sim, "vivenciar a palavra". Palavras com as quais concordo plenamente. E vez em quando eu me questiono sobre isso: será que não estou apenas propagandeando o evangelho a meus catequizandos? A credito que seja assim que nós catequistas devemos nos posicionar. Ser convictos de nossa fé. Pregar e viver a palavra.

Ângela Rocha A respeito das pessoas lerem ou não o que escrevemosEdite Mendes Lima Balbo... eu parto do seguinte princípio: quem entra nesse grupo ou mesmo quem "entrou" achando que aqui ia encontrar uma "mina de ouro" de roteiros prontos de catequese, caiu do cavalo faz tempo... E também quem não lê o que escrevemos e só procura o grupo quando precisa... ele é tão dinâmico e "recheado" que quem só vem aqui procurar roteiro, se perde geral e não acha nada... rsrsrrs. E tem outra coisa, os "turistas" perderam o bonde... simplesmente excluímos todos que não preencheram nosso cadastro... e olha que ficamos QUATRO MESES pedindo quase diariamente para que isso fosse feito. Outro dia recebi uma reclamação de um rapaz que foi excluído... falei do cadastro e ele disse que "ninguém falou pra ele"... então disse a ele que fosse ali em cima e clicasse no link pra preencher, está ESCRITO ali em cima o que fazer! Ele simplesmente me disse: "Ah, manda pra mim que não achei"... Gente! Eu não mandei coisa nenhuma e nem acho que devo mandar! Olha só, todo mundo que acha nosso grupo no face, a primeira coisa que deveria LER é que tem que preencher um cadastro... pergunta pra Janice Stos quantas pessoas fazem isso? De cada 30, umas 2 ou 3...

Abigail Martins Oliveira Um dos requisitos pra ser Catequista deveria ser "gostar de Ler"...só acho!

Ângela Rocha Sobre o que é "evangelizar"... penso muito nisso e uma das coisa que o Pe. Antonio também falou é que precisamos deixar de ser tão "conteudistas", ou seja, nos preocupamos demais com o conteúdo e de menos com a mensagem... As vezes a gente bota na cabeça que as crianças e jovens precisam saber "isto" ou "aquilo"... será que precisam "saber" ou precisam "viver" a fé? Pensem só na "pedagogia" que Jesus usava para falar do reino... ele não lia a Torá para as pessoas saberem as "escrituras" e como se comportar, ele falava das coisas simples que as pessoas viviam: da pesca, do pastoreio, da semeadura, dos campos... coisas que faziam parte da vida das pessoas... e quem "tem ouvidos para ouvir, ouça!"...

Abigail Martins Oliveira mas hj se não lermos não saberemos a historia para contar p/ os catequizandos...

Ângela Rocha Abigail Martins Oliveira... e eu já ouvi falar de catequistas neste rincões por aí afora que nem sabem ler... é uma questão de contexto... na realidade em que eu vivo por exemplo, se eu não lesse, eu não sobreviveria... O catequista que vive as realidades urbanas e não lê porque não "gosta", para mim, não é catequista, é uma daquelas pessoas que escutou errado o chamado....

Ângela Rocha acho que nem é uma questão de "saber a história"... hoje é uma questão de estar "vivendo a história"... se a gente não trouxer pra catequese o mundo que eles vivem, estaremos contando "estórias", coisas para eles que são fruto da nossa imaginação...

Abigail Martins Oliveira agora entendi o q vc tá falando... concordo....

Andrea Mary Kay Semana passada participei de uma formação ótima, em que a formadora falou muito sobre isso: que devemos nos preocupar menos com o conteúdo( que é importante sim), mas devemos muito mais nos preocupar com a mensagem que passamos aos nosso catequizandos, do nosso testemunho.

Ângela Rocha Andrea Mary Kay, essa é uma orientação que já vem desde o catequese renovada, mas parece que não tem sido absorvida por nós ainda... precisamos deixar a catequese doutrinária e sacramental de lado e partir para o anúncio... a gente reclama, reclama dos pais... quem foi que deu catequese pra esses pais? não foram pessoas só preocupadas que eles decorassem orações e listas de mandamentos e sacramentos? Por que ninguém vai a missa? Porque ninguém "vivencia" a missa! Eles tiveram "aula" de missa para aprender as "partes" dela, mas nunca foram ensinados a viver a missa, "experimentar" o mistério da missa... "Agora senta, agora levanta, agora ajoelha, isso pode, isso não pode, bater palma é pecado, fazer sinal da cruz errado é pecado..."  e a gente reclama... a catequese ficou "divorciada" da liturgia durante anos, que queremos nós agora? Que, de repente, todo mundo ame ir a um lugar onde acontecem coisas que não entendem? Pior ainda, onde tem que pegar um "comprovante" de que foi?

Abigail Martins Oliveira infelizmente é vdd!

Ângela Rocha Mas, tem conserto Abigail Martins Oliveira! tem sim... rsrsrsr... Só precisamos aprender a "navegar" neste mundo novo, voltar a pensar mais na "pessoa" e menos no "papel"... nós trabalhamos com crianças e temos a felicidade de estar com elas na fase mais rica do ser humano, na fase em que eles estão se formando para o bem ou para o mal... vamos pensar em ajudar a formar pessoas boas, abertas e fecundas que saibam "ler" as entrelinhas da vida mais do que algo escrito num livro... Regras, leis... elas tem a vida toda para conhecer e aprender, depois que elas se apaixonarem por Jesus, vão querer saber tudo dele e algumas coisas só conseguimos entender dele, com maturidade.


Edite Mendes Lima Balbo   Ângela Rocha,"ler as entrelinhas da vida", gostei da colocação. Realmente. é assim que penso e procuro conduzir meus encontros. Nao gosto de seguir manuais ou apostilas prontas. E claro que esse material nos ajuda, nos situa servindo mais como um roteiro. Mas tb ja percebi q meus adolescentes ficam mais motivados qdo. A conversa "rola solta" ao trazer fatos do evangelho para sua realidade ou vice-versa. Ha mais participação e interesse. Tivemos no nosso grupo um casal de adolescentes, 14 e 15 anos que "engravidaram". Pudemos conversar sobre o assunto , esclarecer sem condenar, trabalhar a caridade , a gravidez na adolescência e suas consequências, a maturidade , e principalmente o "tudo me é permitido, mas nem tudo me convém". Nos dias de hj não da pra ser radical com o jovem nesta questão do pecado da carne, ou seja relação sexual entre namorados. O pecado ainda existe claro, mas eles precisam tomar consciência da consequência dele em suas vidas. Tem que adquirir espirito critico tb. Mais que decorar os mandamentos, eles precisam entender o significado de cada um deles e como eles nos ajudam a conduzir nossa vida de forma cristã e saudável.

Ângela Rocha Pois é Edite, se estes jovens, ao invés de decorar os 10 mandamentos tivessem sido orientados sobre o real significado do "pecar contra a castidade", não teriam que enfrentar essa "barra" quando ainda são tão crianças.

Ângela Rocha E eu nem estou falando de orientação pelo catequista e sim pelos pais, pela família...

Eliane Cristina Rodrigues Ao meu ver nossa missão de catequizar nunca esteve confinada à sala de catequese, somos evangelizadores em tempo integral, através de nossas ações e palavras e quer que estejamos, então acho sim que a internet é sim um local pra evangelização.

Ângela Rocha Sem dúvida Eliane Cristina Rodrigues... Por isso meu desafio: Vamos "escancarar" a nossa fé em nossas páginas da rede social?

Jin Hee Kim Essa discussão está pegando fogo, adoro!!! Eu tb sou ministra da eucaristia fui investida no começo do ano e lá tb tem muitos que só sabem reclamar, dizendo que não tem formação, etc. Mas creio que se quisessem mesmo eles procurariam formação que sempre tem nas Episcopais, ou ao menos procurariam nos manuais, perguntariam aos investidos mais antigos. Algum jeito dava, MAS querem que peguemos nas mãos e querem tudo mastigadinho e que dê na boca! Diz que não tem tempo para ir atras!

Ângela Rocha Pois é Jin Hee Kim... e eles nem imaginam o desafio que é estar todas as semanas com uma turma de crianças ou jovens, sempre tendo que preparar alguma coisa diferente, um material interessante, algo que toque os corações... eu sinceramente queria participar de uma pastoral onde tivesse tudo escrito num lugar o que fazer... rsrsrsr

Jin Hee Kim Mas Ângela Rocha já vi catequistas mesmo que fazem a mesmice de sempre, não aceitam livros novos, dinamicas novas, estão tão alienadas, com tanta falta de tempo ( preguiça) alias as vezes sinto que não conseguem aceitar até as catequistas novas, que trazem algum vento novo, que parecem boicotar só para ver se vc consegue hehehe

Ângela Rocha Ah, mas vai chegar uma hora em que as próprias crianças vão dar um "chega pra lá" nelas... Esse tipo de catequista não vai resistir por muito tempo, não neste contexto em que vivemos.

Jin Hee Kim Verdade!

Cicera Pereira Muito bom participar deste grupo. Não vejo como um grupo virtual, nele a gente pergunta, logo tem a resposta, se emociona, partilha, enfim aprendemos! Gosto de ler a mensagem e o bom dia da Nilva, aprendi com o Alberto que o bom dia! VC está abençoando aquela pessoa, leio tudo q. Postam, tenho admiro a dedicação da Ângela Rocha, quando o Antônio demora publicar o Evangelho, penso: o q. houve? Tirei fotos dos livros igual a Ângela fez, estes livros todo catequista precisam ter e ler.. Publiquei no nosso grupo aqui. Comprei e estou lendo os livros do Aberto, e estou divulgando .falo, da Janice, Dinha depende do tema que ta sendo comentado. Não é só um grupo virtual, é convivência mesmo.

Rozicleide Alves o mundo da net acaba por ser um meio que pode incrementar e ajudar na evangelização .Pois ao evangelizar pessoalmente a gente se torna mais proximo e evangelizar pela internet você consegue alcançar pessoas em vários lugares que no método tradicional não seria possível.as vezes e muito dificil mas tambem nos ajuda bastante nessa nossa caminhada, um bom exemplo de evangelizaçao é este grupo, aqui compartilho, aprendendo, e ao mesmo tempo conheci pessoas que mesmo virtual ja faz parte da minha vida como um bom exemplo de evangelizadores e quero cada vez mais e mais esta nessa caminhada aprendendo cada vez mais.

Idelvania Antunes Coutinho Para acompanhar as crianças e muitas vezes os pais, só a internet mesmo! Mas nada como olhar nos olhos e chama-los pelo nome. Agora, este grupo é convivência, é abençoado, força e união. Tudo pela EVANGELIZAÇÃO.

Madalena Scottá Eu faço da net a continuação dos encontros de catequese. é a minha vida!!eu transmito o que eu vivo!! Se cada uma de nós alcançar uma ovelha desgarrada nosso objetivo serrá alcançado!! deixar as noventa e nove para salvar uma!!eu amo ser catequista!! eu me apaixonei por Jesus!!! E eu quero que outros também conheçam Jesus e possam também se apaixonar por Jesus!! estou muito feliz por participar do grupo e aprendo muito com vocês!!
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Angela Rocha

SEGUIDORES DO CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO