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domingo, 18 de fevereiro de 2018

4 MILHÕES DE ACESSOS!! É MOLE?


E NÓS CHEGAMOS!!!!


4 MILHÕES DE ACESSOS!!!!

PARABÉNS  Pollyana Tabosa, nossa catequista que conseguiu a foto do momento!!!



quarta-feira, 1 de novembro de 2017

01 DE NOVEMBRO: SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS


“Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade. Todos são chamados à santidade: ‘Deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito’ (Mt 5,48). (Catecismo da Igreja Católica 2013).
Fruto da conversão realizada pelo Evangelho é a santidade de muitos homens e mulheres do nosso tempo; não só daqueles que foram proclamados oficialmente santos pela Igreja, mas também dos que, com simplicidade e no dia a dia da existência, deram testemunho da sua fidelidade a Cristo."

(1) João Paulo II, Homilia durante a Missa de encerramento da II Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a Europa (23 de Outubro de 1999), 4: AAS 92 (2000), 179.


Durante o ano, a Igreja celebra ou faz memória de um santo diariamente. Mas no dia 1º de novembro, ela reúne-os todos numa festa comum. Isso porque, mesmo entre os canonizados, muitos santos não têm um dia exclusivo para sua homenagem. Essa celebração começou no século III, na Igreja do Oriente. Já em Roma, a festa de Todos os Santos ocorreu pela primeira no dia 13 de maio de 609, quando o papa Bonifácio IV transformou o Panteão, templo dedicado a todos os deuses pagãos do Olimpo, em uma igreja em honra à Virgem Maria e a Todos os Santos.

Próximo do ano 800, houve a mudança do dia graças à intervenção do abade inglês Alcuíno de York, professor de Carlos Magno. Os pagãos celtas entendiam o dia 1º de novembro como um dia de comemoração que anunciava o início do inverno. Quando eles se convertiam, queriam continuar com a tradição da festa. Assim, a veneração de Todos os Santos, lembrando os cristãos que morreram em estado de graça, foi instituída no dia 1º de novembro.

O papa Gregório IV, em 835, fixou e estendeu para toda a Igreja a comemoração em 1º de novembro. Oficialmente, a mudança do dia da festa de Todos os Santos, de 13 de maio para 1º de novembro, só foi decretada em 1475, pelo do papa Xisto IV.

Mas quem são os santos? Santos são todos os que foram canonizados pela Igreja ao longo dos séculos e também os que não foram e nem sequer a Igreja conhece o nome e que nos precederam em vida na terra perseverando na fé em Cristo. Todos viveram na terra uma vida semelhante à nossa. Batizados, marcados com o sinal da fé, fiéis aos ensinamentos de Cristo, eles precederam-nos na pátria celeste e convidam-nos a irmos ter consigo. Nos primeiros séculos, os cristãos praticavam o culto dos santos, a começar pelos mártires, por isto hoje vivemos esta tradição, na qual nossa Mãe Igreja convida-nos a contemplarmos os nossos “heróis” da fé, esperança e caridade.

Além disso, a solenidade de Todos os Santos enche de sentido a homenagem de Todos os Finados, que ocorre no dia seguinte.

* Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil.

sábado, 16 de setembro de 2017

IMPRESSÃO DAS CHAGAS DE SÃO FRANCISCO

Monte Alverne, o lugar de peregrinação na Toscana, onde São Francisco de Assis (1182-1226) recebeu os estigmas em 1224, dois anos antes de sua morte.

Neste dia 17 DE SETEMBRO, a Família Franciscana celebra, em todo o mundo, a festa da Impressão das Chagas, também chamada de Estigmas de São Francisco de Assis. Quando, em 1224, Francisco estava em profunda contemplação no Monte Alverne, o Senhor Jesus imprimiu-lhe no corpo as chagas de sua paixão. O Papa Bento XI concedeu à Ordem dos Frades Menores que todos os anos, neste dia, celebrasse, no grau de festa, a memória de tão memorável prodígio, comprovado pelos mais fidedignos testemunhos.
A impressão das chagas, em seu corpo, foi a coroação de toda uma vida. Desde o início de sua conversão, ele se deslumbrava ao contemplar o Cristo de São Damião, tão humano, tão despojado, tão pobre e crucificado. Por isso, este Cristo ocupa o lugar central de toda sua vida: “Não quero gloriar-me a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo” (Gal 6,14).
Foi ante este Cristo, que rezou: “Iluminai as trevas de meu espírito, concedei-me uma fé íntegra, uma esperança firme e uma caridade perfeita” (OrCr). E continua: “Nele está todo perdão, toda graça e toda glória, de todos os penitentes e justos” (RegNB 30).

A cruz, fonte de Vida
Assim compreende-se porque na alma de São Francisco as chagas já estavam impressas desde o início de seu projeto de vida. Francisco vivia fascinado pelo Cristo, que veio para realizar a vontade do Pai e se fez obediente até morte, e morte de cruz. Aqui está a explicação por que Francisco usava o Tau. Este lhe lembrava a cruz, sinal de salvação, símbolo da vitória sobre o mal. Mais, a cruz torna-se símbolo e sinal da bondade e da misericórdia divinas.
Francisco ora ao Pai, pedindo para provar no seu corpo as dores de Jesus e sentir tão grande amor pelo Crucificado como Ele sentiu por nós. As chagas em seu corpo são a aprovação divina e a resposta ao seu ardente desejo de sentir em sua carne os sofrimentos do Crucificado. E de fato aconteceu. Francisco, assim, é açoitado cruelmente pelo sofrimento.
A recompensa do Pai
No Cristo crucificado, Francisco encontra toda vitalidade que lhe abrasava o coração, a ponto de transformar- se no Cristo estigmatizado. O Cristo pobre e sofredor, estava em seu projeto de vida. Seria Ele como uma auto-estrada a conduzi-lo, mais e mais, a uma profunda união com Deus, a ponto de, exteriormente, pelas cinco chagas, gravadas em seu corpo, assemelhar-se ao Cristo crucificado.
Sabemos que na alma deste santo, as chagas do Senhor já estavam impressas. E como Cristo foi recompensado pelo Pai, ressuscitando-o e vencendo a morte, Francisco, no Monte Alverne, também recompensado por Deus, em seu corpo, pela impressão dos estigmas de seu Filho Jesus Cristo. Isto é fruto de sua vida de fidelidade e de seguimento irrestrito ao Senhor. Esta transformação interior e exterior, identificando-se ao Cristo, fazia-o exclamar: “Pois para mim, o viver é Cristo e o morrer é lucro” (Fl 1,21).
Fazer a vontade de Pai
Em todas as situações, consoladoras ou dolorosas, Francisco procurava fazer a vontade do Pai: “Concede-nos que façamos aquilo que sabemos ser de tua vontade e queiramos aquilo que te agrada. E assim purificados e, interiormente abrasados pelo fogo do Espírito Santo, sermos capazes de seguir os passos de teu Filho Jesus Cristo e chegar a ti, ó Altíssimo” (COrd 50-52).
Gostaríamos de lembrar que, desde a Porciúncula, igrejinha de Nossa Senhora dos Anjos, berço da Ordem Franciscana, local de início de sua conversão concluída no Monte Alverne, Francisco fez uma caminhada lenta e progressiva, até sua total configuração com o Crucificado.
Para refletir:
01. Os sofrimentos ligam-nos aos sofrimentos, à Cruz do Cristo. Como então aceitar a nossa cruz e os nossos sofrimentos?
02. Diante do Cristo crucificado, Francisco chegava às lágrimas. Que mensagem o Cristo da Cruz lhe revela?

Fonte: “Francisco, um Encanto de Vida”, de Frei Atílio Abati, ofm, editora Vozes, 2002.



domingo, 18 de junho de 2017

3 MILHÕES DE ACESSOS!!!

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Com muita alegria comemoramos

3 MILHÕES

DE ACESSOS NO BLOG!

Que Deus abençoe a todos nós, do Grupo Catequistas em Formação!

Obrigada Senhor!!

Obrigada catequistas do Brasil e do mundo!

 É de vocês que esta conquista!

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quarta-feira, 13 de julho de 2016

É FESTA: NOSSO BLOG COM MAIS DE 1 MILHÃO DE VISUALIZAÇÕES!


Com quase cinco anos de existência (ele foi criado dia 01 de novembro de 2011), nosso blog alcança esta semana 1 MILHÃO DE VISUALIZAÇÕES!

Motivo de festa e de comemoração, afinal, não é fácil manter-se na rede mundial, proporcionando conteúdos que fidelizem e tragam confiança aos leitores. Assim como não é fácil chegar a esta marca com conteúdo religioso, em sua essência e com um público específico.

E só temos a agradecer, primeiramente a DEUS, por nos trazer a força e a iluminação para este trabalho e depois a este MILHARES de leitores que nos prestigiam e confiam em nós. Porque este blog não se faz sozinho, se faz pela inspiração que tantos CATEQUISTAS nos trazem.

Obrigada, obrigada, obrigada MEU DEUS, pelas sementes de fé e conhecimento que estão se espalhando pela rede pelas mãos e teclados dos CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO!!


Ângela Rocha, Cláudia Pinheiro, Nilva Mazzer, Janice Santos...
Parabéns a vocês por manterem esta ideia no ar!

Jin Hee Kim, Abigail Martins Oliveira, Maria Paula Rocha...
Obrigada a vocês pela colaboração inestimável!

E que venham mais e mais pessoas para compor nosso grupo: Adriana Geffer, Cleuza Lucas, Maria Izabel Silva, Regiana Oliveira, Janaina Saraiva, Tatiana Fernanda... Contamos com vocês!


quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

SOLENIDADE DO CORPO E SANGUE DE CRISTO – CORPUS CHRISTI


Quando Jesus Cristo sai para tomar sol?
Na Sagrada Festa de Corpus Christi!

Essa festa móvel da Igreja Católica celebra a presença de Cristo na Eucaristia. É sempre realizada na quinta-feira seguinte aos domingo da Santíssima Trindade. Ela deixa para trás a saudade da Festa da Ascensão, o rescaldo das festanças do Divino e anima a todos: Cristo está no meio de nós, na Eucaristia. Esse mistério deve ganhar ruas e praças. Essa presença visível do pão da vida é exaltada publicamente.

O Corpo de Cristo, a hóstia consagrada, deixa a tranquilidade dos sacrários e cibórios, abandona a imobilidade das igrejas e a escuridão das capelas, santuários e catedrais. Ele percorre as ruas e praças, exposto numa custódia ou ostensório, cercado por uma multidão, brilhando ao sol ou abrigado da chuva por um pálio, um sobre véu portátil sustentado por varas. Caminha descuidadamente, dourando-se ao sol, sobre efêmeros e mágicos tapetes coloridos, obras de arte destinadas a voar e durar um dia.

Se essa rua, se essa rua fosse sua... O que você faria?


Mandava “tapetar”! 

Não podendo ladrilhar ruas com pedrinhas de brilhante, em muitas cidades portugueses e brasileiras, o costume católico é ornamentá-las na Festa de Corpus Christi com flores e desenhos para o grande e maior dos Amores passar. As ruas por onde passa a procissão de Corpus Christi são forradas com tapetes de colorido vivo e desenhos de inspiração religiosa feitos de flores, serragem colorida, pó, cascas e grãos de café, bagaço de cana-de-açúcar, palha de arroz e diversos grãos. São verdadeiras obras de arte, efêmeras como o perfume e a beleza das flores. O costume, meio esquecido por uns tempos, tem ganhado força e participação. Cresce ano a ano.

Ornar a rua é absolutamente democrático e ocorre durante a noite e a madrugada anterior à procissão. As casas também recebem adornos, vasos de flores nas fachadas, belas toalhas rendadas e colchas decoradas são debruçadas nas janelas. Todos podem participar.

Assim como as celebrações dos ritos pascais e as festanças do Divino, a festa de Corpus Christi também atrai turistas e visitantes a diversas cidades brasileiras, além das históricas de Minas Gerais, como Matão, Guaranésia, Pirapora e tantas outras conhecidas e reconhecidas cada vez mais pela beleza dos felpudos tapetes mágicos com que ladrilham suas ruas e corações.

Qual a origem da Festa de Corpus Christi?

A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao século XIII. A Igreja sentiu necessidade de realçar a presença real do Cristo no pão consagrado. A festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV, com a Bula Transiturus de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a festa da Santíssima trindade, que acontece no Domingo depois de Pentecostes. O decreto de Urbano IV teve pouca repercussão porque ele morreu em seguida. A celebração propagou-se por algumas Igrejas, como na Diocese de Colônia na Alemanha, onde Corpus Christi é celebrada desde antes de 1270. Seu ofício foi composto por São Tomás de Aquino. Porque a Eucaristia foi celebrada pela primeira vez na Quinta-feira Santa, Corpus Christi se celebra sempre neste dia da semana.

Fonte: 
Miranda, Evaristo Eduardo de. Guia de curiosidades Católicas. Pgs. 162-164. Petrópolis: Vozes, 2007.