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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

MARIA, MÃE DO POVO FIEL: UMA DEVOÇÃO MADURA


Uma devoção mariana madura à luz da fé da Igreja

A devoção a Maria faz parte da caminhada do povo cristão desde os primeiros séculos. Em cada tempo e cultura, os fiéis encontraram na Mãe de Jesus uma presença próxima, materna e cheia de ternura. Ao mesmo tempo, a Igreja, como mãe e educadora da fé, tem a missão de acompanhar, orientar e purificar essa devoção, para que ela permaneça sempre fiel ao Evangelho e conduza ao essencial: Jesus Cristo.

É nesse espírito que a Igreja propõe uma reflexão serena sobre a devoção mariana, ajudando os fiéis a amar Maria de forma cada vez mais consciente, equilibrada e profundamente cristã.

1. Por que a Igreja fala de discernimento na devoção mariana?

Ao longo dos anos, surgiram muitos títulos, expressões e práticas marianas no meio do povo cristão. A maioria nasce do amor sincero dos fiéis. No entanto, alguns modos de falar sobre Maria podem gerar confusão, especialmente quando parecem atribuir a ela funções que pertencem somente a Cristo.

Por isso, a Igreja ajuda a distinguir:
  • o que é expressão legítima de fé,
  • o que é linguagem imprecisa,
  • e o que pode levar a exageros ou erros.
Esse cuidado não diminui Maria. Pelo contrário: protege sua verdadeira grandeza, que está sempre ligada ao seu Filho.

2. Maria e Jesus: uma relação inseparável

Um ponto fundamental da fé cristã é este:
  • Cristo é o único Salvador;
  • Cristo é o único Mediador entre Deus e a humanidade.
Maria participa da obra da salvação não substituindo Cristo, mas colaborando com Ele, como discípula fiel, serva obediente e mãe.

Ela acolheu o plano de Deus com fé, acompanhou Jesus em sua missão e permaneceu firme junto à cruz. Sua cooperação nasce da escuta, da entrega e do amor. Maria não ocupa o lugar de Cristo, mas nos ensina a segui-Lo.

Como nas bodas de Caná, sua atitude continua sendo a mesma: “Fazei tudo o que Ele vos disser.”

3. Os títulos marianos e o cuidado com a linguagem da fé

Os títulos dados a Maria não são apenas palavras bonitas. Eles expressam aquilo que a Igreja crê. Por isso, precisam ser usados com cuidado.

Alguns títulos, embora tenham surgido em determinados contextos históricos, hoje podem causar confusão se não forem bem explicados. Quando um título exige muitas explicações para não ser mal interpretado, talvez não seja o mais adequado para a catequese e a pastoral cotidiana.

A Igreja prefere títulos que:
  • sejam bíblicos,
  • ajudem o fiel simples,
  • não desviem o olhar de Cristo.
Nesse sentido, ganha destaque o título “Mãe do Povo Fiel”.

4. Maria, Mãe do Povo Fiel: um título profundamente pastoral

Chamar Maria de Mãe do Povo Fiel expressa algo que o povo de Deus já vive há muito tempo: Maria é mãe dos que creem, mãe da Igreja, presença que acompanha, consola e fortalece a fé.

Esse título:
  • não cria confusão doutrinal;
  • não coloca Maria acima de Cristo;
  • fala de cuidado, proximidade e amor.
Maria não é distante nem abstrata. Ela caminha com o povo, sustenta a esperança e educa os discípulos na fé.

5. Uma devoção mariana madura na catequese

Para quem trabalha com catequese, Maria é uma grande aliada. Uma devoção mariana madura ajuda a:
  • mostrar que amar Maria é aprender a seguir Jesus;
  • evitar exageros que confundem as crianças, os adolescentes e os adultos;
  • valorizar a devoção popular com respeito e carinho;
  • apresentar Maria como modelo de fé, escuta e fidelidade.
A verdadeira devoção mariana é simples, bíblica e cristocêntrica. Ela não afasta de Cristo, mas conduz a Ele.

Conclusão: Maria educa nossa fé

Maria é mãe que educa. Ela nos ensina a confiar em Deus, a acolher sua Palavra e a permanecer firmes mesmo nas dificuldades. Como Mãe do Povo Fiel, ela não ocupa o centro da fé, mas nos ajuda a manter o centro no lugar certo: Jesus Cristo.

Amar Maria de forma madura é deixar-se conduzir por ela no caminho do discipulado. E esse é, no fundo, o maior desejo do seu coração de mãe: que todos nós sejamos verdadeiros discípulos do seu Filho.


* Este artigo é uma reflexão catequética inspirada na Nota Doutrinal Mater Populi Fidelis, do Dicastério para a Doutrina da Fé.


FONTE:

DICASTÉRIO PARA A DOUTRINA DA FÉ. Mater Populi Fidelis. Nota doutrinal sobre alguns títulos marianos referidos à cooperação de Maria na obra da salvação. Vaticano, 2025. Disponível em: https://www.vatican.va/roman_curia/dicasteries/cfaith/documents/rc_ddf_doc_20251104_mater-populi-fidelis_po.html



sábado, 31 de janeiro de 2026

BEM AVENTURADOS SEJAMOS: INCLUINDO A CATEQUESE...

AS BEM-AVENTURANÇAS

Neste domingo temos o Evangelho das Bem-Aventuranças, uma das catequeses mais importantes da nossa Igreja. Mateus começa o “Sermão da Montanha” com a narrativa das Bem-Aventuranças, desenvolvendo, nos capítulos 5, 6 e 7, um dos mais preciosos discursos de Jesus.

No entanto, este domingo, 31 de janeiro, não faz parte do itinerário catequético ainda… pois estamos de “férias” até a Quarta-feira de Cinzas. Nenhuma paróquia começa o ano catequético antes disso. Prejuízo? Não. Encaixamos as Bem-Aventuranças “onde der” ao longo do ano.

Mas será que isso não vai de encontro às nossas tentativas de fazer uma verdadeira Iniciação à Vida Cristã? Dizemos que a catequese é um processo, que precisa de coerência, continuidade e vínculo com a liturgia… mas, na prática, aceitamos que tudo fique desconectado.
Será mesmo que isso não faz diferença? Não seria frutuoso que as crianças escutassem, na missa do domingo, a mesma catequese que ouviram — ou ainda vão ouvir — durante a semana?

Bem… uma “vozinha” aqui insiste em me dizer: “A quem você está tentando enganar? Desde quando os pais frequentam a missa todos os domingos? Ainda mais nas férias? Sonha menos, Ângela!”

O problema não é estar de férias. O problema é o que consideramos essencial. As Bem-Aventuranças ficam para “quando der”, como se fossem um complemento opcional, e não o eixo da vida cristã.

Sonho ou utopia, acredito que seria muito bom que os pais ouvissem bem o Evangelho deste domingo e conversassem com os filhos a respeito. É claro que a linguagem do Evangelho proclamado no ambão é meio “demais” para pais “viajantes” na religião. Mas, para isso, temos o “sermão” do padre. E existem centenas de lugares onde se pode ler comentários sobre todos os Evangelhos da Bíblia. Basta fazer uma perguntinha no Google que logo a IA responde.

O Evangelho de Mateus mostra o início da vida pública de Jesus, que “sobe uma montanha” e, diante de uma multidão de pessoas, faz seu maior discurso sobre a justiça e sobre a maneira como se deve viver.

Jesus é o novo Moisés, aquele que anuncia a “Nova Lei”. Antes de estar ali, Jesus passou pela provação do deserto, preparando o coração para a missão que viria. Ele proclama a Nova Lei com as Bem-Aventuranças e atualiza os mandamentos com o mandamento maior: o amor aos irmãos.

Bem-aventurados é o mesmo que “felizes”. E ele fala também para as bem-aventuradas; para Jesus, não há distinção de gênero. Essa felicidade não é passageira nem superficial. É uma escolha: viver uma alegria profunda mesmo em meio à dor, sentindo a presença e a esperança do Reino de Deus.

Jesus promete a felicidade tanto para quem sofre a injustiça, para quem espera com paciência, para quem tem fome e sede — realidade dos pobres, excluídos e aflitos — quanto para aqueles que praticam a justiça com misericórdia, com pureza de coração, promovendo a paz. Esses também serão perseguidos, mas verão o Reino de Deus.

À luz deste Evangelho, somos chamados a ser “bem-aventurados/as”, porque o Reino de Deus está entre nós, florescendo no coração de quem ama e luta pela justiça.

Mas, como eu dizia no começo, a nós, catequistas, é dada a oportunidade de trabalhar esse discurso em outro momento. Porém, a oportunidade da liturgia não estará presente. E tudo o que fazemos é desfiar a “lista” das oito Bem-Aventuranças como se pouca coisa fosse. Nem sequer fazemos os catequizandos “decorarem” as oito Bem-Aventuranças, como fazemos com os Dez Mandamentos.

Dizemos que buscamos uma Iniciação à Vida Cristã, mas deixamos de iniciar justamente naquilo que define o modo de viver de Jesus. As Bem-Aventuranças não são decorativas. Não são um resumo bonito para decorar. São um projeto de vida.

Se elas passam… e nada fica, talvez o problema não esteja nas crianças. Talvez o Evangelho das Bem-Aventuranças incomode tanto porque ele não cabe em encontros apressados, nem em calendários mal pensados. Ele exige tempo, escuta, conversão. E isso, convenhamos, dá mais trabalho do que “encaixar onde der”.

P.S. E não vão me dizer que “Tem Entrega das Bem-Aventuranças em nossa paróquia”, porque aí já é demais! Estão massacrando a liturgia.

Ângela Rocha
Catequista e Formadora
Graduada em Teologia pela PUCPR

“Naquele tempo, vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se, e Jesus começou a ensiná-los:
Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus.
Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados.
Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus.
Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós por causa de mim.
Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus”. 

Evangelho de Mateus 5,1-12




 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

GUIA PRÁTICO DE RECURSOS PARA USO DA BÍBLIA NA CATEQUESE

GUIA PRÁTICO DE RECURSOS PARA USO DA BÍBLIA NA CATEQUESE

Item

Objetivo

Sugestões de Uso

Cuidados / Observações

Leitura Orante (Lectio Divina)

Favorecer a escuta da Palavra, meditação e oração pessoal

1. Leitura devagar e clara

2. Meditação: pensar “O que esse texto diz?”

3. Oração: frase curta inspirada na leitura

4. Contemplação: silêncio, escuta do coração

5. Ação: gesto concreto durante a semana

· Adaptar a linguagem à faixa etária;

· orientar a interiorização;

· Incentivar participação

 de todos

Dramatizações

Compreensão e memorização da Bíblia através da vivência

1. Encenação de parábolas e milagres (Filho Pródigo, Multiplicação dos Pães, etc.

2. Dividir papéis; roupas

simples ou acessórios improvisados;

3. Debate após a encenação

·      Evitar exageros cênicos;

·      Sempre refletir a mensagem bíblica;

·      incentivar todos a participar

Dinâmicas Visuais e Criativas

Transformar leitura em experiência concreta

1. Desenho coletivo de passagens;

2. Linha do tempo de personagens ou eventos;

3. Símbolos bíblicos

· Orientar o uso do

material;

· não substituir a reflexão bíblica;

· Valorizar a participação

de todos

Música

Interiorizar a Palavra e unir o grupo em oração

1. Início: cantar refrão simples;

2. Refrão-resposta: repetir versículo-chave

3. Criação de refrão: inventar a partir do versículo

4. Música de contemplação: suave, instrumental ou cantada

·   Sempre ligar música à Palavra;

·   Escolher canções adequadas;

·   Integrar canto à oração e à reflexão;

·   Reaproveitar refrões

Bíblia em Mãos

Familiarizar os catequizandos com a Bíblia e estimular leitura

1.Corrida bíblica;

2. localizar evangelhos;

3. diferenciar Antigo e Novo Testamento;

4. explorar estrutura interna da Bíblia;

5. Desafio de versículo memorável

·   Incentivar o manuseio físico da Bíblia;

·   Reforçar que é livro

vivo;

·   Integrar com outras atividades;

·   Elogiar descobertas

Recursos

Digitais

Tornar a Palavra acessível e atraente usando tecnologia

1. Vídeos curtos;

2. Aplicativos de Bíblia;

3. Slides e imagens;

4. Música online;

5. Quizzes e desafios

interativos

·  Usar a tecnologia como

suporte,

·  Selecionar conteúdo confiável;

·  Monitorar o uso para evitar distração

Filmes

Ilustrar valores cristãos, promover reflexão e empatia

1. Trechos de filmes bíblicos ou históricos (Paixão de Cristo, O Príncipe do Egito);

2. Filmes com valores morais

ou cristãos (Extraordinário, Invictus);

3. Debates, dramatizações, desenhos ou roteiros

Inspirados.

·  Selecionar trechos curtos;

·  Relacionar sempre com

a Bíblia e a fé;

·  Evitar conteúdo

impróprio;

·  Promover reflexão

Guiada.

 

Org. Ângela Rocha - Catequista




sábado, 10 de janeiro de 2026

SABEDORIA

 

Sabedoria...

Quando aceitei a missão de evangelizar,
vi o povo que o Senhor me confiou:
crianças, jovens, famílias, corações sedentos de fé.
E reconhecendo meus limites e inexperiências,
eu me coloco diante de Deus e peço:

Deus, dá-me sabedoria para anunciar.
Deus, dá-me sabedoria para escutar.
Deus, dá-me sabedoria para orientar.
Deus, dá-me sabedoria para cuidar.
Deus me dê… Deus me dê sabedoria.

Neste mundo tão disperso e tão cansado,
é preciso encontrar equilíbrio e serenidade,
para que a vida continue florescendo na fé.
Humildemente, eu peço ao Senhor

Deus, dá-me sabedoria para criar caminhos,
sabedoria para amar com paciência,
sabedoria para fortalecer quem desanima,
sabedoria para semear esperança.
Deus me dê… Deus me dê sabedoria.

Entre dores, medos, dúvidas e silêncios,
entre lutas interiores e fraquezas humanas,
eu sei que a verdadeira força vem da Tua luz.
Por isso eu suplico

Deus, dá-me sabedoria para enxergar além,
sabedoria para acolher com ternura,
sabedoria para ser sinal de luz,
sabedoria para irradiar Teu amor.
Deus me dê… Deus me dê sabedoria.

O tempo corre, a missão exige, o coração se cansa…
Mas, no meio da pressa, Tua graça me visita
como um instante de paz e renovação.
E então, novamente eu Te digo:

Deus, dá-me sabedoria para parar e respirar,
sabedoria para despertar a fé,
sabedoria para contemplar Tua presença,
sabedoria para saborear a alegria de servir.
Deus me dê… Deus me dê sabedoria. 🙏


Adaptação: Ângela Rocha

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

PROMOÇÃO PREMIUM - CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO

 

PROMOÇÃO PREMIUM (4 + Ano Litúrgico)

🔥 Coleção Catequistas em Formação — Edição Especial 2026

Um conjunto de materiais formativos para fortalecer a caminhada do catequista: cuidado pessoal, espiritualidade, planejamento pastoral e metodologias criativas — com o apoio do Ano Litúrgico (reedição anual) para organizar encontros ao calendário litúrgico.

📚 Inclui 5 materiais:
1️
Cuidar do Catequista
2️
Planejamento do Ano Catequético
3️
Deixe a Espiritualidade Entrar…
4️
Metodologias Criativas na Catequese
Ano Litúrgico (bônus especial)

💲 Investimento: R$ 100,00

📲 WhatsApp: 41 99747-0348




METODOLOGIAS CRIATIVAS NA CATEQUESE


 🎨 METODOLOGIAS CRIATIVAS NA CATEQUESE

💡 Criatividade a serviço da fé

Formação prática e pastoral para tornar os encontros mais vivos, simbólicos e significativos, usando arte, música, linguagem jovem e tecnologia — sem perder o sentido evangelizador.



quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

ANJO LITÚRGICO 2026

 


ANO LITÚRGICO 2026

Viver a catequese em sintonia com o Ano Litúrgico é caminhar junto com a Igreja, seguindo o ritmo da fé, os tempos fortes e a espiritualidade de cada celebração ao longo do ano. A apostila “Ano Litúrgico 2026” foi preparada para ajudar catequistas e equipes pastorais a compreender, rezar e viver melhor cada tempo litúrgico, integrando fé, celebração e vida.

O material traz explicações acessíveis, inspirações bíblicas, orientações pastorais, momentos de espiritualidade e sugestões de vivência para Advento, Natal, Quaresma, Páscoa, Tempo Comum e solenidades. É uma apostila formativa e prática, pensada para quem deseja aprofundar o sentido do caminhar litúrgico na catequese e na comunidade.

👉 Valor: R$ 30,00
💳 Forma de pagamento: Pix
📲 Pedidos pelo WhatsApp: 41 99747-0348

Caminhe com a Igreja, celebre a fé com consciência e ajude sua comunidade a viver o Ano Litúrgico com mais profundidade e espiritualidade. Garanta a sua apostila!

 

"CUIDAR DO CATEQUISTA": UM CAMINHO DE AMOR, FÉ E ESPERANÇA

 


“Cuidar do Catequista”

Antes de cuidar dos outros, o catequista também precisa ser cuidado. A apostila “Cuidar do Catequista” nasce dessa consciência: quem evangeliza também tem sentimentos, limites, cansaços, sonhos e necessidades espirituais e humanas.

Este material oferece reflexões sobre autocuidado, equilíbrio entre missão e vida pessoal, espiritualidade do serviço, motivação, convivência na equipe, prevenção do desgaste e redescoberta do sentido vocacional da catequese. É um apoio para fortalecer o coração do catequista, renovar sua alegria e cuidar da missão com mais serenidade e esperança.

👉 Valor: R$ 30,00
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Cuide de quem evangeliza, fortaleça sua caminhada, renove suas forças e permita-se crescer na fé e na missão. Garanta a sua apostila e transforme o cuidado em caminho de vida e serviço!



DEIXE A ESPIRITUALIDADE EMTRAR! COMECE BEM O ANO

 “Deixe a Espiritualidade Entrar”

A caminhada catequética não se sustenta apenas em conteúdos e metodologias, ela nasce da experiência com Deus que transforma a vida. A apostila “Deixe a Espiritualidade Entrar” foi preparada para ajudar catequistas e equipes pastorais a cultivarem uma espiritualidade encarnada, orante e integrada à missão.

O material traz reflexões, inspirações bíblicas, propostas de oração, momentos de silêncio, interioridade e aprofundamento da fé, ajudando o catequista a viver a missão não apenas como tarefa, mas como caminho de encontro com Deus. É um convite a deixar o Espírito Santo conduzir os passos, renovar o coração e fortalecer a vocação catequética.

👉 Valor: R$ 30,00
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Permita que a espiritualidade ilumine sua missão e renove o sentido do servir. Adquira a sua apostila e descubra como a fé vivida no coração transforma a catequese e a vida comunitária!




PLANEJAMENTO DO ANO CATEQUÉTICO: MATERIAL FORMATIVO


🧱   “PLANEJAMENTO DO ANO CATEQUÉTICO”

“Quem de vós, querendo construir uma torre, não se senta primeiro para calcular as despesas, e ver se tem o suficiente para terminar? Para não acontecer que, tendo lançado os alicerces e não podendo acabar, todos os que virem comecem a zombar dele, dizendo: ‘Este homem começou a construir e não foi capaz de terminar.’”

(Lc 14,28–30)

Quando Jesus fala do homem que deseja construir uma torre e “se senta primeiro para calcular as despesas”, Ele nos lembra que o discipulado não é feito de impulsos, improvisos ou entusiasmo passageiro, mas de consciência, responsabilidade e fidelidade ao caminho assumido.

Planejar, na lógica do Evangelho, não significa controlar tudo nem eliminar a ação de Deus, mas organizar a vida e a missão para que o bem possa florescer. Quem planeja reconhece os próprios limites, avalia as condições, busca ajuda, partilha responsabilidades e caminha com prudência e serenidade.

Na catequese, planejar o ano, os encontros, os passos da caminhada não é burocracia, é cuidado com as pessoas, respeito ao tempo da fé e compromisso com o que nos foi confiado. Assim como o construtor da parábola, o catequista é chamado a olhar o horizonte, preparar os alicerces e seguir com perseverança, confiando que Deus completa a obra que iniciamos em Seu nome.

Planejamento, na vida cristã, não é falta de fé, é um gesto de amor ao Evangelho e aos irmãos que Deus nos confia.


Nosso material:

Planejar o ano catequético não é apenas organizar o calendário — é cuidar da missão com responsabilidade, espiritualidade e sentido pastoral. A apostila “Planejamento do Ano Catequético” foi preparada para ajudar catequistas e coordenações a estruturarem o caminho formativo do ano com clareza, unidade e coerência com o Ano Litúrgico.

O material traz orientações práticas e reflexivas sobre organização dos encontros, definição de objetivos pastorais, integração com os tempos da Igreja, acompanhamento do processo catequético e fortalecimento da espiritualidade da equipe. É um recurso que une método, fé e vida, para que o planejamento se transforme em caminho de comunhão e missão.

👉 Valor: R$ 30,00
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Invista em um planejamento que fortalece a catequese, motiva a equipe e dá sentido ao caminho de fé da comunidade. Garanta a sua apostila e comece o ano com organização, propósito e inspiração!