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quarta-feira, 26 de maio de 2021

MARIA A MÃE DE JESUS

 
Ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

QUEM É MARIA, MÃE DE JESUS?


Maria, mãe de Jesus, foi aquela que acolheu e amou a Palavra de Deus, que carregou em seu seio a Palavra viva, que fez a grande experiência do amor e da fidelidade de Deus, por meio de Jesus Cristo.

Como mãe e mestra dos primeiros Apóstolos ela é também mãe de todos nós, por pertencermos à família redimida de Cristo. Na nossa religiosidade ela ocupa lugar especial. Cada pessoa é um sinal de Deus; Maria o é de modo especial.

Maria é para nós modelo de verdadeiros discípulos e discípulas. Mulher de fé que segue sempre aprendendo, capaz de ouvir, silenciar e guardar em seu coração os acontecimentos. Sempre pronta, Maria deu o seu “sim” e se manteve fiel a ele nas mais diversas circunstâncias. Foi fiel ao sim pessoal e fundamental para a história da salvação.

Maria, antes de tudo “mãe”, passou por grandes dificuldades. “E guardava tudo no coração” (Lc 2,51). Portanto podemos chamá-la a mãe do silêncio. Em quase toda vida pública de Jesus, Maria fala pouco, contempla Jesus e procura crescer na fé.

MARIA É MODELO DE FÉ

Maria, assim como todos os Apóstolos, foi compreender e ver com mais clareza o mistério em que estava envolvida, só depois da ressurreição de Jesus. Antes, nada estava claro para ela. Ela vivia sua vida sempre entregue a Deus. Meditava e guardava a Palavra de Deus no coração, colocando-a em prática conforme lemos no Evangelho (Lc 11,27-28; Lc 8,19-21). Em sua vida estava sempre presente este desejo: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a sua vontade”. E com esse sentimento no coração, ela, no silêncio de sua casa em Nazaré, cuidava dos afazeres domésticos e educava seu filho. Preparava-o para sua missão, assim como todas as mães que dedicam suas vidas à preparação dos filhos para o mundo. Maria é a mãe inspiradora de muitas mulheres na desafiante missão da maternidade.

MARIA É A MÃE DA IGREJA

Com o seu SIM incondicional a Deus, Maria é associada à obra da redenção. São João o confirma assim, no seu Evangelho (19, 25-27). Na cruz, Jesus entrega sua mãe a São João, que representa, ali, a Igreja, assim como entrega João a Maria. Assim, Maria é a mãe da Igreja. Como Mãe de Jesus Cristo, cabeça do Corpo místico, ela é a mãe do corpo todo. Assim, é também a nossa mãe por pertencermos à família redimida por Cristo. Maria continua exercendo sua maternidade sagrada na vida da Igreja atuante no mundo de hoje.

MARIA, PRESENÇA CONSTANTE NA EVANGELIZAÇÃO

Maria tem representado um papel muito importante na evangelização das mulheres latino-americanas e tem feito delas evangelizadoras eficazes como esposas, mães, religiosas, trabalhadoras e profissionais. Continuamente lhes inspira a fortaleza para dar a vida, debruçar-se sobre a dor, resistir e dar esperança quando os caminhos se tornam difíceis.

A presença de Maria é feminina, cria ambiente de família, o desejo de acolhimento, o amor e o respeito à vida, por isso a família cristã continua olhando para ela como exemplo de mulher, mãe e esposa. Sigamos os passos de Maria, inspirando-nos no seu modo de vida, para que possamos amar mais a Jesus e melhor segui-lo.

Neuza Silveira de Souza 
Coordenadora da Comissão Arquidiocesana Bíblico-catequética de BH

quarta-feira, 31 de maio de 2017

O MAGNIFICAT DE MARIA

O Magnificat, oração conhecida como Canção de Maria ou Canto de Maria, é encontrado no Evangelho de Lucas 1, 46-55. Ele é recitado por Maria na sua visitação a Isabel, sua prima, mãe de João Batista. Após Maria saudar Isabel, que está grávida, a criança (João) se mexe no útero de Isabel. Quando esta louva Maria por sua fé... Bendito é o fruto do vosso vente... Maria entoa o Magnificat como resposta.

A minh'alma engrandece o Senhor e o meu espírito se alegrou em Deus meu Salvador
Pois Ele me contemplou na humildade da sua serva
Pois desde agora e para sempre me considerarão bem-aventurada
Pois o Poderoso me fez grandes coisas

Santo é Seu nome!

A Sua misericórdia se estende a toda a geração daqueles que o temem
Com o Seu braço agiu mui valorosamente
Dispersou os que no coração tem pensamentos soberbos
Derrubou dos seus tronos os poderosos

Exaltou os humildes, encheu de bens os famintos
despediu vazios os ricos
Amparou a Israel Seu servo para lembrar-se da Sua misericórdia
A favor de Abraão e sua descendência
Como havia falado a nossos pais.

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo,
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.



E assim cantavam nossos "pais" em latim...
Magnificat anima mea Dominum
Et exultavit spiritus meus in Deo salutari meo.
Quia respexit humilitatem ancillæ suæ: ecce enim ex hoc beatam me dicent omnes generationes.
Quia fecit mihi magna qui potens est, et sanctum nomen eius.
Et misericordia eius a progenie in progenies timentibus eum.
Fecit potentiam in brachio suo, dispersit superbos mente cordis sui.
Deposuit potentes de sede et exaltavit humiles.
Esurientes implevit bonis et divites dimisit inanes,
Suscepit Israel puerum suum recordatus misericordiæ suæ,
Sicut locutus est ad patres nostros, Abraham et semini eius in sæcula.
Gloria Patri, et Filio, et Spiritui Sancto
Sicut erat in principio, et nunc, et semper, et in saecula saeculorum.
Amen.


FONTE: Youtube

A FESTA DA VISITAÇÃO DE NOSSA SENHORA


 A visita de Maria a Isabel: Alegria no Espírito!

Um pouco de história

Segundo a tradição, a origem do mês de maio, como mês de Maria, remonta ao século XIII. No dia 31 de maio comemoramos a Festa da Visitação de Nossa Senhora, a devoção popular cristã contempla este acontecimento no segundo mistério gozoso do terço. Iniciada por São Boaventura entre os franciscanos, em 1263 d.C., tornou-se uma festa universal em 1389, durante o pontificado de Urbano VI para promover, com a intercessão de Maria, a paz e a unidade dos cristãos divididos pelo grande cisma do Ocidente.

A festa da Visitação era celebrada no dia 2 de julho, ou seja, ao final da visita de Maria à Isabel. O calendário litúrgico mudou esta data para o último dia de maio como coroação do mês que a devoção popular consagra a Nossa Senhora.

Com esta festa, a Igreja celebra o grande exemplo de Maria como servidora. O Papa Francisco sintetizou o comportamento de Maria no episódio da Visitação em três palavras: escuta, decisão e ação.

Escuta: Maria está atenta a Deus, escuta a Deus, mas Maria escuta também os fatos, lê os acontecimentos de sua vida. Está atenta a realidade concreta e não fica na superfície, mas vai ao profundo para acolher o significado. A parente Isabel, que já é idosa, espera um filho. Esse é o fato. Mas Maria está atenta ao significado, sabe acolhê-lo: “Nada é impossível a Deus” (Lc 1,37).

Decisão: Maria não vive da pressa, da ânsia, mas como destaca São Lucas “meditava todas essas coisas no seu coração” (Lc 2,19). Também no momento decisivo da anunciação do Anjo ela também pergunta “como acontecerá isso? ”, mas não se detém nem mesmo no momento da reflexão, dá um passo a mais: decide. Ela não vive da pressa, mas apenas quando é necessário vai rapidamente.

Ação: “Maria pôs-se em viagem e foi depressa”. A ação de Maria é uma consequência de sua obediência às palavras do Anjo. Ela vai até Isabel para ser-lhe útil. Esta sua saída de casa, de si mesma, por amor, carrega o que tem de mais precioso: Jesus. Ela carrega seu Filho.

O mistério da Visitação lembra a todos que o “levar Cristo” é uma atitude “mariana”. Por esta razão a Igreja mantém os olhos fixos na Virgem Mãe: grávida do Filho de Deus, ela torna perpétuo entre os homens o caminho missionário daquela que, como Arca da Aliança, trazia em si Aquele que visitou e redimiu o seu povo: “Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, conforme prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”.


O Evangelho deste dia

O Evangelho que ilumina este dia é Lucas 1, 39-56. Aqui, abrimos espaço dentro do calendário do Tempo Pascal, iluminado pelo Evangelho de João, para ouvir Lucas, único evangelista a narrar a visitação de Maria a Isabel. Dentre os três Evangelhos, o de Lucas é o que mais apresenta citações acerca de Maria. Segundo O dicionário de Mariologia, de 150 versículos no NT que tratam de Maria, 90 estão no evangelho de Lucas.

Na leitura de hoje encontramos o Magnificat, que, segundo São Luís Monfort, “É a única oração e a única obra composta por Maria (...). É o maior sacrifício de louvor que Deus já recebeu na lei da graça. É, dum lado, o mais humilde o mais reconhecido e, doutro, o mais sublime e mais elevado de todos os cânticos. Há neste cântico mistérios tão grandes e tão ocultos, que os próprios anjos ignoram”.

REFLEXÃO DO EVANGELHO

O assunto da vida: para começo de conversa

O texto de hoje nos fala da visita de Maria a sua prima Isabel. As duas eram conhecidas uma da outra. E, no entanto, neste encontro elas descobrem, uma na outra, o mistério que ainda não conheciam e que as encheu de muita alegria. Hoje também encontramos pessoas que nos surpreendem com a sabedoria que possuem e com o testemunho de fé que nos dão.

Chave de leitura
Na leitura que vamos refletir, sobretudo no Cântico de Maria, percebemos que ela descobriu o mistério de Deus não só na pessoa de Isabel, mas também na história do seu povo. Durante a reflexão vamos prestar atenção no seguinte: ”Com que palavras e comparações Maria expressou a descoberta de que Deus está presente em sua vida e na vida do seu povo? ”.

Situando
Quando Lucas fala de Maria, ele pensa nas comunidades do seu tempo que viviam espalhadas pelas cidades do império romano. Maria é, para ele, o modelo da comunidade fiel. Descrevendo a visita de Maria a Isabel, ele ensina como aquelas comunidades devem fazer para transformar a visita de Deus em serviço aos irmãos e irmãs.
O episódio da visita de Maria a Isabel mostra ainda outro aspecto bem próprio de Lucas. Todas as palavras e atitudes, sobretudo o Cântico de Maria, formam uma grande celebração de louvor. Parece a descrição de uma solene liturgia. Assim, Lucas evoca o ambiente litúrgico e celebrativo, em que as comunidades devem viver a sua fé.

Comentando
1. Lucas 1,39-40: Maria sai para visitar Isabel
Lucas acentua a prontidão de Maria em atender as exigências da Palavra de Deus. O anjo lhe falou da gravidez de Isabel e, imediatamente, Maria se levanta para verificar o que o anjo lhe tinha anunciado, e sai de casa para ir ajudar a uma pessoa necessitada. De Nazaré até as montanhas de Judá são mais de 100 quilômetros! Não havia ônibus nem trem.

2. Lucas 1,41-44: Saudação de Isabel
Isabel representa o Antigo Testamento que termina. Maria, o Novo que começa. O AT acolhe o NT com gratidão e confiança, reconhecendo nele o dom gratuito de Deus que vem realizar e completar toda a expectativa do povo. No encontro entre as duas mulheres manifesta-se o dom do Espírito que faz a criança estremecer de alegria no seio de Isabel. A Boa Nova de Deus revela a sua presença numa das coisas mais comuns da vida humana: duas donas de casa se visitando para se ajudar. Visita, alegria, gravidez, criança, ajuda mútua, casa, família: É nisto que Lucas quer que as comunidades (e nós todos) percebamos e descubramos a presença do Reino. As palavras de Isabel, até hoje, fazem parte do salmo mais conhecido e mais rezado da América Latina, que é a Ave Maria.

3. Lucas 1,45: O elogio que Isabel faz a Maria
“Feliz aquela que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor vai acontecer”. É o recado de Lucas às comunidades: crer na Palavra de Deus, pois ela tem força para realizar aquilo que nos diz. É Palavra criadora. Gera vida nova no seio de uma virgem, o seio do povo pobre e abandonado que a acolhe com fé.

4. Lucas 1,46-56: O Cântico de Maria
Muito provavelmente, este cântico já era conhecido e cantado nas comunidades. Ele ensina como se deve orar e cantar.

Lucas 1,46-50
Maria começa proclamando a mudança que aconteceu na sua própria vida sob o olhar amoroso de Deus, cheio de misericórdia. Por isso, ela canta feliz: “Exulto de alegria em Deus, meu Salvador”.

Lucas 1,51-53
Em seguida, canta a fidelidade de Javé para com seu povo e proclama a mudança que o braço de Javé estava realizando a favor dos pobres e famintos. A expressão “braço de Deus” lembra a libertação do Êxodo. É esta força salvadora de Javé que faz acontecer a mudança: dispersa os orgulhosos (1,51), destrona os poderosos e eleva os humildes (1,52), manda os ricos embora sem nada e aos famintos enche de bens (1,53).

Lucas 1,54-56
No fim, ela lembra que tudo isto é expressão da misericórdia de Deus para com o seu povo e expressão de sua fidelidade às promessas feitas a Abraão. A Boa Nova veio não como recompensa pela observância da Lei, mas como expressão da bondade e da fidelidade de Deus às promessas. É o que Paulo ensinava nas cartas aos Gálatas e aos Romanos.

Alargando

O Segundo Livro de Samuel conta a história da Arca da Aliança. Davi quis colocá-la em sua casa, mas ficou com medo e disse: “Como virá a Arca de Javé para ficar na minha casa? ” (2 Samuel 6,9) Davi mandou que a Arca fosse para a casa de Obed-Edom. “E a Arca de Javé ficou três meses na casa de Obed-Edom, e Javé abençoou a Obed-Edom e a toda a sua família” (2 Samuel 6,11). Maria, grávida de Jesus, é como a Arca da Aliança que, no AT, visitava as casas das pessoas trazendo benefícios. Ela vai para a casa de Isabel e fica lá três meses. E enquanto está na casa de Isabel, ela e toda a sua família são abençoadas por Deus. A comunidade deve ser como a Nova Aliança. Visitando a casa das pessoas, deve trazer benefícios e graça de Deus para o povo.

A atitude de Maria frente à Palavra expressa o ideal que Lucas quer comunicar às comunidades: não se fechar sobre si mesmas, mas sair de si, sair de casa, e estar atentas às necessidades bem concretas das pessoas e procurar ajuda na medida das necessidades.
Carlos Mesters e Mercedes Lopes.
In O avesso é o lado certo. Círculos Bíblicos sobre o Evangelho de Lucas.

FONTES:

Acácio Vieira de Carvalho. Escola Bíblica “São João Paulo II". Revista da Arquidiocese de Aparecida.



sexta-feira, 12 de maio de 2017

ORAÇÃO QUE O PAPA REZOU EM FÁTIMA


Salve Rainha, bem-aventurada Virgem de Fátima,
Senhora do Coração Imaculado,
qual refúgio e caminho que conduz até Deus!
Peregrino da Luz que das tuas mãos nos vem,
dou graças a Deus Pai que, em todo o tempo e lugar, atua na história humana;
peregrino da Paz que neste lugar anuncias,
louvo a Cristo, nossa paz, e para o mundo peço a concórdia entre todos os povos;
peregrino da Esperança que o Espírito alenta, quero-me profeta e mensageiro para a todos lavar os pés, na mesma mesa que nos une.
Refrão cantado pela assembleia:
Ave o clemens, ave o pia! Salve Regina Rosarii Fatimæ.
Ave o clemens, ave o pia! Ave o dulcis Virgo Maria.
O Santo Padre:
Salve Mãe de Misericórdia, Senhora da veste branca!
Neste lugar onde há cem anos a todos mostraste os desígnios da misericórdia do nosso Deus,
olho a tua veste de luz e, como bispo vestido de branco, lembro todos os que,
vestidos da alvura batismal, querem viver em Deus
e rezam os mistérios de Cristo para alcançar a paz.
Refrão…
O Santo Padre:
Salve, vida e doçura, Salve, esperança nossa,
ó Virgem Peregrina, ó Rainha Universal!
No mais íntimo do teu ser, no teu Imaculado Coração,
vê as alegrias do ser humano quando peregrina para a Pátria Celeste.
No mais íntimo do teu ser, no teu Imaculado Coração,
vê as dores da família humana que geme e chora neste vale de lágrimas.
No mais íntimo do teu ser, no teu Imaculado Coração,
adorna-nos do fulgor de todas as joias da tua coroa
e faz-nos peregrinos como peregrina foste Tu.
Com o teu sorriso virginal robustece a alegria da Igreja de Cristo.
Com o teu olhar de doçura fortalece a esperança dos filhos de Deus.
Com as mãos orantes que elevas ao Senhora todos une numa só família humana.
Refrão…
O Santo Padre:
Ó clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria, Rainha do Rosário de Fátima!
Faz-nos seguir o exemplo dos Bem-aventurados Francisco e Jacinta,
e de todos os que se entregam à mensagem do Evangelho.
Percorreremos, assim, todas as rotas, seremos peregrinos de todos os caminhos,
derrubaremos todos os muros e venceremos todas as fronteiras,
saindo em direção a todas as periferias, aí revelando a justiça e a paz de Deus.
Seremos, na alegria do Evangelho, a Igreja vestida de branco,
da alvura branqueada no sangue do Cordeiro
derramado ainda em todas as guerras que destroem o mundo em que vivemos.
E assim seremos, como Tu, imagem da coluna luminosa que alumia os caminhos do mundo,
a todos mostrando que Deus existe, que Deus está,
que Deus habita no meio do seu povo, ontem, hoje e por toda a eternidade.
Refrão…
O Santo Padre junto aos fieis:
Salve, Mãe do Senhor, Virgem Maria, Rainha do Rosário de Fátima!
Bendita entre todas as mulheres, és a imagem da Igreja vestida da luz pascal,
és a honra do nosso povo, és o triunfo sobre o assalto do mal.
Profecia do Amor misericordioso do Pai,
Mestra do Anúncio da Boa-Nova do Filho,
Sinal do Fogo ardente do Espírito Santo,
ensina-nos, neste vale de alegrias e dores,
as verdades eternas que o Pai revela aos pequeninos.
Mostra-nos a força do teu manto protetor.
No teu Imaculado Coração, sê o refúgio dos pecadores
e o caminho que conduz até Deus.
Unido aos meus irmãos, na Fé, na Esperança e no Amor, a Ti me entrego.
Unido aos meus irmãos, por Ti, a Deus me consagro,
ó Virgem do Rosário de Fátima.
E, finalmente envolvido na Luz que das tuas mãos nos vem,
darei glória ao Senhor pelos séculos dos séculos.
Amem.
(Nesta sexta-feira no Santuário Mariano Nossa Senhora de Fátima)
FONTE: zenit.org