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quinta-feira, 11 de abril de 2024

BATISMO, CONFIRMAÇÃO, EUCARISTIA... 1º, 2º, 3º?


PORQUE A CONFIRMAÇÃO, NA ORDEM DOS SETE SACRAMENTOS, É O SEGUNDO, SE ELE É RECEBIDO DEPOIS DA EUCARISTIA, QUE É O TERCEIRO? 

Por que essa ordem inversa?

Nos primeiros séculos, a confirmação constituía uma só celebração junto com o Batismo. Por isso a Crisma é o segundo sacramento.

Mas, com a multiplicação dos batizados de crianças ao longo do ano todo, e a multiplicação de paróquias, capelas, comunidades rurais aumentando assim o âmbito de abrangência das dioceses, isso não permitia mais a presença do bispo em todas as celebrações batismais.

No ocidente, como se desejava preservar a tradição do Bispo complementar o batismo com a confirmação, os dois sacramentos passaram a ser feitos em momentos distintos. Eu por exemplo, fui crismada aos 2 anos, ocasião da visita do Bispo a minha paróquia, isso foi em 1968, nasci em 1966.

No oriente, na Igreja ortodoxa, manteve-se os dois sacramentos juntos, tanto é que a confirmação é feito pelo presbítero que celebra o batismo, no entanto o óleo precisa ter sido consagrado pelo Bispo.

A prática das igrejas orientais sublinha mais a iniciação cristã, já a Igreja latina quer exprimir a comunhão do novo cristão com seu Bispo, garantido a unidade da nossa Igreja, sua catolicidade e sua apostolocidade e, com isso, o vínculo com as origens apostólicas da Igreja de Cristo.

Mas, podemos ainda perceber que os três sacramentos da iniciação permanecem intimamente ligados quando um adulto é batizado, ele recebe imediatamente a Confirmação e participa da Eucaristia.

Temos então que, no rito romano, no caso das crianças, ficou determinado que o sacramento da Crisma seja dado na idade da razão, precedida de uma catequese. Podemos encontrar essas orientações no Canôn 891, que diz que a idade da razão seria por volta dos sete anos, no entanto os bispos tem tido liberdade para estabelecer a idade ideal para que seja dado o sacramento.

Vemos em vários lugares que a crisma tem sido feita cada vez mais tarde pois, pretende-se com isso dar uma característica de sacramento da "maturidade" à confirmação, numa tentativa de fazer com que o jovem assuma seu papel de "profeta" conferido pelo batismo e também seja inserido nas diversas pastorais a serviço.

Na verdade há uma certa controvérsia sobre se a Crisma é, de fato, um rito de passagem para a idade adulta. Tanto é que alguns bispos católicos no mundo já solicitaram autorização ao Papa e a Congregação para o Culto Divino para restaurar o sacramento como "confirmação" do batismo, deixando a Eucaristia por último, como o ápice da Iniciação à Vida cristã. E conseguiram essa autorização!

OBS: Sobre o sacramento da Confirmação, consultar CIC, itens 1285 a 1321, bem como os Cânons da Igreja a partir do 695 por aí.

CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO



sexta-feira, 24 de julho de 2020

DEBATE: QUE TAL MUDARMOS A ORDEM DOS SACRAMENTOS DA EUCARISTIA E CRISMA?


O QUE VOCÊ ACHA DA MUDANÇA NA ORDEM DOS SACRAMENTOS, PROPOSTA DO NOVO DIRETÓRIO PARA A CATEQUESE?

O novo Diretório para a Catequese, publicado recentemente pelo Pontifício Conselho para a promoção da nova evangelização, traz uma questão há muito discutida pelas comissões de catequese: a restauração do sacramento da Crisma ao seu lugar, ou seja, depois do Batismo e antes da Eucaristia, voltando assim ao seu caráter originário de confirmação do batismo. Num debate com o grupo de catequistas do Catequistas em Formação, perguntamos a opinião destes a respeito do assunto.

VAMOS AO...


Eis o texto do diretório:

“70. Os sacramentos da iniciação cristã constituem uma unidade porque “põem os alicerces da vida cristã: os fiéis, renascidos pelo Batismo, são fortalecidos pela Confirmação e alimentados pela Eucaristia” (Comp. CIC, n. 251). É importante reiterar que, de fato, “somos batizados e crismados em ordem à Eucaristia. Esse dado implica o compromisso de favorecer na ação pastoral uma compreensão mais unitária do percurso de iniciação cristã” (SC, n. 17).49 É oportuno, portanto, avaliar e considerar a ordem teológica dos sacramentos – Batismo, Confirmação, Eucaristia – para “verificar qual é a prática que melhor pode, efetivamente, ajudar os fiéis a colocarem no centro o sacramento da Eucaristia, como realidade para qual tende toda a iniciação” (SC, n. 18). É desejável que, onde se realizam experimentos, estes não sejam casos isolados, mas o fruto de uma reflexão de toda a Conferência Episcopal que confirma as escolhas operacionais para todo o território de sua competência”. (DC, 70).

Comentários

Juliana Bellozo Acho muito benéfica o batismo o banho o crisma o perfume e a Eucaristia a refeição então banhamos no espiro santo se perfumados com perfume (odor) do espiro santo e vamos para o basquete da vida a Eucaristia e vamos firmando a pessoa a se encontrar trará com Jesus na Eucaristia Para não ficar só na primeira Eucaristia

Nilva Mazzer Acho perfeita, aliás, como você já sabe é meu sonho de consumo rsrsrsrs...Mas falando sério realmente essa é a ordem certa pois as crianças teriam um pouco mais de maturidade para receber o sacramento da Eucaristia.🙂

Iolanda Thomasine  Nilva, exatamente minha opinião. Falta muita maturidade nas crianças, o que dificulta a perseverança na Igreja já que ainda dependem muito da família.

Rita Barboza Concordo, as crianças são imaturas para receber o sacramento da Eucaristia e algumas até abandonam a catequese depois de receber o sacramento, achando que não é necessário receber o sacramento da Crisma.

Rosa Azevedo  Acho perfeito. Põe-se tudo na sua devida ordem.

Miracy Mota Queiroz Concordo pois teriam mais maturidade cristã para o sacramento.

Mauricio Fernandes Também concordo com esta mudança pois, como foi dito, também acho que as crianças são imaturas para receber o Sacramento da Eucaristia. Um outro ponto de vista, quando o Sacramento da Crisma é o terceiro a se receber, pode parecer que ele é o "ápice" da vida da Igreja. E por se receber uma única vez, fica-se a impressão de que o jovem recebeu o "sacramento ápice de sua fé". E abandona a participação da Igreja porque não se receberá nunca mais aquele Sacramento. Agora, deixando o Sacramento da Eucaristia para o terceiro sacramento da Iniciação Cristã, aí sim este é a "fonte e ápice da vida da Igreja". Assim, o jovem terá maior maturidade na fé para recebê-lo e maior motivação para permanecer na comunidade.

Rosana Pavani Concordo, volta tudo a sua ordem.

Maria Sandra Também concordo plenamente. É urgente voltarmos um pouco atrás na história da igreja, pois o modelo que aí está infelizmente não está evangelizando o suficiente para que os iniciados à vida cristã sejam verdadeiros discípulos missionários de Cristo. 😪

Glória Santos  Bravíssimo Ângela! CIC 1322: A sagrada Eucaristia completa a iniciação cristã. Aqueles que foram elevados à dignidade do sacerdócio real pelo Baptismo e configurados mais profundamente com Cristo pela Confirmação, esses, por meio da Eucaristia, participam, com toda a comunidade, no próprio sacrifício do Senhor. O Batismo é a porta de entrada para o cristão, a Confirmação complementa a configuração do batizado a Cristo, e a Eucaristia, abri- se o caminho para a participação do alimento, são nutridos para a vida eterna, ou seja a Eucaristia é a culminância , um sinal de plena e definitiva inserção na Igreja.

Roseli Miranda Eu aprovo! Já era assim antes. Antes da Igreja separar essa unidade do Batismo Crisma, assim como houve o "divórcio" da catequese com a liturgia. Para quem ainda acredita, por falta de formação e conhecimento, que o objetivo, a finalidade da catequese seja preparar pessoas para os sacramentos, será difícil mudar as estruturas catequéticas forjadas nessa mentalidade. Eu creio que catequizandos, crismandos e seus familiares só podem conceber o sentido dos sacramentos a partir da experiência do encontro com Jesus Cristo e adesão ao seu projeto de vida.

Silvana De Lima Godoi Concordo. Mas, não entendi por que foi mudado ,pois antigamente era certo.

Catequistas em Formação Silvana, leia AQUI, um texto sobre a "Crisma e a sua história". 

Neuma Dias Também concordo, afinal a catequese para a iniciação cristã nem sempre é vista como importante e necessária para muito ainda infelizmente, é complicado quando a família coloca suas crianças para se preparar para receber a eucaristia como uma tradição familiar.

Nilva Mazzer  Neuma, sim, pois não assumem mais o seu papel de primeiros catequistas (pais).

Meire Joca  Nilva, levam a criança para receber a eucaristia, em busca só do sacramento. Depois esperam que elas busquem os outros sacramentos se sentirem necessidade (matrimônio).

Nilva Mazzer Uma terceirização, né? 🙄

Maria Jesus Gonçalves Fazer lembrar que no momento do batismo de Jesus, ele foi batizado por João Batista e logo após, o Espírito Santo desceu em forma de pomba reafirmando que Ele é o filho de Deus (Crisma). E mais tarde o próprio Jesus fez a iniciação dos seguidores, a formação dos seus discípulos e finalizando o compromisso com o sinal da partilha do pão e a vida com o seu sangue (eucaristia). Os sacramentos não é um só acontecimento e sim um compromisso de fé com Deus e o próximo.

Jin Hee Kim Maria Jesus Gonçalves, muito bem explicado e escrito!

Suzana Lossurdo Nilva, é mais um "diploma". É o que as famílias esperaram. Ainda não veem os Sacramentos como dons de Deus.

Marcia Rosania Concordo, pois como disse Susana muitas família veem o sacramento da eucaristia como um diploma de conclusão da catequese e só voltam que querem receber o sacramento da crisma.

Aparecida Pires E importante as mudanças. Concordo só assim teremos novos missionários.

Rosani Dalsenter Acho que seria ótimo assim vão receber a comunhão estarão mais responsáveis.

Vera Lúcia Beltrami de Oliveira Eu acredito que a mudança na ordem não importa e sim a participação, o engajamento das pessoas na vida cristã. Algumas crianças são imaturas para receberem a eucaristia assim como alguns jovens são para a confirmação. O importante é a caminhada destas crianças, adolescentes e jovens na vida cristã.

Ângela Rocha  Já eu acredito que a “ordem” em que são dados os sacramentos, é de suma importância nos dias de hoje. O fato de a crisma ser o "último" sacramento, fez com que a Eucaristia perdesse a sua importância na vida do cristão.

Nilva Mazzer Ângela, sim, esperam a Crisma como ponto máximo da catequese!🙄

Andrea Saggioro Barbosa Mudanças são necessárias!

Elenir Melo Se não acontecer a MISTAGOGIA na santa EUCARISTIA, a ordem não vai alterar em nada.

Ângela Rocha E como é que acontece a "Mistagogia"? Senão com maturidade? As crianças estão recebendo os sacramentos muito cedo. E o fato da Crisma ter sido deixada coo sacramento da maturidade, deixou a Eucaristia para trás, sem que se desse conta de que ela É o ápice da iniciação cristã.

Elenir Melo  Muitas mudanças serão necessárias, comecemos por:

1 – Nos aprofundar nos documentos da Igreja, que sempre tem as respostas, somos imediatistas, queremos as coisas “pra ontem”;

2 - Calma na Alma, espírito em oração em sintonia com Deus;

3- Reconhecer-se humilde, aprendiz no que faz na catequese, somos setas, indicamos o caminho, quem brilha é JESUS;

4 – Sejamos criativos, capazes de nos adaptar as mudanças;

5 – E se não tivermos conhecido a experiencia do mistério eucarístico em nossas vidas, não seremos capazes de evangelizar. E por aí vai.

Ângela Rocha  As mudanças devem ser encaradas como desafios, com calma e docilidade, não com resistência. Quando resistimos elas são mais "doloridas".

Bianca Jose Willian Concordo.

Gloria Silveira Eu aprovo a mudança. Se formos olhar os primórdios das primeiras comunidades crista era assim. Eu mesma fui crismada antes da eucaristia. É o certo a se fazer.

Aparecida Aparecida  A ordem dos fatores não altera seu valor....

Ângela Rocha Eu acredito que alteram, ainda mais se a eucaristia vier com mais maturidade.

Ivone Medeiros Do Amaral O correto é a comunhão depois da crisma. Por que receber a comunhão antes da livre opção por Jesus?

Nelita Onilia Pegoraro Schneider Acho que deveria ser assim mesmo o Batismo após a Crisma e depois a Primeira Eucaristia, mas para colhermos bons frutos dessa mudança devemos começar por nós catequistas em estarmos preparados para tais mudanças. Não simplesmente mudar a ordem dos sacramentos.

Ângela Rocha Vamos pensar que, obviamente, não se está fazendo esta proposta de mudança levianamente, sem que o projeto catequético seja todo repensado. O Diretório aqui "sinaliza" esta mudança como algo que pode ser feito para "ajudar os fiéis a colocarem no centro o sacramento da Eucaristia, como realidade para qual tende toda a iniciação". Não basta, mesmo, simplesmente "trocar de lugar" sem que se faça uma reflexão também, sobre a unidade dos 3 sacramentos, já vemos muitas famílias que pensam em não batizar os filhos até que estes "escolham" ser batizados. Na verdade, todos os sacramentos deveriam vir com a maturidade cristã e não "empurrados" a crianças que não entendem o que estão fazendo.

Elano Luís Ótimo. Concordo com a mudança

Rose Olipe Quando haverá essa mudança e quem propôs?? Com que idade as crianças receberiam o sacramento da Eucaristia. Sei lá acho meio confuso e quando será aplicada essa mudança?? Preciso de mais elementos para ter uma resposta, não sei ao certo.

Jin Hee Kim  Rosa Olipe, ainda não haverá mudança nenhuma, esse documento é da Santa Sé para o mundo. Um novo diretório para catequese mundial se orientar como um todo. E uma das orientações é esta: que está no nº 70 que estamos discutindo aqui.😁 Que o nosso grupo CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO sempre fomenta a pensar partilhar! A confusão eu acho é que muitos pensam é que a CONFIRMAÇÃO seria da eucaristia e na verdade seria confirmar o nosso BATISMO que é a porta de entrada a nossa Igreja.. E só depois receber a eucaristia. Por isso essa mudança na ordem dos recebimentos dos sacramentos se houver seria muito bem vindo a IVC para principalmente facilitar a adesão dos que realmente querem ser seguidores discípulos missionários. E não somente como a Suzana disse lá em cima, recebedores de mais um diplominha. Nós catequistas e muitos padres estamos preocupados em ter números grandes dentro da igreja mas isso não significa que são verdadeiros convertidos. Muitas vezes ouvi dizer que a criança recebendo a hóstia sentem mais participativos na missa por exemplo. e isso é acolhimento inclusão talvez seja por isso que tem tanta pressa em fazer a 1ª eucaristia...

Adriana Bragion Será de grande valia essa mudança, pois a Eucaristia teria seu devido valor, por assim dizer. Todos os sacramentos são importantes sinais de Deus ,porém a Eucaristia é o Deus Vivo que quer estar conosco. Quem sabe assim toda pessoa, realmente convertida, estaria na igreja para um verdadeiro seguimento e adesão a Jesus. Não importa números e sim seguidores e fervorosos cristãos.

Fatima Nunes de Lima Concordo plenamente, muitas crianças recebem a primeira eucaristia sem maturidade alguma, inverter a ordem, acho que será bom para os catequizandos terem mais consciência sobre a importância da eucaristia.

Arlete Cândido Maia Preciso estudar também ainda este novo Diretório. Mais com que idade seria a Crisma, e a Eucaristia? Eu também não concordo, com esta mudança, muitos jovens vão a Crisma como se fosse uma obrigação, um preceito, já a Eucaristia, não falta crianças, claro que tem umas que vão porque a mãe empurra. Mas é caso de estudar, discutir, sempre é bom mudanças, novidades ... quem sabe né. Aqui no Ceará a procura é grande na Catequese de adulto( Catecumenato), quem sabe, é uma nova mudança que estamos precisamos.

Clenildes Santos Pereira Santos Eu sempre desejei essa mudança: batismo, crisma e eucaristia nessa ordem pois vai trazer mais amadurecimento ao que vão receber pela primeira vez a eucaristia

Gorete Aquino Eu fico a pensar: Crisma não é o Sacramento da Maturidade Cristã? Embora seja, na realidade os nossos meninos de 14 a 15 anos raramente têm maturidade suficiente para discernir se querem ou não se crismado. A ordem de aplicação talvez favoreça às famílias, após uma boa formação, a optarem ou não pelos sacramentos. Na verdade até mesmo a Eucaristia muitas vezes torna-se fruto da tradição e não da opção por Jesus.

Sandra De Souza Schuincki Eu gostei da mudança pois muitas vezes os adolescentes de 12 anos recebem a eucaristia e por mais que participaram da catequese, muitos ainda não entenderam esse sacramento com maturidade de fé. Ah, quem sabe recebendo depois da crisma. Há estarão mais preparados.

Wagner Campos Galeto É um retorno a ordem correta, muito bom.

Catequistas em Formação Vamos pensar que concordando com a mudança, temos um longo caminho a percorrer: Como e quando se dará o sacramento? Na idade da razão (7anos)? Durante o processo de iniciação (catequese)? Se a crisma tomar o lugar da eucaristia, em muitos lugares, ela ainda não passará dos 12, 13 anos... será esta a idade ideal da Eucaristia? O que vocês pensam a respeito?

Sonia Lima Eu concordo plenamente com a mudança

Arlete Cândido Maia Temos que pensar e repensar, estudar muito, mesmo esse novo Diretório da Catequese, e as mães , o que elas vão achar dessa mudança, pois devemos pensar principalmente nelas também, umas vão aceitar outras não. Tanto os jovens como as crianças, muitos deles não entendem nada dos Sacramentos, vão porque são obrigados a ir, as crianças aprendem muito mais que os jovens. Vamos ver, quem sabe, como disse antes. Será que sendo crismandos, eles vão querer se preparar a Eucaristia? Vamos pensar bem.

Andreia Duarte Adorei essa ideia! Mas, para mim está bem confuso. Na teoria a gente percebe que essa é a ordem mais correta. Mas, para essa implementação será necessária uma mudança radical, novas formações, novo pensar, e vamos ouvir muitas reclamações das famílias, de catequistas, padres..... ( faz parte... Kkkkk). Realmente assim a fé será mesmo compromisso assumido. Vai dar muita dor de cabeça, muitas coisas serão mudadas e novas formas de pensar virão, acho que nossa realidade está pedindo isso.

Catequistas em Formação Sobre a ordem dos sacramentos: onde foi feita a mudança, a crisma é um processo feito "durante" a catequese, como um rito ou uma benção. Assim, a Eucaristia ficaria na idade onde eles recebem a crisma, 13, 14 anos.

Rosangela Tamaoki Aqui na arquidiocese de Londrina essa mudança já é realidade. Os catequizandos que ingressaram na Catequese o ano passado, com 9 anos, farão 2 anos de Catequese para o Sacramento da Crisma e depois mais 2 anos para o Sacramento da Eucaristia. Para isso a Arquidiocese elaborou um material (livros) e os catequistas participaram de oficinas para conhecerem o material e o método Leitura Orange da Bíblia.

Nilva Mazzer Para nossa realidade aqui de Maringá que são 7 anos de catequese e a criança entra com 8 anos? receberiam o sacramento da Eucaristia com 15 anos. Claro que se continuasse nesse molde que está! Nossa catequese atualmente é : 1 ano de QUERIGMA, 3 anos para receber a Eucaristia e 3 anos para Crisma. 🙏

Adriana Bragion E se os sacramentos Crisma e Eucaristia fossem a partir dos 13 ou 14 anos. O adolescente estaria ,mais maduro ,quem sabe mais ciente da importância de tais. Antes disso percorriria o "Processo Catecumenal" voltado para sua faixa etária. E que sonho esses jovens viveriam a fé , a adesão a Jesus colocando a sua vida a serviço de um mundo mais humanizado e feliz.

Andrea Saggioro Barbosa  Eu me simpatizei com essa mudança, iremos seguir o caminho que Jesus fez entre nós! Algumas dioceses já são assim, gostaria da opinião da realidade dessas pessoas.

Rita Fernandes Interessante, todas as paróquias tem que aderir ao novo método? Pois vejo que têm paróquias que já trabalham assim, outras estão caminhando a passos lentos e agora com essa pandemia está complicado evangelizar on-line. Essa mudança requer preparação, material de estudo e orientação aos pais.

Catequistas em Formação Rita Fernandes, não é um "método" novo. É uma sugestão da Santa Sé para as Igrejas particulares (dioceses). Qualquer mudança sempre dependerá do Bispo, ele é a autoridade na nossa Igreja. Mudanças nas paróquias dependem sempre de mudanças nos diretórios diocesanos de catequese, que são feitos por comissões nomeadas pelos bispos. Não há uma "previsão" de mudança por enquanto, apenas estudos e discussões. Onde já teve mudança, é porque os Bispos destas dioceses ou arquidioceses assim o fizeram.

Catequistas em Formação Rosangela Tamaoki, a mudança na arquidiocese de Londrina não mudou as idades então? A Eucaristia ainda será por volta dos 12 anos pelo que se percebe. Aliás, agora nem serão mais 5 anos de catequese e sim 4?

Rosangela Tamaoki  exatamente!

Vívian Leite Eu acho muito válida a mudança, mas fiquei pensando principalmente na preparação dos catequistas, afinal a linguagem, métodos usados para jovens nos encontros de Crisma são muito diferentes daquela que usamos para os catequizandos de Primeira Eucaristia, que pela idade são mais abertos para viverem o querigma, nesta fase dos nove, dez anos a criança é maleável, interessada, ouve, participa, quer saber e conhecer, já fase da Crisma, os adolescentes tem um outro perfil, teremos que antes de tudo nos adaptarmos ao novo conceito.

Dalila Caram Eu tenho quase 30 anos de catequese. E o Diretório traz a luz uma questão muito importante? Por que? Por que agora? O que temos aprendido ao longo da caminhada com as crianças fazendo a 1 eucaristia na infância? Qual o valor que elas realmente aprendem deste importantíssimo Sacramento? Temos que trazer para o cerne da questão a importância da primeira eucaristia!


* Debate realizado no Grupo de partilha do Facebook entre os dias 18 e 24/07/2020


Grupo Catequistas em Formação

Formação, partilha, discussão e estudo de Catequese


 



quinta-feira, 21 de maio de 2020

UM PEQUENO OLHAR AOS SETE SACRAMENTOS



SACRAMENTOS, para nós são "SINAIS DA GRAÇA". Padre Joachim Andrade, professor de teologia pastoral da PUCPR, nos dá o que ele chama de "pequeno olhar" sobre os sacramentos:
FONTE:
Andrade, Joachim. Sacramentos. Aula de Teologia Pastoral. 3º período do curso de Teologia – PUC PR.


quinta-feira, 22 de novembro de 2018

QUEM CONVIDAR PARA PADRINHOS?


 
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES “LEGAIS” SOBRE O BATISMO NA IGREJA CATÓLICA:

“Vi nas redes sociais, uma foto onde os pais de um adolescente de 12 anos, estavam agradecendo um convite, aos pais de uma criança que seria batizada por este adolescente. Ressaltando que não é um convite para ser padrinho de batismo, ou de vela como alguns chamam, mas para ser padrinho de “apresentar” ou “consagrar”, como é a tradição de algumas famílias chamarem padrinhos para essa finalidade. Isso é certo? Gostaria de saber também, sobre a questão de serem chamadas duas pessoas que não tem vínculo conjugal nenhum para serem padrinhos de batismo de uma criança, ou de “vela” como dizem alguns, onde uma das pessoas tem menos de 15 anos de idade. Talvez seja precipitado de minha parte, mas acho imaturo. Infelizmente o Sacramento do Batismo não é respeitado como deveria ser. Muitas pessoas o tratam como um evento social. ”

“Hoje em dia, que os pais chamam qualquer pessoa para padrinho, nem nenhum propósito, e por tradição, e por fim, o que o padre vai fazer? Se o adolescente for crismado está preparado embora não tenha maturidade nenhuma...”

“Não podemos chamar qualquer pessoa para ser padrinho de crisma ou de batismo. Tem que ser pessoas que tenham maturidade pois são os padrinhos que irão acompanhar seus afilhados na vida espiritual, e dar-lhe assistência quando precisar".

Sobre a questão das madrinhas ou padrinhos de “Consagração”, esta tradição vem de um “tratado” escrito por São Luís Maria Grignion de Montfort, o “Tratado da verdadeira devoção”. O livro fala da devoção a Nossa Senhora e da necessidade de consagração a ela. Aqui a questão é mais para adultos do que exatamente para crianças batizadas na mais tenra idade.

Que se trate de uma “tradição” da Igreja, e não exatamente uma “norma”, acredito que os critérios a serem adotados na escolha destes “padrinhos” devem ser os mesmos que para os padrinhos de batismo. Isso porque, segundo algumas justificativas deste costume, o padrinho ou madrinha de consagração é responsável por ensinar à criança a devoção a Maria. Logo, uma criança de 12 anos, a não ser que tivesse maturidade e conhecimento, não poderia ser este padrinho. “Quando Maria está presente em uma alma, o Espírito Santo está nela plenamente e se comunica com ela. Um dos motivos do Espírito não realizar maravilhas nas almas é que não encontra nelas uma união íntima com sua fiel Esposa, a Virgem Maria. (TVD 36).

Agora, convém falar um pouco sobre algumas NORMAS que regem o sacramento do batismo:

Primeiro que existem, além das normas DIOCESANAS, que são determinadas pelos Bispos, as normas do CDC – Código de Direito Canônico (Promulgado pela Constituição Apostólica “Sacrae disciplinae leges” de João Paulo II), que tem força de lei na Igreja Católica.

As normas determinam que haja uma preparação prévia, do adulto a ser batizado; e se criança, tanto dos pais, quanto dos padrinhos, mesmo que estes tenham uma vivência comunitária na paróquia. Dessa forma, temos no CDC a seguinte instrução:

Cânon 851 – A celebração do batismo deve ser devidamente preparada; assim:

1° – O adulto que pretende receber o batismo seja admitido ao catecumenato e, enquanto possível, percorra os vários graus até a iniciação sacramental, de acordo com o ritual de iniciação, adaptado pela Conferência dos Bispos, e segundo normas especiais dadas por ela;
2° – Os pais da criança a ser batizada, e também os que vão assumir o encargo de padrinhos, sejam convenientemente instruídos sobre o significado desse sacramento e as obrigações dele decorrentes; o pároco, por si ou por outros, cuide que os pais sejam devidamente instruídos por meio de exortações pastorais, e também mediante a oração comunitária reunindo mais famílias e, quando possível, visitando-as.

SOBRE OS PADRINHOS:

Cânon 874 – § 1. Para que alguém seja admitido para assumir o encargo de padrinho, é necessário que:

 Seja designado pelo próprio batizando ou pelos pais ou por quem faz as vezes destes ou, na falta deles, pelo pároco ou ministro, e possua aptidão e intenção de desempenhar este múnus;
Tenha completado dezesseis anos de idade, a não ser que outra idade tenha sido determinada pelo Bispo diocesano, ou pareça ao pároco ou ministro que se deva admitir uma exceção por justa causa;
(O Diretório da Iniciação cristã da Arquidiocese de Curitiba, por exemplo, determina a idade de 18 anos, salvo expressa autorização do arcebispo).
Seja católico, confirmado, já tenha recebido o Santíssimo Sacramento da Eucaristia e leve uma vida de acordo com a fé e o encargo que vai assumir;
não esteja abrangido por nenhuma pena canónica legitimamente aplicada ou declarada; 
não seja o pai ou a mãe do batizando.
§ 2. O batizado pertencente a uma comunidade eclesial não católica só se admita juntamente com um padrinho católico e apenas como testemunha do batismo.

Ou seja, a admissão de uma pessoa, fora das normas, como padrinho ou madrinha, fere o Direito Canônico. Mesmo havendo “uma exceção por justa causa”, é preciso usar o  bom-senso, para que isto não se torne uma regra ou prática comum na paróquia.

Quanto aos parentes, podem ser tios, primos, avós, sobrinhos, etc. Só não podem ser os próprios pais. Importante é considerar que os padrinhos não se afastam da vida do afilhado.

Sobre se o casal que for padrinho não ter vínculo conjugal nenhum, não tem problema, mas, se forem casais "amasiados" ou de 2ª união, apesar dos diretórios pedirem que tenham o sacramento do matrimônio para poderem batizar alguém, é preciso considerar as palavras do Papa Francisco sobre isso: é necessário acolher estes casais e usar de misericórdia como atitude fundamental. Acolher e discernir é algo que compete aos párocos, neste caso.

Sobre este assunto, destaco aqui o parecer de um Frei Franciscano, com o qual concordo:


Os padrinhos, a serem escolhidos, devem preencher os requisitos da idade (16 anos); serem católicos, já crismados, tendo recebido o sacramento da eucaristia, levando a vida de acordo com a fé e o encargo que vão assumir, não sendo atingidos por nenhuma penalidade canônica, porque tais critérios fazem parte das normas universais do ordenamento jurídico da Igreja e nisso não estamos autorizados a mudar a doutrina canônica. Porém, em relação à união irregular, naquelas dioceses onde isso não é colocado em modo explícito no seu ordenamento particular, que haja bom senso. Há muitos casais que vivem em modo irregular na Igreja, mas que são verdadeiros exemplos de vida na igreja doméstica (família) e na participação dentro da comunidade. Se houver uma avaliação mais criteriosa, muitas vezes são melhores que certos casais regulares (que contraíram matrimônio na Igreja) e que, no entanto, só aparecem na comunidade nestes momentos, como se fosse um ato social. Somado a este tipo de análise, sou ainda do parecer que a Pastoral do Batismo, ajudada pela Pastoral Familiar, possa também opinar na decisão dos padrinhos a serem escolhidos, junto aos pais dos batizandos. E que prevaleça a misericórdia do Bom Pastor sobre as normas, que nem sempre são fáceis de serem aplicadas objetivamente em cada caso que se nos apresenta.
 (Frei Ivo Müller, OFM - Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil).


OUTRA CONSIDERAÇÃO:

TODAS AS DIOCESES têm normas sobre os SACRAMENTOS, determinadas pelo seu BISPO e as comissões. Precisamos conhece-las!

Felizmente, muitas dioceses têm abordado a questão do Sacramento do Batismo, de forma condizente com as práticas de “Iniciação à Vida Cristã” (IVC) e estão revendo as questões da “preparação de pais e padrinhos”, tratando o assunto, não mais como um “curso de batismo” de uma tarde de final de semana, mas, como uma verdadeira “catequese” a respeito do sacramento. Em vários lugares, pais e padrinhos tem tido um tratamento “personalizado” quando procuram a paróquia para batizar seus filhos. Este tratamento está trazendo “de volta” muitas famílias que se afastaram da Igreja e só vem até ela em busca de sacramentos. Agora as famílias são “reiniciadas” na fé e não somente adquirem “conhecimento” do que é o batismo.

Na Arquidiocese de Curitiba, temos um Diretório que disciplina a Iniciação à Vida Cristã em todas as suas instâncias, incluindo o batismo de crianças. Este diretório determina que PAIS e PADRINHOS, sem exceção, precisam fazer a "Preparação próxima ao Batismo", que consta de 3 encontros feitos em 3 domingos (ou outro dia que a paróquia achar conveniente), de mais ou menos 2 a 3 horas cada. Existe ainda um quarto encontro que é feito na casa dos pais se a mãe ainda estiver grávida. Os padres da arquidiocese são orientados a não abrir mão desta preparação para ministrar o batismo e a obedecer às normas do CDC.

Isso tudo que citei acima, não significa que tudo é "maravilhoso" e "certinho". Claro que um ou outro padre pode fazer exceção ou não exigir a formação de determinadas pessoas, mas, isso é feito sem que o arcebispo tome conhecimento ou autorize, e ele também não consegue ter controle total de tudo. Quem dera que todos tivessem o discernimento de entender que estas exigências, além de “legais”, são necessárias para uma Iniciação a Vida Cristã que reintegre as famílias afastadas.

FINALIZANDO: Existem sempre NORMAS que regem os sacramentos, por mais que uma diocese seja meio "atrasada" com relação às orientações sobre a Iniciação à Vida Cristã. Os párocos sabem delas e se não as praticam, podem ter alguma razão pastoral. Pesquisem a respeito e, se for o caso, perguntem ao padre o porquê da exceção. Podemos nos surpreender!

E como é a preparação ao batismo em sua paróquia? Segue as normas da Igreja ou é “ao gosto do freguês”?

Ângela Rocha
Catequistas em Formação

Roteiros e orientações para a catequese batismal - Arquidiocese de Curitiba - PR


FONTE:
 JOÃO PAULO II. CDC – Código de Direito Canônico: Constituição apostólica “Sacrae disciplinae leges” de promulgação do Código de Direito Canônico (25/01/1983). Roma: 1983.

ARQUIDIOCESE DE CURITIBA. Diretório Arquidiocesano da Iniciação à Vida Cristã. Curitiba: Editora Arquidiocesana, 2013.



terça-feira, 13 de novembro de 2018

RECONCILIAR-SE...


SACRAMENTO DA RECONCILIAÇÃO
Eu vi algo que me deixou pensativa hoje. Ainda mais nestes tempos em que vivemos a "iniciação à vida cristã" como "método" ou jeito de fazer a catequese; nestes tempos da mistagogia e do "sentir".
O assunto girava em torno da Confissão das crianças próximas da Primeira Eucaristia. E alguém pergunta: “Alguém tem um modelo de exame de consciência bom? ”. Que pergunta estranha! Mesmo para quem olha pelo viés catequético.
Estamos vivendo em tempos de "IVC" e mistagogia orientados pelos documentos da Igreja. Será que tem que existir um "roteiro" para se fazer exame de consciência? Pior que existe! Se você fizer uma “busca” no Google ou perguntar num grupo de catequese, vai ter muitas respostas com roteiros elaborados.
Complicado, né? Deve ser por isso que pouco adulto faz... 
Eu já acompanhei várias turmas até o sacramento da Eucaristia e já trabalhei bastante os conteúdos referentes ao sacramento da Confissão/reconciliação. E, NUNCA soube que tinha roteiro para exame de consciência. Simplesmente porque isso nunca me pareceu necessário. Será que depois de 3 anos de catequese, as crianças ainda não sabem o que é pecar?
No manual que usamos como subsídio (Crescer em Comunhão 3) tem exatas 3 linhas falando o que é o exame de consciência:
"Examinar nossa vida diante de Deus com honestidade, procurando descobrir o que nos afastou do amor de Deus e dos irmãos".
E não é isso? Perguntar a si mesmo se feriu algum dos mandamentos ou se fugiu dos valores que Jesus ensina nos evangelhos. PRONTO! Isso é um exame de consciência.
Mesmo que ensinemos os 5 Passos para o sacramento da reconciliação, o conteúdo não precisa ser tão "teórico" e "formal".
E isso me fez lembrar o pequeno encontro que nosso pároco fez com as crianças antes da confissão no ano passado. Se há um "roteiro", este cabe justinho:
"Muita gente continua vivendo o sacramento da reconciliação como "quem ainda escreve a lápis"...
E ele perguntou se a gente lembrava de quando trocou o lápis pela caneta na escola. Qual foi a sensação?
Era bom escrever a lápis, né?
E que medo de começar a escrever com a caneta!
Por que? Porque quando escrevemos a lápis, sabemos que tem borracha para apagar os erros rapidinho. 
Já a caneta, exige segurança, maturidade. Não se apaga facilmente uma escrita de caneta. No mínimo, a gente acaba mesmo, rasgando a folha ou borrando tudo.
E é assim que muitas pessoas encaram o sacramento da confissão ou reconciliação. Pensam e vivem "escrevendo a lápis", errando e refazendo, às vezes, até os mesmos erros. Afinal, dá para apagar mesmo!
E enquanto não começarmos a "escrever de caneta", tentando fazer tudo certo, nos esforçando para não errar, continuamos a viver uma fé infantil, imatura, achando que precisa ir toda semana ao confessionário...
Se tivermos a maturidade de escrever nossa vida "a caneta", com certeza, vamos errar muito menos!"
Papa Francisco diz a quem quer se confessar:
"Que conselhos daria a um penitente para fazer uma boa confissão? Que pense na verdade da sua vida diante de Deus, o que sente, o que pensa. Que saiba olhar-se com sinceridade a si próprio e ao seu pecado. E que se sinta pecador, que se deixe surpreender, assombrar-se pela misericórdia de Deus."
Por que fazemos tanta "onda" com algo tão maravilhosamente simples como o perdão de Deus?

Ângela Rocha