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domingo, 5 de fevereiro de 2023

TESTEMUNHO: REGIANA OLIVEIRA DE SUZANO - SP

 

Regiana Oliveira - SP

Foi através desse Grupo que me tornei a Catequista que sou hoje,
Foi aqui que tive meu primeiro contato com documentos da igreja, aqui contém muitos arquivos, partilhas, formações. Foi por esse grupo que impulsionada a buscar cada vez mais conhecimentos, sei que ainda tenho muito o que aprender, pois a nossa busca, a nossa Formação precisa ser contínua.
Agradeço demais as colaboradoras e a idealizadora Ângela Rocha , por toda sua dedicação em trazer conhecimento e direcionamento para nós catequistas mesmo antes de qualquer rede social chegar ela já estava aqui.
Obrigada e Parabéns pela comunidade, pelo Blog e por todo seu trabalho, dedicação e partilha do seu conhecimento para conosco. Deus continue abençoando para que sempre que possível esteja conosco. Você é e sempre será a nossa Catequista de base, que vive a nossa realidade, que se expõe para nos ajudar e contribuir para o nosso desenvolvimento. Sou grata e te admiro demais! 
🙏🙏


Muito Obrigada, querida Regiana! Mas, sem o seu próprio esforço, não estaria onde está hoje! Regiana foi uma das primeiras catequistas do grupo, muito tenaz e persistente, transforma a catequese da sua comunidade.  Ela colaborou conosco na administração do grupo durante alguns anos!

segunda-feira, 5 de abril de 2021

SOU CATEQUISTA EM FORMAÇÃO: TESTEMUNHO

Este é um depoimento que recebemos da Catequista Maria Gorete Aquino de Lavras - MG. A Gorete acompanha o Grupo Catequistas em Formação desde os eu início, lá em 2011. Obrigada Gorete pela sua resposta e seu testemunho de perseverança.

SOU CATEQUISTA EM FORMAÇÃO...

Muito prazer! Meu nome é Gorete, mas pode me chamar de Gorete Catequista, pois assim sou conhecida na comunidade onde moro.

Sempre desejei estar na catequese junto às crianças. Na minha juventude, arrisquei ser catequista, mesmo sem nenhuma experiência. Mas foi somente em 1996 que comecei mesmo a escrever minha história com a catequese, quando fui abordada por uma amiga me convidando a ser catequista, em uma comunidade distante da minha.

No ano seguinte (1997), comecei a atuar na Comunidade São Judas Tadeu (hoje paróquia e onde ainda permaneço), sem experiência e sem muito conhecimento. Meu coração ardia de desejo de servir.

Comecei a trocar experiências com outros catequistas e buscar novas fontes de formação. Mais ou menos lá pelo ano de 2009 ou 2010 conheci através da internet o grupo “Catequistas Anjos do Brasil” e com ele, fui aprendendo quão grande e linda é a vocação do catequista.

Mais tarde, através do Grupo Catequistas em Formação e da pessoa da Ângela Rocha, incansável formadora, que desabrochou verdadeiramente a minha missão. Quantas amizades e troca de experiências aqui contidas! Quão enriquecedoras são as formações propostas para nós catequistas: “Formação Básica para Catequistas”, que me trouxe um inexplicável alerta, contribuindo para buscar um melhor aperfeiçoamento. “Espiritualidade do catequista” me fez enxergar que não existe missão sem oração. E outros cursos mais.

Aqui aprendi, e tenho aprendido, através de estudos e com a iniciativa de outros tantos catequistas desse imenso Brasil, sugestões para transformar os encontros de catequese mais atraentes e vivenciais e não um simples “blá-blá doutrinário”.

Sei que ainda tenho muito que aprender e busco constantemente novos mares onde possa navegar em busca de mais conhecimento. O resultado desse aprendizado são as sementes que foram lançadas e caíram em terreno fértil: alguns antigos catequizandos hoje são catequistas. Outros estão em outros movimentos e pastorais.

Nem tudo é perfeito, o importante é buscar sem cessar. Gratidão #catequistasemformação por me trazer tanta riqueza!



Maria Gorete Silva Aquino
Paróquia São Judas Tadeu - Lavras MG



terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

É DIA DE CATEQUESE! (Testemunho)


Hoje retornamos com a catequese.
Fotos? Não tiramos. Mas foi tão bom, que resolvi compartilhar.
Como era o primeiro dia resolvi levá-los para fora: na pracinha do lado da igreja. Preparei na noite anterior umas gelatinas de copinho e hoje coloquei em uma bolsa térmica rezando que não derretesse. Esticamos um  tecido de TNT verde(tempo Litúrgico) no chão e nos sentamos.
Iniciei o encontro com aquele versículo bem conhecido: Mateus 18,20. Aquela passagem que diz: "Onde dois ou mais estiverem reunidos em Meu nome, ali estarei". Após uma conversa informal sobre o versículo, fiz aquela dinâmica que pede para eles fecharem os olhos e desenharem coisas comuns. E depois concluímos com mais uma conversa. 

Afinal, todos sabemos desenhar uma casa, certo? Mas porque a nossa não ficou perfeita? Porque estávamos sem enxergar. Isso também é em nossa vida. Sem Jesus nos perdemos e apesar de sabermos o que é certo, nos falta luz para seguir nossa caminhada. E onde podemos encontrar Jesus?Em vários lugares ,mas, principalmente, na Santa Missa.
E assim entramos no tema do dia: Missa. Comprei uma revistinha sobre o assunto e então cada um foi lendo uma parte e depois conversamos e tiramos as dúvidas. Eles são muito curiosos! Pena que o tempo acabou sendo curto. 😥

Se eles aprenderam tudo? Não. Mas observar eles na missa, cantando o glória com entusiasmo e não respondendo o Amém depois do Pai Nosso e olhando p mim, me fez acreditar que algo, eles vão levar com eles.
Catequista Gisele Araújo 
Paróquia Santo Antônio Bocaiúva do Sul- PR
3°Ano Eucaristia.

* Aqui na página tem um material excelente sobre a Missa. Eu sei porque também li para me preparar.

NESTE LINK http://www.catequistasemformacao.com/2015/10/a-missa-conhecendo-e-celebrando.html

sábado, 20 de janeiro de 2018

CATEQUISTAS SÃO LUTADORES TAMBÉM...


Dos tatames à catequese: conheça a história do lutador de MMA que virou catequista!

Campeão de jiu-jitsu e ex-competidor do UFC, Galeto entrou na catequese só para casar, mas acabou se apaixonando por sua fé.

Ao olhar para atletas de lutas marciais, com seu físico impressionante e aquela cara de sério, nem sempre conseguimos imaginar que a vida deles fora do tatame pode ser bem diferente. Por exemplo: já se imaginou tendo catequese com um professor que tem como profissão o ensino do jiu-jitsu e que, inclusive, já esteve em grandes competições nacionais e internacionais e até em eventos do UFC? Pois é exatamente isso que Wagner Campos, o Galeto, faz.

O esporte sempre esteve presente na vida de Galeto, mas a igreja não. Atleta desde a infância, foi no jiu-jitsu que ele se encontrou – e foi através disso que ele chegou até o MMA (Mixed Martial Arts). O jiu-jitsu sempre foi sua paixão, mas no MMA ele viu uma maneira de viver e sustentar sua família.

Galeto em ação. Foto: Arquivo pessoal.
A igreja foi entrando em sua vida aos poucos, quando ele se casou. A família de sua esposa é bastante devota de Nossa Senhora de Perpétuo Socorro e costuma ir sempre à novena no santuário que reúne multidões todas as quartas-feiras em Curitiba. “Minha primeira experiência com a Igreja e com Deus foi ali”, lembra-se. Como ele treinava, mas ainda não havia conseguido uma oportunidade de lutar, resolveu pedir ali, em oração. “Meses depois o pedido se realizou e estreei num evento em Santa Catarina. Lutei, venci e deu tudo certo. Mas a relação com a igreja ainda era de ignorância”, conta.

Em 2012 ele teve a oportunidade de participar de uma seletiva para participar de um programa do UFC chamado The Ultimate Fighter. A concorrência era grande, mas ele entrou e assim chegou às lutas do UFC – um momento importante na sua carreira. Hoje está aposentado do MMA, mas coleciona títulos no jiu-jitsu: é campeão sul-brasileiro e sul-americano, medalhista no mundial e terceiro lugar no Campeonato Europeu de Jiu Jitsu, em Portugal.

Paixão

O caminho de Galeto na Igreja começou como o de muitos brasileiros: ele e a esposa eram casados somente no civil, mas ela queria casar na Igreja. Galeto, porém, não tinha recebido os outros sacramentos de iniciação cristã – a eucaristia e a crisma –, além do batismo. Para isso, ele precisava entrar no catecumenato, o processo catequético específico para adultos.

Ele até se inscreveu, mas acabou não indo aos encontros, porque não via muito sentido naquilo tudo. “Imagina que na primeira comunhão da minha filha mais velha, eu dei preferência para uma luta que eu participaria no dia”, conta. Mas, como diz Galeto, “uma semente de Deus plantada no coração, uma hora cresce”. E foi assim.

Um dia, passando perto de uma paróquia no bairro Portão, em Curitiba, ele viu uma placa comunicando um casamento comunitário. Um dos requisitos para isso? A catequese. Então, incomodado com a situação, Galeto se inscreveu e começou a catequese, em 2015. “Ali comecei a ser católico de verdade. Minha ansiedade nem era mais só casar, mas era me aproximar da eucaristia e dos sacramentos”, explica. “Ao entender a Igreja, comecei a me apaixonar por Cristo”.

Catequista
Galeto, a esposa e as filhas, 
no Santuário de Nossa Sra. do Perpétuo Socorro, 
em Curitiba. Foto: Arquivo pessoal.
A experiência de fé levou o lutador a mergulhar no estudo bíblico. “Eu nunca fui de ler, mal estudei, mas comecei a ler a palavra de Deus e dali fui para outros livros e documentos da Igreja”. Foi durante uma de suas meditações que algo lhe chamou a atenção. Lendo Jeremias 1, 5 – que diz: “Antes de formá-lo no ventre eu o escolhi; antes de você nascer, eu o separei e o designei profeta às nações” – Galeto compreendeu: “Ali entendi que ele sempre está comigo e que me quer pregando a palavra dele”, diz.

E o convite chegou: Galeto foi chamado a ser catequista e começou a dirigir encontros de catequese de adultos. “Ali posso fazer para outros o que um dia fizeram de bem para mim”, diz. Assim, o ex-lutador de MMA e campeão de jiu-jitsu se tornou catequista. Preconceito? Segundo ele, só dele mesmo. Embora a recepção das pessoas sempre fosse ótima, Galeto se incomodava com o seu visual. “Mas, entendi que meus músculos são da profissão: não é vaidade!”, comenta. Hoje, essas características o ajudam a dar testemunho de fé para crianças e adultos e assim cumprir seu papel como catequista.

Para ele, os verdadeiros lutadores do mundo são os catequistas. Eles têm a missão de dar a catequese e levar Deus às crianças cujos pais nem sempre são próximos da Igreja – crianças que estão ali somente por obrigação ou costume. “Em Curitiba temos uma paróquia preocupada e que nos dá muito suporte, mas sei que muitas vezes não é assim e lá estão os verdadeiros lutadores”, finaliza.

Testemunho

Foi por meio do testemunho de vida de Galeto, hoje com 36 anos, que o assistente de controladoria e também lutador de jiu-jitsu, Márcio Luiz dos Santos, de 38, encontrou o caminho da fé. Nascido em uma família católica, a catequese em sua vida sempre foi algo imposto. “Meus pais falavam para eu ir, mas não me davam exemplo participando da Igreja”, comenta Márcio.
Márcio, a esposa e o filho. 
Foto: Arquivo pessoal.
Ele tinha todos os sacramentos, casou-se na Igreja, confessou-se uns dias antes, mas conta: “Mal sabia o que eu estava fazendo”. Junto com sua esposa participava de missas no Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Curitiba, mas nada além disso.

Aluno de jiu-jitsu de Galeto há nove anos, Márcio foi percebendo a mudança na vida do professor após a conversão. Ele esteve no casamento de Galeto e um detalhe na celebração despertou ainda mais o seu fascínio. “Na hora em que ele recebeu a comunhão, o semblante dele me tocou. Ele recebeu a comunhão e voltou chorando”, lembra Márcio.

Certo dia, ao final de uma aula, Galeto perguntou a Márcio quando havia sido sua última confissão. Márcio respondeu que a última vez tinha sido há pelo menos 10 anos, quando se casou. Galeto convidou o amigo a revisitar a experiência e lhe emprestou o livro Libertos pela misericórdia de Deus, do padre Silvio Roberto. Foi quando tudo começou a fazer sentido para Márcio.

Ele decidiu mudar de vida. Confessou-se um dia antes de seu aniversário, há dois anos. Desde então ele e a família estão ativos na Igreja. Márcio e a esposa são ministros extraordinários da comunhão eucarística e atuam em algumas pastorais. O filho de cinco anos também é bem ativo: há um ano, decidiu que queria ser coroinha.

Márcio continua sendo aluno de Galeto. Começou na faixa branca e há algum tempo conquistou a preta. O exemplo de vida e de dedicação à família e à Igreja de Galeto, continua sendo importante para a construção da vida cristã de Márcio. “Aprendi muito mais do que jiu-jitsu com ele. Quando as pessoas chegam na academia eu digo que ali não é só a luta, é muito mais”, conta. “Aquilo que mudou na vida dele me despertou. A conversão das pessoas acontece com o nosso testemunho também”, completa.

FONTE: Angélica Favretto -17 de janeiro de 2018. 
http://www.semprefamilia.com.br/ 

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Wagner e Ângela Rocha 
Encontro Arquidiocesano de Formação em 2017.

Wagner Campos Galeto: "Outro testemunho que posso dar aqui: quando comecei esta missão na catequese, me senti perdido, por mais que tivesse formações (as formações para catequistas não são frequentes), leituras que eu pudesse fazer, etc. mesmo assim me sentia perdido. Aí descobri o grupo Catequistas em Formação e conheci a nossa "mestre" em catequese Ângela Rocha, aí sim, comecei a aprender, ficar mais confiante na missão, porque não basta só vontade, é preciso conhecimento e aqui no grupo eu duvido que alguém fique sem conhecimento e, se o grupo não tiver a resposta para qualquer dúvida, tenho certeza que é por pouco tempo, obrigado CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO."

Ângela Rocha: "Quando eu vi o pedido de adesão ao Grupo e olhei o perfil dessa menino no Facebook, eu logo perguntei a ele: 'Você é catequista?" Pois estranhei aquele moço, "lutador" de artes marciais, cheio de tatuagens, pedindo adesão a um grupo de catequese. Mas, com o "Sim!" convicto que ele me deu, não deixou dúvidas: Aceitei o pedido e hoje o Wagner é um dos nossos colaboradores diretos na administração do grupo. Ele demonstra em seu sorriso, animação e interesse, o quanto ama a missão."



* Wagner é membro do Grupo Catequistas em Formação, desde 07 de novembro de 2016. Hoje é um dos colaboradores e Administradores do Grupo.