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sexta-feira, 18 de maio de 2018

MINHA MELHOR RECEITA - PARTE II – ROTEIRO DE ENCONTRO


Uma proposta para encontro com a família (mães)...

Sou catequista da paróquia São José Operário da cidade de Maringá no Paraná. Há algum tempo, eu e Regina Auada, convidamos as mães para participar do encontro de catequese em que trabalhamos o Ano do Laicato (sobre ser sal da terra e luz do mundo). Este roteiro de encontro foi publicado com o nome “Minha melhor receita”. Nesta oportunidade, pedimos que cada catequizando trouxesse escrito a sua melhor receita de bolo e as guardamos. Essas receitas foram fundamentais para refletirmos sobre o “colocar a mão na massa” e assumir a missão.

Aqui na paróquia, estamos quase encerrando o ano catequético e, as vésperas do dia das mães, nos pareceu uma boa oportunidade para nos reunirmos novamente. Convidamos então, as mães para um encontro.

Iniciamos o encontro de forma bem natural. Fizemos a acolhida. Depois a leitura do Evangelho do próximo domingo (Ascensão do Senhor). Cada mãe leu um versículo. Fizemos a reflexão, tentamos uma partilha.

Depois de encerrado esse momento, propusemos uma atividade diferente: Artesanato.

Preparamos o ambiente com mesas (utilizamos o salão da igreja para esta atividade) e as convidamos para se acomodarem ao redor. Algumas mães ficaram em pânico, outras acharam divertido e tudo foi se ajeitando.

Cada mãe recebeu o seu kit de trabalho: um caderno encapado com tecido, recortes em feltro, agulha, linha, pluma, cola, canetinha. A Regina conduziu toda essa atividade.

A proposta era construir um caderno de receitas, mas, a intenção principal mesmo era interagir mãe com mãe, mãe com filho, catequizando com catequizando, família com catequista. E foi aquela bagunça: filhos e mães tentando fazer algo novo e tentando se ajudar de todas as formas. Foi uma tal de “me passa a cola, a canetinha, a linha…”.

Neste caderno foram coladas todas as receitas de bolo que foram guardadas daquele outro encontro. Eu as digitei e imprimi uma cópia para cada mãe. Criamos daí um tesouro, pois reunimos em um mesmo caderno, um pouco de cada família e um pouco de nós.

Silvana Chavenco Santini
Regina Celia Fregadolli Auada
Paróquia São Jose Operário – Maringá – PR

* O primeiro encontro da Silvana e da Regina foi publicado em 20 de fevereiro de 2018 e pode ser encontrado AQUI .







 Fotos: Silvana e Regina

sábado, 28 de outubro de 2017

CONTO MEU ENCONTRO: VAMOS CONSTRUIR UM MUNDO COM MAIS AMOR?

Sou Silvana Chavenco Santini, catequista da Paróquia São José Operário, de Maringá, no Paraná. Me sinto muito feliz hoje e quero compartilhar com todos vocês a minha alegria, falando um pouco da experiência que eu e Regina Auada tivemos com nossos catequizandos.

O evangelho é MT 22, 34-40 e a chave de tudo é "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.”
Iniciamos o encontro com uma dinâmica que envolveu outras duas turmas de catequizandos. Eles são pequenos (tem entre 10 e 11 anos) e amam ganhar doces. Então preparamos um pirulito e um cartãozinho e deixamos exposto sobre a mesa. Ao chegarem, já foram ficando animados. Mas o doce não era pra eles. Tínhamos a seguinte missão: Bater à porta de outras 2 turmas de catequese, nos apresentar e entregar um pirulito para cada um (seguido de um abraço ou aperto de mão ou como se sentissem mais confortáveis). A primeira experiência foi mais difícil, pois a maioria era desconhecido e tiveram bastante vergonha.
A segunda experiência foi mais fácil, os catequizandos eram maiores que os nossos e foram muito receptivos. Foi uma festa. Claro que eu já havia pedido a autorização das catequistas para não atrapalhar nenhuma atividade. Elas gostaram muito da ideia.
Retornamos para nossa sala e iniciamos um bate-papo sobre a experiência e os sentimentos envolvidos. Alguns sentiram muita vergonha no início. Outros disseram que foi muito melhor dar o pirulito do que ter ficado com ele. Outra, muito feliz, relatou que a menina que recebeu o pirulito lhe disse: "Você tornou a minha segunda-feira muito mais feliz". Pronto... aí não me aguentei. Falamos sobre os problemas que ela podia ter enfrentado durante o dia (com os pais, amigos, escola) e o quão simples era aquele pirulito que foi capaz de aliviar tudo porque estava acompanhado de muito amor.
E prosseguimos...
Depois de finalizado o encontro, a catequista nos procurou para falar da experiência deles. Ela aproveitou a nossa ação para fazer a reflexão com eles: como é bom ser amado e respeitado pelo seu próximo. Relatou que ficaram muito felizes e querem retribuir. Ou seja, vão preparar uma surpresa para os nossos catequizandos para a semana que vem. Já pensaram que lindo vai ser isso? Depois conto para vocês como foi.

  Silvana Chavenco Santini
Maringá - Paraná.

terça-feira, 11 de julho de 2017

CONTO MEU ENCONTRO: VIVÊNCIA LITÚRGICA

“CONTO MEU ENCONTRO” de hoje é uma partilha da catequista Elenir Melo de Mossoró-RN, comunidade Areias – Governador


    DINÂMICA: ENTENDENDO OS TEMPOS LITURGICOS

Preparamos todo o ambiente antecipadamente
Conversamos  sobre o início do ano litúrgico que começa no Natal. A medida que íamos falando sobre cada tempo, a cor característica e os símbolos que podemos identificar  em cada tempo





Fomos viajando pelo ano litúrgico revendo cores e símbolos e, a medida que caminhávamos foram acontecendo testemunhos de novas descobertas e envolvimento na compreensão da nossa Liturgia da Missa. 





Fizemos a comparação com os cartõezinhos distribuídos no início do encontro e entendemos que é um Ciclo que não se acaba. A liturgia é uma continuidade. 


Foi MARAVILHOSO ver pessoas analfabetas compreendendo a Liturgia Eucarística
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terça-feira, 20 de junho de 2017

CONTO MEU ENCONTRO: Compartilhando minhas vivências...

“O CONTO MEU ENCONTRO” de hoje é a partilha da nossa amiga Nilva Mazzer, catequista da Paróquia São José Operário na cidade de Maringá-PR.
Compartilhando minhas vivências...
Fui para meu encontro de catequese na quarta feira depois de um domingo que teve a entrega do Creio, estava bem chateada pois tinham faltado metade dos meus catequizandos na celebração.

Toda vez que vou para meus encontros de catequese passo no Santíssimo para pedir a benção de Deus, peço que ele envie seu Espírito Santo para falar em mim e por mim algo que possa edificar a vida das crianças. E em um desses dias fui para o encontro cheia do Espírito Santo pois, saiu está história da minha boca:

Antes de contá-la disse a eles que queria a opinião deles sobre um fato!
Uma mulher passava sempre em frente de uma casa abrigo, a música que saia de lá chamou sua atenção e ela começou a frequentar essa casa. Ela descobriu que o dono deste abrigo era um Senhor muito bom, lá ele ensinava muita coisa boa ajudava muita gente a crescer na vida como seres humanos, mais humanos.
Frequentando esse lugar percebeu também que esse homem precisava de ajuda, pois o trabalho era muito só para ele, então ela não pensou duas vezes em ajudar neste projeto, mas para isso teve que deixar de lado muita coisa, casa, marido, filhos, festas etc...e foi em frente feliz da vida. Neste abrigo o dono separava as pessoas que ali chegavam em turmas, e essa mulher ficou encarregada de uma turma destas, aquele Senhor não cobrava nada para ensinar como viver melhor, como ser uma pessoa melhor, só combinava com todos que teriam que comparecer 2 vezes semanalmente pelo menos no abrigo. E vez ou outra fazia umas festas extras que contava sempre com a presença de todos.
Em uma destas festas a mulher combinou com a sua turma a presença deles, todos estavam cientes da importância destas festas, pois o dono do abrigo preparava tudo com muito carinho...cada lugar era marcado com o nome da pessoa, cada pessoa recebia um presente nesta festa...era uma alegria só...Chegou o dia da festa, a mulher largou tudo que tinha pra fazer e foi acompanhar sua turma no evento tão especial, chegando lá ficou muito chateada pois faltou metade da turma dela, apesar do combinado eles não foram. O dono do abrigo ficou muito triste, ela via isso em seus olhos que olhava atento para aqueles lugares vazios, e na suas mãos os presentes sem ter para quem entregar...
Terminada a história perguntei: O que acham desse fato?
Foram unânimes em responder que era injusto o que fizeram.
Eu perguntei. Por quê?

Responderam que aquelas pessoas tinham combinado e se comprometido com a mulher e com o Senhor e não era justo tê-los deixado na mão! Foi a minha deixa!
Disse para eles que aquela mulher que tinha largado tudo para ajudar aquele Senhor no seu projeto sou EU, o abrigo de que falou a história é nossa amada Igreja e o Senhor ...ahh o Senhor é Deus, as pessoas são todos vocês que espontaneamente aceitam o seu convite, os 2 encontros semanais são a catequese e a missa, e a festa especial foi a que tivemos neste domingo com a entrega do creio, só que metade de vocês não foram, o presente que Jesus tinha para entregar eram bênçãos que ficaram retidas em suas mãos, pois não dava para entregar para os bancos vazios, quero que saibam que todos os sacramentos e atos que fazemos na igreja não é coisa que a catequista ou o padre inventaram não, elas foram inspiradas pelo Espírito Santo, são presentes de Deus para nós, e através de todos eles Deus nos acaricia nos conforta.
Hoje talvez esse presente pode não ter muito sentido na sua vida, mas amanhã pode precisar dessa reserva de bênçãos, por que cada missa assistida é uma benção a mais na vida de um cristão...
No final uma das meninas que tinha faltado me abraçou, chorou e disse: Catequista fiquei imaginando o meu lugar vazio lá na igreja. Uma coisa eu digo: Ao menos pra essa menina a história fez a diferença!
Nilva Mazzer
Paróquia São José Operário - Maringá PR.



terça-feira, 13 de junho de 2017

CONTO MEU ENCONTRO: Tijolinho de Deus

O Conto meu encontro de hoje, conta o encontro preparado pela catequista Silvana Chavenco Santini, da Paróquia São José Operário, de Maringá-PR, com a colaboração dos catequistas Clodoaldo Rossi e Nilva Mazzer,
É uma sugestão de dinâmica para reflexão do Evangelho do próximo domingo. Espero que gostem.

DINÂMICA: VOCÊ É UM TIJOLO DE DEUS (Mt 9, 36 – 10,8)

PARTE 1 - Desenhe no quadro vários tijolos em forma de retângulo (12 + o números de catequizandos + catequista).

PARTE 2 – Dinâmica inicial
Levar um tijolo de verdade ou uma foto de tijolo.
Perguntar aos catequizandos: Vocês sabem o que é isso? Para que serve?
Onde vocês acham que este tijolo ficaria se estivesse em uma construção? (na  cozinha, no quarto, na sala, na churrasqueira, na área...)

DÊ ALGUM TEMPO PARA A CONVERSA E DEPOIS FAÇA A SEGUINTE REFLEXÃO:

“O tijolo não escolhe onde ele quer ficar. Na sala, na cozinha ou no banheiro. Ele não tem a opção de escolha, e, muitas vezes, uns ficam embaixo na base pra sustentar as colunas. Às vezes, Deus te coloca embaixo e você não entende que é pra sustentar muita gente que esta em cima. Deus nos coloca onde Ele quer, e pode ter certeza, onde quer que estejamos, Deus vai nos usar. Somos todos tijolos na obra do nosso Deus. Se estamos em cima, no meio ou embaixo… não importa. O que importa é que estamos na obra… e tijolo é tudo igual. Seja um tijolo na vida de alguém!”.

PARTE 3 - Após a reflexão do evangelho
Pedir para que os catequizandos escrevam nos tijolos o nome dos 12 Apóstolos que aparecem no texto bíblico.
Sobraram tijolos? Lembra? A messe é grande e os operários são poucos. A Igreja de Jesus Cristo precisa do seu trabalho. Se você aceita esse convite, escreva o seu nome em um dos tijolos.


terça-feira, 6 de junho de 2017

CONTO MEU ENCONTRO...

O Conto meu encontro hoje vai partilhar o encontro da catequista Bete Carvalho, de Americana-SP. O tema do encontro da Bete foi sobre o Espírito Santo e Pentecostes. 

                          

O encontro foi feito com a turma da terceira etapa da Eucaristia na Paróquia São Benedito, mas pode ser usado em outras etapas também, inclusive na Crisma. 

Fiz assim: tenho um grupo de pais no WhatsApp e durante a semana, enviei para eles um texto explicando sobre os dons do Espírito Santo. 


Então, montei um kit por catequizando, contendo material para montar o móbile (fotos abaixo) e o entreguei às crianças no sábado, após uma longa e proveitosa conversa sobre Pentecostes e o Espírito Santo. 

Orientei para que montassem o móbile em casa junto com os pais, a fim de que pudessem compartilhar com eles o que haviam aprendido no encontro, da mesma forma que os pais pudessem compartilhar seu entendimento sobre os dons com as crianças. 

Então, mandei uma nova mensagem aos pais informando sobre a atividade e orientei que o móbile fosse colocado em um local visível para todos em casa depois de pronto. 

Abaixo um modelo do móbile que eu fiz para mostrar o passo a passo (no meu, desenhei uma pomba com a mão) e um exemplo feito pelo meu catequizando Yuri e sua avó. Amei! 

Deus seja louvado!


         


Quer contar um encontro? 
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catequistasemformacao@gmail.com

terça-feira, 30 de maio de 2017

CONTO MEU ENCONTRO: PROFISSÃO DE FÉ EM FAMÍLIA!


Esta semana, nosso encontro foi no sábado, na casa de uma das minhas catequizandas. Resumindo tudo: FOI MARAVILHOSO!

O encontro começou às 10h30. A família nos recebeu com carinho, preparando almoço e tudo mais para nós.

O ROTEIRO DO ENCONTRO:

- Oração: "Shemá Israel", convidando a família a participar, depois cantamos o mantra várias vezes. A mãe e a avó da catequizanda que nos recebia, acompanharam tudo atentas.

- Tema do encontro: Eucaristia: lembrando ainda os encontros de Jesus com os amigos, na mesa de refeição.

- Lembrar algumas passagens bíblicas: escolhi os discípulos de Emaús e contei como se fosse uma "história", sem ler da Bíblia. Depois, cada um procurou a passagem na sua Bíblia, leu em silêncio e comentou aquilo que mais achou interessante.
- Logo depois lembrei a eles o quanto estamos próximos de receber a Primeira Eucaristia. Faltam só oito meses.
- E falei também o que é preciso um católico saber de verdade para ser um bom católico (as quatro colunas da fé):
- Creio;
- Pai Nosso;
- Mandamentos e Bem-Aventuranças;
- E o sentido dos sacramentos.

Quando perguntei se eles já sabiam tudo, a coisa se enroscou. Ainda não conseguem separar muito sacramento de mandamento e nem conseguem lembrar todos, Bem-Aventuranças então, ninguém sabia nem do que eu estava falando. Prometi que vamos falar muito disso ainda.

Resolvi "apavorar" geral! Disse que o padre costuma conversar com eles na primeira confissão perguntando algumas dessas coisas. Nossa! Foi um auê! "Como, Tia? Ele pergunta mesmo? Tudo?" Não. Ele não vai fazer “prova oral” com vocês, mas, é importante conhecermos estas coisas porque elas fazem parte da vida do cristão católico.

- Então fomos brincar de "batata-quente". Aquele que ficava com a bola na vez, tinha que responder uma pergunta sobre sacramento, mandamento ou outra coisa da catequese. Quem fazia as perguntas eram as próprias crianças. Quando não sabiam eu falava ou corrigia. Eles se divertiram muito.

- Almoçamos todos juntos e após o almoço fiz a bênção da família e da casa. Todos participaram da oração, inclusive os padrinhos da minha catequizanda que foram convidados para o almoço também.

- Aí as crianças foram liberadas para brincar. Desta vez, sem que eu inventasse de colocar assunto da catequese no meio!

Os pais da minha catequizando, nos acolheram com a maior alegria. A Vovó Helena veio especialmente para a macarronada e o frango para as crianças. A irmãzinha da Rafaela, de sete anos me deixou muito lisonjeada ao perguntar se serei eu a catequista dela quando ela começar. Falei que, provavelmente só no terceiro ano, porque é essa a minha turma. Ela perguntou se ia "demorar muito"...

- Depois de mais de quatro horas "controlando" nove crianças, fiquei cansada. Mas valeu a pena! Desafiador e recompensador!

Obrigado meu Deus, por ter me chamado!

Ângela Rocha
Equipe Catequistas em Formação

*Este encontro aconteceu em 2015, quando eu ainda estava morando em Londrina – Pr.






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terça-feira, 9 de maio de 2017

CONTO MEU ENCONTRO

Nesta semana no “Conto meu encontro”, nossa amiga Nilva Mazzer , de Maringá, Paraná, vai partilhar conosco um encontro que ela fez com os pais de seus catequizandos, visando conscientizá-los  do papel fundamental que eles exercem na evangelização de seus filhos.


CONTO MEU ENCONTRO...

DINÂMICA DA SEMENTE PARA REUNIÃO DE PAIS NA CATEQUESE

MATERIAL:
- 2 vasos iguais, um só com terra, e o outro com flores plantadas.

                                    
-  Sementes desconhecida (usei de pimenta branca).

COORDENADOR: Queridas famílias, sejam todos bem vindos. Sintam-se acolhidos em nossa paróquia. É com muita alegria que recebemos vocês e seus filhos. É uma honra para nós ACOMPANHAR vocês nessa missão de catequizá-los. Sim, ACOMPANHAR, porque são vocês os principais catequistas deles. A nós Igreja, cabe apenas uma pequena ajudinha.
Querem ver por quê?
(Neste momento são distribuídas sementes entre os presentes)
Peguem essas sementes que está sendo distribuída para você, e observe-as, agora me digam de que planta se trata esta semente? Difícil saber não é?
Vamos imaginar que esta semente é totalmente desconhecida de nós! Mas se queremos saber do que se trata, o que temos que fazer? Plantá-la, adubá-la, regá-la, só assim ela vai germinar e crescer, e dar frutos quem sabe! É fácil? Acho que não, é bem trabalhoso! Essas sementes, são seus filhos. Não conseguimos fazê-los germinar e crescer sozinhos, sem vocês.

Vocês são o canteiro adubado (pego o vaso com terra, afofo a terra e planto algumas sementes) e nós somos o regador (pego o regador com água e molho o vaso). Nada podemos fazer sem a sua ajuda. Por isso digo que os catequistas são apenas seus ajudantes. Claro que a nossa parte de molhar, é importante... Mas a missão mesmo, é de vocês pais! São vocês os semeadores. Se vocês não semearem não teremos o que regar, nós catequistas somos apenas os jardineiros que regam e cuidam de suas sementes, lembram? O trabalho de base é seu pai, mãe! A catequese é o seu apoio.

Agora quando vocês fazem um bom trabalho no plantio e nós não deixamos faltar a água, o resultado é esse (mostro o vaso com as flores que deve estar escondido debaixo da mesa).
Obs: eu mostrei o vaso depois que li o meu depoimento, OK? Abraços e bom proveito.
DEPOIMENTO
Sou catequista à alguns anos, e confesso, me preparo bastante para isso, só que tem vezes que fico de mãos atadas, pois as sementes (crianças) que chegam até a mim, não germinam, por mais que eu as regue continuam fechadas sem nenhum broto, aí eu me questionava onde estava o meu erro?
E um dia em oração me veio a resposta,
FAÇA A SUA PARTE BEM FEITA, e eu teimosa que sou, continuei a questionar... mas e as que não nascem Senhor?
E mais uma vez me veio a resposta FAÇA A SUA PARTE BEM FEITA, então eu vou repassar isso pra vocês (pais), FAÇAM A SUA PARTE BEM FEITA. 
Só assim teremos muitos brotos, e quem sabe árvores produzindo frutos e mais sementes. Pois para mim é fácil dar o meu melhor, e caso a semente não germine até a Crisma, eu devolvo o vaso para vocês (pais), e lavo as minhas mãos. Mas não é bem assim, nós catequistas trabalhamos pra Jesus, e não queremos entregar a ele um vaso vazio, queremos entregar um vaso assim:
                                         (mostrar um vaso lindo de flores)

Nilva Mazzer – Paróquia São José Operário, Maringá-PR - Arquidiocese de Maringá

terça-feira, 2 de maio de 2017

CONTO MEU ENCONTRO...

No “Conto meu Encontro” desta semana, a Jin Hee Kim, de São Paulo - SP, conta para nós como homenagear Nossa Senhora no mês Mariano com um lindo Terço de flores. Conta pra gente...

MÊS DE MAIO – MÊS DE MARIA

Pois é estamos no mês de Maria, um mês inteiro dedicado à mãe do nosso Salvador!
"O Rosário nos transporta para junto de Maria e com Ela meditamos toda a trajetória do Seu amado Filho. É uma de Suas orações prediletas, pois em quase todas as aparições Maria pede que reze o Rosário. Rezar o Rosário é retirar um por um dos espinhos do Coração de Maria até substituí-los por rosas. "
TERÇO COM FLORES

Nessa dinâmica fazemos a oração do terço e utilizamos de flores de papel para representá-lo. Tentei então transformar a sala em um jardim, colando algumas flores de EVA no chão. Montei um simples altar com imagens de Nossa Senhora para que essa combinação simbolizasse o Jardim de Maria.

O Terço com Flores trata-se de uma dinâmica onde o catequista ajuda o catequizando a aprender a rezar o terço e a saber a importância de cada Ave Maria que recitamos neles.

São feitas 53 flores pequenas da mesma cor (no meu terço representado pelas laranja, mas pode ser feita de outra cor), 6 flores maiores de outra cor ( no meu terço representado pelas vermelhas),ou pode se fazer um origami de tsuru como eu faço e uma pequena Cruz (nada impede de ser uma Cruz de madeira). Conforme se vai fazendo as orações vamos colando ou a Cruz ou uma flor.

Ao começar o terço cola-se a Cruz e reza-se o Creio e as outras orações que desejares, logo em seguida cola-se as três primeiras flores pequenas e reza-se as três primeiras Ave-Marias, cola-se então a primeira flor maior que representa o primeiro Mistério. Assim se prossegue o terço colando 10 flores pequenas e 1 grande até que se faça o terço completo.
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Não esqueça de lembrar a importância de cada Ave Maria do terço, esse é o sentido do terço com flores.

SUGESTÃO: as Ave- Marias sejam feitas pelos catequizandos e os Mistérios pela Catequista!

Jin Hee Kim – Paróquia São Judas Tadeu – São Paulo - SP

terça-feira, 25 de abril de 2017

CONTO MEU ENCONTRO...

No “Conto meu encontro” desta semana, a Gorete Aquino, de Lavras, Minas Gerais, conta para nós como foi a partilha que ela fez com seus catequizandos num encontro sobre a Criação e a Campanha da Fraternidade 2017.

CONTO MEU ENCONTRO...



Em um dos últimos encontros, finalizando o tema sobre a criação e introduzindo o tema da Campanha da Fraternidade, focando especialmente os cuidados com o meio ambiente devido aos grandes problemas encontrados aos arredores da Igreja, partilhamos sobre como “É doce o amor de Deus por nós”, e que quando cuidamos, a natureza agradece e retribui. Enfatizamos, principalmente, que Deus nos pede para cuidar com carinho de tudo aquilo que Ele colocou à nossa disposição. 


No final do encontro as crianças prepararam, sob a supervisão das catequistas e de uma mãe presente no encontro, uma saborosa salada de frutas, onde também trabalhamos a integração, companheirismo e partilha. Foi muito gratificante. 

Gorete Aquino - Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora - Comunidade São Judas Tadeu - Lavras, Diocese de São João Del Rei-MG.


Conte seu encontro também! É só nos enviar por e-mail ou pelo grupo no Facebook se você for cadastrado:



terça-feira, 18 de abril de 2017

CONTO MEU ENCONTRO...

Para a (o) catequista, os encontros são momentos únicos e especiais. Alguns são difíceis, outros, maravilhosos, mas, todos deixam recordação. E para aqueles que marcam, temos um espaço aqui para você contar como foi. Então, conte seu encontro!


Conto meu encontro...

Sou catequista da Paróquia São José Operário da cidade de Maringá. Este mês foi o último encontro com nossos catequizandos, antes da primeira eucaristia. Eu e a catequista Regina, preparamos um encontro bem diferente.

Recebemos os catequizandos aqui na minha casa. Antes disso, entramos em contato com a nossa coordenadora para pedir autorização. Depois conversamos com os pais para saber se havia algum impedimento e se todos poderiam vir. Todos compareceram e chegaram muito ansiosos.

Logo no início do encontro, assistimos um vídeo com uma encenação feita por crianças sobre a Paixão de Cristo. Este vídeo tem duração de 17 minutos, mas conseguiu prender a atenção de todos e ninguém se dispersou. Em seguida, conversamos um pouco juntos sobre os momentos mais marcantes.


Aproveitando que estavam todos sentados, lembramos o momento em que Jesus lavou os pés dos apóstolos e nos deu a maior lição sobre caridade e serviço ao próximo. Para surpresa deles, lavamos os pés de cada um.


Depois foi hora de levantar e iniciar a brincadeira. Fizemos um caça ao tesouro baseado no vídeo A verdadeira páscoa (https://www.youtube.com/watch?v=KFmBKxZS8YA), que foi postado no Grupo Catequistas em Formação aqui nesta semana. O objetivo era fazer com que descobrissem o verdadeiro significado da Páscoa. Houve correria e muita diversão para buscar as pistas escondidas. 

  
 

A última pista remetia à cozinha onde havia uma mesa preparada com pão tipo bisnaguinha e suco de uva. Refletimos a última ceia de Jesus com os apóstolos, repartindo o pão e o vinho.

Durante toda a catequese, tentamos fazer com que os nossos catequizandos se tornassem amigos de Jesus. Em consequência, neste processo, também nos tornamos amigas deles.

Então, no nosso último encontro de catequese, desta fase, quisemos também fazer a nossa última ceia deste ano catequético com eles. Preparamos um delicioso jantar com strogonoff, arroz, purê de batatas e batata palha. Teve até petit gateau de sobremesa. Nos poucos minutos que sobraram, brincamos com eles. Eles amaram e eu e Regina mais ainda.
 

A felicidade foi tanta que tínhamos que dividi-la com vocês.

Silvana Chavenco Santini

Regina Celia Fregadolli Auada
Maringá - Pr.

Se você usou um dos nossos roteiros ou se uma das experiências mostradas em nosso grupo te inspirou a fazer um encontro "diferente". conte aqui pra gente!
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