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segunda-feira, 12 de outubro de 2020

DICAS DE VÍDEOS

Ultimamente, vemos muitos vídeos nas redes sociais, em blogs, sites, etc. Nem poderia ser diferente, já que os meios digitais tem sido nosso principal meio de comunicação. Mas...

Normalmente, como catequista, eu olho os vídeos muito mais pelo CONTÉUDO, do que pela "expertise" de quem fez o vídeo, mas, alguns vídeos são bem "sofríveis" de se assistir... Eu mesma confesso que estou aprendendo essa "arte" não é de hoje!

Se você quer fazer vídeos, seja para seus catequizandos e famílias, seu grupo de catequistas, seja para amigos e familiares, tem algumas coisinhas a se observar, que eu mesma, muitas vezes não me dou conta. Vou colocar aqui algumas "regrinhas" básicas para se observar com relação a arte de fazer vídeos:

- Se você usa o CELULAR, coloque-o DEITADO, na horizontal. As imagens verticais deixam uma "faixa preto" dos 2 lados da tela;

- Observe a iluminação. Se tiver uma lâmpada atrás de você , ela vai atrapalhar. Coloque a luz a frente, por trás da câmera;

- Não deixe grandes espaço vazios na tela. Quanto mais perto estiver da câmera melhor, o foco será em você e não nas paredes atrás;

- Olhe sempre o que está atrás de você, o "cenário" é bem importante. Se tiver alguma coisa que distraia quem estiver assistindo, não vão ouvir nada do que você diz...

- Cuide do som, ecos, barulhos do ambiente, etc. Ao falar é melhor usar um microfone mais perto da boa;

- Identifique-se antes de mais nada, identifique o assunto, ou coloque legendas e título;

- Se estiver lendo o que está falando, busque ficar o mais possível com o olhar para a câmera. O ideal é listar apenas os "tópicos" da sua fala, assim, a leitura é rápida e você completa o resto de memória. Isso demonstra segurança ao espectador;

- Use aplicativos que você conhece, treine um pouco antes. Seu celular e seu computador tem câmera e aplicativos próprios, mais fáceis de usar;

- Observe o "tamanho" do vídeo em MG (megabytes). As redes sociais e e-mails tem um tamanho máximo para compartilhamento ou envio. Muitas redes sociais permitem fazer vídeos no próprio ambiente: Facebook, Youtube (se o canal tiver um nº X de inscritos), etc.;

O resto a gente aprende na "lida": como "editar" os vídeos por exemplo, por legenda, cortar pedaços, por música, etc.... Isso vale um outro "curso" que vocês vão ter que procurar, meu conhecimento acaba por aqui.

Outra coisa bem importante, é ONDE você compartilha seus vídeos e os vídeos que recebe pela internet:

- Não envie seus vídeos (e dos outros) em todos os seus grupos, páginas e contatos, observe e respeite o "interesse" daquela pessoa ou grupo, assim como, não compartilhe todo vídeo "bonitinho" que recebe nas redes, seu "amigo" pode (vai) te achar um chato!

- Vídeo de missa da SUA comunidade, de novena, de grupo de oração ou qualquer coisa feita PARA A SUA comunidade, interessa à SUA comunidade. Não precisa compartilhar com o mundo inteiro. Se eu fosse assistir missa de todo mundo que me manda, faltariam horas no dia...

- Assista o vídeo antes de compartilhar. Se for seu, pode corrigir os erros, se for de outra pessoa, pode verificar se não diz “besteira”, principalmente se for sobre formação...

Nos nossos espaços, vídeos são bem vindos, DESDE QUE, o conteúdo esteja de acordo com nossos objetivos (FORMAÇÃO PARA CATEQUISTAS!) e não seja apenas para divulgar "seu" perfil, "sua" página, seu "canal". Apesar de ser uma "comunidade" de catequistas, ela tem "administradores", que cuidam com carinho do conteúdo e que merecem o respeito de serem consultados antes das publicações. Aliás, qualquer espaço merece!

Abraço a todos e continuem na arte de “videomakers”. Vocês ainda vão "dominar" as redes!

 

 Ângela Rocha

Catequistas em Formação

 

sábado, 27 de janeiro de 2018

DICAS PARA ORGANIZAR A CAMPANHA DA FRATERNIDADE EM SUA COMUNIDADE


Em breve começam, em todo o Brasil, os preparativos para a Campanha da Fraternidade. Pensando nisso, preparamos aqui algumas dicas para que você e sua comunidade vivam de forma diferente e façam “do jeito certo” no ano que vem.

1.Crie um grupo de estudo sobre a Campanha da Fraternidade

Para refletir sobre o Texto-Base da Campanha da Fraternidade. Ele pode funcionar como um ciclo de leitura e partilha do documento, de modo que vocês possam colher sugestões de atividades para que a CF seja vivida e aplicada na paróquia. Muita gente pensa que “comissão”, “grupo de estudos” ou “grupo de trabalho” não funcionam, mas se houver oração, planejamento e dedicação, as coisas saem do papel e vocês terão ótimos resultados.

2. Identifique as lideranças!

Esses líderes podem já estar estabelecidos em suas funções, por exemplo: o coordenador da equipe de música, dos grupos de jovens, da Pastoral Familiar, os diáconos, o ecônomo etc. Observe também que algumas pessoas em sua comunidade – ainda que não estejam engajadas – podem ser líderes em potencial. Em sua procura, lembre-se de que um líder (em potencial) não nasce pronto, mas costuma ser ouvido pelas pessoas. E isso, sim, acontece naturalmente. Foi assim que Samuel achou Davi.

3. Seja simples!

Santo Agostinho, em Confissões, enaltece a simplicidade de Deus e sua capacidade de ser sempre inteiro, maravilhoso. Sobretudo se essa for a primeira vez que você se propõe a organizar e “fazer dar certo” a CF em sua paróquia, busque soluções simples, aproveitando as estruturas disponíveis.

4. Organize um calendário de atividades.

Planejar e ser fiel aos prazos e atividades propostos é o segredo do sucesso. Envolva os grupos e pastorais dando a eles atribuições, delegando responsabilidades e acompanhando na execução das tarefas.

5. Faça um check-list!

Ou, simplesmente, uma lista de atividades. Se você nunca fez um check-list na vida, pode começar se preguntando: Quais as atividades que tenho para o mês que vem? Para cada uma delas, responda – sempre registrando em algum lugar de fácil acesso (pode ser na agenda, no computador) – algumas simples perguntas: Quando? Onde? Haverá comida, água, cadeiras, estrutura de som? Precisará da equipe de música? A quem é necessário pedir autorização? O que deve ser providenciado? Quando deve ser providenciado? Quem ficará responsável por cada atividade? Na internet é possível encontrar muitos modelos. Você pode escolher um e adaptar para a sua experiência.

6. Comunique os envolvidos.

Muitos bons projetos morrem depois de terem demandado muito esforço e dedicação, porque o processo comunicativo falhou. Embora a Campanha da Fraternidade seja proposta anualmente e as pessoas, supostamente, sabem que ela vai acontecer, tome sempre o cuidado de comunicar de forma clara e objetiva (e atrativa) o calendário de atividades. Lembra dos líderes? Uma boa comunicação não se resume à emissão de mensagens. Ouça! Esteja sempre atento ao feedback que eles trazem, pois estão em contato constante com a comunidade. Essa resposta pode fazer com que o planejamento de atividades da CF caminhe em sintonia com as necessidades e motivações da sua paróquia.

7. Rezem juntos.

“Se fores aquilo que Deus quer, colocareis fogo no mundo”, diz Santa Catarina de Sena, doutora da Igreja. E até nas pequenas coisas, como o desejo de fazer acontecer a Campanha da Fraternidade em sua comunidade, é preciso conhecer os desígnios de Deus. E sabemos que isso só é possível por meio da oração.

FONTE: 


segunda-feira, 5 de junho de 2017

DICAS PARA CATEQUISTAS DE CRISMA


1.Fale apenas o que vive e viva o que ensina: catequese quer dizer fazer ecoar. É preciso que a Palavra de Deus ecoe primeiro em nós para ter força de ecoar nos outros. Catequese não é “aula de religião”: na aula eu ensino o que não vivo; na catequese, só posso ensinar o que vivo. Por isso, para despertar amor à Igreja e a Cristo é necessário amar Cristo e a Igreja antes. Partilhe o que você sabe, mas sobretudo partilhe a sua experiência vivida sobre aquele assunto. Nada melhor do que um catequista que vive o que ensina.

2. Prepare antes o que vai falar e fazer. Por favor, não vá para o encontro despreparado para falar e fazer qualquer coisinha: não enrole! Ninguém gosta de gente que brinca de fazer alguma coisa. Você não gosta da aula chata do professor que não prepara, do sermão mal preparado do vigário, da informação errada de quem não se comporta como profissional, né? Pois é, não faça a mesma coisa que você critica...

3. Programe horário. Não fique só no falatório: programe começo, meio e fim. Veja formas diferentes de dizer uma coisa. Procure recursos audiovisuais (cartaz, dinâmica, música, mapas, vídeo, brincadeira, etc.) e leve a sério a programação do encontro. Se for preciso, marque horários para começar e para acabar uma atividade. Assim se evita que alguma coisa tome o tempo todo (prejudicando o conjunto) e que fique chato. Ah! não se esqueça de chegar antes e não depois de todos...

4. Parta sempre da vida. Não se esqueça de comparar o que estiver falando com assuntos e exemplos diários do mundo cultural dos crismandos. O Evangelho tem que atingir a vida. Não considere tudo o que não é explicitamente religioso como pecado: Deus se vale dessas coisas para nos ir ensinando a chegar mais perto dele. Jesus valorizava o campo para os camponeses, as citações bíblicas para os doutores da lei, etc. É a partir da vida que devemos dar nossa catequese, fazendo os jovens irem vendo como Deus se manifesta na história do povo, da comunidade e na nossa história pessoal.

5. Catequese é assunto orante. Há catequistas que lembram de tudo, menos da oração. É preciso orar para preparar o encontro e orar durante os encontros (no começo, no meio ou no fim) com os adolescentes. Assim, você vai motivando e formando a fé dos seus discípulos.

6. Ajude os seus catequizandos a se concentrar. Muitas pessoas, ao vir para o encontro, passaram por problemas, estão agitadas, mal-humoradas, desanimadas ou sem disposição. Acolha com alegria e carinho (todo mundo gosta de ser bem tratado e um sorriso largo desmonta muito mal humor). Mas não esqueça de ajudá-los a estar no encontro de corpo e alma. Já vi muitos catequistas que brincam e falam tanto que atrapalham os próprios encontros. No momento da catequese você não deve ser só mais um amiguinho, mas um amigo que cresceu na fé e quer partilhar isso com eles.

7. Dê catequese por amor a Cristo e à sua Igreja. Tenho visto muitos catequistas que querem estar ali por muitos outros motivos: paquerar, sair de casa, se enturmar, etc. Se você é algum desses, revise as suas motivações e – se for preciso – dê um tempo para você, para sua comunidade e para os seus catequizandos. Vamos ser honestos, a catequese de crisma não é lugar para arrumar namorada (o), nem para outras finalidades. Quem é catequista deve estar lá servindo a Cristo como membro da comunidade dele. Outras motivações, devem ser purificadas e deixadas de lado.

8. Tenha sempre uma carta na manga. Não esqueça que todo mundo gosta de uma surpresinha: apimenta o encontro e dá um sabor novo. Procure, de vez em quando, mudar algo. Você vai ver que efeito produz.

9. Avalie os encontros com os crismandos. Ninguém melhor do que os próprios adolescentes para lhe dizer o que estão achando e lhe fornecer sugestões. De oportunidade para a sinceridade rolar entre vocês e tudo irá bem. Não precisa avaliar todo dia, mas pode ser a cada bloco de encontros.

10. Cobre participação. Alguns catequistas morrem de medo de cobrar algo dos crismandos: assim eles vão ficando cada vez mais passivos. Programe tarefas e passeios comuns e vá dividindo as responsabilidades. Você é catequista e não papai ou mamãe deles. Deixe-os falar, peça opinião, valorize a participação, mas freie quando falarem demais ou passarem dos limites. Você não tem um cargo eletivo para zelar, mas deve ser testemunha da fé.

11. Engaje todos os crismandos durante o ano em sua comunidade. Nem todos têm os mesmos dons e os mesmos talentos. Aos poucos (não deixe para os últimos encontros!), vá encaixando os crismandos nas tarefas e nos compromissos com sua comunidade: tenha sempre em mente que o objetivo a ser alcançado é o engajamento do maior número possível de crismados na comunidade de fé. E não cobre só dos jovens: cobre também da sua comunidade e dos responsáveis por ela (padre, irmã, coordenadores, ministros, etc.) que os jovens tenham seu espaço, sua vez e sua voz. Mas vá com calma! Não precisa pegar pesado ou criar uma briga na comunidade: conversando, todo mundo se entende.

12. Programe algumas atividades extras para confraternização e amizade. O grupo precisa se sentir unido e ter uma identidade própria. Assim, quando acabar a catequese, o grupo vai querer continuar como grupo de jovens. Se isso acontecer, a catequese foi boa e frutuosa!

13. Não faça da sua catequese uma arma: fale apenas o que sabe, não invente nem aumente. Você é instrumento de Deus e fala em nome da sua Igreja. Você não está ali para falar de sua fé pessoal, mas para transmitir a fé da Igreja de Cristo. Veja músicas, textos bíblicos e dinâmicas para a motivar.

14. Não dê catequese sozinho. Catequese só pode ser dada em comunidade. Peça que outras pessoas de fé lhe ajudem nos encontros. Não falte à reunião de preparação com outros catequistas. Discuta antes, com seu padre, com a irmã ou com outro catequista o encontro: peça dicas, aceite sugestões, programe a oração inicial ou final, etc.

15. Não queira dizer tudo em um só dia. Você que deve ter muita coisa a dizer, deve ir parcelando as coisas aos poucos, durante o ano. É melhor fazer dois encontros de uma hora e meia do que um de três horas.

16. Não esqueça a dimensão litúrgica. Catequizando que se preza, precisa ter participação ativa na liturgia. Agora, não basta mais vir à missa. É preciso contribuir com a comunidade de fé. Contribuir concretamente, o jovem que não quer mesmo, deve ser aconselhado a repensar a sua opção de ser crismado. É como alguém querer namorar uma garota e se recusar a ficar perto dela... (É ruim, né?).

17. Ensine a doutrina da Igreja sem “culpa”. Não torne as doutrinas e dogmas da nossa Igreja, pesadas, motivo de afastamento. Traga a beleza das tradições da nossa fé como motivo de engajamento e pertença. (Ângela Rocha).

18. Trate seus crismandos como adolescentes ou jovens, não como crianças. É o início da vida adulta deles, das responsabilidades e escolhas, respeite suas opiniões, ouça o que eles têm a dizer sobre os assuntos tratados sem críticas e julgamentos. (Ângela Rocha).

Sabemos que não vamos resolver todos os problemas da catequese de crisma com essas dicas. Mas, os mais graves podem ser resolvidos. Se você for catequista novo, tenha essas dicas na cabeça e no coração: vão lhe ajudar muito. Se você tiver outras dicas legais para acrescentar COMENTE.

FONTE: Encontrado na internet como autor “Pe. Paulo”, sem outras referências.


Equipe Catequistas em Formação

terça-feira, 28 de março de 2017

DICAS PRECIOSAS PARA COMUNICAR MAIS



Humanize a sua comunicação...


As crianças e jovens têm dezenas de horas de aula por semana. Não é particularmente divertido ter mais uma “aula" de catequese. Não tenha medo de transformar a catequese num tempo diferente.

Personalize suas histórias...


Não diga “havia um homem que conhecia um outro”; diga que “João era um grande amigo de Simão e que ambos eram pescadores no mar da Galileia”.

Atente-se aos detalhes...


Como um bom jornalista, quando falar, procure responder às cinco perguntas-chave: Quem? O quê? Onde? Quando? Porquê? Mas sem ser pesado e sem perder de vista o objetivo da comunicação.

Dramatize recorrendo ao diálogo...


Assim você envolverá os catequizandos naquilo que está dizendo.

Use Palavras-imagem...


Um estilo abstrato não serve para crianças. Elas precisam "ver". Use palavras capazes de sugerir imagens. As suas frases devem estar cheias de objetos, de cores, de sensações, de movimentos.

Pratique a Escuta ativa...

Se algum dos catequizandos quer intervir, encoraja-o mostrando o teu interesse.

Fonte: Agenda Salesiana do catequista 2008/2009.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

DICA DE LIVRO: REFLEXÕES HOMILÉTICAS "O Vosso Reino também é nosso"

CONHEÇA E TENHA EM MÃOS HOMILIAS DOMINICAIS DE "TODOS" OS ANOS LITÚRGICOS! 


Homilias para os anos A, B e C, do Pe. Roberto Nentwig*, da Arquidiocese de Curitiba. 

São homilias muito “catequéticas” escritas por um padre que é "Catequista". Durante vários anos publicamos as homilias dele em nosso blog. Agora ele reuniu TODAS nestes três livros. Excelente subsídio para o conhecimento bíblico do catequista.

Para adquirir é só entrar em contato com a Arquidiocese de Curitiba pelo telefone (41) 2105-6325 ou pelo e-mail: sac@arquidiocesecwb.org.com , que eles enviam pelo correio.

R$ 30,00 os três livros ou R$ 15,00 cada um.

A Arquidiocese de Curitiba possui outros subsídios para ajudar o Catequista, informe-se!





* Doutorando na área de Teologia Sistemático Pastoral na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Mestre em Teologia na área de Teologia Pastoral pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (2011) É graduado em Filosofia pela Faculdade Arquidiocesana de Filosofia (1999) e em Teologia pelo Studium Theologicum (2003), tendo o reconhecimento pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (2007). 
Tem grande atuação na área da Catequética, atuando na assessoria, produção de materiais e cursos de formação. Tem experiência como professor na área de Catequética, Teologia Pastoral e Teologia Sistemática.

(Informações coletadas do Lattes em 24/07/2016).

Também de autoria do Pe. Roberto, editado pelas Paulinas:

A relação entre a comunidade evangelizadora e o catecumenato de adultos.






segunda-feira, 4 de abril de 2016

SACOLINHA DA FÉ - EVANGELIZANDO AS FAMÍLIAS

Uma ideia muito interessante partilhada pela catequistas Bete Carvalho, da Paróquia São Benedito, de Americana - SP.


Sacolinhas e pasta com o material

Somos da Paróquia São Benedito, Americana/SP. 

Com muito amor, enviamos ontem para os catequizando da 3ª etapa, a Sacolinha da Fé! Trata-se de uma pasta com várias opções de atividades: leituras, filme, música, áudios de palestra, explicação e orientação sobre a missa, sobre o Rosário, a Campanha da Fraternidade e o Ano da Misericórdia. Todas as atividades foram escolhidas com muito carinho pelas catequistas, com o objetivo de evangelizar das famílias. Já há alguns anos temos usado a sacolinha como uma forma de estender a evangelização à família dos nossos catequizandos. Os resultados têm sido excelentes! Junto com a sacolinha vai a imagem da Mãe Rainha e as crianças relatam que, durante a semana que ficam com a Sacolinha e a imagem da Mãe, suas famílias rezam juntas e permanecem mais unidas em oração e diálogo e isto é muito bom!!

Basicamente funciona assim: na 3ª Etapa temos 3 turmas; cada turma tem a sua sacolinha e as atividades são iguais em todas elas. A cada encontro semanal (que na nossa paróquia acontece aos sábados, de manhã), um catequizando leva a imagem da Mãe Rainha, junto com a sacolinha, ficando responsável por traze-la na próxima semana, quando um outro catequizando a levará. 

As sacolinhas podem ser feitas em tecido, TNT ou qualquer outro material e decorado conforme a criatividade de cada um.

As pastas são aquelas para arquivo de folhas A4, que vem com plásticos dentro, estilo um "caderno" grande. E podem, também ser encapadas conforme a criatividade dos catequistas.

O material colocado na pasta, neste caso, é adequado aos catequizados de uma 3ª etapa de Eucaristia, que tem entre 10 a 12 anos. Para turmas mais novas ou de Crisma, recomenda-se que o material seja adaptado conforme a idade e a necessidade que a comunidade observou nas famílias.

Sacolas em tecido.

O que tem na sacolinha?

- Uma introdução e explicação aos pais sobre o conteúdo da sacolinha e como ela funciona;
- Material sobre a Campanha da Fraternidade;
- Material sobre o Ano da Misericórdia;
- Material sobre a missa;
- Material sobre os Cinco sentidos da Fé;
- Um terço e a explicação sobre o Rosário e o Terço, para que a família faça essa experiência de oração;
- Alguns recortes de revista com matérias interessantes para a família ler;
- Um CD com 3 podcast de palestra do Prof. Felipe Aquino, para a família;
1)Seja pleno no Espírito Santo – duração 07m22s
2)A educação dos filhos – duração 19m44s
3)A glória de Maria – duração 10m58s
- Um CD com músicas católicas (são 19 músicas); 
- Um filme ( Marcelino pão e vinho ou outro);
- Uma imagem da Mãe Rainha (ou capelinha pequena);
- Explicações sobre os itens da sacolinha e como utilizá-los.

Todo o material pode ser baixado neste link: Sacolinha da fé

Agradecemos às catequistas: Bete, Cleide e Regiane pela partilha!




terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

COMO DEVE SER A CATEQUESE INFANTIL NA PARÓQUIA? DICAS PRECIOSAS...

Uma pergunta interessante colocada em nossa "Caixa do Chinês" esta semana...

"Uma dúvida pra "Caixinha do Chinês": aqui na nossa paróquia, especialmente nas comunidades, existe uma grande procura para catequese de crianças menores de 7 anos. A gente trabalha um pouco perdida. Portanto, vai a pergunta: existe um planejamento, roteiro específico para trabalhar com essas crianças?"



A resposta é SIM. Nenhuma ação catequética deve existir sem planejamento e itinerário. E cabe às Comissões diocesanas de catequese essa preocupação e orientação.

Uma tendência que se observa nos últimos tempos nas paróquias é a "Catequese Infantil" ou "Pré-Catequese". E muitos catequistas fazem questionamentos e pedem orientação com relação à roteiros, sugestões, dicas de material, itinerários, etc.

A primeira coisa que se observa é que ainda se tem um grande vínculo com a escola quando o assunto é este. Ainda se pensa muito a catequese como AULA. Alguns pais, inclusive, usam o termo "curso de catequese" e se referem frequentemente aos encontros dos filhos, como "aula de catequese". Parece que, se os pequenos entram na "pré-escola", precisam também de "pré-catequese".

Primeiramente gostaria de esclarecer que o catequista não "dá aulas". Nós fazemos "encontros" e devemos fugir sempre da terminologia que lembre a "escola". Não é implicância com a escola e tem uma razão de ser. Se observamos a evolução da catequese veremos que isso tem muito sentido.

O processo catequético é uma "iniciação a vida cristã", não é um "curso", logo, não damos aulas ou palestras. E a iniciação nesta idade deve, mais ainda do que as demais, fugir do conceito de "aula" ou qualquer coisa teórica ou doutrinal. Isso porque as crianças precisam entender que a catequese não é "mais uma" ocupação, aula ou curso que elas precisam fazer. E cuidado com a idade das crianças! Aos três, quatro anos, as crianças precisam ainda do exemplo dos pais, são estes que precisam dar as primeiras orientações de fé para as crianças. A catequese não é creche e muito menos os catequistas são babás.

DICAS:

- A catequese nesta etapa (pré) deve ser de INICIAÇÃO à fé.

- Feita de momentos lúdicos e interessantes e, COMPLEMENTADA pela catequese (formação) que os pais dão em casa.

- Envolver os pais na catequese infantil. Eles precisam saber o que está sendo desenvolvido nela. A catequese infantil nesta fase, não é e não deve ser nunca, uma "terceirização" da primeira catequese, que é DEVER dos pais. Se você sentir que os pais tem deficiência nesta área, não sabem como iniciar os filhos, a primeira coisa a fazer é trazê-los para a catequese junto com a criança. Eles precisam mais de catequese que as crianças.

- Crianças nesta idade não precisam ter "pontos", ou seja, "conteúdos" formais. É uma fase em que elas estão começando a entender a vivência em comunidade e estão conhecendo Jesus. Nada de formalidades, conteúdos explicados em papel. Esqueça, por exemplo, de "explicar" a missa por enquanto; ou explicar a Bíblia e como esta se divide; evite falar da doutrina da Igreja, ainda é cedo pra isso.

- Trabalhe as várias parábolas de Jesus e histórias que envolvam a sua caminhada.

- Apresente Jesus como um "amigo", um "protetor”. Elas precisam de atenção, carinho, aconchego: Jesus é essa imagem.

- Relacione Deus com a família, com os pais, com aqueles que elas amam e que a protegem.

- Com relação à missa, as crianças devem ser orientadas a acompanhar os pais e "escutar" as “histórias de Jesus” que são contadas lá. Os pais são EXEMPLOS  a seguir.

- No encontro, use muito canto, brincadeiras, dinâmicas e orações espontâneas.

Veja bem, faça isso NO ENCONTRO. A celebração da missa não é lugar de teatro, brincadeira e dinâmica. Trata-se de um Rito Milenar e importante da nossa fé, que precisa de respeito e aprendizado. Qualquer coisa que for feita que altere o rito, fere a Liturgia da Igreja. Sem contar que, na maioria das vezes, a missa é COM crianças e tem muitos adultos lá que não foram à missa para ver brincadeiras infantis.

- Relacionar a catequese à missa dominical: faça um itinerário relacionado aos evangelhos do domingo, assim, elas vão relacionando o que veem na catequese com o que escutam na Igreja (catequese/liturgia).

- Use, nos encontros, leituras bíblicas numa linguagem que elas entendam, pois na Igreja as leituras são de difícil compreensão pra elas. Confie que seu padre (se a missa é com crianças também), saberá fazer uma homilia condizente. Saberá chamar os pequenos, abençoá-los e dirigir-se a eles na hora certa. Nada, nada mesmo, deve chamar a atenção na missa, mais do que Jesus e o padre que o representa nesta hora.

- Importante: oriente-se sobre o conteúdo da catequese de Eucaristia e Crisma. O catequista de catequese infantil PRECISA saber o que acontece nas fases subsequentes. A catequese formal tem um processo gradual e contínuo de conteúdos a serem trabalhados. Não "antecipe" conteúdos, as crianças terão tempo para aprofundar o ensino da fé. Agora, nesta fase, elas precisam de anúncio, querigma, precisam apaixonar-se por Jesus e sua mensagem. Precisam "gostar" de estar ali, na Igreja, saber que estão se encontrando com "alguém" especial: Jesus.

- É preciso usar muita imagem e exemplos que elas conheçam, que elas consigam relacionar ao seu cotidiano. O “mistério da fé” é um conceito muito abstrato. Didática e pedagogicamente falando, crianças nesta idade não tem capacidade de percepção do abstrato, ou seja, daquilo que elas não podem ver ou tocar. Não tente fazê-las "sentir" a "mistagogia" da fé porque elas não conseguem. Jesus precisa ser mostrado como uma "pessoa", que existiu, teve uma família e fez as coisas que eles fazem, mas, é especial, diferente, pois veio para tirar as coisas ruins do mundo, mostrar a beleza da natureza, do ser humano e do que é ser "bom". "Acolha" as crianças. Ensinar conteúdos é para a catequese mais madura, quando eles estiverem preparados.

Sugiro que paróquias que tem essa demanda e querem oferecer esta catequese, não façam ou implantem qualquer modalidade de catequese, sem a devida orientação da COMISSÃO DIOCESANA (ou ARQUIDIOCESANA) DE CATEQUESE, que é a instância que orienta a catequese nas diversas bases (paróquias). Também cabe às comissões diocesanas providenciar orientações/diretórios de catequese bem como roteiros específicos para trabalhar com esta faixa etária.

Lembrando também que, precisamos do auxílio das ciências, como a pedagogia e a psicopedagogia, para levar em frente esta pretensão, já que é uma RESPONSABILIDADE enorme, a educação dessas crianças nesta idade.

Pode ser adquirido um livro/manual de catequese Infantil para orientar os encontros. As editoras: Vozes, Paulinas, Paulus, Saraiva, Ave Maria, etc.; tem ótimos manuais. Mas, muito cuidado ao pegar este ou aquele livro/projeto/manual/sugestão, sem que se faça uma análise criteriosa de tudo que envolve a comunidade e suas características.

  
 


Para a catequese infantil ou pré-catequese, não é só abrir inscrição, arrumar uma catequista e um manual. É preciso fazer um planejamento minucioso, estudar a estrutura da comunidade e tudo que isso vai envolver. Já temos inúmeros problemas na nossa catequese habitual: falta catequista, falta formação, falta espaço, falta recursos, etc. ; e isso são agravantes que se precisa pensar.

E, é bom lembrar, que umas das preocupações mais prementes da nossa Igreja, não são as crianças, e sim os ADULTOS que foram catequizados, mas, infelizmente, não foram evangelizados, a ponto de assumirem sua condição de discípulos missionários. Mais que pensar numa estrutura para uma catequese infantil, nossos esforços precisam se concentrar na IVC de adultos!

Um grande abraço a todos!


Ângela Rocha
Catequistas em Formação

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

ESTE É O ANO DOS CORAÇÕES! APROVEITE AS IDEIAS...

Catequistas...

Este é o ano feito para o CORAÇÃO. Ano da Misericórdia, que vem de "cordis" (coração) e de "miserere" (miséria), juntas elas tem o significado de "compaixão", ou seja, levar ao nosso coração a miséria humana para que possamos ajudar a saná-las.

Trabalhe com os corações em sua catequese. Enfeite a sala com corações, fale sobre eles, dê pequenos corações aos seus catequizandos, cante com eles, leve pirulitos, faça doces...

E mais importante: Faça um encontro de acolhida com o tema do Ano da Misericórdia e que ações misericordiosas podemos empreender em nossas vidas. Com os adolescentes, trabalhe as ações de misericórdia corporais e espirituais.

Coração de feltro
Coração de papel
  
Cortina de coração
Varal de coração

Corações dentro de coração
Pirulito de coração


Doce de abóbora de coração (meu preferido!)

GUIRLANDA DE CORAÇÃO

Materiais:

Papel ou cartolina
Régua
Tesoura
Grampeador

Passo a passo:

Você pode escolher o cor do papel ou cartolina que preferir para este artesanato. É claro que o melhor é escolher as cores clássicas para corações, mas você pode escolher qualquer outra que gostar.

Corte várias tiras de papel do comprimento e largo que desejar. Se você usar mais de uma cor, a guirlanda irá ficar muito mias bonita. Por isso, use pelo menos duas cores.
Como dar forma aos corações

Para formar os corações, primeiro dobre o papel pela metade e marque-o bem, pressionando com os dedos. Depois vire o papel e junte as suas pontas. Grampeie as pontas e você terá formado o primeiro coração. Todos os detalhes nas fotos.




Agora, dobre o segundo papel e antes de grampear as pontas, passe uma das pintas por dentro do outro coração. Assim, quando você grampear, eles irão ficar unidos. Continue fazendo o mesmo com todos os papeis.



A ideia é que você use varias cores para dar mais vida à guirlanda. Una tantos corações quanto desejar, e é do numero de corações que irá depender o comprimento da sua guirlanda.


Depois pendurem onde desejarem. Para isso podem usar durex, barbante ou pregos, dependendo do lugar onde forem colocar. 





Ângela RochaCatequista
♫ CANTE...