CONHEÇA!

Mostrando postagens com marcador MENSAGENS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MENSAGENS. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Uma mensagem singela

Que tal presentear seus catequizandos?  
Quem nos brindou  com esta mensagem foi a Catequista Vieira, ela escreveu para os seus catequizandos mas gentilmente nos permitiu divulgar para vocês!

Espero que gostem também!


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

É NATAL!


Que neste natal haja...

Paz na terra, entre todos os homens de boa vontade. 
Paz àquele que anseia crescer, evoluir, entender.
Paz àquele que deseja em cada pensamento, em cada atitude, melhorar.
Paz àquele que busca dentro de si entendimento e aceitação,
Paz àquele que estende a mão a procura de bênçãos.
Paz àquele que abençoa com alegria e pureza de coração.
Paz àquele que em um sorriso traz calma e tranqüilidade.
Paz àquele que procura ensinamentos e que esteja em oração.
Paz àqueles que abrem seus corações em luzes puras,
amorosas, que envolvem a terra e permitem abrandar os aflitos...
Paz enfim Senhor, a todos os seres que habitam este universo...
Que a luz traga a todos os homens a fé renovadora,
a força e a coragem.
Que se unam em pensamento todos os de boa vontade.
E que nesta noite busquem a Paz.


Catequistas em Formação


Feliz Natal e um Ano Novo repleto de bênçãos!!

sábado, 23 de agosto de 2014

PADRE ANTONIO SPADARO: ELOGIOS DE ROMA AO NOSSO BLOG!

OLÁ PESSOAL!
Recebi um e-mail que me deixou muuuuuuuito feliz! Quem mandou foi o Pe. Antonio Spadoro, padre jesuíta , escritor e teólogo, italiano, que é "só" diretor da revista La Civiltá Cattolica e consultor do Pontifício Conselho da Cultura e do Pontifício Conselho das Comunicações Sociais, portanto, ligado ao Papa!
Olha só:

De: spadaro.a@gmail.com
Enviada: Sexta-feira, 8 de Agosto de 2014 10:31
Para: angprr@uol.com.br
Assunto: I 2 blog
Cara Angela,
ho visto i due tuoi blog. Ti ringrazio per avermeli segnalati! Fai un bel lavoro in rete. Il Signore ti benedica e ti accompagni!
Un abbraccio!
p. Antonio Spadaro

Traduzindo:
"Cara Angela, eu vi seus dois blogs. Obrigado por tê-los me indicado! Você faz um bom trabalho na rede. O Senhor te abençoe e esteja com você! Um abraço."


Ele está falando do "Catequistas em formação" e do  "Catequistas Amadora". Dá pra não ficar tremendamente feliz e orgulhosa do nosso trabalho?

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

MENSAGEM DO PAPA AO CONGRESSO DO CELAM SOBRE FAMILIA

Mensagem do Papa Francisco ao I Congresso Latino-americano para a Pastoral Familiar (Cidade do Panamá, 4 a 9 de agosto de 2014)
Quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Queridos irmãos,
Uno-me de coração a todos os participantes neste I Congresso latino-americano de Pastoral Familiar, organizado pelo Celam, e os parabenizo por esta iniciativa em favor de um valor tão querido e importante hoje em nossos povos.
O que é a família? Para além de seus prementes problemas e de suas necessidades urgentes, a família é um “centro de amor”, onde reina a lei do respeito e da comunhão, capaz de resistir aos ataques da manipulação e da dominação dos “centros de poder” mundanos. Na casa familiar, a pessoa se integra natural e harmonicamente em um grupo humano, superando a falsa oposição entre indivíduo e sociedade. No seio da família, ninguém é descartado: tanto o idoso como a criança são bem vindos. A cultura do encontro e o diálogo, a abertura à solidariedade e à transcendência têm nela o seu berço.
Por isso, a família constitui uma grande “riqueza social” (cf Bento XVI, Cart. Enc. Caritas in veritate, 44). Neste sentido, gostaria de destacar duas contribuições primordiais: a estabilidade e a fecundidade.
As relações baseadas no amor fiel, até a morte, como o matrimônio, a paternidade, a filiação ou a irmandade, aprendem-se e se vivem no núcleo familiar. Quando estas relações formam o tecido básico de uma sociedade humana, dão-lhe coesão e consistência. Pois não é possível formar parte de um povo, sentir-se próximo, ter em conta os mais distantes e desfavorecidos, se no coração do homem estão quebradas estas relações básicas, que lhes oferecem segurança em sua abertura aos demais.
Além disso, o amor familiar é fecundo, e não somente porque gera novas vidas, mas porque amplia o horizonte da existência, gera um mundo novo; faz-nos acreditar, contra toda desesperança e derrotismo, que uma convivência baseada no respeito e na confiança é possível. Frente a uma visão materialista do mundo, a família não reduz o homem ao estéril utilitarismo, mas dá canal aos seus desejos mais profundos.
Finalmente, queria dizer-lhes que, desde a experiência fundante do amor familiar, o homem cresce também em sua abertura a Deus como Pai. Por isso, o Documento de Aparecida indicou que a família não deve ser considerada só como objeto de evangelização, mas também agente evangelizador (cf. nn. 432, 435). Nela se reflete a imagem de Deus que em seu mistério mais profundo é uma família e, deste modo, permite ver o amor humano como sinal e presença do amor divino (Carta Enc. Lumen fidei, 52). Na família, a fé se mescla com o leite materno. Por exemplo, esse sincero e espontâneo gesto de pedir a benção, que se conserva em muitos de nossos povos, reflete perfeitamente a convicção de que a benção de Deus se transmite de pais para filhos.
Conscientes de que o amor familiar enobrece tudo o que o homem faz, dando-lhe um valor agregado, é importante incentivar as famílias a cultivarem relações sadias entre seus membros, como dizer uns aos outros “perdão”, obrigada”, “por favor”, e a se dirigir a Deus com o belo nome de Pai.
Que Nossa Senhora de Guadalupe alcance de Deus abundantes bençãos para os lares da América e os faça sementes de vida, de concórdia e de uma fé robusta, alimentada pelo Evangelho e as boas obras. Peço-lhes o favor de rezar por mim, pois necessito.
Fraternalmente,
FRANCISCO

quarta-feira, 26 de março de 2014

QUE SAIBAMOS SEPARAR O JOIO DO TRIGO

Por volta do ano 250 a.C., na China antiga, um certo príncipe da região de Thing-Zda, norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar. Sabendo disso, ele resolveu fazer uma “disputa” entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua auspiciosa proposta.

No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio. Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe. Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao ouvir que ela pretenderia ir à celebração, e indagou incrédula: - Minha filha, o que achas que fará lá? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.

E a filha respondeu:

- Não querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz, pois sei que meu destino é outro.

À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio:

- Darei, para cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China.

A proposta do príncipe não fugiu as profundas tradições daquele povo, que valorizavam muito a especialidade de “cultivar” algo sejam costumes, amizades, relacionamentos etc...

O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura pois sabia que se a beleza das flores surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.

Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem de tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido e dia a dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor.

Por fim, os seis meses haviam passado e nada ela havia cultivado, e, consciente do seu esforço e dedicação comunicou a sua mãe que independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além do que mais alguns momentos na companhia do príncipe.

Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, de todas as mais variadas formas e cores. Ela estava absorta, nunca havia presenciado tal bela cena. E finalmente chega o momento esperado, o príncipe chega e observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção e após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a jovem que será sua futura esposa: a que trouxera o vaso vazio!

As pessoas presentes tiveram as mais inusitadas reações, ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado, então, calmamente ele esclareceu:

- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz, a flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis.

(Desconheço o autor)

sábado, 28 de dezembro de 2013

Prece de Ano Novo...

Que neste ano que se inicia, meus olhos, meus ouvidos, meus sentidos
e o meu coração, se abram para o que estiver por vir.
E que eu veja além do comum...
Que eu enxergue, através dos homens, o que há de melhor em cada um.
Que eu ouça as palavras bonitas e as guarde.
Que eu sinta as coisas boas. E que as ruins, doam só por um segundo.
Que eu seja mais do que uma simples mortal.
E que eu lembre sempre da centelha divina que há em mim.
Que eu veja na esperança sempre um traço de eternidade.
Que eu seja muito maior que a minha vontade de crescer.
Que eu queira mais do que meu próprio querer.
E que não queira só para mim...
Que eu seja mais do que esperam de mim.
Que eu possa expandir felicidade e perceber na simplicidade o valor de todas as coisas.
Que eu seja a semelhança do bem.
E que todos que de mim se aproximarem, sintam o amor que tenho a oferecer.
Que eu nunca cobre nada dos outros, mas cobre sempre de mim.
Que eu consiga me doar sem esperar agradecimento.
Que eu seja simples e grandiosa, como simples e grandiosa é a criação.
Que eu permaneça voltada ao que é bom e precioso...
À vida em toda a essência de sua grandeza.
E assim, serei humana e feliz, humilde e poderosa, amante e amada.
Estarei pronta e de braços abertos para colher os frutos de um novo tempo, que espera mais compreensão e tolerância de cada um para todos os seres do universo.
Assim, terei a verdadeira comunhão entre o ser e o mundo que me acolheu.
E todos os seres inteirados, estarão respeitando o espaço comum...
E o mundo ficará bem melhor.
E eu terei feito apenas, uma parte de tudo isso...
Aquela pequena parte que poderá ser a grande diferença.
Que eu tenha a felicidade de ver meus amigos e familiares unidos em um só pensamento: de amor, paz e harmonia.
Que eu tenha o privilégio de ver um mundo melhor para todos os seres do universo.
Então estarei em paz...


(Autor desconhecido)

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

TOQUES DE LUZ...




Porque é Natal, pensei nos “toques de luz do Senhor”...  
E as pessoas que fazem parte da minha vida são toques da luz de Deus.

E entre essas pessoas, um destaque especial aqui para este grupo... Um grupo de amigos, e pessoas especiais que dedicam suas vidas a difundir o projeto de Jesus. E que tem se mantido forte, e cada vez maior com a passagem do tempo. E nosso grupo, neste segundo natal, já tem mais números que a idade de Jesus!  Ah! Este é um “toque da luz de Deus” muito especial mesmo!

E nós devemos aproveitar, sábia e amorosamente, os toques de graça que vêm ao nosso encontro... Antecipando festas, celebrações e passagens constantes em nossa vida! Esses momentos, acompanhados de expectativa, doçura, música, felicitações, presenças, presentes e agrados são, de certa forma, toques da luz de Deus, toques de amor dos familiares e amigos que nos impulsionam a seguir em frente com mais clareza e a certeza de que fazemos parte de uma grande família.

Estes toques de graça pedem parada, reflexão, revisão, reconsideração e redirecionamento em algumas dimensões de nossa vida! E agradecimento! Por nos proporcionar um encontro diário com outras pessoas, com irmãos de caminhada, com gente que tem os mesmos projetos, as mesmas aspirações... Que faz do nosso dia, um dia melhor com um simples “Bom dia”!

São passagens de misericórdia divina, são toques de luz do Redentor. Somos melhores e somos perdoados por nossas falhas, na medida em que perdoamos o outro e os aceitamos também.

E quero que esse “toque” me mude! Quero adquirir a arte e a virtude de caminhar para a simplicidade, o desapego e o real sentido das situações que vivemos e passamos. Sejam elas boas ou não... Quero a cada dia da minha vida, aprender a ser melhor do que fui ontem. E quero sempre ter a humildade de admitir que não sei tudo, que erro, caio e me levanto, tantas vezes quanto for necessário nessa caminhada...

Um dia, sabendo que terei que deixar tudo o que recebi de presente, depois da definitiva passagem, quero que permaneça entre as pessoas que amei, a lembrança do que fui e o legado do bem que construí, resultado de minhas interações com a humanidade e o mundo. E que meus erros, por enormes que sejam, tornem-se pequenos diante do amor que dediquei a cada um. Que eu possa criar condições para que a Luz de Cristo resplandeça em mim, ilumine meus pensamentos, clareie meus caminhos e me aponte direções! Sempre!

Que as passagens de aniversário em minha vida e as tantas outras “passagens” e experiências, sejam agraciadas pela fé, aquecidas pelo amor, purificadas pela oração e fortificadas pela esperança.

Que cada passagem de Deus, que cada toque de luz possa chegar também em situações de sofrimento e dor e sejam prenúncios de uma vida nova, a cada ano que passa! E que eu possa, repartir com vocês, meus queridos amigos e amigas, todos os toques de Deus que eu receber!

Amém!

Um grande abraço a todos! Deus os abençoe sempre!

Ângela Rocha


P.S.: E obrigado a Ir. Zuleides M. de Andrade, ASCJ, pela inspiração!



quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

RECEITA DA FELICIDADE

RECEITA DA FELICIDADE

1 xícara de amizade,
2 xícaras cheias de compreensão,
1 xícara de paciência,
1 xícara de humildade,
1 copo grande transbordando de alegria,
1 pitada de bom humor,
1 colher de fermento de personalidade CRISTÃ.

PREPARO

Meça as palavras cuidadosamente. Acrescente compreensão, humildade e paciência misturando tudo com muito jeito.
Use o fogo branco. Nunca ferva. Tempere com alegria, bom humor e personalidade Cristã.
Sirva porções generosas sempre com amor, não deixe esfriar, a temperatura ideal é a do coração.
A receita não falha.
Divida ela em 365 porções para você saborear todos os dias de 2014.


Colaboração da Tia Nice (Eunice Lopes Alves) – Grupo Catequistas em Formação

sábado, 24 de março de 2012

O grão de trigo...

“Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele fica só. Mas, se morre, produz muito fruto.” – (Jo 12,24)


Estas palavras de Jesus, muito mais eloqüentes do que um tratado, revelam o segredo da vida. Não existe alegria de Jesus que não seja fruto de uma dor abraçada. Não há ressurreição sem morte.

Aqui Jesus fala de si mesmo e explica o significado da sua existência. Faltam poucos dias para a sua morte. Será dolorosa, humilhante. Por que morrer, justamente Ele que se definiu “Eu sou a Vida”? Por que sofrer, Ele que é inocente? Por que ser caluniado, esbofeteado, escarnecido, pregado numa cruz, a morte mais desonrosa? E sobretudo por que Ele, que viveu na união constante com Deus, haveria de sentir-se abandonado pelo seu Pai? Também Ele sente medo da morte. No entanto, ela terá um sentido: a ressurreição.

Jesus tinha vindo para reunir os filhos de Deus dispersos, para derrubar toda e qualquer barreira que separa povos e pessoas, para irmanar os homens divididos entre si, para trazer a paz e construir a unidade. Mas havia um preço a ser pago: para atrair todos a si, Ele deveria ser levantado da terra, na cruz. Daí a parábola, a mais bonita de todo o Evangelho: “Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele fica só. Mas, se morre, produz muito fruto.” Aquele grão de trigo é Ele.

Neste tempo de Páscoa Ele se apresenta a nós do alto da cruz – seu martírio e sua glória – como sinal de amor extremo. Ali Ele doou tudo: aos carrascos, o perdão; ao ladrão, o Paraíso; a nós, sua mãe e o próprio corpo e sangue. Deu a sua vida até o ponto de gritar: “Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?”.

Eu escrevia em 1944: “Sabes que Ele nos deu tudo? Que mais poderia dar-nos um Deus que, por amor, parece esquecer-se de que é Deus?” E deu-nos a possibilidade de nos tornarmos filhos de Deus: gerou um povo novo, uma nova criação.
 
No dia de Pentecostes o grão de trigo caído na terra e morto já florescia qual espiga fecunda: três mil pessoas de todos os povos e nações são transformadas “num só coração e numa só alma”. Depois são cinco mil, e depois… “Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele fica só. Mas, se morre, produz muito fruto.”

Esta Palavra dá sentido também à nossa vida, ao nosso sofrimento, à nossa morte, quando ela chegar.

A fraternidade universal pela qual desejamos viver, a paz, a unidade que queremos construir ao nosso redor é um vago sonho, uma ilusão, se não estivermos dispostos a percorrer o mesmo caminho traçado pelo Mestre.
O que fez Ele para “produzir muito fruto”?
 
Compartilhou todo o nosso modo de ser. Assumiu sobre si os nossos sofrimentos. Conosco, Ele se fez trevas, melancolia, cansaço, contraste… Experimentou a traição, a solidão, a orfandade… Numa palavra: Ele “se fez um” conosco, carregando tudo aquilo que para nós era um peso.
 
Assim devemos fazer também nós. Enamorados deste Deus que se faz nosso “próximo”, temos um modo para demonstrar-lhe a nossa imensa gratidão pelo seu infinito amor: viver como Ele viveu. E a nossa chance está em nos tornarmos “próximos” de quem passa ao nosso lado na vida, estando dispostos a “nos fazermos um” com ele, a abraçar a dor de uma divisão, a partilhar um sofrimento, a resolver um problema, com um amor concreto que sabe servir.

Jesus no abandono se doou completamente. Na espiritualidade centralizada Nele, Jesus Ressuscitado deve resplandecer plenamente e a alegria deve testemunhar que isso é verdade.

Chiara Lubich

* Ver também VIDEO:  http://youtu.be/kTsVX-MHWUY  -A Caminho de Jerusalem