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sexta-feira, 23 de março de 2018

MÍDIAS DIGITAIS: NOVOS SUJEITOS, NOVOS CATEQUISTAS



Comunicação significa “com – múnus”, aquilo que é compartilhado, ou seja, um dom pessoal ofertado a outro ou um dever de todos para com todos. A comunicação, na sua essência, tem o objetivo de criar comunhão, estabelecer vínculos de relações, promover o bem comum, o serviço e o diálogo. Já aprendemos que o “encontro suscita o anúncio”. Santo Agostinho nos disse: “Se quero, porém, falar contigo, procuro o modo de fazer chegar ao teu coração o que já está no meu. ”

Eu é isso que eu vejo no Grupo Catequistas em Formação, que atua hoje nas redes sociais e no Blog Catequistas em Formação. Vejo a Igreja agindo por intermédio de leigos catequistas, atingindo pessoas nos cantos mais remotos do país. E é um trabalho feito exclusivamente por LEIGOS, catequistas e agentes de pastoral que assumiram esta missão na Igreja.

Primeiro, teve o encontro, mesmo que virtual. Antes, porém, um objetivo comum, ou seja, a evangelização, porque a Igreja existe para evangelizar. Depois do encontro, o anúncio. Às vezes, pode até parecer que o anúncio não está acontecendo. Mas está, e de forma concreta ele acontece entre nós por aqui. De que forma? Em cada curtida, em cada postagem que é compartilhada, cada comentário, um vídeo que seja visualizado, uma foto, uma frase, um texto, uma provocação, uma reflexão a respeito da nossa missão, a nossa interação uns com os outros, tudo isso transforma o encontro em anúncio. A nossa manifestação, mesmo que tímida - às vezes nem aparece - é, ao mesmo tempo, um recado ao mundo de que nesta imensidão de coisas, de fatos, informações, nesta “loucurada” que se transformou a internet, há também gente disposta a fazer as coisas diferentes.

No marketing se diz: onde existe uma necessidade, existe também uma oportunidade. E esta oportunidade se mostra quando olhamos os números alcançados pelo blog. Mais de QUATRO milhões de visualizações, num blog voltado aos catequistas, é a prova da necessidade de Deus, de uma mensagem mais humana, de caminhos diferentes, de palavras que tocam mais o coração, de transformação da sociedade. Estes quatro milhões de visualizações num blog evangelizador, direcionado para catequistas, organizado por leigos, atualizado por colaboradores; é raro, impensável, é quase para não se acreditar.

A cultura digital que está estabelecida nos dias de hoje, nos desafia a reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé. Isso significa favorecer a comunhão e a cooperação entre as pessoas. E a Igreja nos pede, que tenhamos uma atenção especial às crianças e aos jovens. Então, estamos no caminho certo, e isso é ótimo. Estamos, também, e isso é louvável, fugindo daquilo que os especialistas em comunicação chamam de “lógica do mercado”, ou seja, tudo aquilo que a gente vê nos veículos de comunicação de massa: monopólio, lucro, modelos distorcidos, busca obsessiva por ouvintes, telespectadores e leitores e com isso, uma despreocupação com a qualidade da programação, com uma comunicação social vulgar e banalizada. Não é isso que temos aqui, não é isso que queremos ao propagar o projeto de Deus através de um blog. Aliás, o que queremos aqui é justamente o contrário da lógica do mercado: formar cristãos capazes de anunciar a palavra e dar voz aos que dela são privados.

Por isso, um número como esse de visualizações, num blog voltado aos catequistas, é um feito a ser comemorado e, ao mesmo tempo, nos desafia a pensar além. Existe uma necessidade bem clara, e a oportunidade de evangelizar, de tocar corações e transformar o mundo, é agora, não pode ser amanhã, não podemos postergar. Somos comunicadores por excelência. A catequese hoje não nos pede que sejamos discípulos, missionários, apóstolos, evangelizadores?  Então, o catequista deve ser um facilitador neste processo, um mediador, um facilitador da comunicação e não um dificultador. O dom do discipulado, é ser comunicador. Estamos imersos num mundo digital, isso não tem volta, não adianta lutar contra. Mas é bom que saibamos e lembremos algo: o anúncio de uma mensagem, seja ela em qual plataforma for, está intimamente ligado e vinculado a um testemunho coerente por parte que de quem anuncia.

Os meios de comunicação, devem servir ao ser humano e isso significa, conhecê-lo e principalmente amá-lo. Com isso, sejamos cada vez mais, novos sujeitos também por intermédio das mídias digitais. Dá sim, para construir amizades autênticas por aqui e transformar este mundo em algo melhor. O nosso grupo, dos Catequistas em Formação, é prova disso.

Alberto Meneguzzi*
Jornalista e Vereador em Caxias do Sul – RS.
* Catequista e Jornalista – Membro do Grupo Catequistas em Formação (www.catequistaemformacao.com)

terça-feira, 17 de outubro de 2017

COMO OS DISPOSITIVOS MÓVEIS PODEM AUXILIAR NO PROCESSO DE FORMAÇÃO CRISTÃ DAS CRIANÇAS?


Hoje, os dispositivos móveis (celular, tablet, etc.), fazem parte da vida das crianças desde muito cedo. E é uma parte muito “importante” da vida delas, funciona não só como meio de comunicação, mas, como entretenimento, cuidado dos pais (vigilância e segurança), meio de adquirir conhecimento, registrar fatos e eventos, meio de fazer amigos e “estar” com estes amigos. É uma forma de interagir com o “mundo” como nunca se viu antes. E isso torna possível hoje, conhecer mais de si próprio e do outro pelo simples fato de que a rede nos dá outra perspectiva sobre o tempo e o espaço. Pode-se estar em qualquer lugar, a qualquer hora. Ao contrário do que se pensa, as relações estabelecidas por meios digitais não substituem as do mundo real, e sim, as complementam.

Com relação à educação religiosa, hoje existem aplicativos de jogos, vídeos, sites, blogs, músicas, enfim; direcionados à formação cristã. Pode-se acessar a Bíblia pelo celular, a missa, liturgia, orações; pode-se usar navegadores de busca para assuntos da catequese, de religião e conhecimento bíblico e, sobretudo, pode-se ter relações de amizade e companheirismo por meio das redes sociais e de “grupos” com as pessoas que também estão na Igreja. Além disso, internet nos proporciona um conhecimento e um acesso à informação que pode ser partilhado na catequese: quando temos uma dúvida, não conhecemos um assunto ou queremos “comprovar” uma informação, vivenciar fatos e notícias: podemos pesquisar na rede, visitar sites e comparar informações. O catequista deve ser um mediador desse conhecimento e dessa informação.

Não só os pais, mas, os próprios catequistas precisam direcionar a criança a estabelecer uma “relação saudável” com seu dispositivo móvel.

Com relação às crianças mais novas, o uso do celular é mais restrito já que, quem o possui, normalmente não tem acesso às redes sociais (ou não deveria ter). Os pequenos podem assistir vídeos com historinhas e parábolas, joguinhos e se, os pais assim o permitirem (e controlarem) usar as redes sociais como contato com os amigos. Mas, veja bem, estes “contatos” precisam ser supervisionados sempre.
Mas, com os adolescentes a conversa é outra! O celular e as redes sociais são uma extensão da vida deles. É necessário interagir com o “mundo” deles: Conhecer jogos, aplicativos, músicas, ídolos e redes sociais que eles acessam e gostam, antes de fazer qualquer crítica ou proibição.

Assim, o catequista deve aproveitar justamente isso: a “sociabilidade” do celular e o contato mais estreito com adolescentes e jovens. Ter os catequizandos em seus “contatos” e como “amigos” nas redes é imprescindível. O contato via “whatsapp” por exemplo, é um excelente meio de se fazer um “pós” encontro e até mesmo um “extra” encontro, conversar sobre o que se viu e de que forma isso se aplica na vida cotidiana. Criar grupos para discussão, além dos tradicionais recados, é uma forma de interagir e praticar o “fé-vida”, objetivo também da catequese.

Evidentemente que cuidados precisam ter tomados. Com relação à presença das crianças nas redes, nos deparamos com duas realidades preocupantes: a imaturidade das crianças que não sabem que o que fazem na internet tem consequências na realidade física; e pais que não dão a devida importância ao mundo digital. Acham que é algo passageiro, da “moda”: não é! A internet veio para ficar e tornar-se cada vez mais uma interconexão com a realidade. As crianças precisam ser educadas para os perigos da rede: pessoas mal-intencionadas, o perigo do vício e a “fuga” daquilo que é preciso viver de modo “real” e físico. Pais precisam ter consciência de que, assim como no mundo “real” em que vivemos, eles precisam cuidar dos filhos no mundo digital também e, não raras vezes, trazê-los “de volta” ao mundo mais real, físico, ao cotidiano: alimentar-se, praticar atividades físicas, conversar “olho no olho”, brincar, se encontrar com os amigos (fisicamente), dar um abraço, um aperto de mão.


O que os pais (e os catequistas!) devem fazer, é não ficar alheios ao que os filhos fazem na internet. É preciso compartilhar conhecimento e informação e isso pode ser feito de forma diversificada: fotos no Instagram, vídeos, torpedos, mensagens formato Twitter, Facebook, Whatsapp, etc. A presença dos pais deve ser oportuna e segura. Sem imposição, mas, educando para o bem e para o que é bom, formando consciência crítica nos jovens. Pais precisam ser “contato” dos filhos nas redes sociais! Precisam ser “amigos” digitais dos filhos. Precisam estar à frente dos filhos nas questões tecnológicas, participando, se informando e vivendo junto com os filhos a experiência de “estar conectado à Internet”; e os filhos precisam ter limites e serem exaustivamente informados dos riscos e dos problemas que acontecem nesse mundo “paralelo”, o mundo digital. Assim com o no mundo “real”, existem perigos enormes no mundo digital.

Os catequistas precisam, assim como os pais, estar “antenados” nesse mundo midiático que está aí. Não dá para ficar alheio e “proibir” o uso do celular nos encontros. Guardar o celular em determinados momentos, precisa ser uma escolha e não uma imposição. O catequista precisa saber do que crianças, adolescentes e jovens gostam e o que fazem na rede. Não é preciso ser um “expert” em tecnologia, mas, é preciso, no mínimo ter um celular com acesso à rede... rsrsrsr. Pode-se integrar os temas dos encontros aos meios digitais: fazer pequenos vídeos, incentivar o uso dos buscadores para pesquisa, aplicativos religiosos: Bíblia, liturgia, oração, etc. Criar grupos no Facebook, Whatsapp, etc.
Outra coisa que o catequista precisa - de forma urgente eu diria – é se tornar um “catequista na rede”. Ser um exemplo para catequizandos e suas famílias, dar testemunho de sua missão, ser uma referência a seus contatos e a todas as pessoas que possa atingir com suas publicações. O catequista não pode ser “um” na Igreja e “outro” nas redes sociais. E precisa pensar também que o “mundo” digital, é um mundo para se catequizar e evangelizar. E não é só fazendo citações bíblicas ou publicando o Evangelho do dia, que se faz isso. É “vivendo” tudo que um cristão deve viver: tendo discernimento em seus comentários, publicando fotos do que faz e do que acredita, evitando compartilhar publicações pejorativas e de baixo nível, “sendo” o mesmo catequista que é na sala da catequese: um profeta do anúncio e da denúncia, mas, sem ferir a ninguém.

O que todos nós, que de alguma forma somos educadores - sejam catequistas, pais ou professores - precisamos nos dar conta é que, a rede não é um simples "instrumento" de comunicação que se pode usar. Ela evoluiu para o que podemos chamar de “mundo” paralelo, um espaço onde muitas pessoas habitam, um ambiente cultural que determina estilos de pensamento e cria novos territórios e novas formas de educação. E dessa forma precisamos buscar novas formas de estimular conhecimento e estreitar relações. Precisamos “habitar” esse mundo e também organizá-lo. Não é, portanto, um ambiente separado da vida “real”, mas, ao contrário, está sempre mais integrado e conectado com aquilo que vivemos na nossa vida cotidiana. Os jovens mostram que se pode viver perfeitamente estas duas realidades: física e digital. Precisamos aprender com eles. Precisamos aprender a ser missionários, solidários e evangelizadores, também, nos meios digitais.

Ângela Rocha
Catequista e Administradora do Grupo "Catequistas em Formação".

 “Os católicos precisam ser "cidadãos digitais”, construtivos ao usar a internet, que é um ‘dom de Deus’, para manifestar a solidariedade. A Internet pode oferecer mais possibilidades de reencontro e de solidariedade entre todos, o que é uma coisa boa. A Igreja deve empenhar-se para levar ao homem ferido, pela via digital, o óleo e o vinho: Que a nossa comunicação seja um óleo perfumado para a dor e um bom vinho para a alegria! ”


(Papa Francisco – 23/01/2014)

terça-feira, 22 de agosto de 2017

VAMOS LIMPAR NOSSAS REDES?

Hoje vamos falar de ação muito comum na internet, chamada HOAX...

Essa palavra é um termo em inglês que significa:
“trote”, "enganação", "embuste"... 
Na linguagem da informática, é uma mentira elaborada cujo objetivo é enganar pessoas.

Vejamos um exemplo:

"Diga a todos os contatos da sua lista de Messenger que você não aceita a solicitação de amizade da Fabrizio Brambilla. Ele tem uma foto com um cachorro. É um hacker e vinculou o sistema à sua conta do Facebook. Se um dos seus contatos o aceita, ele também será anexado a você, então, certifique-se de que todos os seus amigos o conheçam. Obrigado. Prossiga como recebido. Segure o dedo na mensagem. A parte inferior do centro dirá para frente. Clique no botão que clica nos nomes daqueles na sua lista e envie-o".

O QUE VOCÊS ACHAM DESTA MENSAGEM? RECEBERAM EM SEUS E-MAILS, CAIXAS DE MENSAGENS? REENVIARAM COMO FOI SOLICITADO?

Só eu, recebi OITO nos últimos dois dias... Se verdade ou mentira, é só buscar na própria internet usando um buscador como o Google. 

* No rodapé da página tem um endereço onde foi desvendado este "hoax".

Agora vou reproduzir um texto aqui para vocês que escrevi para o nosso grupo há um tempo atrás, mas, sempre é “novidade”...


VAMOS LIMPAR A INTERNET?

Eu confesso que sou uma internauta das mais fanáticas. A primeira coisa que faço todos os dias é ligar o computador, ler meus e-mails, as notificações do Facebook, olhar os blogs e navegar pelos sites de notícias e atualidades. Confesso que não sou muito fã de twitter e também de ler o Feed de notícias do Facebook.

Invariavelmente eu me aborreço e começo a me perguntar o que será da humanidade... Mas vá lá. São necessários para manter a rede de contatos em dia. Mas, estou evitando de me cadastrar em mais redes. Haja tempo pra isso!

Quanto ao e-mail, eu possuo um só endereço de e-mail já fazem mais de dez anos. Até tenho outros, que tive que fazer para entrar nesta ou naquela rede, mas uso muito pouco. Participo de Grupos na internet e mantenho uma lista de contatos bem extensa.
Mas mesmo sendo essa “fanática”, uma coisa que sempre me determinei a fazer, desde que me propus a entrar nesse mundo virtual, é não “encher o saco” dos outros. Com isso eu quero dizer:
  • não ficar repassando mensagens aos outros sem saber se elas têm utilidade ou não, se elas são informações confiáveis ou não;
  • não repassar correntes e orações e não mandar essas mensagens que só entulham nossas caixas de mensagens;
  • não enviar mensagens “floridas” de bom dia, boa tarde, boa noite;
  • não enviar “piadinhas” e vídeos que recebo aos milhares (que já recebi de um monte de gente).
Escrevo textos longos, é verdade, com opiniões e reflexões, mas procuro publicar onde sei que é do interesse das pessoas ler.

Quem dera dez por cento das pessoas que navegam na internet pensassem assim! Com certeza nossa “correspondência” seria bem menor e não perderíamos tanto tempo tentando descobrir se alguma coisa presta no meio de tanta coisa.

E tem algo que me aborrece demais na internet: são os HOAX! Essa palavra é um termo em inglês que significa na verdade um “trote”. Como aqueles de telefone. Segundo a Wikipédia (a enciclopédia livre da internet, que também nem sempre é confiável), a tradução literal da palavra é embuste ou farsa. Mas esse termo é usado para definir as histórias falsas recebidas por e-mail, sites de relacionamento, messenger, whatsapp e na internet de modo geral.

O conteúdo desses “hoax”, além das conhecidas correntes, consiste em apelos dramáticos falando de sequestros ou doenças, histórias melosas de cunho sentimental ou religioso, campanhas filantrópicas, denúncia de “hackers” maléficos que vão esculhambar seu perfil no Facebook ou, ainda, dos famosos vírus letais que ameaçam destruir, contaminar ou formatar seu computador.

Bom, o fato é que muita gente acredita nessas coisas, nesses “hoaxes” que circulam pela internet. E dá-lhe espalhar desgraça por aí! Existem alguns hoaxes que falam de pessoas pobres que precisam de cirurgias e que determinada empresa irá pagar tantos centavos para cada e-mail repassado. Este tipo de mensagens leva os menos informados a distribuir a mensagem pelo maior número de contatos e, a finalidade disso, é entupir os servidores. E agora eles atacam as redes sociais também. Há uma infinidade de mensagens no Facebook divulgando essa ou aquela coisa que na verdade não existe. E a quantidade de xingamentos ao governo e aos políticos, disfarçados de “expressão de opinião”, é uma coisa fantástica.

Sem contar que esse tipo de mensagem, pode ser utilizado por pessoas mal intencionadas que se utilizam dos endereços de e-mails e das listas de contato das redes sociais, para construir uma base de dados, e posterior venda ou envio de SPAM.

Um Hoax muito comum era o do fim imediato do MSN e do orkut, que o Messenger seria pago, reativar o Windows, fim da Internet, etc... Bom, o MSN e o Orkut se extinguiram, mas, não por “desgraça” ou “previsão”, e sim pela própria dinâmica da internet. Quem sabe quando acontecerá o mesmo com o Facebook? E o whatsapp? Esses Hoax são criados basicamente para "chamar atenção", e seu alvo são os usuários básicos. Portanto, o melhor a fazer, é apagar este tipo de mensagem e começar a quebrar a corrente do seu autor. Quando ao Facebook, é denunciar quando claramente for spam.

Nas redes sociais, mais especificamente o Facebook e os grupos (ferramenta que temos usado diariamente por aqui), a coisa está se tornando quase impossível de gerir de uns tempos para cá. As pessoas já não pedem adesão aos grupos por “afinidade” e sim porque ele parece que dá “status” e está no topo de uma lista. O mesmo se dá com os pedidos de amizade. E as publicações? Ó Deus! Simplesmente não passa pela cabeça de algumas pessoas que nem tudo é publicável num grupo, que está ali formado com um OBJETIVO, com pessoas que partilham dos mesmos interesses e que as publicações tem um fim específico. Em alguns dias entro no nosso grupo de FORMAÇÃO PARA CATEQUISTAS e parece que entrei numa feira de variedades... E as Republicações? Nossa! É espantoso como muitas pessoas fazem parte de um grupo e não leem o que o grupo publica. Só aquele vídeo do Youtube, com crianças falando sobre a Páscoa, foi publicado em nosso grupo mais de 20 vezes!

O que nos leva a precisar “moderar” diarimente as publicações. Já li críticas a este respeito! Que não devíamos fazer isso. Que temos que aceitar tudo, que estaremos evangelizando quem, porventura, entrou ali meio “perdido”, por engano. Que devemos ser acolhedores, etc. e etc...

Ora, me perdoem, mas, se num grupo de CATEQUISTAS tem pessoas que precisam ser “evangelizadas”, alguma coisa tá muito errada na nossa Igreja! Muita gente esquece que evangelização se dá em três etapas e que a CATEQUESE é a segunda delas; A primeira é o ANÚNCIO e CONVERSÃO; a terceira é o SEGUIMENTO. O catequista, aquele de verdade, já deveria ter tido e estar no SEGUIMENTO a Jesus 100%, e não estar ainda sendo convencido da coisa. Nosso grupo de catequistas pretende estar “formando” o catequista, fazendo “catequese”, trazendo aprofundamento ao ensino da fé e usamos uma linguagem que, quem não é catequista, não vai entender. Nós falamos de “realidade” e buscamos resposta a muitas questões.

Então, gostaria de fazer uma proposta. Algo que tem a ver com o apelo que o Papa e  nossos bispos têm feito sobre a comunicação na Igreja.

Evangelizem nas SUAS páginas, criem grupos DE evangelização. Muita gente se diz catequista e no seu perfil nem tem o nome da sua paróquia! Não se encontra qualquer menção religiosa lá! Que espécie de discípulo missionário eu sou se não uso os meios que tenho para exercer esse papel?

VAMOS USAR ESSE MEIO DE COMUNICAÇÃO PARA EVANGELIZAR! Ou melhor ainda, vamos considerar a internet UM MUNDO QUE PRECISA SER EVANGELIZADO. Vamos parar de enviar mensagens de procedência duvidosa, correntes de oração que prometem salvar nossa alma em troca de mais vinte reenvios. Vamos parar de enviar críticas a aquele ou este político, vamos parar de emitir opiniões QUE NÃO SÃO AS NOSSAS e nem tem qualquer fundamento, chega de mensagens em imagens e vídeos sem qualquer quê nem pra quê, piadinhas obcenas, enfim, vamos fazer deste, um mundo um pouco mais limpo?
Vamos usar nossa página no Facebook para fazer publicações interessantes, enaltecedores, trazer mensagens de Jesus e não um monte de bobagens? Vamos usar a NOSSA PÁGINA para publicarmos o que quisermos e não a dos outros? Vamos ser CATEQUISTAS NA internet? Vamos?

E vamos usar nosso grupo de FORMAÇÃO DE CATEQUISTAS para o objetivo que ele foi criado: FORMAÇÃO, PARTILHA, DISCUSSÃO, INTERAÇÃO... Mas, sempre sobre CATEQUESE e aquilo que interessa a ela. E LENDO o que está publicado diariamente. Só assim o grupo vai te servir, senão, ele será só mais uma coisa que te ocupa tempo.

 Ângela Rocha



*Fabrizio Brambilla é um hacker do Facebook? 

Desvende AQUI


terça-feira, 29 de abril de 2014

VAMOS LIMPAR A INTERNET?


Eu confesso que sou uma internauta das mais fanáticas. A primeira coisa que faço todos os dias é ligar o computador, ler meus e-mails, as notificações do Facebook, olhar os blogs e navegar pelos sites de notícias e atualidades. Confesso que não sou muito fã de twitter e também de ler o Feed de notícias do Facebook. Invariavelmente eu me aborreço e começo a me perguntar o que será da humanidade... Mas vá lá. São necessários para manter a rede de contatos em dia. Mas, estou evitando de me cadastrar em mais redes. Haja tempo pra isso!

Quanto ao e-mail, eu possuo um só endereço de e-mail já fazem mais de dez anos. Até tenho outros, que tive que fazer para entrar nesta ou naquela rede, mas uso muito pouco. Participo de Grupos na internet e mantenho uma lista de contatos bem extensa.

Mas mesmo sendo essa “fanática”, uma coisa que sempre me determinei a fazer, desde que me propus a entrar nesse mundo virtual, é não “encher o saco” dos outros. Com isso eu quero dizer: não ficar repassando mensagens aos outros sem saber se elas têm utilidade ou não, se elas são informações confiáveis ou não; não repassar correntes e orações e não mandar essas mensagens que só entulham nossas caixas de e-mail. Escrevo textos longos, é verdade, com opiniões e reflexões, mas procuro publicar onde sei que é do interesse das pessoas ler.

Quem dera dez por cento das pessoas que navegam na internet pensassem assim! Com certeza nossa “correspondência” seria bem menor e não perderíamos tanto tempo tentando descobrir se alguma coisa presta no meio de tanta coisa.

E tem algo que me aborrece demais na internet: são os HOAX! Essa palavra é um termo em inglês que significa na verdade um “trote”. Como aqueles de telefone. Segundo a Wikipédia (a enciclopédia livre da internet, que também nem sempre é confiável), a tradução literal da palavra é embuste ou farsa. Mas esse termo é usado para definir as histórias falsas recebidas por e-mail, sites de relacionamento e na internet de modo geral. O conteúdo desses “hoax”, além das conhecidas correntes, consiste em apelos dramáticos falando de sequestros ou doenças, histórias melosas de cunho sentimental ou religioso, campanhas filantrópicas ou, ainda, dos famosos vírus letais que ameaçam destruir, contaminar ou formatar seu computador.

Bom, o fato é que muita gente acredita nessas coisas, nesses “hoaxes” que circulam pela internet. E dá-lhe espalhar desgraça por aí! Existem alguns hoaxes que falam de pessoas pobres que precisam de cirurgias e que determinada empresa irá pagar tantos centavos para cada e-mail repassado. Este tipo de mensagens leva os menos informados a distribuir o e-mail pelo maior número de contatos e, a finalidade disso, é entupir os servidores. E agora eles atacam as redes sociais também. Há uma infinidade de mensagens no Facebook divulgando essa ou aquela coisa que na verdade não existe. E a quantidade de xingamentos ao governo e aos políticos, disfarçados de “expressão de opinião”, é uma coisa fantástica.

Sem contar que esse tipo de mensagem, pode ser utilizado por pessoas mal intencionadas que se utilizam dos endereços de e-mails e das listas de contato das redes sociais, para construir uma base de dados, e posterior venda ou envio de SPAM. Um Hoax muito comum era o do fim imediato do MSN e do orkut, que o Messenger seria pago, reativar o Windows, fim da Internet, etc... Bom, o MSN e o Orkut praticamente se extinguiram, mas, não por “desgraça” ou “previsão”, e sim pela própria dinâmica da internet. Quem sabe quando acontecerá o mesmo com o Facebook? Esses Hoax são criados basicamente para "chamar atenção", e seu alvo são os usuários básicos. Portanto, o melhor a fazer, é apagar este tipo de e-mails e começar a quebrar a corrente do seu autor. Quando ao Facebook, é denunciar quando, claramente, for spam.

Nas redes sociais, mais especificamente o Facebook e os grupos (ferramenta que temos usado diariamente por aqui), a coisa está se tornando quase impossível de gerir de uns tempos para cá. As pessoas já não pedem adesão aos grupos por “afinidade” e sim porque ele parece que dá “status” e está no topo de uma lista. O mesmo se dá com os pedidos de amizade. E as publicações? Ó Deus! Simplesmente não passa pela cabeça de algumas pessoas que nem tudo é publicável num grupo, que está ali formado com um OBJETIVO, com pessoas que partilham dos mesmos interesses e que as publicações tem um fim específico. Em alguns dias entro no nosso grupo de FORMAÇÃO PARA CATEQUISTAS e parece que entrei numa feira de variedades... E as Republicações? Nossa! É espantoso como muitas pessoas fazem parte de um grupo e não leem o que o grupo publica. Só aquele vídeo do Youtube, com crianças falando sobre a Páscoa, foi publicado em nosso grupo mais de 20 vezes!

O que me faz pensar (e agora ter certeza), é que quantidade não é qualidade! Isso pelo número de pessoas que está em nosso grupo hoje: 3.254. E deste número espantoso, apesar de nossos apelos, apenas 622 se cadastraram para nos dizer se existem mesmo, onde estão e o que estão fazendo de verdade. Hoje temos mais de 140 pedidos de adesão “pendurados”, esperando que as pessoas se identifiquem. Nossa intenção é “cortar” quem não se identificar no prazo de três meses. Tanto os novos quanto quem já está no grupo.

E já li críticas a este respeito! Que não devíamos fazer isso. Que temos que aceitar todos, que estaremos evangelizando quem, porventura, entrou ali meio “perdido”, por engano. Que devemos ser acolhedores, etc. e etc.... Ora, me perdoem, mas, se num grupo de CATEQUISTAS tem pessoas que precisam ser “evangelizadas”, alguma coisa tá muito errada na nossa Igreja! Muita gente esquece que evangelização se dá em três etapas e que a catequese é a segunda delas. A primeira, ou seja, ANÚNCIO e CONVERSÃO, o catequista, aquele de verdade, já deveria ter tido e estar no SEGUIMENTO a Jesus 100%... e não estar ainda sendo convencido da coisa. Nosso grupo de catequistas pretende estar “formando” o catequista, fazendo “catequese”, trazendo aprofundamento ao ensino da fé e usamos uma linguagem que, quem não é catequista, não vai entender. Nós falamos de “realidade” e buscamos resposta a muitas questões.

Então, gostaria de fazer uma proposta. Algo que tem a ver com o apelo que o Papa e  nossos bispos têm feito sobre a comunicação na Igreja.

Evangelizem nas SUAS páginas, criem grupos DE evangelização. Muita gente se diz catequista e no seu perfil nem tem o nome da sua paróquia! Não se encontra qualquer menção religiosa lá! Que espécie de discípulo missionário eu sou se não uso os meios que tenho para exercer esse papel?

VAMOS USAR ESSE MEIO DE COMUNICAÇÃO PARA EVANGELIZAR! Ou melhor ainda, vamos considerar a internet UM MUNDO QUE PRECISA SER EVANGELIZADO. Vamos parar de enviar mensagens de procedência duvidosa, correntes de oração que prometem salvar nossa alma em troca de mais vinte e-mails, vamos parar de enviar críticas a aquele ou este político, vamos parar de emitir opiniões QUE NÃO SÃO AS NOSSAS e nem tem qualquer fundamento, chega de mensagens em PowerPoint sem qualquer quê nem pra quê, piadinhas obcenas, enfim, vamos fazer deste, um mundo um pouco mais limpo? Vamos usar nossa página no Facebook para fazer publicações interessantes, enaltecedores, trazer mensagens de Jesus e não um monte de bobagens? Vamos usar a NOSSA PÁGINA para publicarmos o que quisermos e não a dos outros? Vamos ser CATEQUISTAS NA internet? Vamos?

E vamos usar nosso grupo de FORMAÇÃO DE CATEQUISTAS para o objetivo que ele foi criado: FORMAÇÃO, PARTILHA, DISCUSSÃO, INTERAÇÃO... Mas, sempre sobre CATEQUESE e aquilo que interessa a ela. E LENDO o que está publicado diariamente. Só assim o grupo vai te servir, senão, ele será só mais uma coisa que te ocupa tempo.

Ângela Rocha
Catequista Amadora