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quinta-feira, 26 de julho de 2018

CATEQUESE E MISSÃO

 

Pois é, este ano, não conseguimos fazer acontecer o Projeto CARTINHAS MISSIONÁRIAS. A vontade era grande, mas, com poucas pessoas na administração e com os seis primeiros meses do ano com muitos problemas para resolver, eu e a Jin Hee Kim, não pudemos nos organizar.

Mas, a Nilva aqueceu o nosso coração agora em julho, quando tornou realidade o projeto na sua paróquia em Maringá Pr. Na verdade, com essa ideia iluminada, relembrou e ressuscitou a origem do projeto, quando comecei a me corresponder com a nossa “paróquia-irmã” na Amazônia.


Testemunho da Nilva Mazzer:


“IDE por todo o MUNDO e pregai o EVANGELHO a TODA criatura”.

Obedientes a essa palavra, nossa Paróquia São José Operário de Maringá no Paraná, foi em missão ao Amazonas, na cidade de Apuí. Foram 22 pessoas, sendo três delas catequistas.

Percebendo a grandeza desse projeto nossa catequese resolveu participar ativamente. Como? Mobilizando todos nossos catequistas e catequizandos a ir nessa missão de alguma forma. Então, pensamos em arrecadar doações entre eles, para ser enviada para a Paróquia de lá, e com isso trabalhamos com nossas crianças o “olhar” que temos que ter para com os nossos irmãos, a partilha de nossos bens, a oração que podemos fazer pelo outro etc... Para reforçar nosso projeto pedimos a colaboração de nosso Pároco Renato Quezini, para gravar um vídeo explicando tudo. Ele fez e deu a maior força.

E, para completar esse lindo gesto tivemos a ideia de fazer as CARTINHAS MISSIONÁRIAS! Ah! Como foi prazeroso isso: ver o entusiasmo, o capricho e o amor de nossos catequistas e catequizandos com esse trabalho. A adesão foi tão intensa que conseguimos um total de aproximadamente 400 cartinhas e R$ 2.052,00 reais que serão entregue para o Pároco de lá, isso só da catequese! Tenho certeza que com esse gesto faremos muitas crianças felizes. E nossas crianças tiveram uma catequese na prática do que é uma MISSÃO.

Tudo começou com a proposta aos catequistas:
Olá pessoal, temos mais uma proposta para esses dias! SIM, nossa catequese é dinâmica e fazemos várias coisas ao mesmo tempo... rsrsrs. Como sabem nossa Paróquia sairá em missão agora no início de julho para o Amazonas. Para isso pensamos em trabalhar esse olhar para o próximo, com nossos catequizandos, já que não podem ir pessoalmente para a missão, podem colaborar com as pessoas que vão. O Padre Renato fez um vídeo para nós explicando tudo direitinho, ok? Contamos com o seu empenho catequista, juntos podemos fazer uma Comunidade carente mais feliz! Ahh! Pensei também das crianças escreverem cartinhas para as crianças de lá o que acham?

Depois, cada catequista mostrou o vídeo em sua turma e incentivou as crianças e adolescentes a escrever cartinhas para as crianças de lá. E que coisa bonita! Que mimo, capricho! Nossos catequizandos, não só aderiram aderiram a ideia, como amaram torná-la realidade.

Nilva Mazzer – Coordenadora
Paróquia São José Operário - Maringá - Pr.


Equipe Missionária da Paróquia

Cartinhas na catequese





















VÍDEO ANIMANDO A CATEQUESE:




E é isso gente! Coisa linda de se ver o que a Paróquia São José Operário de Maringá fez. 

Parabéns Pe. Renato Quezini, parabéns Nilva e todos os catequistas da paróquia, parabéns aos catequizandos e missionários que "colocaram o pé na estrada". Agora, aguardamos como foi a "resposta" das crianças de Apuí no Amazonas, quando retornarem das férias!


Ângela Rocha
Catequistas em Formação









quarta-feira, 16 de maio de 2018

QUAL É A SUA MISSÃO E SEU PROPÓSITO?



Desde ontem estou aqui me debatendo com um assunto deveras preocupante: Um amigo me pediu sugestões de formação para que conseguisse tocar numa "ferida" bem aberta nossa: a falta de comprometimento e engajamento de muitos catequistas com a missão. E isso vem de encontro a missão e propósito. Que nada mais são do que o que quero fazer e como vou fazer para chegar onde quero.

E acho que nem preciso me aprofundar muito no que seria isso: o catequista não engajado e não comprometido é aquele que está lá, na catequese. “LÁ” mesmo: na sala. Sair, nem pensar! Está só na hora do encontro e quando muito, na missa do final de semana (fica feio não ir!). Além disso ele está acima da necessidade de formação e de comparecer em reuniões: sabe tudo! E não precisa saber de recado nenhum e nem planejamento nenhum, porque é ele com ele mesmo e só.

Como sei disso? Ora, o que acham do grupo de catequistas que gerimos no Facebook com mais de 3.500 pessoas, todas envolvidas diretamente na catequese, cujos participantes ativos, "ativos" mesmo, que curtem, comentam, aparecem, questionam, discutem... não passam de 200? Toda semana recebemos de 100 a 150 pedidos... E tem gente que faz parte de mais de 200 outros grupos!!! Bom, nem preciso dizer que estes nem são notificados de que precisam preencher um cadastro. É pura e completa perda de tempo e energia. Para estes, os grupos de catequese na internet são "páginas amarelas" onde se busca roteiro de encontro. De preferência descrito em suas minúcias e com molde e desenho até da disposição das cadeiras no encontro.

Enfim... O que será que poderíamos fazer e falar para estes catequistas? Isso se eles fossem numa formação...

Pela minha experiência de palestras por aí eu diria que "falar", palestrar ou discorrer um tema, seja ele qual for; é perder o verbo, o substantivo, o pronome e tudo que diga respeito a linguagem. Quando a pessoa que nos escuta NÃO ESTÁ CONVERTIDA, pode se falar à vontade! Entrará por um ouvido e sairá pelo outro.

COMO??? Tem catequista não convertido?? Isso mesmo gente! Existem as pencas! Não temos “católicos de ocasião” de punhado? Podem acreditar que temos catequistas também! As (os) coordenadoras (es) vão ratificar isso, tenho certeza. Algumas pessoas se engajam numa religião por questões puramente "sociais". A Igreja meio que vira um lugar onde o "pessoal frequenta". E participar de uma pastoral se transformar numa forma de aparecer à sociedade.

É como frequentar um clube. É meio chato não ir ao clube com as amigas ou amigos, não é? Ah! E tem no meu grupo de amigas, algumas que se reúnem toda semana para jogar canastra (buraco, pontinho, tênis, sei lá...). Não posso deixar de participar disso também! E como é um "clube", que frequento socialmente, se aparecer um passeio mais interessante ou uma viagem para o dia do jogo, posso muito bem cancelar o desta semana, não posso?
Nada ver com o encontro semana de catequese, né?

E assim, meus queridos, nos aparecem catequistas às vezes. Cujo entendimento da catequese é esse: um evento social onde compareço porque fica "bem para minha imagem" e não vou se meu "horário do salão" coincide com ele. Estes são os (as) não engajados e não comprometidos.

Devemos excluir de vez estes catequistas? Claro que não! Alguma formação eles (elas) têm, algum preceito católico, mesmo que seja lá no fundo, estas pessoas possuem. Falta "provocar" isso, trazer para fora. Mostrar que há um mundo "novo" a se conhecer. São pessoas para s "evangelizar"!

Vamos a solução! Qual? Vamos fazer INICIAÇÃO CRISTÃ com nossos catequistas não comprometidos. Simples, muito simples! Vamos mostrar que existe uma "pessoa" que está doida para encontrá-la: JESUS! E para trabalhar pela "causa do Reino", é preciso conhecer o "Rei". Como se faz isso? Isso vamos deixar para a próxima...

Se não fosse tão complicado. "Justo quando tenho aniversário da prima do cunhado da minha irmã para ir!?"

E tem outra questão mais grave ainda: Quando são os líderes que não são comprometidos! E por líderes, me refiro aos coordenadores (as) e padres. Aí é complicado. Catequistas engajados e comprometidos veem seus esforços podados antes mesmo de brotar. E o catequista quer fazer e acontecer e são os líderes que não querem nada, são os coordenadores e padres que não animam.

Mas, por que EU não posso liderar? Em minha opinião, qualquer pessoa pode ser um líder. Claro que algumas já nascem com esse dom e essa característica em suas personalidades, mas, isso também pode ser construído. Se eu vejo que alguma coisa pode ser mudada e eu sei como mudar, por que não posso tomar a iniciativa e "provocar" essa mudança? Um líder não precisa estar num “cargo” para ser "líder" e influenciar as pessoas. Uma das características da liderança é saber “convencer”, além de ser, é claro, o que se faz na evangelização.

Em minha trajetória na catequese, já estive em várias paróquias e dioceses. Em algumas, minha capacidade de “convencimento” não foi lá muito bem e confesso que não tive sucesso. Tudo isso porque eu não me contentei em "aceitar" as coisas como elas são quando estão ERRADAS. Eu cobro, eu luto, eu brigo para mudar as coisas... e se não consigo, sigo o conselho que Jesus deu aos seus discípulos quando os mandou sair a evangelizar: Quando não querem mesmo me ouvir, bato o pó das sandálias e parto para outro lugar. Existem muitos lugares que precisam de catequistas, que precisam de evangelizadores. E evangelizar não é "sofrer" e "padecer". Evangelizar é ser feliz. Não abracei esta missão para ser crucificada; Jesus já fez isso por mim, para que eu tivesse liberdade de sair pelo mundo espalhando a sua Palavra. Ninguém aguenta ser catequista e viver eternamente contrariada, triste, frustrada... A gente vai servir para se completar, não para se diminuir. E também não concordo com aquilo de que estou lá "para Jesus"... Eu estou lá para as pessoas! Jesus quer que eu mude AS PESSOAS e se as pessoas não me querem e não me escutam, tem quem me quer e quem vai me escutar, com certeza!

Ângela Rocha
Catequista em Formação



segunda-feira, 2 de outubro de 2017

VAMOS FAZER MISSÃO ONLINE?

OUTUBRO: MÊS DE MISSÃO

Outubro é tempo de missões. E está bem mais fácil “missionar” agora. Temos em nossas mãos uma ferramenta poderosa: as redes sociais da Internet, acessíveis hoje, também, pelos dispositivos móveis. Nem é preciso levantar da cadeira, basta agilidade nos dedos e um conhecimento básico de tecnologia.


As redes sociais dominam o mundo. Hoje, pode-se lançar uma ideia ou uma causa, e em segundos, o mundo inteiro toma conhecimento. Pessoas se encontram e utilizam cada vez mais as redes para contato. Está cada vez mais fácil, unir pessoas em torno de um mesmo objetivo ou um ideal, seja ele qual for. Quer meio melhor de evangelizar?

São inúmeras as formas de dar voz à nossa causa, basta que busquemos a melhor maneira de colocar a evangelização virtual em ação. O mundo online é formado por um público que está preparado para replicar e multiplicar vozes. Nas diversas redes sociais se conversa de igual para igual, sem hierarquia e sem censura. O poder da informação está na internet. Lá, tudo é comunitário. Então, porque nossa Igreja ainda não infestou a rede levando a voz do Cristo Pacificador? Porque, nós, catequistas, ainda não estamos fazendo Ecoar, com toda a nossa força, a Palavra neste meio tão poderoso?

A Rede Social é uma das formas de representação de “relacionamento” afetivo entre os seres humanos. Então, nada mais lógico que a Igreja esteja lá. Ela é responsável pelo compartilhamento de ideias e interesses que movimentam o planeta. Valores também são compartilhados. Um grupo é composto por indivíduos que possuem identidades semelhantes e buscam, em seus relacionamentos, amizade e partilha.

Mas para que serve tantas plataformas de informação? O que são GoogleBlog, Youtube, Facebook, Twitter, Myspace, whatsapp... e tantos outros nomes? Como utilizar essas ferramentas em prol de uma grande mobilização ou de uma grande “Missão” virtual? O Missionário de nossa Igreja deve informa-se, integrar-se nas diversas redes, adicionar contatos, criar blogs, grupos, páginas, compartilhar e divulgar ideias, trazer pessoas para o nosso lado, Evangelizar!

Se analisarmos bem, a tecnologia proporcionada pela internet é algo sonhado pelo próprio Cristo: A interação total e completa de toda a humanidade! Se há o mal também na rede, esse é o mal existente dentro de cada ser humano.Nada que um "bom combate" não resolva. Vamos a ele!


Ângela Rocha

sexta-feira, 26 de maio de 2017

VISITAS ÀS FAMÍLIA OU CATEQUESE “EM CASA”


A visita às famílias dos nossos catequizandos, é uma ação missionária nossa. E, nestes tempos, onde nossas famílias estão tão alheias à catequese dos seus filhos, é quase uma “meta” em nosso planejamento. A catequese “só” com as crianças, já não atinge mais o objetivo de completar a catequese feita pela família. Pelo simples fato de que a família já não é mais “catequizadora”. Mas, como fazer estas visitas nos dias de hoje? Não raras vezes, batem à porta nas nossas caras! É o “medo” do envolvimento, a falta de segurança, a falta de tempo e a falta de vontade mesmo.

Tenho visitado a casa dos meus catequizandos, desde que comecei a atuar na catequese. Mas, essa visita, precisa de uma certa "estratégia" da nossa parte. Simplesmente ligar para uma família e dizer "olha, sou catequista do seu ou sua filho (a) e gostaria de te fazer uma visita", realmente é complicado. As pessoas estão "desconfiadas" por natureza e - não vamos ser hipócritas - elas têm medo de que a gente seja mais uma "testemunha de jeová" batendo à sua porta para fazer “pregação” ou, pior ainda, admoesta-los a respeito da formação religiosa de seus filhos. É preciso primeiro "conquistar" a confiança e a amizade deles. Mas, como? Se há pais que nunca aparecem na catequese ou na Igreja? É no dia da inscrição e nunca mais.

Como fazer? Como quebrar esta barreira?

Esta visita não precisa ser algo “formal” e feita só por você. Podemos "levar junto" nestas visitas, as próprias crianças/jovens da turma. Claro que se você tiver uma turma enorme, fica complicado. Precisa aí planejar encontros em locais diferenciados para envolver as famílias. Por isso, o ideal é sempre ter no máximo 12 catequizandos. Se o número for maior, é praticamente impossível conhecer a família de todos. A catequese precisa ser “personalizada” e não de “baciada”.

Comece então, abrindo a sua própria casa. A primeira visita sempre precisa ser uma iniciativa da nossa parte. Um convite para a turma vir à sua casa, conhecer a sua família. Para um "encontro" com os catequizandos mesmo! Que pode ser no horário normal ou num final de semana, num horário mais “light”, em que os pais possam participar se sentirem vontade. Um convite para um lanche, um almoço até, assistir um filme... tudo bem organizado antes com os pais, que levam e buscam seus filhos. Organize caronas, faça caminhadas se há segurança para as crianças.

Depois vem outro convite: "Vamos fazer encontro na casa de vocês, também?". Convide-se para fazer o encontro na casa dos seus catequizandos. Sonde. Converse com os pais no grupo do Whatsapp ou Facebook a respeito, telefone. Veja a agenda deles. Pode ser que nem todos possam, mas vá onde for acolhido (a) e for possível.

Obviamente que já tive "nãos" bem redondos dos pais. Assim como tive mãe que saiu para deixar a gente "mais à vontade" e, de quebra, deixou o filhinho pequeno para a irmã/catequizanda cuidar. Também já tive reclamação de outros catequistas ao pároco, porque eu estava "inventando moda". Já tive "proibição" de coordenadora. Assim como já tive reclamação de pais (agentes de pastoral como eu), diretamente ao pároco, alegando que eu estava "tirando" as crianças da paróquia; pais reclamando que o encontro estava demorando muito...

Mas, tive também experiências maravilhosas de ACOLHIDA. Alegria da família por estar recebendo a visita da “Igreja” em suas casas; famílias inteiras participando do encontro, avós - até padrinhos e madrinhas! -; testemunhos emocionados de pais sobre esta visita; e, sobretudo, uma maior INTERAÇÃO e fortalecimento da amizade entre os catequizandos. Encontramo-nos tão pouco! É só uma vez por semana. Conhecer o lar de cada um, aproxima, traz pertença, confiança, aumenta nosso tempo juntos.

Mesmo usando temas do seu roteiro, faça encontros “leves”, lúdicos, brinque com as crianças/jovens do que eles gostam de brincar. Dê tempo a eles para ficarem a sós enquanto você conversa com a família. Incentive que mostrem sua casa aos amigos. Leve água benta e abençoe a casa da família. Faça uma oração com todos. APROXIME-SE!

E nunca leve um “não” como resposta final. Às vezes, parece até desanimador, mas, eu sempre "bati nas portas", quem abriu, eu entrei. E vou continuar batendo!

Ângela Rocha
Equipe Catequistas em Formação















segunda-feira, 17 de outubro de 2016

EU SOU MISSIONÁRIA? VOCÊ É?


A MISSÃO DA IGREJA

Fomos chamados para o anúncio do Evangelho, sinal de que aceitamos por a nossa vida nisso. Aceitamos esta MISSÃO!

E esse anúncio do Evangelho, nós fazemos como IGREJA!

Mas, uma Igreja em permanente descoberta de si mesma, feita de Comunidades que nunca chegam a ser perfeitas, mas, também nunca se dão por acabadas. O Evangelho gera Igreja, a Boa Notícia gera Comunhão entre Pessoas! 

E acredito na beleza da MISSÃO da Igreja no mundo, porque a energia do Evangelho gera dinamismos de Comunhão e Encontro que ajudam pessoas concretas a serem mais felizes e a possibilitarem essas descobertas a outros também.  Acredito que o Espírito Santo, conduz a Igreja, que Ele é a própria fonte do dinamismo da Comunhão e do Encontro provocados pelo Evangelho.

Acredito que a Igreja de Jesus tem uma missão importante na história do meu mundo.

A missão de continuar o messianismo profético e libertador do Mestre de Nazaré, fazendo-se serva do Espírito e instrumento autêntico da Palavra de Deus que coincide com a plena realização do Ser Humano em Alegria, Liberdade e Felicidade.

A missão de dar uma Consciência Teológica à história humana, isto é, que ela se faça à luz da Fé, propondo sempre critérios humanizantes que orientem as nossas conquistas e descobertas na direção da Esperança e do Amor.

A missão de criar Comunidades de Irmãos em torno do Evangelho de Jesus de modo a fazer acontecer no mundo Frentes de Fraternidade que enfrentem as Frentes de Iniquidade sob as quais muitas pessoas se veem despidas da sua dignidade e direitos fundamentais.

A missão de testemunhar a Ressurreição de Jesus como Vitória do Bem sobre o Mal e da Verdade sobre a Injustiça e, deste modo, comprometer-se radicalmente com a construção deste Bem e desta Verdade.

A missão de anunciar o Reino de Deus como projeto em marcha de uma Humanidade Nova, reconciliada e renovada no seu íntimo, assumindo por isso com ousadia a denúncia de todos os Anti-Reinos que estruturam o mal e a opressão de tantos homens e mulheres a quem amamos como irmãos.

A missão de pôr em causa todas as lógicas opressoras e desumanizantes das sociedades e das culturas, e não apenas curar as feridas e compor o estômago dos magoados e famintos que elas causam.

A missão de apontar um Sentido para a Vida que ultrapasse todas as fronteiras, sobretudo as fronteiras do egoísmo, dos preconceitos e, por fim, a fronteira da morte.

A missão de propor a experiência da Fé como acontecimento libertador do Coração humano que se deixa encontrar pela ação do Espírito de Deus em nós e nos conduz a maravilhas que jamais imaginaríamos, nos faz derrotar montanhas que antes não enfrentaríamos e nos faz arriscar caminhos que antes temíamos.

A missão de despertar permanentemente a Humanidade para a urgência de Construir a Vida com a Sabedoria e a Esperança que Jesus revelou ousadamente nas Bem-Aventuranças.

A missão de celebrar a Vida nos seus diferentes ritmos e acontecimentos como momentos privilegiados para experimentarmos a Ternura de Deus e o Sentido que a Sua Palavra confere à nossa história.

A missão de se sentar assiduamente aos pés do Mestre para beber dos seus lábios os segredos da Fidelidade que torna possível realizar tudo isto…

E ao descrever tudo isto, fico com a clara sensação que estou comprometendo apenas a mim mesma em cada palavra!

Porque o que digo da missão da Igreja e para a missão da Igreja, digo de mim e para mim, antes de dizer ao outro! Antes de dizer a você...

Porque eu sou IGREJA, eu sou CATEQUISTA, eu sou MISSIONÁRIA, você é?

Receba então a sua CRUZ, e coloque nela, seu NOME...

Mas saiba que mesmo sendo ela uma cruz, por vezes até pesada demais para nossos ombros, junto dela vem a alegria, a realização de pertencer ao Projeto do Reino de Deus, então ela é doce também e a carregamos com Fé, Esperança e Amor!



Ângela Rocha
Catequista

(Adaptação de Texto Pe. Rui Santiago, cssr)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

COMO LER A BÍBLIA? EXPLICAÇÃO EM 57 SEGUNDOS...


Outro dia em nosso grupo de discussão no Facebook, um dos membros perguntou se tínhamos um "Plano de Leitura" da Bíblia para partilhar.

E eu fiquei a pensar, que "plano" seria esse... A primeira vista me surpreendi. Já que, teoricamente, os catequistas precisam ter um bom domínio dela (Bíblia), tendo a lido não uma vez , mas, uma dúzia de vezes no mínimo.

Mas, mesmo os catequistas precisam de conhecimento, precisam saber. Como se lê a bíblia? Por onde começar?

E não é uma resposta fácil. A Dinha nos apresentou o Plano de Leitura do Pe. Jonas Abib, mas, ainda não satisfeita fui buscar outros. E, assim, meio sem querer, encontro um tesouro!

Um tesouro que me trouxe lágrimas ao olhos. Um tesouro que veio da China, onde o cristianismo ainda vive no submundo, clandestina, reunida em igrejas domésticas, escondida do regime de governo. As coisas não são fáceis por lá. Muitos missionários se "perdem", não se sabe deles, se estão vivos ou mortos. Os muros ainda estão nos impedindo de entrar por lá.

Mas, algumas vezes temos notícias que são alento para nós. De vez em quando chega por lá, através de diversos movimentos cristãos e às escondidas, uma remessa de bíblias. E é indescritível a reação das pessoas que as recebem. 

E isso podemos ver neste vídeo: A chegada de bíblias em duas malas a uma igreja clandestina. Um momento que revi diversas vezes, sem conseguir evitar lágrimas. Não é preciso entender mandarim. Percebe-se perfeitamente o que estão nos comunicando. E é MUITO!

Se a pergunta é: "Como se lê a bíblia?" A resposta está aqui, neste vídeo. Estes chineses tem a melhor resposta de todas. É assim... em 57 segundos.






E este é um vídeo que não podemos deixar de mostrar aos nossos catequizandos, por vezes tão indiferentes e desinteressados da Palavra de Deus.