domingo, 22 de janeiro de 2017

20.000 CURTIDAS NO FACEBOOK: COM A GRAÇA DE DEUS!

REDES SOCIAIS NA INTERNET : Um novo modelo de relacionamento!   


Há algum tempo atrás só conseguíamos fazer amigos se nos encontrássemos fisicamente com alguém. Mas, isso mudou com a tecnologia web e as inúmeras formas de contato via internet.

Hoje podemos ter amigos no mundo inteiro, falar com esses amigos e vê-los em tempo real através de uma webcam, enviar fotos, vídeos, enfim. Mas há quem diga que essas amizades são efêmeras e duram o tempo de uma nova atualização do software. A cada segundo tudo se renova no mundo da internet e o chamado “ciberespaço” se expande e muda a cada instante. E assim mudam os interesses e multiplicam-se as “amizades”. Dizer que relacionamentos assim são menos verdadeiros que aqueles que fazemos no nosso dia-a-dia é, no mínimo, presunção. Pois muitos relacionamentos originados na internet transformam-se em contato físico e em “presença”. Quantos destes relacionamentos sobrevivem, não podemos precisar, mas sabe-se que até casamentos começaram assim.  

Fato é que, a internet deixou de ser uma “ferramenta” de comunicação e passou a ser um “universo” a parte em nossos relacionamentos. Podemos claramente dizer que temos uma “outra vida”, além daquela comumente vivida no cotidiano do trabalho, escola, família e amigos. Temos nossos perfis nas redes sociais, nossos contatos no Messenger, Whatsapp, Twitter, Instagram... isso para não falar de outras redes. São muitos amigos virtuais para conversar e interagir. E esses amigos passaram a fazer parte de nossas vidas, tanto quanto aqueles que conhecemos nossa vida toda. Às vezes de uma maneira mais intensa até.

Talvez isso seja mais fácil, porque podemos derramar livremente nossos sentimentos quando não temos que nos deparar com os olhos reprovadores da outra pessoa. È mais fácil confessar nossas falhas e nossos limites sem a presença física de alguém que, certamente, teria algo a dizer. Dá para conceber monólogos de páginas inteiras sem qualquer intervenção em sua fala. Dá para deletar frases que não queremos na verdade dizer... Assim como dá para “apagar” o amigo, quando ele não se faz mais necessário ou se descobrimos nele, algo que nos desagrada.

Estranho dizer isso depois de afirmar que amizades na internet podem ser mais intensas? Não. Acredito que não. Assim como é fácil fazer amizade na internet, é mais fácil ainda, “desfazê-la”. Dificilmente nos encontraremos “por acaso” no ciberespaço e ensaiaremos uma conversa constrangedora. Esse é o novo modelo de amigo. Que de uma relação estreitamente cultivada pode passar a uma ignorância total de existência. Basta que se perca o contato, que se apague o e-mail ou bloqueie o contato nos serviços mensageiros. Acaba-se aí um relacionamento sem cobranças ou encontros embaraçosos. Simples assim.


Mas, quando de trata de “relacionamentos” com “afinidades”, já não é tão "simples" assim de acabar. 

Um exemplo são os Grupos formados nas redes (aqui estamos falando do Facebook), com pessoas que possuem os mesmos objetivos e comungam da mesma “Missão”, estes, são muito mais duradouros e cada dia agregam mais pessoas. Um exemplo é o “CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO”. Criado a princípio para partilha de informação e conteúdo de catequese da Igreja Católica, hoje ele é muito mais que isso, é um canal de interação e ENCONTRO de pessoas.

Não é qualquer grupo da internet que consegue um número expressivo de pessoas “cadastradas”, ou seja, com informações pessoais sobre sua ação pastoral na Igreja Católica. Hoje são 2.738 catequistas cadastrados no grupo, atuando na Igreja Católica, direta ou indiretamente, na pastoral catequética. E estes catequistas fazem com que numa página pública (Fanpage), as publicações cheguem aos alcance semanal de mais de 50 mil pessoas. Não é a toa que, com três anos de existência, a página tenha alcançado no nº de 20.000 SEGUIDORES (Curtidas).

Também é notório citar o BLOG dos “Catequistas em Formação”, que está com quase 2 MILHÕES de visualizações em seus cinco anos de atuação na Web.

Por isso, agradeço aqui por todos os “cliques” que recebemos aos longo dos nossos SEIS ANOS de existência na Rede Mundial de Computadores; seja no Facebook – grupo ou página - no Twitter ou no Blog. Da mesma forma agradeço a Deus pelo espírito evangelizador que mora no coração de cada EVANGELIZADOR deste grupo, a quem chamo também de AMIGOS. E amigos REAIS!

Da mesma forma, agradeço a todos os ADMINISTRADORES: aqueles que já passaram por aqui como colaboradores na Administração do Grupo; aqueles(as) que comprometidos com a missão, estão conosco hoje; e abraço a cada um que, com despojamento e comprometimento, venha a se oferecer para ajudar de alguma forma. Precisamos sempre de novas mãos para usar o teclado, assim como precisamos sempre de corações e mentes abertas e disposta a aprender!

Administradoras e Colaboradoras 2017
Obrigada CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO! Nós existimos porque todos vocês existem!

Ângela Rocha
ADM Catequistas em Formação




sábado, 21 de janeiro de 2017

CATECUMENATO DE ADULTOS: O QUE É?

Atualmente, a Igreja oferece duas diferentes lógicas de iniciação: de um lado o Batismo de crianças, que se adéqua em uma sociedade cristã, e de outro se supõe famílias organizadas que o complementam com a educação da fé. Ao lado do Batismo de crianças, a Igreja contempla a iniciação de adultos com uma metodologia que segue a lógica da conversão da fé própria dos primeiros séculos do cristianismo, que recupera o catecumenato. Este foi restaurado pelo Ritual de Iniciação Cristã de Adultos (RICA), em 1972.

O sucesso de conversões rápidas que desencadeiam uma participação mais numerosa, às vezes barulhenta, não significa, necessariamente, uma evangelização consistente. Em alguns lugares chegam a dizer que vale mais uma aceitação rápida, após uma catequese superficial para o Batismo, do que um processo demorado! O catecumenato vai na contramão destas motivações.
A proposta catecumenal não é uma oferta superficial, mas se direciona por um caminho de transformação na fé em Jesus Cristo, de conhecimento e acolhida de seu Evangelho, de ser introduzido na vida da comunidade cristã. Acaba sendo uma vivência de fé que integra visceralmente as crenças e os valores fundamentais da pessoa. Por isso, não é sumário organizar um grupo de adultos e, menos ainda, ter apenas a motivação da recepção sacramental.

Por outro lado, o catecumenato de adultos não é algo tão especializado, capaz de retrair a comunidade, impedindo-a de responder a esta necessidade. Sensibilizar as pessoas para perceberem a hora de Deus em suas vidas é divino. Ajudá-las a dar o passo seguinte de predisporem-se a acolher a novidade do Espírito em sua rotina, com uma motivação honesta e abrangente do que implica pôr-se a caminho com o Senhor, significa iniciar um diálogo honesto que evitará a evasão do grupo logo nos seus inícios.

A importância do catecumenato dos adultos se impõe pela urgência dos tempos de hoje. Muitos pais que procuram o Batismo, ou a catequese de Eucaristia ou de Crisma para seus filhos, sentem a necessidade de ser evangelizados e completar a própria iniciação. Por isso, muitos párocos se dão conta de priorizar a catequese com adultos e entender o catecumenato dos adultos como uma modalidade complementar e necessária da catequese por etapas. Não se prendem à mentalidade de que a catequese seja coisa só de criança, pois muitos adultos buscam um sentido mais pleno para suas vidas e encontram na fé em Jesus Cristo um recomeço.

O traço mais potente de sua pedagogia é a resposta de fé dada pelo adulto após um tempo de amadurecimento e conversão. Após percorrer cada etapa planejada, a resposta de fé é gerada pela progressividade da catequese ritmada pelas celebrações de passagem. Este processo culmina na celebração unitária dos três sacramentos na noite pascal e se prolonga na mistagogia, como treinamento de vida comum dada pela experiência dos sacramentos celebrados.

Dá-se um grande envolvimento tanto da comunidade na formação de seus novos membros, particularmente durante as celebrações que acontecem durante todo o processo, quanto desses novos membros na aproximação na vida da comunidade e na sua atuação pastoral. Por isso, é necessário que os catequistas estejam engajados na comunidade e testemunhem uma vida de fé e oração, centrada na Palavra e na Eucaristia, cumprindo seu testemunho cristão na sociedade.

Formar um grupo de catecumenato de adultos em vista da iniciação cristã torna-se uma tarefa cuidadosa, ao considerar a necessidade de catequistas preparados adequadamente para o diálogo entre fé e vida, capacitados culturalmente, tolerantes e com tempo disponível para dedicar a este ministério. A partir do diálogo, da escuta, que se pode desenvolver uma adequada catequese com adultos. Exige-se também da própria Igreja uma mentalidade de abertura e diálogo com a mulher e o homem modernos, que são críticos e, justamente por isso, muitas vezes se acham afastados da Igreja.

Necessariamente, as paróquias que optarem pela integração catecumenal na catequese com adultos e nas demais formas de catequese terão que investir na formação de seus agentes catequistas e conscientizar a comunidade para a mudança na forma de conceber a iniciação cristã. Sem perceber a novidade que a inspiração catecumenal agrega na evangelização paroquial, dificilmente essa catequese conseguirá produzir os efeitos esperados.

Antonio Francisco Lelo

NUCAP – Paulinas.

Fonte: Cibercatequese - Paulinas

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

E AÍ CATEQUISTA???

"Faça sugestão de conteúdos que gostaria de ler ou apresente uma dúvida sobre a catequese que gostaria de ver resolvida. Participe!"

HOMILIA DO DOMINGO: É TEMPO DE CONVERSÃO


            

                                      
                                  3º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO A

Sabendo da morte de João Batista, Jesus foge. Sim, Ele tem consciência de que sua proximidade com o Batista é um risco contra a sua vida. A vida pública do Messias é iniciada por uma saída estratégica. E lá vai Jesus, um subversivo refugiado, anunciar uma sociedade alternativa que se opõe ao poder de Herodes.

Assim, cumprindo as profecias do Antigo Testamento, Deus vem para a Galileia dos pagãos. Jesus não começa por Jerusalém; também não é saduceu ou escriba, não pertence à casta sacerdotal. Jesus é um homem do povo e vem de um território desprezado, de um local sem relevância. Aqui vemos a gratuidade de Deus, evidenciada na predileção de Jesus pelos pequenos, pobres e pecadores, pela sua quebra de paradigmas, por suas atitudes desconcertantes. Ainda hoje, Deus vem onde menos esperamos. Esperamos encontrar Deus somente nas Igrejas, nas catedrais, e corremos o risco de não perceber que Ele vem em cada ser humano, sobretudo naquele que é mais insignificante para o mundo.

Qual o anúncio do Messias? “Convertei-vos, porque o Reino dos céus está próximo”. O Reino dos céus (reino de Deus para os outros evangelistas sinóticos) é o núcleo central da pregação de Jesus. De fato, Ele veio para nos dizer e mostrar que o Reino se aproxima, que um dia virá de modo definitivo e que está ao nosso alcance. Hoje, devemos reconhecer que o Reino está bem perto de cada um de nós, quando somos testemunhas dos gestos de amor e humildade; quando a prepotência herodiana é vencida pelos gestos de humildade e fraqueza, então há Reino.

“Convertei-vos!” Converter-se é uma tarefa para toda vida, não uma ação pontual. Um bom trabalho a ser feito, já nos diz Papa Francisco. Muitas estratégias não se demonstram muito eficazes para que esta tarefa seja executada. É comum enumerar os pecados de uma lista, culpabilizar-se em demasia, reprimir desejos, almejar um passo imediato para a perfeição. Rapidamente, quem segue este caminho vai cair na frustração, voltando-se aos mesmos erros. Outro caminho seria elencar propósitos. Estes também acabam sendo penosos e não são facilmente alcançados. O cristianismo não é um ascetismo, portanto, a conversão não depende em primeiro lugar de nossas forças, mas da ação gratuita de Deus.

A conversão não virá à custa de promessas a Deus, por atos piedosos, de assiduidade às celebrações, de rezas mais frequentes, de novenários. Isso pode ajudar, mas será em vão se não acolhermos que Deus nos ama. Compreender que Deus não se afasta de nós nunca, mesmo em nossas dificuldades, mesmo diante de nossos limites. Não precisamos ser “perfeitinhos” para que o Senhor esteja ao nosso lado. É preciso encarar a nossa realidade com franqueza e nos reconciliarmos com nossa raiva, com nossa afetividade, com nosso egoísmo... Se não nos aceitarmos como somos, colocando a nossa verdade diante de Deus, seremos escravos da ditatura da perfeição.

Converter-se implica em assumir o Reino como centro, e no centro do Reino está o amor. Para que haja conversão verdadeira, é preciso que os afetos pelo Senhor estejam alimentados. Por isso, Jesus, fitou com um olhar firme e terno cada um dos seus apóstolos. Do carinho do Mestre nasceu a resposta de seus discípulos. Hoje igualmente, nossa resposta ao Senhor deve ser calcada no amor, uma entrega do coração. O seguimento é afetivo, não é racional ou depende do puro esforço.

“O povo que andava na escuridão, viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu” (Is 8, 23b). O texto de Isaías enunciado por Jesus é o cumprimento de uma promessa, ou seja, a luz para o povo dominado pelos assírios. A grande luz é o Cristo: luz para todos os povos. Todos os dias, de algum modo, Deus nos visita e nos traz uma grande luz ou nos dá oportunidade para que tiremos alguém das sombras das trevas. Sua luz dá cor, brilho e sentido a nossa existência. Brilhe a luz do Senhor sobre todos nós. Afetados por seu brilho de amor, esvaziados de esquemas preestabelecidos, seguiremos na alegria de sermos discípulos de Jesus.

Pe Roberto Nentwig
Arquidiocese de Curitiba - PR

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

SER CATEQUISTA: ALGUMAS NORMAS E CRITÉRIOS

Este arquivo, segundo o site Catequese Hoje, faz parte de um Subsídio para Formação de Catequistas do Regional Leste 2 (MG e ES). Ele trata da missão do catequista e de alguns critérios para a admissão de catequistas nas comunidades. Não tivemos acesso ao subsídio na íntegra, já que no final do artigo tem o alerta de que ele está esgotado. Não temos também a certeza de que as dioceses do regional usem em todas as suas paróquias e comunidades. Mas, pela seriedade com que os critérios são tratados, bem de acordo com o que Iniciação a Vida Cristã pede, acreditamos que elas sejam bem pertinentes, já que todas as fases elencadas se assemelham ao Processo Catecumenal de catequese.

SER CATEQUISTA É UMA CONQUISTA

A missão do catequista

Para definir bem alguns critérios e os primeiros passos para ser catequista, é importante relembrar, resumidamente, o que nos diz o documento “Catequese Renovada” (Nº 144-151) sobre a missão e formação catequética:

* O catequista exerce sua missão em nome de Deus e da comunidade profética, em comunhão com os pastores da Igreja.

* Anuncia a Palavra e denuncia tudo que impede o ser humano de ser ele mesmo e de viver sua vocação de filho de Deus.

* O catequista ajuda a comunidade a interpretar criticamente os acontecimentos, a libertar-se do egoísmo e do pecado e a celebrar sua fé na Ressurreição.


Neste sentido, o catequista deve ser uma pessoa que está inserida na caminhada da comunidade eclesial. E não basta ao catequista ter participação em algum “cursinho” de catequese. Faz-se necessário que tenha um espírito de abertura e humildade para estar sempre em busca de uma formação permanente.
É indispensável que o catequista tenha uma experiência pessoal e comunitária da fé para que sua missão possa ser frutuosa.
Além dos cursos de capacitação técnica e didática, é importante que o catequista seja consciente de que participa do trabalho de um grupo com o qual deve se reunir periodicamente para oração em comum, reflexão e avaliação das tarefas realizadas.

Quem pode ser catequista

Devido à grande importância da missão do catequista, fazem-se necessários alguns critérios para que ele possa ser admitido neste ministério.
-Que seja uma pessoa inserida na comunidade em que vai trabalhar (cf. CR 148);
-Que tenha vivência pessoal e comunitária da fé (cf. CR 150);
-Que esteja disposto a trabalhar em grupo e em comunidade (cf. CR 151);
-Que tenha consciência de que foi CHAMADO por Deus (através do coordenador, padre e outros) para um ministério na comunidade;
-Que saiba da importância deste ministério: não é exercido em nome próprio, mas em nome de Deus e da comunidade profética em comunhão com os pastores da Igreja (cf. CR 146).


OS PASSOS A SEGUIR


1. A escolha dos catequistas

A comunidade é a primeira responsável pela Catequese; não é apenas o coordenador ou o padre. Sendo assim, o Conselho Pastoral da comunidade, que deve, com frequência, refletir sobre a Catequese, será consultado ou comunicado para indicação de pessoas a serem chamadas para o ministério catequético. Este mesmo Conselho deverá ser informado quando o catequista for admitido para que isto seja lavrado em ata, guardando, assim, a memória catequética da comunidade.

2. Conversa com o coordenador e o pároco

As pessoas indicadas serão chamadas para uma conversa de orientação com o coordenador de catequese que explicará aos candidatos qual a sua missão.
Os candidatos receberão também uma orientação do padre que está responsável pelo atendimento pastoral na comunidade, para que o futuro catequista saiba que não estará sozinho e que sua missão será interligada à missão do pastor.

3. Ver a disponibilidade de tempo

Nas conversas com o coordenador e o padre, os candidatos serão consultados sobre a disponibilidade de tempo. Para ser catequista não pode ser usado o tempo que sobra. Exige mais! Por isto, os futuros catequistas serão orientados a fazerem uma programação de suas atividades de acordo com o tempo disponível. Para um bom desempenho do ministério catequético é preciso:
-Preparar com cuidado os encontros catequéticos;
-Orientar o encontro semanal com os catequizandos;
-Participar das reuniões mensais de catequistas para estudo, oração em comum, organização do trabalho, avaliação...
-Participar de cursos periódicos para catequistas em nível paroquial e diocesano;
-Participar ativamente nas celebrações litúrgicas da Comunidade.

Especialmente em caso de Catequese de crianças:

-Visitar as famílias dos catequizandos, pelo menos uma vez por ano;
-Visitar, com os catequizandos, os aniversariantes do grupo em sua casa;
-Participar das reuniões com os pais dos catequizandos.

4. IDADE PARA SER CATEQUISTA
Usa-se o bom senso. Se os responsáveis pela escolha de novos catequistas querem uma comunidade madura, esforcem-se para chamar pessoas maduras na fé.
É indispensável para a admissão ao ministério catequético que a pessoa tenha recebido o sacramento da maturidade cristã: a Crisma.

5. Apresentação à comunidade

Os candidatos ao ministério catequético serão apresentados à comunidade numa celebração litúrgica e serão encaminhados para um curso básico de preparação, onde receberão as informações necessárias para o início do trabalho.

6. Tempo de experiência

Após o curso básico, (ou paralelo a ele, se for um curso mais prolongado), os candidatos serão encaminhados para uma experiência com catequistas já atuantes.
Neste período de experiência, os candidatos participarão das reuniões dos catequistas na comunidade para maior entrosamento.

7. Tempo de preparação

A duração da experiência básica para novos catequistas poderá ser de seis a doze meses. A prática em diversas comunidades mostra que diminuir ou omitir este tempo prejudica em muito o desempenho do catequista.

8. Admissão ao ministério catequético

Após o período de experiência, os candidatos terão novamente uma conversa com o padre e com o coordenador para confirmarem se estão dispostos a assumir publicamente o ministério catequético. E serão lembrados ainda que, para deixarem o ministério, deverão justificar-se ao coordenador, ao padre, ao Conselho Pastoral e, publicamente, a toda a comunidade.
Finalmente, os candidatos serão admitidos ao ministério catequético numa missa da comunidade, que será previamente organizada junto com a Equipe de Liturgia. A data pode ser o Dia do Catequista, ou outra que seja significativa para os catequistas e a comunidade. Nesta cerimônia, na qual se confere o ministério catequético e o envio, os novos catequistas receberão um “documento” e farão a leitura de um termo de compromisso com a Igreja de Jesus Cristo presente naquela comunidade. Os que já são catequistas podem ser convidados para serem “padrinhos/madrinhas” dos novos catequistas, aproveitando essa ocasião mais solene para renovarem também seus compromissos no ministério catequético.
Estes são alguns critérios e indicações para conferir o ministério catequético aos novos catequistas os quais poderão ser aplicados integral ou parcialmente e até ampliados conforme a realidade de cada comunidade.

Fonte: Pedra em Lapidação, Catequista em Formação.

Subsídio de formação do Regional Leste 2 (já esgotado).
IRPAC - Instituto Regional de Pastoral Catequética.

O artigo original você encontra em: 


COMPLEMENTANDO:

A grande maioria das Igrejas Particulares (Dioceses), possuem normas e critérios para o catequista. Na Arquidiocese de Brasília - DF, existe um documento "Diretrizes gerais para a catequese" (2002), onde na página 11, encontra-se as seguintes orientações a respeito:

Em virtude da importância do catequista na vida da Igreja, é fundamental que se definam critérios para a sua escolha. Sendo assim e, respondendo aos anseios de nossos padres e catequistas, a Arquidiocese de de Brasília estabelece os seguintes critérios:

"-Ser convidado e entrevistado pelo Pároco para que o futuro catequista saiba que não estará sozinho e que sua missão está interliga à missão do pastor.

-Ter recebido os sacramentos de iniciação cristã: batismo, eucaristia e crisma.

-Ter no mínimo 16 (dezesseis) anos de idade. Os responsáveis pela escolha dos novos catequistas devem usar o bom senso, pois, se querem uma comunidade madura, esforcem-se para chamar pessoas maduras na fé.

-Ter vida sacramental e litúrgica testemunhando, assim, a sua participação na comunidade
.

-Colocar a catequese como prioridade, pois assim, não deixará de participar das reuniões, dos eventos e dos retiros.

-Comprometer-se em aprimorar a sua formação na Escola Arquidiocesana de Catequese- EAC.

-Se constituiu família, que tenha recebido o sacramento do matrimônio.

-Ter disponibilidade de tempo para participar das atividades da catequese, fazendo uma programação que priorize: a formação, a preparação dos encontros catequéticos, a participação em reuniões e em celebrações litúrgicas.

-Cultivar o espírito de obediência e respeito às diretrizes referentes à catequese, tanto em nível da Igreja Universal, quanto em nível da Igreja Particular."

Que tal fazer uma pesquisa para saber se a sua (Arqui) Diocese possui normas para o Catequista?

SEGUIDORES DO CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO