terça-feira, 25 de abril de 2017

APOSTILAS: O SÍMBOLO DA FÉ e CELEBRAÇÕES E RITOS DE ENTREGA


Novas apostilas do Grupo CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO!

R$ 15,00

 58 páginas com:
- Material sobre o Credo;
- Roteiro de encontro com Pais;
- Roteiro de encontro com catequizandos;
- Sugestão para Celebração de Entrega do Creio;
- Modelos de pergaminhos;
- Atividades sobre o Creio para crianças.

R$ 10,00

 25 páginas falando sobre as Celebrações e Ritos da Catequese Catecumenal, incluindo as sugestões de celebração.


As apostilas são disponibilizadas em arquivo PDF para você no seu e-mail ou pelo Facebook. Elas podem ser reproduzidas para outros catequistas da sua paroquia, desde que seja impresso e não eletrônico. 

Para adquirir, envie e-mail para:




CONTO MEU ENCONTRO...

No “Conto meu encontro” desta semana, a Gorete Aquino, de Lavras, Minas Gerais, conta para nós como foi a partilha que ela fez com seus catequizandos num encontro sobre a Criação e a Campanha da Fraternidade 2017.

CONTO MEU ENCONTRO...



Em um dos últimos encontros, finalizando o tema sobre a criação e introduzindo o tema da Campanha da Fraternidade, focando especialmente os cuidados com o meio ambiente devido aos grandes problemas encontrados aos arredores da Igreja, partilhamos sobre como “É doce o amor de Deus por nós”, e que quando cuidamos, a natureza agradece e retribui. Enfatizamos, principalmente, que Deus nos pede para cuidar com carinho de tudo aquilo que Ele colocou à nossa disposição. 


No final do encontro as crianças prepararam, sob a supervisão das catequistas e de uma mãe presente no encontro, uma saborosa salada de frutas, onde também trabalhamos a integração, companheirismo e partilha. Foi muito gratificante. 

Gorete Aquino - Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora - Comunidade São Judas Tadeu - Lavras, Diocese de São João Del Rei-MG.


Conte seu encontro também! É só nos enviar por e-mail ou pelo grupo no Facebook se você for cadastrado:



segunda-feira, 24 de abril de 2017

A CATEQUESE DEVE ENSINAR PARA O RITO


O ser humano é, por natureza, ritual e simbólico. Refeições em família, nascimentos e mortes, festas populares, comícios, perdas e vitórias humanas são cheias de ritos. Pelo rito, expressamos o sentido da vida, oferecido e experimentado por um ser cultural.

Aderir ao rito significa abrir-­se ao sentido proposto por aquele grupo e, portanto, assumir sua identidade, fazer parte dele.

A observância do mandamento de Jesus: “fazei isto em memória de mim” possibilita a adesão, sempre renovada e reforçada em cada celebração, à identidade com Ele e à comunidade cristã. A identidade, nesse caso, tem a ver com o sentido da vida, a proposta do reino (amor, comunhão, partilha...) que Jesus ensinou, viveu e nos deixou como mandamento.

A expressão ritual trabalha com ações simbólicas e estas atingem o ser humano como um todo, em suas diversas dimensões: sensorial, afetiva, mental, espiritual, individual, comunitária e social. A ligação estreita que existe entre experiência, valores e celebração nos permite formular uma espécie de lei estrutural da comunicação religiosa: aquilo que não é celebrado não pode ser apreendido em sua profundidade e em seu significado para a vida. A catequese leva em conta essa expressão de fé pelo rito para desenvolver também uma verdadeira educação para a ritualidade e o simbolismo.

(DNC 116)

domingo, 23 de abril de 2017

CLIC CATEQUESE: RETRATOS DA SEMANA

Imagens da catequese pelo Brasil...

                                   DOMINGO DE RAMOS

                Luciane Chaves – Paróquia Maria Mãe da Igreja – Seropédica-RJ


LAVA-PÉS

Fátima Matias - Paróquia Santa Isabel Rainha - São Paulo SP
   
LEMBRANCINHA DE PÁSCOA

Deise Tripodi – Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora – Eunápolis-BA

CÍRIO PASCAL

Glória Pessi - Paróquia Divino Espírito Santo - Varginha MG

                                    CAMINHO DE EMAÚS

                  Fernanda Pires - Paróquia Nossa Senhora das Dores - Rio Verde GO

ABERTURA DA CATEQUESE
Mari e Reginaldo - Paróquia N.Sra. do Bom Parto - Nova Prata do Iguaçú PR
                          
ENTREGA DO SÍMBOLO DOS APÓSTOLOS - CREDO

                               Maria Elenir Melo - Comunidade Rural P.A.  - Areias  RN

OITAVA DA PÁSCOA

Sueli Florindo - Paróquia Cristo Rei - São Vicente SP


CATEQUIZANDOS

Denise Martinelli - Paróquia Nossa Senhora de Fátima - Barro Vermelho - 
São Gonçalo RJ

sexta-feira, 21 de abril de 2017

HOMILIA: 2º DOMINGO DE PÁSCOA




Um domingo prolongado é o que vivemos nesta semana até chegar na grande oitava de Páscoa. Este dia é muito importante: de domingo a domingo vivemos uma oitava, uma semana que não tem fim, como será na eternidade… É também conhecido como domingo da misericórdia, embora isso seja secundário liturgicamente falando.

Jesus ressuscitou, fez sua Páscoa. O importante agora é que a Páscoa (=passagem) aconteça em nossa existência e em nosso coração. A Vigília Pascal nos ajudou com os símbolos: da escuridão para a luz, da morte para a vida (pela água batismal).

Hoje, o Senhor nos convida para que realizemos a passagem do medo para a coragem. Ao anoitecer daquele dia, diz-nos o Evangelho, estando fechadas as portas do lugar onde se achavam os discípulos por medo das autoridades judaicas, Jesus entrou. Ficou no meio deles e disse: “A paz esteja com vocês.” Os discípulos, ainda temerosos, ficaram felizes por verem o Senhor.
Estenda a sua mão, toque nas minhas chagas… Não seja incrédulo…

Muitas vezes nos encontramos temerosos. Mesmo sem viver a perseguição, a insegurança dos discípulos, a nossa existência é repleta de inseguranças, de medos que nos imobilizam. Diante do medo, Jesus oferece a sua paz. Não é a paz do mundo, não é uma anestesia psíquica como fazem os ansiolíticos, nem tampouco a ausência de problemas. A paz que ele oferece é a certeza da vitória, a certeza de que Ele, o Senhor Ressuscitado caminha ao nosso lado, não nos abandona.

A certeza de que o shalom dele não é uma realidade para depois da morte, mas já está garantido e antecipado para o aqui e agora.
Uma outra passagem deve acontecer: a passagem da descrença para a fé. Tomé não acreditou no testemunho dos apóstolos, queria ver as marcas, tocar nas chagas.  Jesus diz: “Estenda a sua mão e toque o meu lado. Não seja incrédulo, mas tenha fé.” “Você acreditou porque viu? Felizes os que acreditaram sem ter visto.”
Estamos também nós na mesma posição de Tomé. Também nós não vimos, mas acreditamos. Será que acreditamos? Há o risco de que nossa fé se torne limitada, uma busca vazia por sinais, um sentimentalismo barato, uma fé epidérmica, que vale mais pelo espetáculo do que pela convicção. Se vivemos em tempos de grande religiosidade, não podemos falar o mesmo a respeito da fé.


Crer no Ressuscitado, na sua ação, no Espírito que Ele nos envia é a nossa alegria. Sim, Ele continua vivo, aqui e agora: “Ele está no meio de nós”. Seu Espírito não deixa de soprar e nos impulsiona para vivermos na sua graça. “A paz esteja com vocês!”
Pe. Roberto Nentwig


SEGUIDORES DO CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO