domingo, 19 de fevereiro de 2017

PROMOÇÃO: COMEMORE CONOSCO!


PROMOÇÃO!!!! COMEMORE CONOSCO! 

Conte pra gente porque é um "fã" do Grupo Catequistas em formação, num pequeno depoimento junto com uma foto. 
Mande por mensagem privada no Facebook para Ângela Rocha ou pelo e-mail angprr@gmail.com e concorra a 

UM KIT SURPRESA com 03 livros. 

* Os 10 depoimentos sorteados serão publicados no Blog.

PARTICIPE!

CHEGAMOS!!!!



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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

HOMILIA: 7º DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO A


            “SEDE PERFEITOS como vosso Pai dos Céus é perfeito” (Mt 5,48).

Esta frase do Evangelho é incômoda. Pode sem dúvida ser aplicada com um peso indevido. Sim, pois quem é perfeito nesta vida? E quantos, em busca de um ideal de perfeição, acabaram sucumbindo no meio do caminho ou ficaram paralisados diante de culpas ou de um sentimento de culpa demasiado? É interessante observar que esta fala de Jesus se dá depois de um longo discurso sobre o amor ao próximo. Isso indica que a perfeição exigida por Cristo não é uma exortação à impecabilidade absoluta, na vida ou no culto, ou de uma construção aparentemente impecável de pureza; nem tão pouco indica a necessidade de uma relação irretocável com Deus.

A nossa busca pela perfeição é um crescimento no Amor, que se concretiza por um novo modo de se relacionar com Deus e também com nossos irmãos. “Ao lermos as Escrituras, fica bem claro que a proposta do Evangelho não consiste só numa relação pessoal com Deus. E a nossa res­posta de amor também não deveria ser entendida como uma mera soma de pequenos gestos pes­soais a favor de alguns indivíduos necessitados, o que poderia constituir uma "caridade por re­ceita", uma série de ações destinadas apenas a tranquilizar ou anestesiar a consciência. A proposta é o Reino de Deus (cf. Lc 4,43); trata-se de amar verdadeiramente e praticamente a Deus. Na medida em que Ele conseguir reinar entre nós, a vida social será um espaço de fraternidade, de justiça, de paz, de dignidade para todos” (Evangelii Gaudium §180). 

“Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem. Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos Céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons e faz cair a chuva sobre justos e injustos” (Mt 5,44-45). As palavras de Jesus devem nos incomodar, tiranr-nos do comodismo, fazer-nos dar mais do que aquilo que é justo, mais do que se pode calcular pela lógica da retribuição humana. É preciso entrar na dinâmica da gratuidade, que tem a sua força na encarnação do Filho de Deus: Deus que se torna humano e ama os pecadores, não retribui mal com mal, mas dá a vida também pelos seus agressores. Ele faz chover sobre maus e bons, não ama apenas os santos. Jesus nos ensina a amar de modo gratuito, sem prestar atenção no limite do irmão, pois somos todos falhos, pequenos, participantes solidários do pecado.

Diante dos enfrentamentos humanos, o primeiro movimento costuma ser a vingança. Parece ser justo retribuir o mal com o mal, destruir o agressor. É preciso ter consciência dos movimentos de nosso coração, com a clareza de que somos capazes de agredir, vingar, bater e até matar. A consciência de que somos também agressores ajuda-nos a crescer no Amor. É preciso que se tenha clareza de que é muito fácil e espontâneo viver uma vida narcísica, egoísta. Disse a poetisa Cecília Meireles: “É difícil fazer alguém feliz, assim como é fácil fazer triste. É difícil dizer eu te amo, assim como é fácil não dizer nada. É difícil valorizar um amor, assim como é fácil perdê-lo para sempre”. 

Estamos diante da concupiscência humana, esta fraqueza que nos faz tender sempre para o mal. Precisamos lutar contra esse tendência todos os dias, a todo instante. Diante do movimento de ódio e ressentimento, Jesus nos dá o remédio da oração. Não é possível orar por alguém sem que haja algum movimento positivo no coração. Quando oramos por alguém, amamos esta pessoa em Deus. Por isso, este é o primeiro passo para destruir a corrente de vingança e ódio. Dar a outra face não significa uma atitude ingênua e talvez meio suicida, mas sim a capacidade de dar uma nova chance. Todos, inclusive nós, queremos sempre uma nova oportunidade de tentar ser bom, de reconstruir o que foi destruído. 


É preciso viver o amor genuíno: o santo Amor de Jesus. Viver na dinâmica do ódio e da vingança é paganismo. Assim, o Evangelho nos questiona sobre o sentido mais profundo de nossa religião. Somos realmente seguidores de Jesus? Que atitudes nossas vêm demonstrando sintonia com as exigências desta Palavra de Deus? Só pela fidelidade no Amor é que podemos nos considerar filhos do Pai Celeste.

Pe. Roberto Nentwig

Arquidiocese Curitiba - PR

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

DEZ MANEIRAS DE SE PERDER UM CATEQUISTA


Na esmagadora maioria das nossas paróquias faltam catequistas. Mas, os bons párocos e coordenadores de catequistas não perdem tempo se lamentando. Vão à luta, empenham-se em convidar e em formar novos catequistas. Mas, às vezes, comete-se erros imperdoáveis. E os novos catequistas, tão arduamente recrutados desaparecem de vista. Este artigo pretende ser um alerta para evitar erros muito comuns na coordenação da catequese.

1. Perder a pessoa no anonimato

Fazemos um grande esforço para encontrar novos catequistas ou candidatos a catequistas. Fazemos convites pessoais. Pedimos aos outros catequistas que lancem a rede a outros. Fazemos apelos ao final da missa.

Como resultado de todos estes esforços, a Maria, de 37 anos, resolveu aceitar o desafio. Ela gosta de crianças, tem os filhos na catequese, sente que pode ser mais ativa como cristã, apoiando a catequese. Com muita fé, algum receio e bastante entusiasmo, assinou o nome dela na folha que estava na secretaria da catequese. Deixou todos os contatos: telefone de casa, celular, e-mail... E passa-se uma semana, outra semana... e ninguém entra em contato com ela. Depois de três semanas ela recebe um e-mail vindo da coordenadora da catequese. Mas, ao lê-lo, a Maria percebe que aquilo é um texto enviado a todos os que deram o nome. Um texto igual para todos. A Maria decide apagar o e-mail. Este tratamento impessoal, massificado, deixa-a decepcionada. Empenhar-se pela evangelização deveria ser outra coisa. Se for para isso, para receber uma comunicação fria como uma carta das finanças, então a Maria não está interessada.

Para mudar: Não deixe passar mais de 48 horas depois de alguém responder a um apelo ou se oferecer para algum serviço. Promova o contato e de forma pessoal. Só é aceitável usar o e-mail, para dizer que dentro de pouco tempo você vai telefonar ou ter um encontro face a face com a pessoa que se ofereceu como catequista. Promova um encontro onde se possa falar sobre quais são as necessidades da paróquia, quais os interesses e motivações da pessoa. Procure responder corretamente a todas as questões que eles possam ter sobre o serviço que vão assumir. As pessoas apreciam a atenção pessoal do responsável da catequese.

2. Ajude-me, por favor!

Nada é pior do que convidar alguém para a catequese como um favor a você. É claro que a pessoa não vai querer te deixar mal, se você a convida para ser catequista como um favor pessoal. Mas os teus amigos vão realizar esse serviço como uma obrigação para com você. Dimensões como o sentido de Igreja, a vocação do catequista, vão ficar na sombra. O seu serviço vai ser insatisfatório porque a motivação original está equivocada.

Para mudar: Se você tem amigos ou conhecidos que tenham desejo de servir à Igreja como catequistas, já tem uma vantagem no recrutamento: o ponto de partida é a relação já estabelecida com eles. Você não precisa começar do zero. Mas, também não pode partir da noção que, como você gosta de ser catequista, todos os seus amigos vão gostar também. Peça a todos os potenciais interessados (independentemente da relação que tenha com eles) que preencham uma lista de interesses e dons/talentos. Ajude-os a clarificar as motivações mais profundas. Tente harmonizar as necessidades da catequese com os interesses que há do lado da oferta. E não se esqueça de encaminhar, para outros serviços da paróquia, aqueles que desejam empenhar-se mais ativamente, mas que não têm vontade/motivação/talento para a catequese.

3. Atirá-los às feras

Um candidato a catequista ofereceu-se (ou foi convidado); falou com o coordenador de catequese e com o pároco. Você precisa desesperadamente de alguém para o último ano da crisma. São um grupo de selvagens irrequietos com péssima fama entre os catequistas. Quem tem experiência há anos, se esquiva de ficar com esse grupo. Você pensa com os teus botões: Aí está este novo catequista. Está cheio de entusiasmo. Traz novas ideias... nem pensa duas vezes. Entrega-lhe a pasta com as fichas deles, dá-lhe o planejamento e o manual, explica-lhe como se faz para pedir os DVDS à sala de apoio... Mas, dois dias depois do primeiro encontro de catequese, o novo catequista vem falar com você e te devolve a “papelada”, tudo embrulhado num sorriso simpático: “Obrigado pelo convite, mas, acho que não era bem isto que eu queria”. E aí vai ele. E nunca mais você o verá na catequese.

Para mudar: Quando surge algum novo candidato a catequista, faça com que ele tenha contato com os vários serviços da catequese: as várias idades, as várias tarefas. Sempre acompanhado por um catequista mais experiente e bem formado. Quem se oferece para fazer catequese pode ainda não ter ideias muito claras sobre o que gosta de fazer, o que é capaz de fazer. Você e a sua paróquia podem estar muito necessitados de “operários para a messe”, mas, o novo catequista merece todo o respeito. Não pode ser tratado como “bala para canhão”. Entregar-lhe uma tarefa para a qual não está preparado é péssimo. Para ele, porque se sente desmotivado; para os catequizandos, porque são mal servidos; para o grupo de catequistas, porque recebem a mensagem que não merecem respeito.

4. Dar aos candidatos uma falsa impressão

No diálogo com as pessoas há uma regra óbvia (e muitas vezes esquecida): ser honesto logo no começo, porque, de uma maneira ou de outra, a verdade vem à tona uma hora. Isto vale para os negócios, para as relações de trabalho, para os namoros. E também vale quando você convida um novo catequista. Se você pintar uma imagem da catequese que não corresponde à realidade, o candidato vai se sentir enganado quando descobrir a verdade. Porque a catequese tem muitos desafios e dificuldades também. E ele vai sentir que o seu sim foi dado numa base de falsidade. E sente-se legitimado para ir embora, assim que puder.

Para mudar: Descreva a tarefa que se pede aos catequistas com exatidão. Não diga que cada grupo tem 15 crianças quando você vai colocá-lo num grupo de 25. Não lhe garanta que cada catequista novo é sempre acompanhado por um catequista mais velho, quando esse catequista acompanhante não existe. Assim que algum catequista aceita colaborar na paróquia, proporcione a ele uma formação inicial.  Isso vai permitir a ele uma ideia clara do que é a catequese. Além disso, a paróquia deve ter um itinerário/planejamento/calendário que deve ser entregue a cada catequista. Nesse “mapa” estarão os valores e as tarefas dos catequistas. Você deve informar ao catequista quais são suas tarefas, o que se espera dele, quais os ritmos da pastoral. Ele deve saber com quem falar quando tiver dúvidas ou problemas.

5. Fala muito... mas...

Você tem um estilo muito animado. Apresenta a catequese como algo apaixonante. Mas depois de te ver em ação, depois de falar com outros catequistas, um candidato a catequista conclui que você tem muito estilo e pouca substância. Fala muito e faz pouco. Ele começa a perceber que apesar do seu estilo, a catequese não te entusiasma tanto assim.

Para mudar: Quando alguém gosta do que faz, dá para notar logo de cara. Seja fazendo coisas importantes e vistosas, seja fazendo as tarefas mais humildes e rotineiras. E é a sua atitude credível que vai ser capaz de aliciar outros para este serviço, que é a catequese. Por isso, quando você começar a se sentir cansado, quando começar a esquecer do sentido do que tem feito... pare para pensar!

6. Fazer suposições

É óbvio, não? Precisamos de mais e de melhores catequistas. Todo mundo sabe disso. Ou talvez não. Você pode supor que os pais e o resto da paróquia conhecem as dificuldades porque passa a catequese (que são óbvias para você). Mas, na realidade, os pais até poderiam estar disponíveis para colaborar mais, mas, supõem que tudo está funcionando perfeitamente. Pensam eles que, se você precisasse de ajuda, pediria.

Para mudar: Comunique claramente as suas necessidades a todos. Não apenas aos candidatos a catequistas. Fale aos responsáveis de outros setores da paróquia, aos catequistas mais velhos, aos integrantes do Conselho de Pastoral, a todo mundo. Nos órgãos de comunicação da paróquia (site, jornal, face...) vá dando informações atualizadas e concretas das necessidades da catequese, principalmente de catequistas. Quando souber de alguém que poderia assumir um lugar de catequista, entre em contato com ela e explique-lhe porque é que você acha que a pessoa poderia prestar um bom serviço. Não tenha medo de pedir a ajuda das pessoas: as pessoas não conseguem responder a uma necessidade se não sabem que existe.

7. Não partilhar a missão

As pessoas gostam de sentir que fazem parte de algo importante. Elas gostam de saber que o seu esforço faz a diferença. Se você vai falar com um candidato a catequista e não consegue comunicar-lhe o sentido, a missão da catequese, seu entusiasmo com ela.... Provavelmente, vai fracassar ao tentar cativá-la para a catequese. Porque não vai conseguir convencê-la do papel decisivo da catequese na vida das pessoas.

Para mudar: Partilhe as metas da catequese com todos aqueles com quem tem contato.  Sem medo! A pessoa que está a sua frente pode vir a ser um grande catequista! Quando as pessoas descobrem que a catequese não é entreter as crianças e nem brincar de professores, mas, assegurar a continuidade da Igreja e do Evangelho; a hipótese de ser um catequista é muito mais valorizada. Os candidatos a catequistas precisam saber que há uma razão profunda para as tarefas que lhes são pedidas. Por isso, não seja “econômico”! Partilhe essas razões. E partilhe com frequência e criatividade.

8. Oferta sem opções

Para este ano só temos falta de catequistas da adolescência. Se não quiser pegar este grupo do 5º ano, não temos necessidade...”. Ou então você manda embora os jovens por serem muito novos. Ou os casados porque não têm tempo. Ou os solteiros porque não têm experiência. Ou os idosos, por serem velhos. Esta rigidez de critérios leva, cedo ou tarde, a que os candidatos a catequistas desistam depressa.

Para mudar: Organize a catequese de modo que os candidatos a catequistas possam entrar por muitas portas. Mesmo que tenha todos os catequistas de que precisa (Aleluia!!!), não desista de procurar novos catequistas. O seu papel não é só resolver as necessidades, mas, também ajudar o desenvolvimento vocacional das pessoas da sua comunidade. Invente lugares e tarefas se necessário for. Mas nunca despreze uma oferta generosa de alguém que quer dar o seu tempo e talentos em favor da catequese.

9. Não equipar as pessoas para a tarefa

Os candidatos a catequistas não aguentam muito tempo quando sentem que não foram preparados ou treinados para as tarefas que lhes são pedidas. E mesmo os catequistas com mais tempo sentem-se mal quando não sentem que a sua competência cresce. O catequista precisa de apoio e formação constantes.

Para mudar: É seu dever ser claro com os novos catequistas sobre a forma como eles vão ser preparados para a sua missão e serviço. Você precisa também se assegurar de que os materiais necessários para a catequese estão disponíveis. Além disso, oferecer oportunidade de formação permanente a todos os que trabalham pela catequese.

10. Não preparar seu “sucessor”

Algumas pessoas acham que estarão na coordenação da catequese para todo o sempre. E não é bem assim. Ou então se acham “insubstituíveis”. Saiba então que o melhor líder é aquele que prepara e treina “sucessores”, que conduz o outro ao crescimento, sem medo de perder o “cargo”. O grupo sente-se desmotivado quando sente que suas ideias e iniciativas como líderes não são valorizadas.

Para mudar: Procure sempre na sua equipe pessoas com perfil de liderança, que possam ficar no seu lugar se você precisar sair. Treine-as, valorize-as. As coordenações devem ter rotatividade para que todos se sintam “potenciais” líderes na condução da pastoral.


(Texto adaptado da internet - Desconheço o autor. Alterei alguns pontos e acrescentei outros.)


Ângela Rocha

FALANDO EM MISTAGOGIA...


Mistagogia” é uma palavra que vem sendo cada vez mais usada na catequese, na liturgia e nos estudos de teologia. O conceito nasce da ideia do Concílio Vaticano II de restaurar o catecumenato, onde o Tempo da Mistagogia é a fase privilegiada onde os fiéis aderem à fé cristã e querem fazer parte da comunidade de fiéis. Por sua vez, o Ritual de Iniciação Cristã de Adultos (RICA) agregou este termo como forma de fazer acontecer a vontade de João Paulo II quando apelou aos pastores para que estes encontrassem “a maneira de fazer com que o sentido do mistério penetre nas consciências, redescobrindo e praticando a arte mistagógica, tão querida aos Padres da Igreja”.

No dicionário podemos encontrar a palavra “Mistagogia” como a iniciação nos arcanos de uma religião; no caso concreto do cristianismo, é a iniciação cristã propriamente dita. Daí que a evangelização mistagógica, seja: o ato ou efeito de evangelizar o discípulo cristão. Em suma, a Mistagogia é a iniciação dos recém batizados (neófitos) aos mistérios do cristianismo e a uma educação da fé que os predisponha a viverem (pessoalmente) o que se celebra e, a entrarem, cada vez mais, nos mistérios que são celebrados.

Ou seja, é uma forma de renovação da igreja. Que implica “um grande esforço de formação”, uma vez que, muito mais do que “favorecer a compreensão do verdadeiro sentido das celebrações” que a igreja prega, urge “uma adequada instrução sobre os ritos”.
E isso passa, é claro, pela maneira como se trabalha a evangelização nas paróquias. Ou seja, é necessário privilegiar a educação cristã, cuja finalidade é formar o fiel discípulo cristão (enquanto “homem novo”) para uma fé adulta, que “o torne capaz de testemunhar no próprio ambiente a esperança cristã que o anima”.

Se faz urgente, portanto, que cada paróquia repense seus métodos catequéticos e abra espaço para uma formação cristã dentro do processo catecumenal, valorizando seus ritos e símbolos.

O que é mistagogia?
Mistagogia = iniciação nos mistérios de uma religião.
Mist + agogia
Mistério + introdução

Resumindo...

Mistagogia cristã é:

a) Uma educação da fé que predisponha os fiéis cristãos a viverem pessoalmente o que se celebra.
b) Uma evangelização que leve os fiéis cristãos a penetrarem cada vez mais nos mistérios que são celebrados.  


Ângela Rocha

SEGUIDORES DO CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO