CONHEÇA!

terça-feira, 20 de agosto de 2019

O NOME DE DEUS


 “Eu serei o vosso Deus e vocês serão o meu povo” .
Qual é o verdadeiro Nome de Deus, segundo a Bíblia? Vamos saber um pouco mais com este texto!

Frei Ildo Perondi

Carregar e trazer consigo o nome de Deus é pertencer a Ele. Deus quer e é agradável ao Senhor manter a relação com o seu povo como uma relação de pai e filho: “Eu serei o vosso Deus e vocês serão o meu povo” (Ex 6,7; Lv 26,12; Dt 26,17-19; 29,12). Esta expressão também é muito frequente nos profetas Jeremias e Ezequiel. E por causa do seu grande Nome (1Sm 12,22) Deus não abandonará o seu povo porque este povo é seu. Os sacerdotes colocavam o nome do Senhor sobre o povo como um sinal ou como um segredo, e isso significava que o povo pertencia ao seu Deus (cf. Is 44,5; Ez 9,4; Ap 7,3; 14,1; etc.). Para Israel, esta pertença representava a fonte das bênçãos dele recebidas. É Ele o Criador da Terra e de tudo o que existe. “Eu sou Iahweh; não há nenhum outro” (Is 45,18; cf. Dt 32,39).

O nome dá autoridade a quem o possui. Ao contrário, aquele que não tem nome é desprezado, é como afirmar que ele não existe, que é nulo, caótico, pois “o nome é como a alma da pessoa”. Já no princípio da criação Deus deu um nome ao homem e à mulher e depois pediu a Adão para que desse nome a todos os seres criados (cf. Gn 2,19).

Saber o nome divino é conhecer Deus como Ele se revelou. Não existiam nomes divinos secretos em Israel, porque o uso mágico do nome de Deus era proibido e porque o nome de Deus é santo (Sl 103,1; 105,3; 106,47; 145,21; 1Cr 16,35; 29,16) e glorioso (Sl 72,19; 1Cr 29,13). Tanto assim que se procurou guardar bem o seu nome contra o abuso na maldição (Lv 24,11.15s); no juramento (Lv 19,12), porque quem fazia dessa forma estava profanando e violando o nome de Deus (Pr 30,9).

Portanto, segundo a Bíblia, é bendito aquele que caminha no nome do Senhor (cf. Sl 118,26). Por isso colocar o nome de Deus sobre o povo era uma expressão semítica que indicava o favor divino. O nome do Senhor era pronunciado três vezes na bênção (Nm 6,24-26), e isto assegurava a Israel a presença do Deus que caminhava com o seu povo e o protegia. O povo de Israel compreendia que a bênção divina era a condição necessária e fundamental da qual dependia o verdadeiro êxito da sua existência. Sem uma relação harmoniosa com Deus, a vida humana não podia encontrar o seu sentido autêntico nem chegar a seu verdadeiro desenvolvimento.

Mas então, qual é o verdadeiro Nome de Deus, segundo a Bíblia? Quando Deus ouviu o clamor do povo que estava escravo no Egito, e desceu para libertá-lo, Moisés disse a Deus: “Mas quando eu for aos israelitas e disser: ‘O Deus de vossos pais me enviou até vós’; e eles me perguntarem: ‘Qual é o seu nome? ’, o que eu devo dizer? ”. Deus respondeu: “Eu Sou Aquele que é”. Disse mais: “Assim dirás aos israelitas: ‘EU SOU me enviou até vós’” (Ex 3,13-14). A grafia e pronúncia é incerta: a mais provável é que seja Iahweh (ou talvez Iahwô).

Muitos textos bíblicos escritos sobre fatos que aconteceram antes de Ex 3, já trazem o nome de Deus. Em Gn 2,4b é onde o nome de Iahweh aparece escrito pela primeira vez. A Bíblia diz que foi Enós o primeiro a pronunciar o Nome de Iahweh (cf. Gn 4,26). No entanto, parece que foi mesmo a Moisés que Deus revelou o seu verdadeiro Nome. “Deus falou a Moisés e lhe disse: ‘Eu sou Iahweh. Apareci a Abraão, a Isaac e Jacó como El Shaddai; mas meu nome Iahweh, não lhes fiz conhecer (Ex 6,2).

Então devemos entender que o correto é que o Deus de Abraão, Isaac e Jacó era “El Shaddai”, que quer dizer “Deus das montanhas; Deus das campanhas”. Este nome foi traduzido nas nossas Bíblias como: “Todo Poderoso, Onipotente... ou se manteve o original “El Shaddai”. Porém, não é correto traduzir como “o Dominador” (como fazem algumas traduções), porque é uma expressão muito negativa para nós.

Disso resulta que o nome de Deus, com o qual Ele quer ser chamado é יהוה (YHWH), o famoso tetragrama hebraico. Este nome (Iahweh) aparece 6823 vezes na Bíblia Hebraica (Antigo Testamento). E provém de uma forma verbal simples do verbo  היה  (hyh, ‘ser’ em hebraico) e que tem o significado de “Ele é”, “Ele se mostra eficaz”. Mas Deus falando de si mesmo, não pode usar outra forma que a primeira pessoa “EU SOU”. O hebraico pode ser traduzido ao pé da letra: “EU SOU AQUELE QUE SOU”, que seria o correspondente a “EU SOU AQUELE QUE É”, ou “Eu sou o Existente”.

A pronúncia do Nome Sagrado passou por diversas fases na história de Israel. Primeiro se podia falar e pronunciar o Nome de Deus, assim como nós fazemos hoje. Mas, alguns começaram a abusar do Nome divino. Juravam e blasfemavam em nome de Deus. Com o isso o Nome foi proibido de ser pronunciado e só podia ser recitado pelos Sacerdotes no Templo e nas sinagogas. Depois, só o Sumo Sacerdote podia dizê-lo. Mais tarde, só uma vez por ano, no dia da festa do Yom Kippur (Dia da Expiação). Por fim, o Nome foi totalmente proibido e ninguém mais podia pronunciá-lo. Quando se lia o texto bíblico, em vez do Nome Divino, se pronunciava “Adonai”[1] que quer dizer “Senhor”. Os últimos livros do AT já nem mais escreviam o nome de Iahweh, mas colocavam אל (El) ou  אלווהים  (Elohîm), que quer dizer Deus.

É bom lembrar que o texto hebraico da Bíblia (AT) foi escrito só com as consoantes. Não existiam as vogais. Por isso, depois de algum tempo o Nome não se pronunciava mais, e já não se sabia bem qual era mesmo a verdadeira vocalização. Só os rabinos e escribas mais estudados é que poderiam ter o segredo. E também não se podia modificar o texto escrito. Lá o nome permanecia como foi revelado.

Nos séculos VII-VIII dC os massoretas colocaram as vogais em todo o texto hebraico da Bíblia e quando tiveram que vocalizar o tetragrama do nome de Deus, colocaram as vogais do nome de אדוני (Adonai). Fizeram isso para evitar que se pronunciasse o nome de Deus. Se alguém que devia ler o texto, mesmo que estivesse um pouco distraído, não iria ler o nome de Deus. Essa era considerada uma falta gravíssima! Ou seja, a tradição hebraica mantinha um respeito grandíssimo pelo nome de Deus, considerava o Nome algo tão Sagrado que nenhum ser humano poderia pronunciá-lo.

Mas em 1874, Charles T. Russel, fundou os Testemunhas de Jeová, nos EUA. Estes não conhecendo bem o hebraico, e muito menos toda a história do nome de Deus, traduziram o tetragrama com as consoantes hebraicas do nome divino e com as vogais de Adonai. Eles julgavam ter descoberto o “verdadeiro nome de Deus”, e por isso traduziram o nome por “Jeová”, “Iehovah” ou “Gehova”. O que é difícil de ser correto. “Jeovah” provém provavelmente de uma tentativa inadequada de combinar as consoantes hebraicas YHWH, que originalmente podem ter sido pronunciadas Yahveh, com vogais de Adonai, nome hebraico do Senhor, que foram sobrepostas a YHWH. Nos tempos pós-bíblicos, YHWH ou Yahveh foram substituídos por Adonai, quando, como sinal de temor e respeito, o Nome inefável não foi mais pronunciado por judeus”[2].

Hoje as Bíblias traduzem o nome divino como:
a) o Eterno (Torá Hebraica);
b) Iahweh (Bíblia de Jerusalém), é uma tentativa de tradução e pronúncia fiel do Nome;
c) Javé (Edição Pastoral), é a versão popular do nome de Deus, do jeito como o povo fala;
d) Senhor (várias Bíblias), seguem mantendo o respeito pelo Nome divino[3].
Mas no AT Deus aparece ainda com outros nomes, como: “Altíssimo”, “Santo”, “Onipotente”, “o Único”, “Eterno” etc.

Jesus, que também era hebreu, parece que nunca pronunciou o Nome de Deus. Em Marcos 12,30 e 12,36 Jesus utiliza textos do AT que tinham o nome de Deus, mas Jesus deve ter pronunciado “Adonai” ou “Senhor” e não “Iahweh”, pois o original grego traz kur, ioj (kyrios = Senhor).

Jesus foi fiel à tradição do seu povo. Mas falando de si mesmo e querendo revelar a sua natureza divina, Jesus utilizou o mesmo verbo com o qual Deus se manifestou em Ex 3,13-14. É importante analisar esta expressão no Evangelho de João. O evangelista conhece a fundo o AT, conhece a cultura e a religião hebraica. Por isso, neste Evangelho é interessante ver como o verbo “ser” é muito frequente. Portanto, nos interessa muito que em João por três vezes (número da unidade) Jesus utiliza para si a expressão “EU SOU” sem que tenha algum complemento (Jo 8,24.28; 8,58; 13,19)[4].

Jesus mesmo se identifica com Deus Pai: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10,30). Em outra passagem, Jesus diz: “Quem me vê, vê o Pai” (Jo 14,9). O NT também afirma que “O Verbo estava em Deus e o Verbo era Deus” (Jo 1,1) e que Jesus “é a imagem do Deus invisível” (Cl 1,15).

Outra constatação importante é que, no Evangelho de João, quando Jesus usa o complemento ao verbo, o faz por sete vezes. Ou seja, por sete vezes (o número perfeito) Jesus diz o que Ele é!
1) Eu sou o Pão da Vida (6,36.41.48.51);
2) Eu sou a Luz do mundo (8,12; 9,5);
3) Eu sou a Porta (Jo 10,7.9);
4) Eu sou o Bom Pastor (Jo 10,11.14);
5) Eu sou a Ressurreição e a Vida (Jo 11,25);
6) Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14,6);
7) Eu sou a Videira Verdadeira (15,1.5)

BIBLIOGRAFIA

BIBLE WORKS 5.0. Programa bíblico para computador. Texto, dicionário e gramática (PIB, Roma 2002).

BÍBLIA DE JERUSALÉM, TEB e EDIÇÃO PASTORAL. Introduções e notas de rodapé.

DÍEZ MACHO, A. – BARTINA, S. – GUTIÉRREZ-LARRAYA, J. A. (ed.), Enciclopedia de la Biblia. 6 voll. (Barcelona 1963).

JENNI, E. – WESTERMANN, C. ed. Dizionario teologico dell’Antico Testamento. Tradução italiana do original alemão (Torino 1982).

J. L. MACKENZIE. Dicionário Bíblico. Tradução do original por CUNHA A. et al. (Paulus, São Paulo 72002).

SELTZER, R. M. Povo Judeu, Pensamento Judaico I (Judaica 1, Rio de Janeiro, 1990).

REYMOND, P. Dictionnaire d’Hebreu et d’Araméen Bibliques (Paris 1991). Traduzione italiana: SOGGIN J.A. ed. Dizionario di ebraico e aramaico biblici (Roma 1995).


[1] Lia-se Adonai, ao invés de Adoní para referi-lo unicamente a Deus e não aos senhores humanos.
[2] SELTZER, R. M. Povo Judeu, Pensamento Judaico I (Judaica 1, Rio de Janeiro, 1990), pg. 3.
[3] A LXX, versão grega do AT, traduz יהוה (Iahweh) com kur, ioj (Kirios) e a Vulgata (versão em latim da Bíblia) traduz com Dominus.
[4] No Evangelho de João aparece ainda várias vezes a expressão “Sou eu” (Jo 4,26; 6,20; 7,28; 8,16; 9,9; etc), mas não no sentido forte como nesses três casos.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

SEMEAR, PLANTAR: CATEQUIZAR!



Mateus 13,1-9.

Um dia um jovem conquistou uma cidade por sua mansidão, coragem e caráter forte. Ele não veio ao mundo para agradar pessoas. Ele foi enviado e mostrou-se diferente de qualquer ser humano antes visto. Suas atitudes e palavras eram coerentes a todo tempo. Sendo amável e incentivador no olhar, palavras e aconselhamentos. Esse jovem tinha preferência em falar de seus propósitos em meio à natureza que o cercava e, nunca precisou de microfone, transmissões online ou qualquer tipo de mídia. Ele era naturalmente um bom pregador em meio a poucos recursos da técnica da oratória.

E desta forma, estava ele andando tranquilamente à beira de um lago. Horas olhava para a terra, horas para a água. Via a imensidão. Via o céu azul e o sol forte escaldante.  Analisava o solo e os mistérios que a criação daquele lugar disponha. Pensava calado, observava tudo, e quando percebeu uma multidão de pessoas o seguia, e surgiam mais e mais pessoas conforme ele caminhava. Dentre a multidão, estavam também alguns amigos queridos por ele. Estes anunciavam que o jovem pregador logo ia ensinar. Os que ali estavam, tinham sede de agua doce e de ouvir as palavras saírem da boca daquele jovem sábio.

Percebendo que já estava quase cercado, parou e adentrou em uma barca que ali encontrou, e sentou-se. Silenciou-se, olhando para o lago instigando as pessoas presentes a fazerem o mesmo.

"O que será que ele tanto olha para as águas?" Alguns se perguntavam. Outros invejavam sua forma de agir. E havia aqueles que sentiam paz em estar ali e tinham "sede" de ouvi-lo. Viram nele, florir a esperança. O jovem tocava a terra, pegava um punhado e deixava-a escoar entre os dedos. Cavou um pequeno buraco com o dedo, tirou do bolso uma semente e ali enterrou.

Então, depois de um longo tempo em silencio, ele começou a observar o rosto de cada um que ali estava. Sorria discretamente e transmitindo amor com os olhos. Pedia que os pequeninos se aproximassem mais. Acariciava a cabeça ou o ombro de um ou outro. E, em voz alta e forte iniciou a sua história:

Um Semeador que se preze, tem que sair. Não há como plantar estando no conforto de sua casa. Não dá para semear no mesmo lugar, é necessário um passo de cada vez. A plantação inicia dentro de casa, com o planejamento e estudo da semente. Mas, a ação se concretiza no "SAIR". Sair e lançar. Essa é a função do semeador! O semeador deve preocupar-se com a qualidade da semente, sair e lançar. Há diversos terrenos por aí.

Hoje, por exemplo, estamos diante desse lago. Neste momento estou lançando sementes aqui.  Imagino que muitos de vocês estejam pensando que, semear aqui seja tolice, pois determinadas sementes aqui não terão vida. No entanto, é possível ver ao longe, flores e determinados tipos de vegetações florindo nesta imensidão. A sabedoria de Deus fecundou sementes para que aqui tivessem vida, e vida em abundância. Aqui essas sementes têm sua função e fazem parte do ecossistema. Algumas inclusive, no fundo deste lago. Outras ainda no fundo do mar, na imensidão da água salgada, que aos nossos olhos humanos, seria impossível.

O semeador é contratado para semear. Outra pessoa virá para colher o que o semeador plantar. Assim sendo, aconselho o semeador a amar sua tarefa e faze-la bem-feita. Sair e ir lançando sementes de amor, de paz, de perdão, de compaixão, de misericórdia, de amizade, de abraço, de afetos, de sorrisos, FÉ e tantas outras sementes boas, em todos os terrenos que avistar.

Não importa se o terreno é composto de areia, pedra, espinhos ou de terra boa. A semente deve ser jogada aqui e agora. O semeador não se preocupa com a colheita, confiando que seu contratante saberá fazer isso com maestria. Aquele que semeia é apenas um servo, que não pode cansar de lançar as sementes.

Então, hoje eu vos digo: sejam semeadores da semente fecunda! Joguem sementes por meio da palavra, de gestos caridosos, de bondade, de afetos, do amor! Essas sementes foram altamente preparadas, cuidadas, para serem fecundas em qualquer tipo de solo. Só não crescerá, se o dono do solo não permitir. E mesmo que não permita, quando o supremo maior desejar, ele age! Ide pelo mundo, semeie o evangelho a toda criatura.

O jovem encontra no meio da multidão duas mulheres que estavam paralisadas, pensando em tudo o que acabaram de ouvir.  Ele virou-se para elas, olhou-as amavelmente e decifrou seus pensamentos, completando:

Queridas amigas semeiem na sua comunidade com todo o amor que existir dentro de vocês. Tenham coragem para enfrentar as dificuldades e superar seus medos. A semente é a Palavra de Deus. Lancem-nas sem medo para todos os solos envidados a você. Algumas pedras no caminho vão surgir, então recomendo que se abaixem, tirem-nas do caminho e prossigam. Seus ouvidores, nem sempre lhe escutarão. Mas, a semente que vocês plantarão será fecunda e um dia dará frutos para aquele que colhe no tempo certo.

Alguns saíram sem entender a mensagem do jovem pregador, diziam que ele falava por códigos e não era compreensivo. Outros saíram encantados, foram para casa, mas, acharam que não teriam tempo para "semear". Outros ainda, no caminho mesmo, já entraram em discussão e decidirão que a história era uma loucura. No entanto, aquelas duas mulheres que foram instigadas pelo jovem com amor sem igual, foram tocadas profundamente. Foram para casa, tomaram posse da Palavra e saíram a semear como nunca antes tinham semeado...

Queridas e queridos catequistas, vamos semear?

Você dispõe neste momento de muitos recursos tecnológicos, e mesmo que não disponha, Jesus ensinou que é possível, pois o que muda tudo é a quantidade de amor que você deposita na missão. Leia a Palavra, dedique-se a conhecê-la e medita-la e SAIA do lugar! Um passo de cada vez, devagar, jogando pequenas as sementes, que foram preparadas com o mais puro ingrediente: o AMOR. Você planta e Deus colhe!


Catequista: Sandra Fretta Gomes Malagi
Paróquia Sant’Ana- Laranjeiras do Sul-PR


sexta-feira, 16 de agosto de 2019

ROTEIRO: Celebração para o Dia do Catequista 2019


Batizados e Enviados: a Igreja de Cristo em missão no mundo

Querida irmã e caríssimo irmão Catequista, Graça e paz em Cristo Jesus!

Estamos no mês vocacional e nos preparamos para celebrar o dia do catequista, 25 de agosto. Crescemos na convicção de que a catequese está a serviço da iniciação à vida cristã e em nossas realidades se fortalece a prática da inspiração catecumenal para todas as formas de educação na fé.
Estamos em sintonia com o mês da Bíblia, onde refletiremos sobre a Primeira Carta de São João, o mês missionário extraordinário e o sínodo para a Amazônia. Com essas intuições, apresentamos a proposta de uma Celebração para o DIA DO CATEQUISTA, que poderá ser feita no grupo de catequistas e também adaptada à Celebração Eucarística.
Recomendamos que a Celebração seja preparada com antecedência pela equipe de catequistas, liturgia e cantos. 
Nossa gratidão aos inúmeros catequistas espalhados pelo Brasil.
Parabéns Catequistas!  

CNBB – Equipe de Catequese

AMBIENTE:

Bíblia, cruz missionária (ou outra), vela bonita, bacia com água e pétalas de flores, óleo perfumado, incenso.

Refrão meditativo:
Tudo por causa de um grande amor! Tudo por causa de um grande amor!
Tudo, Tudo por causa de um grande amor! Por causa de um grande amor!

Motivação inicial:

Animador: Querida comunidade, queridos catequistas! Estamos reunidos para celebrar o nosso chamado e a nossa missão. Rendemos graças ao Senhor da vida, que nos chamou a vida e, pelo batismo, nos envia como seus missionários, para anunciar ao mundo a salvação de Jesus Cristo, morto e ressuscitado, vida e esperança para nossos povos. De modo especial, nestes dias que lembramos da vocação dos nossos catequistas, agradecemos ao Senhor por Eles, que são protagonistas de nossas comunidades no processo de iniciação à vida cristã. Esta celebração nos ajudará a viver sempre mais o sentido missionário da nossa adesão a Jesus Cristo. 

Hino de Abertura:

Venham, catequistas, ao Senhor cantar (bis) Ao Deus do universo, venham festejar (bis)
Seu amor por nós, firme para sempre (bis) entrada da cruz missionária Sua fidelidade dura eternamente (bis)
Toda a terra aclame, cante ao Senhor (bis)
Vivamos o batismo com todo o fervor (bis) entrada da bacia com água Nossas mãos orantes para o céu subindo (bis)
Cheguem como oferenda ao som deste hino (bis) entrada do incenso Glória ao Pai, ao Filho e ao Santo Espírito (bis)
Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito (bis) 

Recordação da Vida:

Convidar os participantes tocar na água com pétalas de flores e a recordar elementos ligados ao seu batismo (padrinhos, igreja, presidente da celebração…), lembrando também do seu chamado a serem catequistas (como foi, o que sentiram, por intermédio de quem). Depois da conversa em duplas, alguns partilham com o grande grupo.

Hino:

Antes que eu te formasse dentro do seio de tua mãe, antes que tu nascesses, te conhecia e te consagrei.
Para ser meu profeta entre as nações eu te escolhi, irás aonde enviar-te e o que te mando proclamarás! 
Tenho que gritar, tenho que arriscar, ai de mim se não o faço!
Como escapar de ti, como calar, se tua voz arde em meu peito?
Tenho que andar, tenho que lutar, ai de mim se não o faço!
Como escapar de ti, como calar, se tua voz arde em meu peito?
Não temas arriscar-te, porque contigo eu estarei, não temas anunciar-me, em tua boca eu falarei. Entrego-te meu povo, vai arrancar e derrubar, para edificar, destruirás e plantarás!
Deixa os teus irmãos, deixa teu pai e tua mãe, deixa a tua casa, porque a terra gritando está. Nada tragas contigo, pois ao teu lado estarei. É hora de lutar, porque meu povo sofrendo está. 

Salmo:
Refrão: A minh’alma tem sede de vós, como terra sedenta, ó meu Deus
— Sois vós, ó Senhor, o meu Deus! Desde a aurora ansioso vos busco! A minh’alma tem sede de vós, minha carne também vos deseja, como terra sedenta e sem água! R:
— Venho, assim, contemplar-vos no templo, para ver vossa glória e poder. Vosso amor vale mais do que a vida: e por isso meus lábios vos louvam. R:
— Quero, pois, vos louvar pela vida, e elevar para vós minhas mãos! A minh’alma será saciada, como em grande banquete de festa; cantará a alegria em meus lábios. R:
— Penso em vós no meu leito, de noite, nas vigílias suspiro por vós! Para mim fostes sempre um socorro; de vossas asas à sombra eu exulto! R:

Canto:
A comunidade dança alegre
A comunidade dança alegre e canta, acolhendo agora a Palavra Santa.
A Palavra vem, vem nos libertar
como um vento forte a nos arrastar.
Vamos caminhar, irmãs e irmãos, já chegou a hora da nossa missão.

Evangelho (Mt 28, 16-20)
Naquele tempo, os onze discípulos foram para a Galileia, ao monte que Jesus lhes tinha indicado. Quando viram Jesus, prostraram-se diante dele. Ainda assim alguns duvidaram. Então Jesus aproximou-se e falou: “Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra. Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei! Eis que estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo”. Palavra da Salvação.
Todos: Glória a vós, Senhor. 

Silêncio. Meditação. Partilha. 

Meditação:

Leitor: Nestas palavras que ouvimos no Evangelho Jesus Cristo não confiou uma tarefa simples aos seus discípulos, mas deu-lhes uma identidade que os projeta para além de si, na comunhão com a Santíssima Trindade, em favor do mundo inteiro, por meio do testemunho, do serviço e do anúncio do Reino de Deus (cf. DGAE 2019-2023, n.21).
Todos: Eis-me aqui! Envia-me, Senhor!

Leitor: Batizados e Enviados: A Igreja de Cristo em missão no mundo é o tema do Mês Missionário Extraordinário, proposto pelo Papa Francisco. É o tempo oportuno para fortalecer o nosso compromisso missionário, renovando nosso encontro com Jesus Cristo e alegria da fé recebida desde o santo Batismo. 
Todos: Eis-me aqui! Envia-me, Senhor!

Leitor: A missão parte do encontro com Cristo e a Ele conduz. Conhecer Jesus Cristo foi o melhor que aconteceu em nossas vida. Torná-lo conhecido é o melhor presente que podemos dar a uma pessoa (Cf. DAp. 29). Eis o sentido da missão: partilhar o Dom de sermos amados, perdoados e acolhidos por Deus. Ela é a partilha de uma alegria. É um anúncio em palavras e gestos que irradia e atrai. 
Todos: Eis-me aqui! Envia-me, Senhor! 

Leitor: Disse-nos o Papa Francisco: “Quem ama, põe-se em movimento, sente-se impelido para fora de si mesmo: é atraído e atrai; dá-se ao outro e tece relações que geram vida. Para o amor de Deus, ninguém é inútil nem insignificante. Cada um de nós é uma missão no mundo, porque fruto do amor de Deus.”
Todos: Eis-me aqui! Envia-me, Senhor!

Leitor: A iniciação à vida cristã é indispensável para que a Igreja cumpra sua missão, de formar discípulos missionários. É tempo de decidirmos por sermos Igreja querigmática e missionária: peregrina, desinstalada, samaritana, misericordiosa. Precisamos ter o Evangelho no coração e nas mãos e acolher quem está desnorteado, caminhar com as pessoas em situações difíceis, curar feridas (cf. Doc. 107, n.38, 109). 
Todos: Eis-me aqui! Envia-me, Senhor!

Leitor: O catequista a serviço da iniciação à vida cristã ajuda a comunidade a se renovar e assumir o seu caráter missionário. A coragem, a decisão e a criatividade são marcas da sua espiritualidade. Muito mais que transmitir conceitos, ele transmite a graça divina experimentada em sua vida, como mistagogo e companheiro nas estradas da vida.
Todos: Eis-me aqui! Envia-me, Senhor!

Testemunhos Missionários:
Convidar alguns catequistas ou outros leigos da comunidade para testemunharem brevemente alguma “alegria missionária” que sentem como batizados, membros da comunidade e enviados à missão de fazer discípulos missionários.

Momento Simbólico e Preces:
Pedir aos participantes que segurem ou toquem a cruz e recordem situações, pessoas ou realidades de sofrimento e dor que clamam pela nossa presença missionária como batizados e enviados.

Animador: Partilhemos espontaneamente os sentimentos e os propósitos pessoais. Deixar falar.

Canto:
Leva-me aonde os homens necessitem da palavra,
Necessitem de força de viver, onde falte a esperança,
Onde tudo esteja triste simplesmente, por não saber de Ti

Preces
Animador: Ao Deus que nos chama continuamente e nos faz participantes da sua missão, rezemos com a confiança de filhos e filhas:
Leitor: Leva-nos Senhor, ao encontro com a Vossa Palavra a fim de que sejamos servidores e não meros ouvintes
R: Ficai conosco, Senhor, todos os dias!
Leitor: Leva-nos à experimentarmos a alegria viver em comunidade o amor fraterno
R: Ficai conosco, Senhor, todos os dias!
Leitor: Leva-nos às famílias, especialmente as mais fragilizadas e necessitadas de ajuda:
R: Ficai conosco, Senhor, todos os dias!
Leitor: Leva-nos aos pobres, que são a riqueza de nossa Igreja, mas descartados e excluídos de nossa sociedade
R: Ficai conosco, Senhor, todos os dias! 
Leitor: Leva-nos às periferias sociais e existenciais de nossas cidades, campos e florestas
R: Ficai conosco, Senhor, todos os dias!
Leitor: Leva-nos aos jovens a fim de os acompanharmos em seu itinerário de discernimento humano e espiritual
R: Ficai conosco, Senhor, todos os dias!

Oração do Mês Missionário

Animador: Rezemos juntos a Oração do Mês Missionário:

Pai Nosso o teu filho unigênito Jesus Cristo ressuscitado de entre os mortos confiou aos seus discípulos: “ide e fazei discípulos todos os povos.”
Recorda-nos que através do batismo nos tornamos participantes da missão da Igreja. Pelos dons do Espírito Santo, concedei-nos a Graça de ser testemunhas do Evangelho, corajosos e vigilantes, para que a missão confiada à Igreja, ainda longe de estar realizada, possa encontrar novas e eficazes expressões que levem vida e luz ao mundo. Ajudai-nos, Pai Santo, a fazer que todos os povos possam encontrar-se com o amor e a misericórdia de Jesus Cristo, Ele que é Deus convosco, e vive e reina na unidade do Espírito Santo, agora e para sempre.
Amém.

Animador: Nossas preces prossigamos, rezando juntos a oração que o Senhor nos ensinou:
Todos: Pai Nosso...

Animador: Chegamos ao final desta celebração. Somos gratos ao Senhor por sermos batizados e enviados. Que nossa comunidade reconheça sempre mais a importância dos catequistas, neste tempo em que a transmissão da fé é um grande desafio para todos nós. Vamos nos manter sempre unidos, com alegria, coragem e esperança, porque o Senhor que está conosco todos os dias e nos capacita para sermos seus discípulos missionários. 

Bênção
O Senhor te abençoe e te guarde.
O Senhor faça brilhar sobre ti a sua face e te seja propício. O Senhor volte para ti o seu rosto e te dê a paz.
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Canto (ou outro a escolha):
O Deus que me criou, me quis me consagrou para anunciar o seu amor.
Eu sou como chuva em terra seca: pra saciar, fazer brotar eu vivo para amar e pra servir!
É missão de todos nós! Deus chama, eu quero ouvir a sua voz!
Eu sou como a flor por sobre o muro. Eu tenho mel, sabor do céu, eu vivo pra amar e pra servir.
Eu sou como estrela em noite escura. Eu levo a luz, sigo a Jesus. Eu vivo par amar e pra servir!
Eu sou como abelha na colmeia. Eu vou voar, vou trabalhar. Eu vivo pra amar e pra servir.
Eu sou, sou profeta da verdade. Canto a justiça e a liberdade. Eu vivo para amar e pra servir!




quinta-feira, 15 de agosto de 2019

NOSSA SENHORA DA GLÓRIA e NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO



Hoje, dia 15 de agosto, a Igreja comemora a Festa de Nossa Senhora da Glória ou Nossa Senhora da Assunção, um dos muitos títulos dados a Maria, mãe de Deus.

Uma diferença importante, é que Maria foi assunta, enquanto Jesus ascendeu ao céu. Ser assunta significa que alguém, nesse caso Deus, realizou essa Ascenção. Isso é importante porque nos mostra que Maria não subiu aos céus por suas próprias forças, mas pela Graça de Deus. De Jesus, por sua vez, dizemos que Ascendeu aos céus, o que manifesta mais uma vez seu poder divino.

A Santa Igreja ensina que, a Virgem Maria, “preservada imune de toda a mancha da culpa original, terminado o curso da vida terrena, foi assunta de corpo e alma à glória celeste. E para que, mais plenamente estivesse conforme Seu Filho, Senhor dos senhores e vencedor do pecado e da morte, foi exaltada pelo Senhor como Rainha do Universo”*.

* Redemptoris Mater, 41, João Paulo II, cita:  o Papa Pio IX definiu solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Maria Santíssima, através da Bula Ineffabilis Deus, no dia 8 de dezembro de 1854; o Papa Pio XII declarou e definiu solenemente o dogma da Assunção em corpo e alma da Virgem Maria à glória celestial, através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus, no dia 1 de novembro de 1950.

O Papa Pio XII declarou como dogma revelado por Deus que Maria, Mãe imaculada perpetuamente Virgem de Deus, após a conclusão da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória dos Céus.

O dogma da Assunção significa que, a Santíssima Virgem foi assumida por Deus no Reino dos Céus. Significa, também, que ela foi glorificada de corpo e alma na Jerusalém celeste. Depois de sua vida terrena, a Mãe do Senhor encontra-se antecipadamente no estado escatológico dos justos na ressurreição final. Nesse sentido, a crença no dogma da Assunção enche de esperança o nosso coração. Une a dimensão antropológica, o sentido da nossa existência terrena, o destino escatológico com o fim último da nossa humanidade redimida pela Cruz de Cristo.

Quando falamos da Assunção de Nossa Senhora e da celebração da Solenidade de Nossa Senhora da Glória, estamos nos referindo a uma mesma realidade, mas em diferentes aspectos. Na Assunção, recordamos de maneira especial que Maria, terminada sua caminhada na terra foi assunta aos céus em corpo e alma. Quando falamos de Nossa Senhora da Glória, por sua vez, acentuamos que lá no céu, Maria já participa da Glória de Deus em plenitude com seu corpo glorioso. 

Existem duas representações clássicas de Nossa Senhora da Glória: Em sua Assunção, Nossa Senhora é representada com os braços abertos num ato de louvor a Deus, sustentada (ou erguida) por anjos.  
Assunzione - Tiziano

Em sua Glória, ela é representada com uma coroa, representando sua realeza, com um cetro símbolo do poder real e com o menino Jesus no braço direito simbolizando sua maternidade.


Festa da Assunção de Maria, como Nossa Senhora da Glória é um sinal para nós que um dia, pela graça de Deus e os nossos esforços, também poderemos nos juntar à Mãe Santíssima, dando glória a Deus. A Assunção é uma fonte de grande esperança para nós, pois aponta o caminho para todos os seguidores de Cristo, que imitam a sua fidelidade e obediência à vontade de Deus. Onde Nossa Senhora está agora, nós também estamos destinados a estar e podemos esperar por isso contando com a graça divina. 

Sobre Nossa Senhora da Glória, o Papa Bento XVI afirmou:
Ao contemplar Maria na glória celestial, entendemos que a terra não é a pátria definitiva para nós também, e que, se vivemos com o nosso olhar fixo nos bens eternos, a terra se tornará mais bela. Consequentemente, não devemos perder a serenidade e a paz mesmo no meio das milhares de dificuldades cotidianas. O sinal luminoso de Nossa Senhora recebida no céu brilha ainda mais intensamente quando as sombras tristes de sofrimento e violência parecem pairar no horizonte.
Podemos estar certos de que: do alto, Maria acompanha os nossos passos, com preocupação, gentil, dissipa a escuridão nos momentos de trevas e angústia, tranquiliza-nos com a sua mão materna. Apoiados por esta consciência, vamos continuar confiantes no nosso caminho de compromisso cristão onde quer que a Providência nos levar. Vamos avançar em nossas vidas sob a orientação de Maria.
* (Papa Bento XVI, Audiência Geral, em Castel Gandolfo no dia 16 de agosto de 2006).
Como seu Filho Jesus Cristo, a Virgem Maria partiu deste mundo voltando “para a casa do Pai”. Todos nós somos filhos de Deus, todos nós somos irmãos e irmãs de Jesus. Somos também filhos e filhas de Maria, nossa Mãe. Todos nós desejamos a felicidade, e a felicidade para a qual todos nós tendemos é Deus. Todos nós estamos a caminho da felicidade, que chamamos céu, o qual, na realidade, é a vida com Deus. Que Nossa Senhora nos ajude, nos dê coragem para fazer com que cada momento da nossa existência seja um passo neste êxodo, nessa saída em busca da felicidade, nesse caminho rumo a Deus. A Virgem Maria nos ajude também a tornar presente a realidade do céu, a grandeza do Senhor na vida do nosso mundo.

Oração a Nossa Senhora da Glória

Pai Amoroso, Vós que elevastes a Virgem Maria ao céu para compartilhar a vossa comunhão de amor, fazendo com que ela se torne exemplo e esperança para cada um de nós, pela vossa misericórdia e pelo sacrifício de nossas orações, aceitai-nos para aquele abraço santo e definitivo na glória eterna, junto convosco e com a Virgem Maria. Isso nós vos pedimos por Cristo nosso Senhor. Amém.

Nossa Senhora da Glória, rogai por nós!


* Fontes de pesquisa diversas.

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O CATEQUISTAS BRASIL 2020

AS INSCRIÇÕES PARA O CATEQUISTAS BRASIL ESTÃO ABERTAS, EVENTO ACONTECERÁ EM FEVEREIRO DE 2020 NO SANTUÁRIO NACIONAL DE NOSSA SENHORA APARECIDA

A cidade de Aparecida (SP) será novamente a sede do Catequistas Brasil, evento que em 2019 reuniu mais de dois mil catequistas de todo o Brasil na casa da Mãe. A data será de 07 a 09 de fevereiro de 2020 no mesmo local, o Centro de Eventos Pe. Vitor Coelho de Almeida que fica no estacionamento da Basílica Nacional. Portanto, a próxima edição, que tem a missão de educar para a evangelização possui como tema “Vinde e Veja”. As inscrições para o Catequistas Brasil 2020 abriram nesta segunda, dia 05 de agosto e as vagas são limitadas no primeiro lote, com preços mais baixos e condições especiais para grupos e caravanas.
Catequistas Brasil tem o objetivo de capacitar o catequista. Entretanto, o evento tem o propósito e missão de contribuir para que ele se dedique à pastoral de forma evangelizadora e missionária. Por outro lado, é munido de estratégias e métodos construtivos que beneficiam na formação do discípulo de Jesus, mas também, oferecer conhecimentos técnicos e didáticos. Sendo assim, Catequistas Brasil quer proporcionar um encontro onde o catequista possa exercer sua vocação missionária com inspiração, motivação e conhecimento para unir e viver na comunidade com alegria e entusiasmo. Mais de 3 mil catequistas são esperados nessa segunda edição.

REALIZAÇÃO

O Catequistas Brasil é um evento realizado pela Revista Paróquias que, há mais de 14 anos, publica conteúdos sobre gestão eclesial e prática pastoral. Além disso,  promove outros Congressos voltados para a Igreja Católica. Por exemplo, o CONAGE – Congresso Nacional de Gestão Eclesial, o CONASPAR – Congresso Nacional de Secretários Paroquiais e o CONADIZ – Congresso Nacional da Pastoral do Dízimo e da Partilha. Portanto, na organização do conteúdo programático, a Revista conta com a colaboração de leigos e religiosos que dominam a catequese em suas missões evangelizadoras.
A Promocat Marketing Integrado, Agência de Comunicação Católica responsável pela Feira ExpoCatólica, o maior evento de promoção do segmento na América Latina foi escolhida novamente para ser a promotora do Catequistas Brasil.

INSCRIÇÕES 

Em primeiro lugar, as inscrições para o Catequistas Brasil 2020 serão vendidas em lotes de ingressos. Posteriormente, cada lote terá um número limitado de vagas. No entanto, todas as vagas desse pacote terão o mesmo valor. Contudo, cada novo lote terá seu valor maior que o lote anterior. Ou seja: quem adquirir primeiro sua vaga pagará um valor menor, mais barato, mas todos terão acesso a todas as atividades realizadas no evento. Além disso, receberão o mesmo material entregue aos Catequistas. Confira abaixo cada um dos lotes:
VALORES PARA 3 DIAS DE EVENTO (SEXTA, SÁBADO E DOMINGO):
• 1º Lote: 599,00 (200 vagas)
• 2º Lote: 689,00 (300 vagas)
• 3º Lote: 759,00 (500 vagas)
• Último Lote: 799,00 (700 vagas)
Promoção: 10% de Desconto Especial de Lançamento até 16 de agosto.
VALORES PARA 2 DIAS DE EVENTO (SÁBADO E DOMINGO):
• 1º Lote: 499,00 (100 vagas)
• 2º Lote: 579,00 (200 vagas)
• 3º Lote: 639,00 (300 vagas)
• Último Lote: 679,00 (400 vagas)
Promoção: 10% de Desconto Especial de Lançamento até 16 de agosto.
DESCONTOS EXTRAS POR GRUPOS E CARAVANAS:
• De 3 a 10 inscrições: 5%
• De 11 a 20 inscrições: 10%
• Mais de 20 inscrições: 15%
• A cada 20 inscrições ganha-se 1 inscrição
FORMAS DE PAGAMENTO:
• Parcelado em até 6 vezes sem juros a partir de agosto
• Pagamento com Boleto ou Cartões de Crédito
• Última parcela deverá ser paga até 30/01/2020
INCLUSO NOS PACOTES:
• Todas as Palestras Plenárias
• Todas as Catequeses nas Estações
• Todas as Oficinas Dinâmicas
• Todos os Shows de Músicas Católicas
• Acesso às Arenas Catequéticas
• Camiseta Oficial do Evento
• Cruz do Catequista
• Kit do Congressista
• Certificado Digital do Curso
O Evento contará, ainda, com artistas e bandas católicas ligados à Catequese. Além disso, promete muitas outras atrações aos participantes. Os interessados devem correr para garantir a sua inscrição pois as vagas são limitadas. Inscrições pelo site evento.catequistasbrasil.com.br/inscricao .
Serviços:
Evento: Catequistas Brasil 2019
Local: Santuário Nacional de Aparecida, SP
Data: de 7 a 9 de fevereiro de 2020
Realização: Revista Paróquias – www.paroquias.com.br
Organização: Promocat Marketing Integrado – www.promocat.com.br
Site: www.catequistasbrasil.com.br
Facebook: www.facebook.com/catequistasbrasil
Telefones: (12) 3311-0665 | (12) 99630-1989 (WhatsApp)