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quinta-feira, 12 de setembro de 2024

A CATEQUESE COM CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E TRANSTORNOS DE COMPORTAMENTO

 

Não sou nenhuma "expert" no assunto e nem tenho estudos formais ou títulos acadêmicos na área, no entanto, ao longo da minha trajetória na catequese tive o desafio de ter em minhas turmas, crianças com deficiências e transtornos de comportamento.

Como “deficiência” vou tratar apenas aquelas consideradas Intelectuais ou Transtornos de Comportamento. As demais deficiências, consideradas físicas, não são impeditivas para que uma criança ou jovem frequente a catequese. Um cadeirante, surdo ou cego podem (e devem) ser incluídos nas turmas normais de catequese desde que se proporcione acessibilidade e recursos para a inclusão. Tal como qualquer escola, a Igreja deve se preocupar com a inclusão destes em seu meio, proporcionando rampas, acessibilidade nos ambientes, intérprete de libras, literatura em braille e o que se fizer necessário para acolhida destas pessoas.

Logo no meu segundo ano na catequese, recebi na minha turma de 1ª Etapa da Eucaristia, a "Maria", uma menina de 9 anos com deficiência de aprendizagem. Ela ainda não tinha leitura suficiente para acompanhar o restante da turma, era extremamente retraída e não interagia com o grupo. Baseado no que li e pesquisei depois, creio eu que ela tinha sintomas de Síndrome de Espectro Autista. A mãe me "avisou" que eu teria dificuldades com ela pois Maria "não aprendia como as outras crianças". E com Maria eu aprendi muito mais do que ensinei.

O primeiro desafio foram as demais crianças da turma. Havia uma certa "impaciência" ao lidar com a "demora" de Maria, tanto nas atividades (brincadeiras e atividades do encontro) quanto na aparente falta de interesse dela em tudo. Percebi que ela lia um pouco, mas num ritmo muito vagaroso e não conseguia interagir comigo quando me dirigia a ela. Tentando inserir Maria nas atividades de todos, eu me atrapalhei com isso e causei irritabilidade nos demais, que tinham que ficar "esperando" Maria e o encontro não fluía. Eram doze crianças apenas, mas ao invés de levar Maria ao mundo dos onze, eu trouxe os onze para o mundo de Maria. Deu para notar que isso não deu muito certo...

Comecei a ler a respeito do déficit de aprendizagem nas crianças e conversei bastante com a família de Maria para saber os hábitos dela e como ela interagia em casa com os outros. Isso me ajudou a entender muita coisa. Depois, resolvi "partilhar" meus problemas com as outras crianças. Num encontro onde Maria não estava, eu coloquei a eles as dificuldades da nossa menina, pedi que tivessem mais paciência com ela e pedi AJUDA para que nossos encontros não ficassem “parados” como eles achavam que estavam.

Não me surpreendi nada com as coisas que ouvi deles. As crianças têm uma visão muito diferente da dos adultos - que tem a propensão mais a compaixão do que exatamente à ação para mudar as coisas – e consegui com que se interessassem por uma mudança em nossos encontros. Falei sobre o que li a respeito da deficiência dela e da figura do “mediador”, que seria alguém que ficaria ajudando Maria a “interpretar” o nosso mundo de uma forma mais “individual” e menos coletiva do que quando eu falava com todos. Imediatamente uma menina que conhecia Maria - seus pais eram amigos e frequentava a mesma escola que ela - se ofereceu para ser a “ajudante” de Maria. E os demais se comprometeram a ter paciência e evitar comentários depreciativos às dificuldades dela, inclusive se revezando na ajuda quando necessário.

Difícil descrever como as coisas melhoraram a partir de então. Nossa pequena ajudante abria a Bíblia para a Maria no lugar certo, mostrava onde estávamos lendo e a ajudava nas atividades (coisa que eu mesma fazia e levava bem uns 15 minutos do encontro para “situar” a Maria). Outra coisa, as atividades de Maria eram diferentes dos demais e tinham um grau de dificuldade condizente com a capacidade cognitiva dela. Sim! É preciso se dar ao trabalho de criar atividades com mais imagens, menos leitura e de grau mais acessível e que Maria podia corresponder.

Claro que ainda havia muita coisa que eu não conseguia fazer, afinal, estava com ela apena uma hora e meia por semana, mas, Maria começou a interagir mais com o grupo. No ano seguinte experimentei dar a Maria uma função importante dentro do grupo: seria ela a coroar Nossa Senhora na pequena encenação que faríamos aos pais. Participou de todos os ensaios, mas, na hora de ir ao encontro, ela se recusou categoricamente. E ficamos sem a Maria na coroação, (tínhamos uma substituta claro) mas, exigimos mais do que ela poderia nos dar.

Maria ficou comigo nos três anos de catequese até chegar a Primeira Eucaristia. E devo dizer que neste último ano as dificuldades diminuíram bastante e a pertença ao grupo era tão boa que Maria nem parecia uma criança que precisava de recursos especiais.

Mas, não posso deixar de frisar alguns fatores que contribuíram para isso: Primeiro que minha turma ficou junta durante os três anos da catequese, ou seja, criamos laços e vínculos de amizade muito fortes. Segundo, a deficiência de Maria era de um grau leve, não havia, por exemplo, ataques de raiva ou irritabilidade nas mudanças de sua rotina e a família contribuiu imensamente para que eu pudesse ajudar a Maria, fornecendo sempre todas as informações necessárias. Visitei a família várias vezes, participamos de vários eventos na Igreja juntos, etc.

As leituras sobre o assunto fizeram, também, uma enorme diferença no meu “fazer catequese”. Nas leituras sobre o autismo o que vi foi que intervenções “conjuntas”, englobando psicoeducação, suporte e orientação de pais, terapia comportamental, fonoaudiologia, treinamento de habilidades sociais e medicação, ajudam na melhoria da qualidade de vida da criança, proporcionando melhor adaptação ao meio em que vive. E um fator bem interessante para nosso caso: a utilização do “mediador pedagógico”, alguém muito importante no tratamento e na adaptação da criança ao grupo, que funciona como elo entre o educador, os pais e a criança.

Esse mediador auxilia a criança nas atividades na salinha e em todos os outros ambientes (Igreja, celebrações, brincadeiras), mais ou menos como um “personal trainer”, mediando e ensinando as regras sociais, estimulando sua participação nos encontros, facilitando a interação dela com outras crianças, corrigindo rituais e comportamentos repetitivos e acalmando a criança em situações de irritabilidade e impulsividade. Obviamente que nem sempre pode ser uma outra criança do grupo, a não ser que também faça parte do círculo familiar/social da criança. Esse mediador pode ser um irmão, um dos pais, enfim, alguém que esteja disposto a tal tarefa. Se o catequista quiser também exercer esta função no grupo, onde as demais crianças não tenham dificuldades, já antecipo que não vai conseguir fazer. A não ser que o grupo seja de 4 ou 5 crianças somente.

Maria me despertou o interesse em entender mais este mundo tão restrito das crianças com dificuldades de aprendizagem e síndromes das mais diversas. Passei a ler bastante sobre o assunto e fiz serviço voluntário numa escola para crianças especiais. A escola atendia crianças com deficiências severas, tanto físicas quanto intelectuais, fiz isso durante quase quatro anos, o que me proporcionou conhecer a pedagoga especializada no assunto. É simplesmente imensurável o conhecimento que agreguei durante este tempo, estando na escola em contato com as crianças três vezes por semana, e convivendo com pedagogas da Educação especial.

Tendo conhecimento mais apurado das características de cada síndrome que causam as deficiências intelectuais nas crianças e os transtornos de comportamento, passei a ver com outros olhos, por exemplo, os casos relatados pelas catequistas de crianças de trato extremamente difícil, onde os pais usam o diagnóstico de “hiperatividade” - que são os casos mais comuns de síndromes em nossas crianças.

Ouso dizer que em muitos casos não é feito um diagnóstico clínico e trata-se apenas de uma percepção dos pais com relação a uma criança de difícil trato, cujos pais perderam o controle e os limites na educação desta criança.

A investigação do TDAH envolve detalhado estudo clínico por meio de avaliação com os pais, com a criança e a escola. E isso deve ser levado ao conhecimento de todas as pessoas que tem convívio constante com a criança; em nosso caso, do pároco, do catequista e da coordenação.

Todas as vezes que pais apresentaram este diagnóstico para explicar o comportamento social de seus filhos, é preciso pedir informações detalhadas sobre: o tratamento médico, psicológico e pedagógico da criança, se ela toma remédio, se faz terapia e quais as orientações para o trato da criança se ela vai ficar sozinha com o catequista. Assim como o diagnóstico de hiperatividade pode ser precoce, também pode estar subestimado e tratar-se de síndromes mais graves de transtorno de conduta.

A esse respeito tive uma experiência muito frustrante com uma criança diagnosticada com TDO – Transtorno Desafiador Opositor, que só foi confirmado pela mãe depois que a confrontei com as dificuldades que estava tendo com ele na catequese.

Apesar de ser uma criança de apenas nove anos, “José” tinha sérios transtornos de conduta, chegando a ser agressivo comigo várias vezes. Infelizmente este foi um caso em que não conseguimos levar a bom termo na catequese. Apesar das medicações pesadas, o menino além do TDO tinha várias condutas de esquizofrenia precoce. Nem vale a pena relatar o ano difícil que passei com minha turma de sete crianças, que em determinados momentos, José fazia parecer que eram trinta. Por fim ele agrediu outra criança num momento em que não havia um adulto por perto. A mãe desta criança fez boletim de ocorrência e tivemos muitos problemas na Igreja por conta disto. Para evitar outros dissabores, a mãe o levou para outra paróquia.

Hoje, eu considero impensável um catequista não procurar informações sobre os transtornos de comportamento, caso tenha uma criança com algum tipo de síndrome ou deficiência em suas turmas.

O primeiro passo é buscar interação com a família, fazendo-a ver que sem uma “parceria” com o catequista, a evangelização ficará comprometida quando não, impossível. Dependendo do caso, em que a criança tenha crises de irritabilidade, impaciência, choro, faz-se necessário incluir a família na catequese, fora do grupo de crianças. A inclusão neste caso, fica obviamente comprometida, mas, não temos na catequese como prever ou sanar casos de violência e bullying contra outras crianças. A realidade é que o catequista, raramente tem formação pedagógica na área de educação especial.

Com relação aos casos de severo comprometimento ocasionado por deficiência intelectual, onde a criança ou jovem não tenha condições para frequentar a catequese ou capacidade cognitiva para absorver o ensino da fé, ou seja, sua vontade não se manifeste de forma alguma e o interesse em receber os sacramentos seja exclusiva da família, vale a pena uma conversa com o pároco no sentido de proporcionar correta orientação aos pais.

Os sacramentos são parte da Iniciação à Vida Cristã, ou seja, fazem parte do processo catequético e não são um “fim” em si mesmos, exigem a participação litúrgica e a pertença à comunidade. Os pais, avós ou quem solicitar o sacramento, neste caso, devem ter a intenção de proporcionar à criança ou jovem, condições de ter esta participação e essa pertença. A catequese, neste caso, é feita em família e dentro das condições que a criança ou jovem tenha de entender o que está sendo requerido dela.

Como catequista, o que me faz agir e pensar sempre será o respeito pela dignidade da pessoa e ao amor por todos os seres. Tenho consciência de que o “sagrado” é, e será sempre, uma percepção humana feita pela fé e pela razão também. Vale aqui então, respeitarmos cada criança e cada jovem por aquilo que ele É e é capaz de fazer e entender. Muitas vezes, queremos infligir às crianças deficientes intelectuais, ações que elas são incapazes de entender. Não creio que Deus castigará a quem quer que seja, se uma criança não receber a eucaristia ou a crisma pelo fato de não fazer parte do mundo dela estes preceitos. A maioria dos deficientes intelectuais, quando tratados devidamente, são anjos encantadores, capazes de dispender gestos enormes de carinho e deles já é o Reino dos Céus por pura graça e misericórdia divina.

Essa opinião eu tenho desde que presenciei a “primeira” (e acho que última!) comunhão de uma menino de catorze anos, com deficiência cerebral. Ele foi praticamente arrastado pela mãe até o padre, recebeu a comunhão a força e o padre teve que segurar a boca do menino para que ele não cuspisse a hóstia. Não vi felicidade, alegria ou o que quer que seja nesta criança, exceto uma enorme contrariedade pela invasão ao seu “querer” e a mudança de sua rotina. Fizemos a vontade da avó e da mãe e desrespeitamos enormemente uma criança doce e carinhosa que se viu exposta ao escrutínio público e a julgamentos e preocupações preconceituosas a respeito do valor da “Eucaristia”.

Cuidemos catequistas, da nossa formação, não só para sabermos tratar a catequese com deficientes, como também para nos abstermos dela quando nos julgamos incapazes de levá-la da maneira certa.

Angela Rocha

Catequistas – Graduada em teologia pela PUCPR.

 Sugestão de Leituras:

Catequese inclusiva: Da acolhida na comunidade à vivência da fé.  Thaís Rufatto dos Santos. Edições Paulinas, 2013.

Iniciação à vida cristã: Eucaristia - catequese inclusiva. Thaís Rufatto dos Santos. Edições Paulinas, 2018.

Psicopedagogia Catequética: Reflexões e vivências para uma catequese inclusiva - Vol.5 - Pessoa com deficiência. Eduardo Calandro, Jordelio Siles Ledo, Rozeangela G. Barbosa. Editora Paulus, 2022.

Catequese Junto à Pessoa com Deficiência Mental.  Por Ana Sirlei P. Vinhal, Lucy Angela C. Freitas. Paulus, 2008.


* ESTE TEXTO E OUTRAS INFORMAÇÕES VOCÊ ENCONTRA EM NOSSA APOSTILA: 

"FORMAÇÃO BÁSICA PARA O CATEQUISYA: O(A) CATEQUIZADO(A)..." 

VOLUME III

Contato: Whats 41 99747-0348!








 

segunda-feira, 9 de setembro de 2024

PASTORAIS, GRUPOS E MOVIMENTOS: O QUE SÃO? QUAIS AS DIFERENÇAS ENTRE ELES?


Ninguém pode desejar entrar para a Catequese sem saber exatamente onde ela se situa na Igreja. Ela é uma Pastoral? Um grupo? Um movimento? Quem “manda” nas coisas da paróquia? Vamos entender melhor isso!

PASTORAL

A finalidade da Igreja Católica é evangelizar, ou seja, difundir os ensinamentos deixados por Jesus nos evangelhos e nos livros sagrados. Para que a Igreja possa fazer essa divulgação do Santo Evangelho, precisa ter um plano organizado, um projeto de evangelização que é distribuído a vários grupos em diferentes setores. Esses setores são chamados “Pastorais”. E as pessoas que trabalham nessas pastorais são chamadas “agentes pastorais” ou “agentes de pastoral”. Toda pastoral exige em si mesma um objetivo, uma característica e uma necessidade, de forma que ela é constituída como necessidade primária na evangelização da Diocese ou da Paróquia.

Portanto, Pastoral, é serviço, ação, trabalho desenvolvido pela Igreja. Não se resume em grupo de pessoas, mas em ação organizada e dirigida pela Diocese e Paróquia para “atender” determinada situação em uma realidade específica.

Pastoral vem de Pastor. Por isso é importante destacar que “FAZER” pastoral é fazer o que Jesus fez. É continuar sua missão. É por meio das pastorais e do conjunto de suas atividades que a Igreja realiza a sua tríplice missão: profética, sacerdotal e testemunhal. De uma forma mais simples podemos também definir a pastoral como "os braços" do pastor. Não seria possível a cada sacerdote, a cada pastor, realizar todas as atividades necessárias para a Igreja cumprir sua tríplice missão, por isso a Igreja utiliza-se dos serviços dos leigos, para, como os "braços" dos pastores, ajudar a Igreja.

Uma pastoral é essencial na estrutura orgânica de uma Diocese ou Paróquia; o conjunto de pastorais denominamos de Pastoral Orgânica porque estão na estrutura fundamental da organização diocesana ou paroquial; na verdade ela é essencial e necessária.

Exemplos: Pastoral da criança, da saúde, da educação, da juventude, da comunicação, da sobriedade, do menor, da liturgia, da catequese, a pastoral familiar, carcerária e muitas outras.

Em todas essas pastorais existem pessoas com formação para exercerem o trabalho que a elas correspondem. São coordenadas pelas dioceses que promovem regularmente cursos e encontros de formação, para que os “agentes de pastoral” possam trabalhar junto às comunidades com plena consciência do que estão fazendo e da finalidade do seu trabalho.

MOVIMENTOS

Os Movimentos Católicos, são grupos específico com organização específica muitas vezes independente, não diretamente ligados a uma paróquia ou Diocese, constituídos de leigos e leigas e às vezes com assessoria de alguns Sacerdotes e com coordenação nacional e internacional. O que caracteriza um movimento católico é que a sua origem e estrutura parte geralmente de um fundador ou fundadora que dá as coordenadas para que esse movimento exista; regido muitas vezes de estatutos e normas e de um direcionamento na espiritualidade. Anterior ao Concílio Vaticano II, esses movimentos eram denominados irmandades e confrarias, mesmo existindo algumas delas ainda hoje.

Os movimentos nascem e se formam num contexto externo à igreja local, mas atuam dentro da Paróquia. É uma ação dos leigos que pode envolver várias pastorais/serviços ao mesmo tempo. Estão mais ligados à vida pessoal dos participantes e, em geral, têm um caráter de espiritualidade e seguem um carisma próprio, envolvendo mais ou menos as mesmas pessoas que vivenciaram um encontro, um retiro ou uma catequese. Normalmente o grupo que tem uma liderança, tem um objetivo claro de oração, espiritualidade, comunhão e missão ou apostolado com autorização eclesiástica, pode chegar a ser um movimento.

Exemplos de movimento: ECC (Encontro de Casais com Cristo), Apostolado da Oração, movimento RCC (Renovação Carismática Católica), movimento da Mãe Rainha, movimento do Terço dos Homens, etc. Os movimentos, assim como os grupos, também podem ter âmbito paroquial, diocesano ou universal (católico).

GRUPOS

Os Grupos são formados por fiéis, que se reúnem de forma espontânea, porém sempre com a licença e orientação do Pároco ou vigário paroquial e tendo como base a oração e a escuta da Palavra. Os grupos reúnem-se para orar, para promover a justiça e a paz, para visitar doentes, etc. Quando um grupo cresce e amadurece, pode tornar-se uma Comunidade reconhecida pelo pároco (comunidade paroquial), pelo bispo (comunidade diocesana) ou até mesmo pelo Papa (comunidade católica). Ex.: Comunidade Canção Nova, grupos de oração paroquiais, etc.

Obs.: Normalmente os representantes/coordenadores de grupos e movimentos, assim como das pastorais, são convidados a fazer parte os CPPs – Conselhos Pastorais paroquiais.

“Há diversidade de dons, mas um só Espírito. Os ministérios são diversos, mas um só é o Senhor. Há também diversas operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. A cada um é dada a manifestação do Espírito para proveito comum”. (1Cor 12, 4-7).

PARA PENSAR:

01 - Você sabe o que Pastorais, Grupos e Movimentos a sua paróquia possui?

02 - Você participa de outra pastoral/grupo/movimento na paróquia?

Se a resposta é sim, qual é a sua prioridade? Se tiver duas reuniões no mesmo dia, das diferentes pastorais das quais você faz parte, em qual você vai? Se a resposta é "não", pense hipoteticamente a respeito.

03 - Você sabe o que é “CPP” e o que ele faz na paróquia?


Ângela Rocha
Catequista - formada em Teologia pela PUCPR




ORAÇÃO DO DIA (CATEQUISTAS)

 


Senhor meu Deus, mais um dia está começando.

Agradeço a vida que se renova para mim, os trabalhos que me esperam, as alegrias e também os pequenos dissabores que nunca faltam. Que tudo quanto viverei hoje sirva para me aproximar de vós e dos que estão ao meu redor.

Creio em vós, Senhor. Eu vos amo e tudo espero de vossa bondade. Fazei de mim uma bênção para todos que eu encontrar.

Amém!






domingo, 8 de setembro de 2024

CONHEÇA NOSSO MATERIAL DE FORMAÇÃO PARA CATEQUISTAS!

 

(PORTFÓLIO ATUALIZADO SETEMBRO 2024)

APOSTILAS DE FORMAÇÃO PARA CATEQUISTAS 

01 - 02 - 03  FORMAÇÃO BÁSICA:

1               - Módulo I – “Eu Catequista” – Formação de perfil – R$ 20,00

* Formação básica para iniciantes, perfil do catequista.

- Módulo II –“ A Catequese...” – Metodologia – R$ 20,00 

Módulo III - "O catequizando..." - Amadurecimento da fé - R$ 20,00

04 - A ESPIRITUALIDADE DO CATEQUISTA – R$ 20,00

* Como despertar a espiritualidade catequética. 

05 - ITINERÁRIO CATEQUÉTICO: COMO ELABORAR UM ITINERÁRIO COMPLETO PARA A PARÓQUIA – R$ 40,00

* Esta apostila ensina a construir o itinerário catequético paroquial e traz sugestão de roteiros temáticos para a catequese de crianças e adolescentes e adultos: eucaristia, crisma, perseverança e pré-catequese. 

FORMAÇÃO LITÚRGICA

06 - A Missa e a Catequese – R$ 20,00

*Esta apostila é resultado de uma formação online com catequistas onde se faz partilha das realidades de diversas localidade do país a respeito da “Missa e a catequese”. Em anexo o Diretório da Missa com crianças e outros documentos. 

07 – O ANO LITÚRGICO -   R$ 20,00.

* Tudo que o catequista precisa saber sobre o Ano Litúrgico e sua adequação ao ritmo da catequese catecumenal. 

08 - CREIO – Profissão de Fé – R$ 20,00

* Um estudo sobre o CREDO APOSTÓLICO e suas partes. Com roteiro da celebração de entrega do Símbolo. 

09 - CATEQUESE E LEITURA ORANTE – R$ 20,00

* Para que a Iniciação a Vida Cristã seja um compromisso sério na caminhada catequética é preciso que as crianças, adolescentes, jovens e adultos, cultivem momentos profundos de espiritualidade. A experiência tem mostrado que as crianças e adolescentes são capazes de viver profundamente estes momentos, não do jeito “adulto”, mas, à sua maneira. 

09 - RITOS E CELEBRAÇÕES NA CATEQUESE – R$ 20,00

* A Igreja Católica possui, em sua liturgia, muitos ritos e celebrações. E todos os ritos são muito bonitos e significativos. Esta apostila traz os ritos e roteiros que são feitos na Catequese de crianças em estilo catecumenal, com adaptação do RICA. 

11 - IVC – UM TRABALHO A SER IMPLANTADO – R$ 30,00

* Orientações para implantar o processo catecumenal de IVC na paróquia. Com contribuição de experiências de catequistas Brasil afora.  

12 - RICA – CONHEÇA E APRENDA A USAR – R$ 30,00

*Este material traz um resumo do Ritual de Iniciação cristã de adultos e 16 roteiros de Ritos e Celebrações já adaptados para  catequese de adultos e catequese infantil. 

13 - CATECUMENATO DE ADULTOS – R$ 40,00

  * São mais de 270 pgs. com Orientações para implantação do Catecumenato de Adultos, conforme Instruções do RICA, Sugestão de Itinerário, 35 Roteiros de encontros e 16 roteiros de celebrações. (14 meses + ou menos) 

14 – A INICIAÇÃO CRISTÃ NA PARÓQUIA – ORIENTAÇÕES – R$ 20,00

* Itinerário Paroquial para Catequese em estilo catecumenal:  Como utilizar o RICA. Celebrações e Ritos, Orientações gerais ao catequista, Temário para o encontros (Com indicações bíblicas). 

15 - CATEQUESE FAMILIAR: UMA PROPOSTA DE IVC – R$ 30,00.

* Além de orientações a respeito do que é e como organizar na paróquia (Itinerário), a apostila conta com roteiros de encontro e temas básicos de Catequese para mais ou menos 5 Etapas de catequese (Eucaristia e Crisma). 

16 – SUGESTÕES DE ENCONTROS COM OS PAIS – R$ 20,00

Sugestão para encontros catequéticos com os pais ou responsáveis. 

17 – CATEQUESE INICIÁTICA – R$ 20,00

 Projeto de catequese com a família nos 3 primeiros meses da 1ª Etapa.

CATEQUESE CRISMAL  - R$ 80,00 (desconto para as 3 juntas)

18 - VOLUME I – orientações para a catequese de Crisma - R$ 30,00

19 - VOLUME II – Roteiros e celebrações para crisma – Etapa 1 – R$ 30,00

20 - VOLUME III – Roteiros e celebrações para crisma – Etapa 2 – R$ 30,00

 21 - LIDERANÇA CRISTÃ – (BRINDE) 

TOTAL: R$  500,00

 Adquirindo TODAS você tem desconto de = OU - 10% mais o brinde . O valor fica em:  R$ 450,00. 

ENTRE EM CONTATO PELO WHATSAPP

(41) 99747-0348 (ÂNGELA ROCHA)

Organização e compilação: Ângela Rocha

Catequista, Bacharel em Teologia pela PUCPR; Especialista em Caatequética pela FAVI - Curitiba Pr; Especialista em Metodologia do Ensino - UNOPAR - Londrina Pr.

Temos ainda, 3 PACOTES para oferecer:

 1 - PACOTE IVC : CINCO APOSTILAS - nº 08, 09, 10, 11, 12.  Apenas R$ 100,00.

2 - PACOTE CATEQUESE FAMILIAR – TRÊS APOSTILAS + SLIDES (Apresentação em powerpoint de diversos temas). Nº 13, 14, 15. Apenas R$ 50,00.

3 - PACOTE CATEQUESE CRISMAL - TRÊS APOSTILAS, Nº 16,17,18 - R$ 80,00.


3 - PACOTE FORMAÇÃO BÁSICA PARA CATEQUISTAS - TRÊS APOSTILAS, Nº 01, 02, 03 - por R$ 50,00.

ATENÇÃO: São  arquivos DIGITAIS, não são impressos e nem enviados pelo correio! As apostilas são disponibilizadas em arquivo PDF para você no seu e-mail ou outro meio de sua preferência.

Elas podem ser reproduzidas para outros catequistas da sua paroquia, desde que seja impresso e não eletrônico. As de formação básica são bem didáticas e podem ser multiplicadas em forma de “curso” em sua paróquia.

PEDIDOS WHATS: (41) 99747-0348

PAGAMENTO: PIX (CPF) 559.389.819-72 ou (WHATS) 41997470348




 

ORAÇÃO DO DIA (ORAÇÃO DA CATEQUISTA)

 

É DOMINGO! Dia do Senhor!

Gratidão a Deus, por tudo que chegou e por tudo que se foi.

Gratidão por cada dia que passou, por todos os bons momentos e aprendizados.

Gratidão por cada benção, cada alegria e cada conquista.

Gratidão por toda a proteção graça e luz.

E que Deus nutra o meu e o seu coração de fé e esperança para o próximo mês que virá.  Feliz dia!

(Miracy Mota Queiroz)






sábado, 7 de setembro de 2024

ORAÇÃO DO DIA (ORAÇÃO DA CATEQUISTA)

 

Senhor meu Deus, vós sois meu protetor e meu guia.

Impõe tua mão sobre nós para que possamos viver dignamente o dia de hoje e possamos difundir a mensagem de Cristo.

Atendei, oh Pai o clamor do teu povo, por Cristo Nosso Senhor. Amem!

(Marcia Rosânia)





sexta-feira, 6 de setembro de 2024

QUEM É VOCÊ, CATEQUISTA?

 


QUEM É VOCÊ?

 Quem é você que um dia qualquer, sentiu teu coração bater diferente, e sem o menor medo sequer, decidiu-se doar-se a Deus de repente? 

Quem é você que ainda tão jovem, deixou de lado curtir as baladas para dedicar todo o tempo que tem, a falar de Jesus com palavras abençoadas? 

Quem é você que depois de uma longa jornada, de vida vivida com experiência e sabedoria, assumiu um novo desafio na caminhada, aceitando aquele chamado que ouvia? 

Tu és uma estrela no céu a brilhar, que Jesus ilumina com sua luz, pois assumiste a missão de catequizar. 

És uma pessoa por Jesus escolhida, para levar ao mundo a mensagem de amor, tornando sua Palavra mais conhecida, mostrando a salvação que vem do Senhor. 

És aquela que a Palavra que vai semeando, sabendo que é apenas um instrumento, o amor de Deus vai divulgando, pondo nessa missão teu sentimento. 

És de Jesus a maior conquista, pessoa que foi escolhida por amor. No meio do rebanho, és catequista, imagem fiel de Nosso Senhor." 

CATEQUISTA, acolha o abraço de gratidão de milhares de vidas agradecidas, pela sua presença na educação da fé. Em sua ação se traduz de uma forma única e original a vocação da Igreja, mãe que cuida maternalmente dos filhos que gera na fé pela ação do Espírito Santo. 

Que a força da Palavra, continue a suscitar-lhe a fé e o compromisso missionário.

(Autoria desconhecida)



ORAÇÃO DO DIA

 

Nesta manhã, Senhor, venho te pedir: aumentai a minha fé e me faça cada vez mais perseverante na minha oração. 

Por isso te suplico, ó Pai, curai o coração daqueles que estão aflitos e cheios de mágoas. 

Curai Senhor, todas as enfermidades da alma de vossos filhos. E que eu seja agradecida por todas as curas que acontecem em minha vida e com isso seja uma testemunha do seu amor!

Amém!


(Fabiana Vendrusculo)









quinta-feira, 5 de setembro de 2024

FORMAÇÃO BÁSICA PARA CATEQUISTAS - PERFIL, VOCAÇÃO, MOTIVAÇÃO

 

FAÇA SEU CURSO ONLINE!

Este material foi formatado para ser um Curso Básico para catequistas, pensando no chamado vocacional que leva muitas pessoas a procurarem uma paróquia desejando ser catequista. 

Sabendo das dificuldades de uma comunidade em oferecer formação básica para catequistas iniciantes, oferecemos este pequeno manual que pode ser trabalhado individualmente por quem quer conhecer a missão do(a) catequista ou pelas equipes de coordenação paroquiais que podem montar turmas de catequistas iniciantes usando a proposta do nosso material.

Feitas as atividades, envie para o e-mail angprr@gmail.com ou pelo WhatsApp (41) 99747-0348 e receba uma avaliação!