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sábado, 17 de junho de 2017

3 MILHÕES DE ACESSOS: PARTICIPE DA FESTA!

VAMOS FESTEJAR?

Se vocês observarem nosso contador de acessos, bem acima na barra lateral esquerda, vão ver que estamos quase com 3 MILHÕES de visualizações em nosso Blog:


E é uma história bonita a nossa! Feita, principalmente pelos milhares de catequistas que acessam diariamente esta página. São quase seis anos de dedicação à catequese e à formação de catequistas, via web e rede social (facebook).

E nós queremos comemorar com vocês!

Para isso lançamos UM DESAFIO, que consta de TRÊS TAREFAS:

1 - Tornar-se um SEGUIDOR (A) do Blog, cadastrando seu e-mail para receber atualizações, na barra lateral esquerda:


02 - Indicar nosso Blog para o seu círculo de amigos, seja no Facebook, no Google plus, no Twitter, no Whatsapp ou qualquer outra rede social. Quanto mais, melhor. Basta dar um "print" na tela depois da indicação e enviar para nós. (catequistasemformacao@gmail.com)

03 - Escolher a sua publicação preferida e postar o link no seu perfil do Facebook (ou outra rede) com um comentário a respeito. Indique-nos qual lugar está postado. Quanto mais curtidas e compartilhamentos, melhor para o nosso "desafio". Ganha nosso PREMIO, quem mais tiver visualização e curtidas. Não esqueça de nos informar onde foi feita a publicação. Coloque aqui no comentário ou informe por e-mail: catequistasemformacao@gmail.com

E o nosso DESAFIO DOS TRÊS MILHÕES, vai premiar TRÊS PESSOAS: o 1º, 2º e 3º Lugar, com TRÊS APOSTILAS, aqui do nosso grupo, que serão disponibilizadas em arquivo para impressão! Ganha quem cumprir a tarefa 1 e 2 e tiver mais curtidas em sua publicação. E só vale links de publicação! Só o link do blog, não será considerado.



INDIQUE-NOS que está participando, no COMENTÁRIO desta publicação, com seu nome (o mesmo do perfil nas redes), sua paróquia e cidade!

PRAZO PARA CUMPRIMENTO DAS TAREFAS:
25/06/2017


Equipe Catequistas em Formação




sábado, 20 de setembro de 2014

VIDA INTERIOR NA INTERATIVIDADE - 6º DESAFIO

SEXTO e último DESAFIO DA EVANGELIZAÇÃO NA ERA DIGITAL:

Aqui temos uma preocupação que gira em torno DA VIDA INTERIOR E DA INTERATIVIDADE.
É importante observar que não se trata de desprezar uma realidade e deter-se na outra. Parece a primeira vista que não dá para expor nossa vida interior num ambiente interativo, no entanto, os jovens de hoje tem uma grande capacidade para a experiência espiritual por meio da interatividade. 
“Se eles não interagem, eles não fazem a experiência”. Se o jovem não consegue expor aos outros suas experiências, ela não é comunicação, não existe para ele. O que pode ser vivido , pode ser "dividido".
“Se você tem uma vida pobre, sua comunicação será pobre. Se você tem uma vida rica, sua comunicação será rica. Se você faz uma experiência da graça, então a comunicação será forte.”
São afirmações que o Pe. Antonio Spadaro faz a respeito do jovem, afirmando a relação entre a vida interior e a interatividade, muito presente nos nativos digitais.
Para algumas pessoas, parece impossível viver a espiritualidade num espaço interativo. A primeira vista nossa vida interior é expressa na intimidade. Será?

Agora vamos pensar como catequistas...
Não está aí uma grande oportunidade para compartilharmos nossa "vida interior", nossas experiências e aprendizados com os jovens nas redes sociais? E não podemos fazer isso também nos encontros presenciais com eles?

DISCUSSÃO DO GRUPO
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Anette Alberti Verdade.Não sei se entendi bem. Neste últimos dois sábados de agosto senti que minha catequese com os jovens do Crisma foi a melhor que já tive nestes anos. Pois falei da minha pessoa, de como tinha sido comigo (em relação ao tema do encontro), abri espaço e quando percebi, nosso encontro estava super descontraído, todos conversavam, riam e contaram até mesmo coisas pessoais.O que confesso a todos que me surpreendeu e me deixou até mesmo triste. Mas valeu a pena.

Ângela Rocha Bingo! É isso aí Anette Alberti, o verdadeiro "encontro"! Muita gente não entende o que é o verdadeiro "testemunho"... Acham que testemunhar é viver uma vida "santa" ou então dar uma "palestra" sobre sua conversão e santidade. Isso inibe as pessoas. E se elas não conseguirem ser tão "santas" como você? E se elas falharem? Ao darmos nosso testemunho de vida ele precisa ser muito mais de fracassos do que de sucessos, as pessoas precisam sentir em nós experiências "verdadeiras", experiências que nos fizeram o que somos. O catequista quando só mostra a "pose" de "educador da fé", aquele que tudo sabe e não erra, não está interagindo com ninguém. Mas, se ele "desce" do pedestal e mostra que já foi tão confuso, tão perdido quanto seu interlocutor, ele começa verdadeiramente a mostrar sua vida interior, aquilo que o fez ter fé e viver essa fé... com erros, com acertos, com tristeza, com alegria...

Zenaide Pereira Precisamos exercitar nossa espiritualidade para podermos expandi-la, transmitindo com empenho evangélico.

Maria Angela Guenka Olá amigas! realmente testemunharmos para eles nossas experiências boas e outras não tão boas, nos aproximam deles. Tive uma experiência marcante com nosso grupo. Eles foram crismados agora em julho e vimos trabalhando com eles para que nos ajudassem a formar um grupo de jovens que há anos estava parado em nossa paróquia e não é que eles toparam e estão levando a frente! Senti que uma das causas foi o grande drama que minha família passou, não sei se partilhei com vocês. Sofremos um atentado em nossa casa, um psicopata disparou seis tiros através do portão de nossa residência matando meu marido, ferindo um de nossos filhos e minha nora. Este acontecimento abalou toda nossa comunidade e a repercussão tem sido sentida através de uma união muito grande na comunidade e meus jovens mudaram de forma impressionante. Isto foi no dia oito de julho, dia de Pentecostes. E sabem o nome que eles escolheram para o grupo? Foi JUPES Jovens Unidos pelo Espírito Santo. E de lá para cá eles estão cada vez mais unidos. Pediram-me para montar um encontro de jovens, para chamar mais jovens, hoje vamos nos reunir para organizar os primeiros passos. E assim aos poucos e com o apoio de todos estamos superando a dor da perda e colhendo alegrias. Rezem por nós, pois, o golpe foi duro. Beijos e desculpem-me se me alonguei. Até mais turma linda do meu coração.

Ângela Rocha Veja só Maria Angela Guenka, que mesmo a dor pode trazer algo de bom. Tenho certeza que a morte do Eduardo, mesmo de forma tão trágica, serviu para que a comunidade abrisse os olhos para a grande necessidade que a sociedade tem de pessoas que pensem no próximo. Os jovens podem mudar o mundo, podem fazer dele um lugar sem violência. E você duvida que ele está lá no céu olhando por vocês? Eu não!

Maria Angela Guenka Com certeza, Ângela. Nós trabalhamos 40 anos juntos pela juventude e família. Eu sei que ele lá do céu me acompanha. Busco minha força na eucaristia e conto com o grande apoio de meus filhos, netos e as orações de vocês meus amigos e amigas.

Givanilda Coelho Amo trabalhar com a juventude, sempre que posso participo dos encontros, congressos e eventos da PJ. Participando é que vejo o quanto eles gostam que nós mais velhos (jovens há mais tempo) que eles, valorizemos seus trabalhos na Igreja e os apoiemos, assim como gostam de conhecer o nosso testemunho de caminhada, nossas experiências e como ainda podemos aprender com eles, fora, que é gratificante demais ver esta juventude evangelizando e sendo protagonistas.




Nossa homenagem a querida Maria Ângela Guenka e ao Eduardo Guenka, catequistas de Sorocaba -SP. Quarenta anos de dedicação aos jovens e as famílias! Eduardo, fisicamente, não está mais entre nós, mas deixou um legado que jamais vamos esquecer.

Grupo Catequistas em FormaçãoParte inferior do formulário


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

CONVERTER A PASTORAL DAS IDEIAS EM PASTORAL DA NARRAÇÃO - 5º DESAFIO

QUINTO DESAFIO DA EVANGELIZAÇÃO NA ERA DIGITAL!


CONVERTER A PASTORAL DAS IDEIAS EM PASTORAL DA NARRAÇÃO!


Segundo o Pe. Antonio Spadaro, as pessoas hoje estão mais interessadas em histórias do que em ideias.
Ele explica que, em tempos de mídias digitais não é mais possível comunicar apenas frases, palavras que não nada significam, mas contar a experiência vivida com a mensagem.
“Se você fez a experiência com o amor de Deus, você não pode comunicar isso dizendo apenas ‘Deus é amor’. A única coisa que realmente toca são as histórias de vida, o testemunho. As pessoas são tocadas pela narração da história da sua experiência com o amor de Deus”. Aí entra a criatividade como forte ferramenta de evangelização da geração Y (geração de jovens que já nasceram na era da internet).
“Temos que aprender a ser criativos. Se queremos de fato entrar na vida das pessoas temos que contar histórias. As histórias convertem, não as ideias.”
Estão entendendo porque conto minhas histórias na catequese? Uma das coisas que mais fazem com que eu crie afinidade com os catequistas são as minhas histórias vividas na catequese. Quando comecei a contar as "aventuras" da catequista amadora no meu blog, eu comecei de fato a interagir com as pessoas e por meio dessa interação é que hoje tenho tantas amizades no mundo digital.
Nós estamos contando nossas histórias ou só dando ideias?

DISCUSSÃO DO GRUPO
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Nathalia Luna Colares Concordo e muito com tudo isso, quando leio algo sobre as experiências vividas, aqui no caso de nós catequistas, fico imaginando aqui na minha turma de catequese! Eu adoro livros de contos por que também me imagino vivendo as experiências narradas nos livros, como nós quando contamos nossas experiências. Acho super interessante a partilha deste grupo por isso: podemos compartilhar experiências de diversos lugares e que nos ajudam a ver um novo caminho que talvez não pensamos ainda! Aprendo demais por aqui e gosto de compartilhar também nossas experiências porque as vezes podemos nos ajudar. 

Nilva Mazzer Contar histórias realmente é fundamental...Jesus fazia isso com as parábolas...um jeito encantador de ensinar...nas terapias se usa muito as metáforas eu particularmente amo!

Cleuza Lucas com meus catequizandos uso muitas histórias, nem sempre são minhas, mas encontramos muitas histórias de reflexão, onde podemos mostrar as experiências vivida e compara-las com a nossa vida, e com certeza quando faço isso nos encontros, esses são os mais participativos, sempre tem alguma criança que faz alguma colocação em cima do que foi lido. gosto muito.

Francila Machado Usei com minha turma de 1ª eucaristia o filme de Madre Tereza e eles adoraram a história.

Mah Figa Eu também gosto muito de usar histórias nos encontros;as crianças gostam muito!!

Ângela Rocha Mas... e como podemos partir para a "narração" aqui, no mundo digital?

Andrea Mary Kay Na minha santa ignorância, nunca pensei nessa maneira de evangelizar – já até tenho feito isso - sem imaginar que seria uma forma de evangelização eficaz. Se é que entendi um pouco dessa afirmação do desafio, acredito que a melhor maneira de usarmos os meios digitais para evangelizar é usar todos os recursos que temos agora para fazê-lo. Como a amiga Nilva lembrou, Jesus usava parábolas para evangelizar, é o que Ele tinha no momento e usou com perfeição, se Jesus fosse evangelizar hoje certamente usaria esses meios que temos à nossa disposição. Pelos comentários que já li também, entendo que essa evangelização digital, segundo o padre Antonio diz, as pessoas estão mais interessadas em histórias que ideias. Essas historias devem ser testemunhos da nossa fé vivida no dia a dia de fato e não apenas mensagens prontas que até são muito esteticamente muito bonitas, mas não chegam a tocar o coração que quem vê.

Nadja Felix dica aceita e anotada Ângela Rocha pra não esquecer!

Laura Cruz muito interessante gostei

Andreia Duarte Sempre busco associar a realidade, com fatos divulgados na mídia ou também...quando possível falando alguma experiência que vivi. Realmente eles se interessam bastante por nossas histórias e também adoram falar das vividas por eles.

Ângela Rocha Andrea Mary Kay é isso mesmo menina! De nada adianta ficarmos comunicando "citações bíblicas" se quem nos lê não enxerga o que elas fazem em nossa vida!


Givanilda Coelho Contar histórias é fundamental para a evangelização, contando histórias estamos dando testemunho e incentivando as crianças e jovens para que façam o mesmo, que contem histórias de sua caminhada, de sua vida, de suas dúvidas e anseios e que através das histórias, venham ter ideias de como podem mudar, sempre uma mudança para melhor.

Grupo Catequistas em Formação

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

DA PASTORAL DA PROPAGANDA PARA A PASTORAL DA PROXIMIDADE - 4º DESAFIO

QUARTO DESAFIO DA EVANGELIZAÇÃO NA ERA DIGITAL!!

Gostei de ver a discussão do Terceiro dos seis desafios da evangelização na era digital. Tivemos muitos comentários! E todos, posso dizer com certeza, bem dentro do contexto que a catequese vive hoje.

E então? PREPARADOS PARA O QUARTO DESAFIO?

Vamos lá:

Neste mundo em que tudo parece tão mais fácil e rápido o grande desafio é A PROXIMIDADE ENTRE AS PESSOAS, trata-se de sair da:

PASTORAL DA PROPAGANDA PARA A PASTORAL DA PROXIMIDADE.

E aqui o Pe. Antonio Spadaro faz um comparação com a parábola do Bom Samaritano:

“O Bom Samaritano não é um jornalista, mas é próximo, ele toca o outro. A imagem do Bom Samaritano significa que devemos ser tão bons no uso dos meios, a ponto de esquecê-los, comunicando o que toca você fisicamente. O bom samaritano é a verdadeira imagem dos comunicadores”.

A comunicação não pode ser a pastoral que toma conta do rebanho, mas deve transformar-se num apostolado que vai ao encontro das pessoas.
Então, como anunciar o Cristo neste contexto?
 
“Quando temos nosso perfil no Facebook, somos muito preocupados em colocar coisas e não escutamos o que os outros têm a dizer. Evangelizar, como Jesus nos ensina com os discípulos de Emaús, é inserir-se na conversação dos outros”.

Aí é que está...

Será que a catequese não está mais preocupada com a "propaganda", ou seja, de que ela "existe" na paróquia, do que exatamente com o alcance que ela poderia ter? O quão próximos estamos caminhando dos nossos catequizandos? O quanto estamos nos preocupando em "ouvir" e sentir o que acontece a nossa volta?

COMENTÁRIOS DO GRUPO:

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Abigail Martins Oliveira "Sair da Pastoral da Propaganda para a Pastoral da Proximidade"... Pastoral da Proximidade, penso que seria a vivência do Amor que o Mestre recomendou... e agora também nas "redes" digitais...

Madalena Scottá Se aproximar dos jovens, ouvir o que eles tem para nos falar!! Quais os seu medos, quais as reclamações em relação a família. O jovem está gritando por socorro, querendo atenção,querendo carinho, está cheio de medo do futuro, medo até de suas atitudes impensadas, ele não para quieto, por que é sua forma de pedir socorro!! Aquele que dá mais trabalho nos encontros de catequese é que precisa mais da nossa atenção, do nosso amor, da nossa orientação!! Como Jesus preferia os que estavam em pecado, ia ao encontro e os regatava daquela vida e os tornava seus seguidores, seus discípulos e discípulas, devemos ser também este bom Pastor com nossas ovelhas, seja nos encontros de catequese como também nas redes sociais.

Andrea Mary Kay Na ânsia de sermos bons evangelizadores, muita vezes acabamos por pecar pelo excesso. Como conversamos anteriormente, muitas vezes só nos preocupamos em passar o conteúdo. Procuro verdadeiramente praticar a proximidade com meus catequizandos, mas tenho consciência que sou ainda muito falha. Acredito sim que passar da Pastoral da Propaganda para a Pastoral da Proximidade é um caminho novo a percorrer, mas se olharmos bem e compararmos os dois métodos certamente vamos ver que a proximidade não só dos catequizandos, mas também das famílias em geral os frutos a serem colhidos com certeza serão mais gratificantes. Sempre que o catequizando ou os pais destes enxergarem no catequistas alguém semelhante e mais próximo deles, a evangelização será mais eficiente. Assim me aproximo também mais de Jesus, que sempre foi muito próximo de que queria evangelizar, tão próximo que até mesmo Ele foi muitas vezes julgado por isso.

Cleuza Lucas penso que muitas vezes não só o catequista, mas também o Pároco estão mais preocupados com a propaganda, aí voltamos no ponto falado anteriormente, onde se preza mais a quantidade do que a qualidade do como está sendo passado: o conteúdo catequético. A proximidade vem com a implantação da catequese renovada, onde deixamos os conteúdos para colocar a vivência/experiência da fé, tanto dos catequistas como dos catequizandos, e através desta experiência de Deus é que se conseguirá realmente chegar ao objetivo de catequizar.

Wanescabr de Carvalho Trazer os catequizando para junto de nós é realmente muito importante, porque eles mesmos se sentindo acolhidos irão divulgar o quanto se sentem bem aos seus familiares. O trabalho das catequistas é árduo, eu tenho acompanhado de perto, pois, sou mãe de uma menina de 11 anos que está na perseverança, e de um garoto de 15 que está no catecumenato para crisma, onde eu também estou como auxiliar de catequista (comecei esse ano). A catequese infantil tenta de todas as maneiras se aproximar dos pais, mas infelizmente uma grande parte é muito distante. Mesmo com toda dificuldade tenho promovido encontros diferentes com os catequizandos, para que eles possam ver e vivenciar a realidade que muitos não conhecem. E poder assim praticar os ensinamentos do amor com o próximo, a humildade e a doação, e sentirem como faz bem fazer o bem. A última visita da perseverança da minha comunidade, foi a um orfanato, eu fui junto com minha filha, e pra minha surpresa foi edificante pra mim, sentir o amor e carinho daquelas crianças com pessoas estranhas como nós. Temos sim que estar próximos de todos, sem exceção.

Nilva Mazzer Realmente o segredo está aí... nos achegarmos cada vez mais aos nossos catequizandos... tirar a roupa de estrela e vestir a roupa da humildade, do servir, deixar que Jesus cresça e o Eu diminua...penso que só posso caminhar junto com o meu catequizando quando der voz e vez a ele!

Mah Figa Nas redes sociais assim como nos encontros nossas atitudes devem ser as mesmas; aqueles que nos veem na comunidade ou on-line devem reconhecer a presença de Jesus em nós.

Eliane Cristina Rodrigues Não sei vocês, mas, comigo já aconteceu de algumas vezes o encontro preparado ser deixado de lado quando se percebe que algum catequizando está passando por um momento complicado. Acredito que faz parte da nossa missão criar esta proximidade a tal ponto de conhecer pelo olhar ou pelo comportamento a necessidade de cada um.

Solange Ribeiro Queiroz Devemos sair do nosso comodismo e ir ao encontro dos catequizandos e suas famílias, visitar, conhecer, criar laços. Só assim nossa catequese será afetiva e acolhedora.

Abigail Martins Oliveira Eureka! Achei o termo: "criar laços", é isso Solange Ribeiro Queiroz.

Silvana De Lima Godoi  Ontem tive uma conversa com dois meninos primos, eles tem seis anos, não param quietos na catequese. Um deles me disse que não gosta de ir a catequese, vai obrigado pela madrinha, avó e pai, ele disse que prefere ficar em casa brincando com o primo. Fiquei chateada

Abigail Martins Oliveira Esse caso Silvana De Lima Godoi é quase um problema social...é ruim fazer algo obrigado... a conversa aí tem que ser individual com a criança, e também com a família...

Ângela Rocha Silvana De Lima Godoi, só pra começar eu penso que crianças de seis anos precisam estar em casa com os pais e não na catequese... sem que os pais tenham feito o "anúncio", a primeira catequese, como fazer a segunda? Catequese de seis anos tem que ser desprendida de compromisso, tem que ser prazerosa, lúdica... se a criança não gosta de ir, deixe que ela não vá... Na verdade, nesta idade eles começam a ir a escola também, e sobra pouco tempo para brincar... Brincar faz parte do crescimento, ele deveria mesmo estar brincando com o primo e não tendo que ir a algum lugar por obrigação. Desculpe, mas, é o que penso. Precisamos tomar cuidado com a catequese infantil, ao invés de "encantar", ela pode "espantar"...

Andreia Duarte Ir ao encontro do catequizando passa pela família, penso em me aproximar das famílias e estou planejando um belo encontro na casa deles... assim vou por em pratica a catequese da aproximação. Também sempre mantenho contato com os pais que se aproximam de nós... a amizade deles fortalece nosso vínculo com o catequizando.

Givanilda Coelho "Sair da pastoral da propaganda, para a pastoral da proximidade". Os membros de muitas pastorais, se limitam a falar de sua pastoral sem ir ao encontro daquele que deve ser evangelizado por ela. Falar nas redes sociais é importante, mas importante mesmo é o "corpo a corpo", dando como exemplo aqui duas pastorais (saúde e dízimo), como falar da pastoral da saúde durante a missa dos enfermos, se não visito estes enfermos semanalmente? No domingo do dízimo, convido, "cutuco" aqueles que não são dizimistas, mas, se alguém deixa de ser dizimista, nenhum membro da pastoral procura esta pessoa para saber o motivo. Lembrei aqui de uma frase da música do Milton Nascimento que diz: "O artista tem que ir onde o povo está" e porque não dizermos: O evangelizador deve ir onde o povo está? Desculpem se fiz uma comparação errada, mas não basta falar, temos sim que agir.

Ângela Rocha E daí a importância de estar nas redes sociais... porque "o povo está na rede", muito mais, às vezes, que no mundo onde podemos tocá-los fisicamente. Nunca claro, deixando de lado o cuidado de preservar a presença das pessoas na comunidade onde estamos.



Grupo Catequistas em Formação

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

DA PASTORAL DA TRANSMISSÃO À PASTORAL DO TESTEMUNHO - 3º DESAFIO

VAMOS AO TERCEIRO DESAFIO DA EVANGELIZAÇÃO NA ERA DIGITAL?

PASSAR DA PASTORAL DA TRANSMISSÃO À PASTORAL DO TESTEMUNHO

A eficácia da evangelização está em não comunicar informação, mas inserir conteúdos nas redes sociais que comuniquem a si mesmo.
“A única forma de passar uma mensagem é ser você mesmo. A fé não é uma mensagem neutra, deve envolver você. Evangeliza mais uma foto sua comendo pizza com seus amigos, do que uma frase do Evangelho com um anjo sorrindo. Se vocês assumirem esta passagem, isso vai mudar radicalmente sua forma de evangelização”.
Pois é... E tem gente (CATEQUISTA!) que ainda acredita que precisa "esconder" quem é numa rede social. Já nos deparamos várias vezes com páginas de catequistas que pedem adesão ao grupo, sem qualquer menção de religião, cidade, paróquia e que também não permite envio de mensagens... Tá fazendo o que numa rede social? Tá evangelizando quem?
E aqui eu quero trazer uma discussão que sempre temos por aqui: Por que os pais/família não participam da comunidade e só vão lá pra "pegar" sacramento para os filhos? Vamos partir do princípio que eles "acreditam" no sacramento, senão não iriam lá buscar. Então, o que falta para que a gente traga realmente essas pessoas para a comunidade?
Estamos dando testemunho. Afinal, estamos lá. Mas, que testemunho é esse que não atrai e não "contamina"?
Vocês já pararam para pensar no que é que as pessoas da comunidade, que não são de pastoral nenhuma, pensam da gente? Como eles nos enxergam?

DISCUSSÕES DO GRUPO
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Mah Figa Lendo este texto Ângela Rocha, eu achei até que você estava atrás da porta na terça-feira (12/08) aqui na minha comunidade; porque foi exatamente isso que discuti com meu pároco na reunião que tivemos... rsrssr. Mas, creio que se nós catequistas não formos em busca das famílias e conquistá-las com testemunhos, amizade, atenção e ouvir quais seus pensamentos sobre o que esperam ou buscam na igreja nada irá mudar. Primeiro ouvimos, depois testemunhamos.

Ângela Rocha Pois é Mah Figa... Eu costumo analisar bastante essas coisas, principalmente porque andei me mudando várias vezes. Normalmente eu tenho que "provar" e provar muito mesmo, sabe lá o que até, pra ser aceita na comunidade. Nesta que estou hoje fiquei dois anos sentada num banco embaixo da árvore esperando minha filha na catequese com um diploma de especialização em catequética no bolso. Não tinha "vaga" para mim lá, não precisavam de ninguém. Hoje estou com duas turmas porque não tem catequista suficiente. Não acho que seja culpa das pessoas, elas apenas estão se resguardando e esquecendo-se de ser acolhedoras. Lembro-me de uma fala do Papa Francisco sobre a nossa Igreja ter muitos “fiscais” de entrada...

Mah Figa Isso é bem verdade, nós aqui também estamos com falta de catequistas e as que estão sofrem pelo descaso de alguns "donos" da comunidade.

Cleuza Lucas na minha visão, e posso até estar errada, na maioria das vezes, a catequese não é colocada no topo, querendo ver quantidade e não a qualidade que deveria ter, isso quando não é o próprio pároco que dificulta o trabalho do catequista, desmotiva e acaba fazendo da catequese que deveria ser renovada a antiga escola com sala de aula. Infelizmente vemos muito isso! Estamos trabalhando, ou pelo menos tentando trabalhar a motivação do catequista aqui na paróquia, formar iniciantes e também muitos antigos catequistas que "não foram iniciados", para que num futuro não muito distante, possamos ver a catequese da forma que deveria ser, iniciar o catequizando na fé, partindo da sua própria experiência / vivencia cristã.

Ângela Rocha E esse futuro não pode demorar pra acontecer não! Em nossa paróquia estamos vendo um fenômeno cada vez mais constante: a diminuição de catequizandos, a cada ano são 20 a menos. Ou seja, não deixou de nascer crianças e a explosão demográfica nas grandes cidades continua. Onde estão indo as crianças? Onde as famílias estão buscando religiosidade? Talvez seja no ambiente digital, onde todas as pessoas são aceitas e "vistas". É uma coisa pra gente se preocupar.

Andrea Mary Kay Isso é uma dúvida que realmente tenho. Será que realmente estou testemunhando a fé que vivo? Na teoria é fácil, a gente lê, pesquisa, se informa, mas viver isso é outra coisa. A gente tem a pretensão que é exemplo de fé quando vai todo domingo na missa, reza o terço, faz Via sacra... Às vezes nos comportamos como aqueles homens no tempo de Jesus que se sentavam nos primeiros bancos nas sinagogas, querendo ser vistos. Jesus não precisava das sinagogas ou templos para evangelizar, evangelizava numa conversa com uma mulher junto ao poço, na casa de pecadores. Acho que evangelizar é isso mesmo, conseguir tocar o coração das pessoas de forma simples sem muita complicação. Jesus era simples e é a essa simplicidade de coração que ele nos pede para evangelizar.

Jin Hee Kim E você nos pergunta: Mas, que testemunho é esse que não atrai e não "contamina"? Penso que é por que as pessoas não nos conhecem o suficiente... Como você sabe sou dentista e trabalho tempo integral, e quando os pais descobrem isso, eles se admiram: você trabalha?!!!!!  E ainda digo : E cuido de casa por que não tenho empregada nem diarista... Realmente acho que é falta de conversar mais com os pais, de contar um pouco a sua vida, de também nós, catequistas, nos dedicarmos um tempo para falar com eles... Outro dia fui treinar no parque, e encontrei a avó de uma catequizanda e daí meia hora de conversa, de desabafo das angustias dela, dos medos dela... treino foi pro saco mas valeu a pena. Hoje o catequizando é coroinha.

Ângela Rocha Jin Hee Kim, lembra que pus uma frase do Pe. Fabio na minha página que falava que as pessoas "nos olham depressa demais"? Talvez seja também porque passamos "rápido" demais na vida delas...

Jin Hee Kim Sim rápido demais Ângela Rocha! E isso é de ambas as partes!

Wanescabr de Carvalho No meu ponto de vista, falta união, dos catequistas entre si, como pastoral mesmo, mas, também, da união com as outras pastorais. Eu tenho percebido que algumas pessoas agem assim "eu faço o meu e pronto", ou esse assunto não faz parte da minha pastoral, portanto, não é minha responsabilidade. É o que dá a entender. Esquecemos que a catequese é uma das, se não é a mais importante, pastoral. Foi isso que ficou claro pra mim, na primeira formação que eu participei na minha comunidade. A irmã nos falou que as pastorais tem que caminhar junto com a catequese. Tenho certeza que seria mais eficaz o trabalho de todos. Todos temos o mesmo objetivo, por que, então, andar sozinhos? Temos que nos unir e caminhar juntos, evangelizar juntos, creio que assim o nosso testemunho será visto como realidade, e atrairá muito mais pessoas. Pois será como o próprio Jesus fez... Será testemunho de amor, união e humildade. Nós temos que viver isso primeiro e somente assim poderemos ser testemunhas vivas da Palavra de Deus, aí as pessoas serão tocadas. A princípio alguns virão pela curiosidade, mas quando conseguirem ver a realidade linda e maravilhosa que é Jesus, vão se apaixonar por Ele. "Precisamos viver e ser testemunhos vivos.”

Givanilda Coelho Acredito que falta diálogo entre os catequistas e os pais, falta mais acolhida por parte da própria comunidade (estou falando pelo que vejo na minha), além do que, devido a própria "situação" financeira dos pais, quando é convidado a participar de uma pastoral ou movimento da paróquia, vem sempre a mesma resposta: Não vai dar, sábado eu tenho aula de dança, academia, jantar, shopping....E domingo?? Ah! É meu dia de descanso e aproveito pra ir ao clube, almoçar fora, etc, etc... entre outras desculpas. Os catequistas, coordenadores, etc., não se preocupam em mostrar o lado bom de participar da comunidade, que não vai impedir que se tenha o seu lazer e o quanto é gratificante. Isto quando na maioria das vezes o que falta mesmo é um sorriso no rosto daquele que acolhe, falta ser "comunidade".

Regiana Oliveira Quando nos encontram, muitas delas vem com os olhos brilhando, eles veem na gente uma luzinha pra ajudar naquele problema com o filho que não obedece, que não respeita, enfim. Graças a Deus eu tenho conseguido um pouco do meu objetivo. Aqui na minha paróquia noto que há muitas pessoas que querem estar lá na frente mostrando serviço. Sinceramente, eu quando era só uma fiel, juro que não percebia. Só via o lado mistagogo, achava que eram todos unidos e hoje vejo que tem pastoral que nem nos conhece ou se conhecem, mal falam a paz porque se sentem melhores ou piores que os outros, isso me entristece, mas tenho que fazer a minha parte, dar exemplo. Tento passar da pastoral da transmissão para a pastoral do testemunho sem perder a mistagogia.

Givanilda Coelho "catequizar é evangelizar, dar exemplos". Infelizmente Regiana Oliveira, nem todos pensam desta forma, muitos utilizam as pastorais para "aparecerem" diante da comunidade. Mas, devemos fazer a nossa parte da melhor forma possível, não é verdade?

Regiana Oliveira Se não estivermos forte na nossa fé e firmes, nesse momento, desistimos, confesso que quando percebi essas coisas pensei nisso, mas, hoje me sinto muito mais preparada pra enfrentar, estudo, leio, tento dar o máximo de testemunho pra que quando algum pai entrar não perceba, pois é por isso que muitos acabam mudando de religião.

Laura Cruz acho que isso se dá pela desconfiança nos dias de hoje, todos confiam, mas, desconfiando.

Eliana Alves muitas vezes são os chamados “joio no meio do trigo”, que afastam as pessoas da igreja, são aquelas pessoas que pregam uma coisa e vivem outra, nosso testemunho dentro e fora da igreja é muito importante .

Jairo Marques reuni no inicio do ano alguns pais e eles desabafaram: disseram que nós, da catequese, não os envolvemos em nada. No dia da primeira eucaristia querem lavar a igreja, arrumar, ornamentar... Eles disseram que precisam ser procurados, que a gente tem que buscar auxilio com eles, porque, aparentemente eles acham que está tudo bem.

Andreia Duarte Nenhum dos meus catequizandos participa da missa das 10 horas, que é a da catequese, este ano poucos tem ido nas nossas missas, os pais são os primeiros a dar uma desculpa esfarrapada, algumas que a gente nem precisava ouvir. Pena tudo isso... nem sei o que dizer.

Marlene B. Rodrigues Penso que o nosso esforço tem que ser redobrado para atingir aqueles que O Senhor nos confia, pois tudo parece ser mais importante que a fé. Sem contar com tudo que é divulgado contra a Igreja e os consagrados, muitas vezes até pelos próprios católico (que se dizem católicos) não que não tenha erros. Creio que tudo isso coopera para esse afastamento, esfriamento, apatia. A culpa é deles ou faltou testemunho? De arregaçar as mangas e ir ao encontro dos que mais necessita em vez de ficar dentro de uma sala falando, falando sem viver o que falava, para eles verem e experimentarem. Que O Senhor nos ajude achar o caminho.

Abigail Martins Oliveira "Da Pastoral da Transmissão à Pastoral do Testemunho", penso que isso significa exatamente "testemunhar dentro e fora da Igreja" como disse a Eliana Alves... e testemunhar fora da Igreja parece que é uma dificuldade pra nós católicos... Os de outras denominações religiosas, adultos, jovens ou crianças, se declaram logo e dizem: "sou de Deus" e nós catequistas muitas vezes, dependendo do ambiente, preferimos ficar calados... medo? vergonha? falta de argumentos??? Diante do comentário da Andreia Duarte , sabemos que infelizmente essa é a realidade de muitas comunidades... e me pergunto: como a catequese chegou a esse ponto?... E chego a conclusão de que, para reverter essa situação não é de uma hora pra outra...isso vai levar um bom tempo...

Eunice Lopes Alves Na verdade o que falta é visitas, é nelas que conhecemos e somos conhecidos, faça esta experiência e ao visitar peça fotos da família. Nelas você vai descobrir muitos momentos da família, já fiz esta experiência e é muito bom.....tenho vinculo com muitos por causa da visita.

Lucineide Merighe Tomazela Concordo quando você diz "inserir materiais" eu mesma copio toda ajuda. Exploro bem a internet, aceito sugestões de como trabalhar com a catequese via internet num grupo de trabalho durante a semana.

Anette Alberti Bem eu tenho quase me descabelado para poder ter a confiança dos Pais de meus catequizandos. Quase três anos já se passaram com a mesma turma e ainda tem gente meio desconfiada. Creio que as vezes até meus colegas me olham com olhares suspeitos. Está muito difícil evangelizar nos dias atuais em que jovens e até mesmo as crianças estão caminhando juntas com a tecnologia e o mundo atual, e os pais não, ainda vivem como era no tempo deles. E o pior é que até mesmo irmãos de comunidade parecem não aceitar o novo, o atual. Gostam do antigo, daquilo que achavam que estaria dando certo, mas que na realidade estava só afundando a cada dia.

Sirley Sc Vieira É algo muito sério mesmo. Mas o que sinto é que os pais querem transferir sua responsabilidade pra nós. Então tento fazê-los interagir com a catequese. Sempre mando bilhetinhos com alguma frase que os faça refletir sobre a importância de "catequizarmos juntos" e parece estar funcionando, criei um grupo para meus catequizandos e eu nos comunicarmos, alguns não acessam, mas tem um que sempre vê. É um trabalho de formiguinha que alguma hora dará frutos.

Maria Ângela Guenka Realmente se queremos que o evangelho se torne vida é necessário que ele seja a "boa notícia". De que jeito nos dias de hoje fazê-lo? Trabalho paciencioso que requer uma catequese querigmática com os pais, com a família. Vimos fazendo isto já há quatro anos e agora começou a surgir um bom resultado. Dos quatro grupos de eucaristia deste ano surgiram dois novos grupos de crisma. E do ultimo grupo de crismandos surgiu o novo grupo de jovem. Como disse uma amiga acima é um trabalho de formiguinha. Mas vamos em frente. Vale a pena.

Cleide Márcia Viver em harmonia, com o que falamos e praticamos...confesso que muitas da vezes tenho medo de expor na net e terminar banalizando demais.

Araly Brasileiro Pela realidade de minha comunidade onde a catequese tem que lutar pelo seu espaço, inclusive físico, entre outros. Mas minha atitude real é tentar mesmo diante de tantos problemas dar meu testemunho sendo quem sou sem perder a essência do que Deus quer que eu seja. Amo minha missão e tento trazer as famílias a amar também!!!

Abigail Martins Oliveira "lutar pelo espaço da catequese"...essa é a nossa luta aqui também Araly Brasileiro, uma contradição com o q diz o DNC: "que os melhores recursos devem ser destinados a Catequese".. mas tudo faz parte do processo.

Nilva Mazzer Realmente penso que os testemunhos não estão convencendo os que estão de fora... Como confiar em um catequista , ministros de Eucaristia, leitores, etc., que na igreja vive a Palavra de Deus, e fora dela tem uma conduta um tanto duvidosa? Tipo: contam piadas sujas, tem um palavreado muito pesado se envolvem em fofocas com muita facilidade, etc. Eu mesmo me questiono muito sobre isso. Não podemos ter um vida na igreja e outra fora dela... Temos que ser verdadeiros, honestos, passar confiança, mostrar que estamos no caminho, não somos santos, mas não vivemos na mentira.

Neiva Leite Penso que tudo começa na acolhida, muitas vezes dizemos que faltam operários, mas quando estes se apresentam a comunidade nem sempre está aberta ou vive a unidade ou ainda tem a devida formação e informação para que todos sejam acolhidos, pescados como Jesus pescava homens, o desafio é praticar a palavra, estar aberto, não se sentir dono da Pastoral. Na catequese acredito que falta envolver mais as famílias, chama-las para a responsabilidade de serem os primeiros catequistas, acredito que talvez a pastoral da família poderia entrar nesta parceria trabalhando com a catequese familiar, com as famílias , para depois a catequese entrar amarrando as pontas.

Cicera Pereira Como catequista, que ama o que faz, e não a que cumpre tarefa. Estou catequizando um casal, pais de dois ex-catequizandos, estou indo até a casa deles uma vez por semana. Devido uma filha estar com câncer, ter criança pequena, fica difícil ir até a paróquia para participar do encontro. Então me dispus a ir até eles. Como as coisas deram uma aliviada, passou a cirurgia acabou a quimioterapia, falei: vamos sair do comodismo e participar da missa. A fé e o amor é como a água se ficar parado, dá dengue. Estão participando da missa. Por que estou falando tudo isso? Depois que li varias vezes este texto da Ângela Rocha. Não tinha comentado nem com o pessoal da paróquia. Por o que entendi tem que divulgar para servir de exemplo e que outros façam também.

Silvaneide Costa O difícil também, é você ver agentes de pastorais que na igreja te recebem com beijos e te dão a paz, mas, fora da igreja nem olham na sua cara. Pergunto-me onde está o amor a paz que eles tentam transmitir na igreja? Por que demonstrar algo que não podem levar para fora do templo? Que exemplo demonstram as crianças que os veem na igreja? Como transmissor da palavra e do amor de Deus temos que ser espelho desse amor em todo lugar, a qualquer hora!

Telma Maria Romero Olha to cansada, termina a semana da família, não tivemos nada de diferente na paróquia, e ai ? Poxa vida, que oportunidade boa essa pra envolver as famílias, tratar temas pra ser falado com as famílias. Mas nada foi feito ou sequer planejado. Aí, vejo pelo meu face que outras paróquias fizeram encontros todos os dia, e bem na sexta feira foi exclusivo com a família dos catequizando. Nossa foi a gota d’água pra mim....

Idelvania Antunes Coutinho Muitas vezes somos cobrados como se não pudéssemos errar.

Catequistas em formacao