CONHEÇA!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

FORMAÇÃO BÁSICA PARA CATEQUISTAS - ROTEIRO BÁSICO


ROTEIRO BÁSICO PARA INICIANTES

PRIMEIRO ENCONTRO
(03 horas – intervalo de 20 minutos)

Instruções gerais:
- Antes de cada encontro, preparar um ambiente propício. A Cruz de Jesus, uma Bíblia e uma vela a ser acesa, é sempre parte do encontro.

- Iniciar o encontro com uma Oração Cristã
Roteiro da oração:
- Começa com a acolhida e um rito inicial que pode ser um simples Sinal da cruz;
- Prepara-se o espírito: pode ser com uma música ou um salmo;
- Um texto bíblico (sempre, não existe oração sem o texto bíblico, pode até ser um só versículo);
- Um texto reflexivo (se houver);
- Preces (brotam do texto bíblico);
- Oração do Pai Nosso (sempre);
- Despedida em forma de benção (Louvado seja N.S.J, por exemplo)
A verdadeira Oração Cristã sempre é feita a partir de um texto bíblico, de preferência com uma vela acesa.

EU, CATEQUISTA...

Sou chamado a ser catequista: entender o que é vocação, chamado e encontro.
Sou convidado a saber sendo discípulo e aprendendo com o mestre Jesus: Formação e estudo.
Sou enviado a saber fazer em comunidade na Igreja para a missão: serviço da catequese.

(1ª parte) - Motivação
Ponto de referência: A importância da motivação inicial
- Desejo de servir
“Sentir-se chamado a ser catequista e receber da Igreja esta missão...”
- Viver o batismo
- Os segredos do chamado
- A experiência do encontro com o Senhor
- Ser anunciador do Plano de Deus
- Qual é o Plano de Deus?
- O desejo de ser um revelador do Plano de Deus

Reflexão: Quais foram os pontos que mais tocaram e ajudaram você a tomar consciência de ser um revelador do Plano de Deus e cultivá-lo a cada dia?

(Trabalhar as respostas oferecidas na ficha de inscrição: “Descreva em poucas palavras a sua motivação para estar fazendo essa formação”).


Resumindo: É desejo de Deus...
  1. Incentivar para que todos conheçam o Plano de Amor do Pai e busquem a Ele que nos amou primeiro para reconhecer a sua ação na história.
  2. Orientar para que todos se tornem discípulos e missionários para continuar a obra de Jesus Cristo para que todos tenham acesso à Salvação.
  3. Comprometer todos para que vivam (testemunho) segundo o Espírito Santo colocando seus dons a serviço da Igreja especialmente aos mais necessitados.

(2ª  parte) - Vocação
            Ponto de referência: O chamado a ser catequista
                                               - O que é vocação?
                                               Vem do latim vocatio, ação de chamar.
                                                Duas liberdades: a iniciativa de Deus que chama e a liberdade humana de responder a esse chamado.

                                               - Será essa a minha vocação?
- Encontro pessoal com Cristo (a experiência de Moisés, dos profetas, dos discípulos, da Samaritana, de Zaqueu).

Reflexão: O que é ser catequista para você? O que faz um catequista na Igreja?

Resumindo:
Ser catequista é viver uma vocação característica dentro da Igreja. Ela é uma realização da Vocação batismal. Pelo batismo, todo cristão é mergulhado em Jesus Cristo, participante de sua missão profética: proclamar o reino de Deus. Pela crisma, o catequista é enviado para assumir sua missão de dar testemunho da palavra com força e coragem. (CNBB. Formação de catequistas: critérios Pastorais, 44).

Considerações:

- Todo o encontro deve ser conduzido com DIÁLOGO. Sempre buscando o máximo de interação possível com quem está ouvindo. O catequista iniciante deve ser incentivado a mostrar-se como ser humano, deve dar testemunho e relatar experiências. Ligar sua vida à vida na Igreja. Esse primeiro encontro é um “reconhecimento” de terreno. Deve despertar no vocacionado questionamentos a respeito do chamado. Ele deve ser “provocado” a mostrar a que veio. Incentivar perguntas.

- Se possível chamar outros catequistas para dar testemunho.  

- Deixar claro ao catequista iniciante que a formação não é para “enchê-lo” de “conteúdo”. Não se ensina a ser catequista. A catequese é uma opção pessoal. Você é catequista “sendo”, “desenvolvendo” e “crescendo”. Ou seja, pegue tudo de bom que existe em você, desenvolva “atitudes” e procure crescer na vocação, aprimorar seus conhecimentos e buscar todas as oportunidades de aprendizado possíveis. Isso só se faz participante ativamente da catequese, amando a catequese e colocando-se sempre a “serviço”.


SEGUNDO ENCONTRO
(03 horas – intervalo de 20 minutos)

Eu, Catequista...

- Perfil
            Ponto de referência: Ser, saber, saber fazer em comunidade (DNC 262-276)
                                   1) O ser do catequista, seu rosto Humano e cristão (Ser)
·        Características de sua personalidade
·        Relação consigo mesmo
·        Relação com a Igreja
·        Relação com a catequese
·        Ser catequista: sua identidade
·        Ser catequista: seus valores
·        Ser catequista: inserido na caminhada
·        Ser catequista: responsabilidades

2) O catequista se construindo (Saber)
·        A Palavra de Deus: intimidade com a Bíblia
·        As referências doutrinais da Igreja: Catecismo da Igreja Católica;
·        As referências de orientação: DNC e outros documentos que norteiam a atividade catequética;
·        A realidade: ter sempre presente quem são os destinatários da catequese e o contexto social em que estão inseridos

3) O catequista desenvolvendo o seu saber (Saber fazer)
·        Relacionamento: saber dialogar com maturidade
·        Pedagogia; se inspira no Mestre, toca a vida das pessoas
·        Comunicação: saber comunicar a palavra com entusiasmo e vida. Aproveita os recursos existentes: internet, TV, DVDs, músicas, imagens;
·        Metodologia: tem claro um caminho inspirador recorrendo às orientações da Igreja e ás ciências auxiliares como a Pedagogia e a Psicologia;
·        Planejamento: sua atividade não é improvisada, mas nasce da reflexão e da programação.

Considerações:

É importante observar que o catequista que se sentiu chamado à missão, precisa ter algumas características em sua personalidade como: ser uma pessoa simples, capaz de receber a todos, ser atencioso, acessível, disponível, paciente, animador, unificador, ser exemplo e ser autêntico. Assim ele pode desenvolver atitudes de acolhida, atitudes de escuta e atitudes de serviço. Sendo e desenvolvendo isso ele pode crescer: na consciência da importância da vocação de ser catequista, na percepção que é agente de transformação e instrumento na mão de Deus, para sem medo colocar os próprios dons  a serviço da evangelização, crescer no saber através do estudo e na constante procura de formação, na consciência de ser enviado a uma missão, a um ministério em nome de Jesus Cristo na comunidade eclesial e no saber fazer, sempre presente nos planejamentos, preparando os encontros sem esquecer da caminhada catequética na ação pastoral de conjunto da sua comunidade.



Angela Rocha
Formadora

Missa Tridentina e Missa Maronita

Vamos conhecer um pouco mais sobre a Liturgia Tridentina e Maronita?


MISSA TRIDENTINA

A Missa Tridentina é a liturgia da Missa do Rito Romano contida nas edições típicas do Missal Romano que foram publicados de 1570-1962. Foi a liturgia da missa celebrada em todo o mundo, até que o Concílio Vaticano II, , pediu sua revisão, o que ocasionou a promulgação de uma nova liturgia, pelo Papa Paulo VI, em 1969.

O Papa Bento XVI, em 2007, pelo  motu próprio Summorum Pontificum, regulamentou a possibilidade do uso da liturgia tridentina; no rito romano nas missas privadas celebradas sem o povo, os padres podem usar livremente a liturgia tridentina; ela também pode ser usada publicamente em paróquias, se houver um grupo estável de fiéis que a assista.

Atualmente, a Missa Tridentina é definida pela Igreja como a "forma extraordinária do Rito Romano", indicando, portanto, que a missa nova de Paulo VI permanece como a “forma ordinária” ou "normal" do Rito Romano, embora ambos não sejam considerados ritos distintos, mas apenas "formas diferentes do mesmo rito". É chamada comumente de "Missa Tridentina" (por ter origem em Trento, na Itália) ou "Missa de São Pio V", porque foi no Concílio de Trento, que se fez a revisão do Missal Romano, que foi aplicada pelo Papa São Pio V, em 1570.

É também conhecida como "missa em latim", embora de forma inadequada, uma vez que mesmo a liturgia da missa de 1969 pode ser celebrada nesse idioma.

O Concílio Vaticano II (1962-1965), na constituição Sacrosanctum Concilium (1963), mandou rever o rito da missa, assim como o restante dos livros litúrgicos, segundo os princípios enunciados na mesma constituição. Tal ordem foi executada por um grupo de especialistas em liturgia, Bíblia e teologia, nomeados pelo Papa Paulo VI, que promulgou em 1968 o novo Ordo Missae (ordinário da missa, parte invariável de todas as celebrações da missa) e em 1970 o novo Missal Romano. Este Missal Romano reformado conheceu até hoje três edições, em 1970, 1975 e 2002.

Contudo, os católicos chamados tradicionalistas, descontentes com o Concílio Vaticano II e com o rumo então tomado pelas autoridades eclesiásticas, não receberam com bons olhos o novo missal, preferindo celebrar a missa na anterior forma. Eles alegavam que a nova forma da missa dessacralizava o Sacrifício de Cristo e era muito próxima à Ceia Luterana e outras cerimônias protestantes. Entre estes, notabilizou-se o arcebispo Marcel Lefebvre, fundador da Fraternidade Sacerdotal de São Pio X, um dos mais notáveis grupos tradicionalistas. Além deste, há muitos outros grupos católicos tradicionalistas, alguns dos quais em boas relações com a Santa Sé e com os Bispos da Igreja Católica, enquanto outros, entre os quais a Fraternidade Sacerdotal de São Pio X, estão em desacordo. Característica comum de todos estes grupos é celebrarem a missa tridentina, utilizando para isso a última edição típica do Missal Romano antes da reforma de Paulo VI.

FONTE: Infelizmente nem todos colocam a autoria dos textos de onde tiram as informações para colocar na internet. O texto acima é compilação de vários textos na internet, todos sem fontes citadas.


MISSA MARONITA

Os Maronitas são os Cristãos Católicos Orientais que devem seu nome a São Maron. Em documentos siríacos muito antigos, podemos ler esses vocábulos: Os fieis de Beth (casa) Maron, Calcedônios de Beth Maron, aqueles de Mar Maron... Esses vocábulos significam uma única palavra que os substituirá, a palavra Maronita que será dada a um povo que no Patriarcado de Antioquia seguiu a orientação religiosa de São Maron e seus discípulos.

A Igreja Maronita é uma Igreja católica, de rito oriental, em plena comunhão com a Sede Apostólica Romana, ou seja, ela reconhece a autoridade do Papa. Tradicional no Líbano, essa Igreja Oriental possui ritual próprio, diferente do rito Latino adotado pelos católicos ocidentais. O rito maronita prevê a celebração da missa em língua siro-aramaico, a língua que Jesus Cristo falava.
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A Igreja Católica possui duas raízes: a ocidental ou romana e a oriental. Dentro desta segunda, quatro são as sedes patriarcais que marcaram sua historia: Jerusalém, Alexandria (Egito), Antioquia e Constantinopla. Dentro do grupo de Igrejas antioquenas existem dois grupos: sírio- ocidental e sírio oriental. A Igreja Maronita forma parte do grupo sírio-ocidental, sendo o siríaco sua língua litúrgica. Integra-se, pois, na tradição cristã oriental, sendo seu povo das raízes mais antigas de toda a Cristandade.

A Igreja Maronita é a única entre todas as Igrejas orientais que permaneceu em plena comunhão com Roma durante todos os séculos, apesar das tremendas provações suportadas pelos Maronitas e causadas pelos Monofisitas, Bizantinos, Mamelucos e Otomanos ( Turcos). Além disso, essa Igreja constitui um fato único dentro da Igreja universal. Ela é a única no mundo que nunca teve uma facção separada do Catolicismo. Todas as outras Igrejas Católicas têm paralelamente a elas uma ou mais Igrejas gêmeas separadas do Catolicismo. Assim da Igreja Latina ou Romana se separaram os Protestantes e os Anglicanos. Todas as Igrejas Orientais Católicas – menos a Igreja Maronita – se dividem em duas facções desiguais, uma Católica e outra Ortodoxa.


Fonte: http://www.igrejamaronita.org.br/


OBS.: Atendendo um pedido da catequista Silvana de Lima Godoi de  Pederneiras -SP. Obrigado Silvana pelo contato!

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

FAN PAGE dos CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO!



TEMOS NOVIDADES!!

Agora temos também uma “FANPAGE” no Facebook! 

https://www.facebook.com/catequistasemformacao

“Nossa... onde entro agora?”

Sim... A princípio vocês vão pensar que a coisa vai ficar confusa. Mas, cada coisa tem sua razão de ser no mundo da informática.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE FAN PAGE, PERFIL E GRUPO DE DISCUSSÃO?



Basicamente, existem 3 formatos no Facebook: FanPage, Perfil e Grupo. Cada um possui a sua particularidade e o formato correto depende do seu objetivo. Veja:


• Perfil - É a interface para usuários comuns, deve ser usada por pessoas e não organizações. Com o perfil construímos amizades, compartilhamos informações pessoais, gostos, notícias, vídeos, links.

• Fan Page - Destina-se a promover empresas, produtos, marcas, etc., e a construir e fidelizar os seus fãs. A FanPage é um perfil pessoal aplicado às organizações. Com ela não se faz amizade, mas, sim relacionamento. Além disso, a Fan Page permite diversos recursos que um perfil não permite. Nosso objetivo com a Fanpage é divulgar notícias e temas interessantes da catequese. E é também uma página para divulgarmos nosso trabalho aos demais usuários do Facebook.

• Grupo de Discussão - O grupo de discussão é basicamente uma ideia de comunidade que interliga usuários interessados em determinados temas ou assuntos, com o objetivo de debaterem e/ou compartilharem informações relevantes a cada um. Os grupos podem ser abertos, fechados ou secretos – o nosso é “Fechado”, apenas quem está nele lê as publicações e é preciso que um administrador inclua os novos membros - mas, acreditamos que as organizações, só devem utilizar grupos se o objetivo for algo específico, como por exemplo, um grupo para discussão de temas de religião e catequese, como é o Catequistas em Formação, onde as pessoas podem trocar informações e experiências. De qualquer forma, a organização deve tomar muito cuidado com esse grupo, monitorando diariamente o seu conteúdo, impossibilitando assim o desgaste do objetivo do grupo.

Nosso grupo está neste endereço: facebook.com/groups/catequistasemformacao

A diferença entre a Fanpage, está na palavra “groups” ali no meio...
Outra coisa que queremos e precisamos, é que vocês indiquem a FanPage para sues amigos curtirem. Logo que entrarem lá curtam e indiquem aos seus amigos do Face... É fácil, tem um recurso lá que já sugere que você indique aos amigos.

Também estamos utilizando o BLOG para divulgarmos os CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO. 

Por que um blog?

• Blog ou Weblog – é uma página web, ou seja, ela é pública e não restrita a rede social. O conteúdo é apresentado de forma cronológica e permite ao leitor buscar publicações mais antigas. O blog também permite um sistema de “marcadores”, ou seja, um arquivo por palavras ou “tags” relevantes. O conteúdo e o tema dos blogs abrangem uma infinidade de assuntos. No nosso caso, formações e material didático catequético. Texto, links, áudios, vídeos, notícias, poesia, idéias, fotografias, enfim, tudo que a imaginação do autor permitir, pode ser feito no blog. Usar um blog é como mandar uma mensagem instantânea para toda a web.


Mas, por hora, vão visitar nossa FANPAGE ou Página no Facebook e cliquem na opção CURTIR.


É ISSO! DIVIRTAM-SE!

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

EVANGELHO DO DIA


EVANGELHO DO DIA 12/12/2013.
Evangelho (Lc 1,39-47)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

39 Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia. 40 Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. 41 Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42 Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! 43 Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? 44 Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. 45 Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”. 46 Então Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, 47 e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


Evangelho do dia 12/12/2013


Evangelho (Lc 1,39-47)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
39 Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia. 40 Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. 41 Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42 Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! 43 Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? 44 Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. 45 Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”. 46 Então Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, 47 e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador”.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.


quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Os sacramentos...



Material interessante para a catequese sobre os SACRAMENTOS!




Colaboração da catequista Marilena Schaifer de Londrina - Paraná.

TOQUES DE LUZ...




Porque é Natal, pensei nos “toques de luz do Senhor”...  
E as pessoas que fazem parte da minha vida são toques da luz de Deus.

E entre essas pessoas, um destaque especial aqui para este grupo... Um grupo de amigos, e pessoas especiais que dedicam suas vidas a difundir o projeto de Jesus. E que tem se mantido forte, e cada vez maior com a passagem do tempo. E nosso grupo, neste segundo natal, já tem mais números que a idade de Jesus!  Ah! Este é um “toque da luz de Deus” muito especial mesmo!

E nós devemos aproveitar, sábia e amorosamente, os toques de graça que vêm ao nosso encontro... Antecipando festas, celebrações e passagens constantes em nossa vida! Esses momentos, acompanhados de expectativa, doçura, música, felicitações, presenças, presentes e agrados são, de certa forma, toques da luz de Deus, toques de amor dos familiares e amigos que nos impulsionam a seguir em frente com mais clareza e a certeza de que fazemos parte de uma grande família.

Estes toques de graça pedem parada, reflexão, revisão, reconsideração e redirecionamento em algumas dimensões de nossa vida! E agradecimento! Por nos proporcionar um encontro diário com outras pessoas, com irmãos de caminhada, com gente que tem os mesmos projetos, as mesmas aspirações... Que faz do nosso dia, um dia melhor com um simples “Bom dia”!

São passagens de misericórdia divina, são toques de luz do Redentor. Somos melhores e somos perdoados por nossas falhas, na medida em que perdoamos o outro e os aceitamos também.

E quero que esse “toque” me mude! Quero adquirir a arte e a virtude de caminhar para a simplicidade, o desapego e o real sentido das situações que vivemos e passamos. Sejam elas boas ou não... Quero a cada dia da minha vida, aprender a ser melhor do que fui ontem. E quero sempre ter a humildade de admitir que não sei tudo, que erro, caio e me levanto, tantas vezes quanto for necessário nessa caminhada...

Um dia, sabendo que terei que deixar tudo o que recebi de presente, depois da definitiva passagem, quero que permaneça entre as pessoas que amei, a lembrança do que fui e o legado do bem que construí, resultado de minhas interações com a humanidade e o mundo. E que meus erros, por enormes que sejam, tornem-se pequenos diante do amor que dediquei a cada um. Que eu possa criar condições para que a Luz de Cristo resplandeça em mim, ilumine meus pensamentos, clareie meus caminhos e me aponte direções! Sempre!

Que as passagens de aniversário em minha vida e as tantas outras “passagens” e experiências, sejam agraciadas pela fé, aquecidas pelo amor, purificadas pela oração e fortificadas pela esperança.

Que cada passagem de Deus, que cada toque de luz possa chegar também em situações de sofrimento e dor e sejam prenúncios de uma vida nova, a cada ano que passa! E que eu possa, repartir com vocês, meus queridos amigos e amigas, todos os toques de Deus que eu receber!

Amém!

Um grande abraço a todos! Deus os abençoe sempre!

Ângela Rocha


P.S.: E obrigado a Ir. Zuleides M. de Andrade, ASCJ, pela inspiração!



Tiro no pé...

Com certeza vocês já ouviram a expressão “tiro no pé”. Pois bem, “atirar no próprio pé” tem algo a ver com tentar acertar a caça e acertar em si mesmo. Ou seja, ter uma boa intenção, no caso prover alimento a sua mesa, e acabar tendo que correr fazer um curativo para sanar uma ferida.

E o que tenho feito em minhas navegações pela net (nem sempre atirando no pé...): busco alimento para o conhecimento, tanto na minha vida pessoal quanto nas minhas atividades na Igreja, incluindo aí, a formação dos catequistas que acessam meu blog e o dos Catequistas em Formação. Claro que às vezes me deparo com um “orlando fedeli” da vida que, ainda bem, não pode mais continuar falando besteira. Aliás, se fosse possível botar fogo em arquivos da internet eu botava na Associação Monfort. A TFP para mim, é uma grande fonte de equívocos. Mas sobre isso falo numa outra hora...

E fico muito triste, de verdade, quando me deparo com coisas (a princípio) tão boas, tão legais, renovadoras mesmo, como alguns blogs que trazem novos conceitos de linguagem mas, lá no meio, publicam textos tendenciosos, descendo a lenha naquilo que não conhecem e não tem autoridade para falar. Vivi isso lendo um post sobre a Teologia da Libertação – TL num blog pretensamente “moderno”. Pior ainda foi ler um comentário onde a CNBB é descrita como “cátedra de comunas”. Isso depois que o próprio Blog da CNBB elogiou o trabalho deles. Nem sei bem se a pessoa que disse isso sabe bem onde mora. Estamos no Brasil, meu filho! América latina, terceiro mundo! Que não é só a praia de Copacabana e conversas em boteco. Basta olhar um pouco mais pra cima, para o morro que é o cartão postal da cidade...

Concordo que a Teologia da Libertação, de certo modo, deturpa a doutrina católica - não da cristã, veja bem - e a Santa Sé tem seus motivos pra criticá-la. João Paulo II fez boas críticas a ela, até apoiou no princípio. Só que as coisas tomaram rumos prejudiciais quando ela se tornou uma teologia quase de “fanatismo” para alguns religiosos. Sem contar que o papa veio de um país dominado pelo comunismo que foi uma coisa nefasta para o povo da Europa oriental. O marxismo foi utilizado desvirtuadamente como base para as doutrinas oficiais utilizadas nos países socialistas. As sociedades pós-revolucionárias, meio perdidas e com poder na mão, acabaram cometendo os mesmos erros do passado. E acredito que a maior parte das críticas à TL vem das bases pretensamente marxistas. O marxismo é ateu e prega a religião como alienação das massas, então, nada mais natural que condenar um movimento que vai contra a fé da igreja. 

Outra coisa é a palavra “comunismo” que se associa a TL. 

Só para elucidar a afirmação que fiz acima de que a TL não deturpa a doutrina cristã em sua visão “comunista”, gostaria de explicar com um trecho dos Atos dos Apóstolos, 2, 44-47: Todos os fiéis viviam unidos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e os seus bens, e dividiam-nos por todos, segundo a necessidade de cada um. Unidos de coração freqüentavam todos os dias o templo. Partiam o pão nas casas e tomavam a comida com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e cativando a simpatia de todo o povo. E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros que estavam a caminho da salvação. 

Bem, por aí então a gente pode até dizer que o “comunismo” nasceu na Bíblia... Jesus pregava o “comunismo”? Não, Ele não era político. Ele pregava a fraternidade e a justiça. Veio para libertar os excluídos, para tirar as pessoas do pecado, da doença e da alienação.

Muita gente – leia-se católicos - pregam a fraternidade passando por cima do mendigo dormindo nas calçadas. E não estou falando de ricos não. Estou falando do pobre emergente, classe média e afins; a quem não ia doer repartir um pão e um copo de café. É fácil falar com barriguinha cheia, emprego, roupinha confortável, um carrinho na garagem (pode até ser financiado), teto sobre a cabeça (mesmo de aluguel); e ficar arrotando catolicismo até pelas orelhas. Aí, todo mendigo é vagabundo e bêbado, senão drogado; e todo sem-terra é marginal; sem contar que as CEBs são “reunião de sindicato”. Esquece-se que elas são responsáveis pela liturgia e pela difusão do evangelho em muitos lugares onde não tem padre e muito menos igreja. E como as CEBs são fruto da teologia da Libertação, vamos malhar! São todos comunistas!

Só que, querer voltar no tempo e manter um discurso retrógrado é nocivo para a religião como um todo. Falar de uma "fé pura" é dar lado para a alienação social e querer que os católicos voltem a ser como os camponeses da idade média. Tem gente que senta a mesa e come carne, tem gente que fica debaixo da mesa e come os ossos... E conforme-se. Reze que o céu é teu.

Não podemos mais viver esta realidade. 

O que acontece hoje em dia é que ficou praticamente insustentável ser dogmático, religiosamente falando, sem ser ignorante. Eu penso que os avanços científicos, tecnológicos e sociais, somente provam a perfeição e a pureza da criação divina. E aqui eu lembro uma frase do CIC: “o homem é capaz de Deus”, e eu complemento... mas, não é Deus para julgar tudo...

Eu penso que as várias correntes de pensamento, ideologias e doutrinas que vieram ao longo da nossa história colaboraram para que o mundo fosse o que é hoje (E aí, dependendo da sua cabeça, ele pode ser uma porcaria ou um paraíso). Mas falando de correntes teológicas, acredito que a TL mais contribuiu do que prejudicou a Igreja. Assim como o marxismo ou comunismo que, sem o saber e até renegando a Deus, tenta colocar em prática a máxima da igualdade para todos. 

Mas este pensamento só acontece com quem se abre a uma reformulação de idéias - que são aquelas pessoas que acreditam que a Igreja, por mais sagrada que seja, é uma instituição humana e administrada por humanos. Portanto, não é Deus, nem fala por ele. Essas pessoas acreditam na reforma, mesmo que moderada, na adaptação, na modernização do discurso, enfim - é quem pensa racionalmente além de religiosamente.

Não podemos confundir a atemporalidade da fé em Deus e no Cristianismo com uma Igreja que é, portanto, temporal, inscrita no seu tempo e na sua realidade social. Se não fosse assim estaríamos ainda, vendendo indulgências, sendo queimados em fogueiras e rezando em latim. 

E eu só faço um pedido, principalmente a quem está lendo isso e, de alguma forma, é responsável pela evangelização em nossa Igreja. Não vá acreditando, assim sem crítica, em tudo que lê por aí (até mesmo em mim). Pratique a liberdade de escolha e julgamento. Leia a opinião contrária, informe-se. Nossa Igreja tem uma história linda e rica, mas feia e pobre em algumas ocasiões, assim como nossa sociedade, nossa política... 

Discernimento é a palavra.

Então vamos tirando o que de bom se pode tirar de cada coisa. Vamos aprender com os erros e aproveitar da internet aquilo que ACRESCENTA a nossa catolicidade e religiosidade. Visões retrógradas e preconceituosas só nos fazem ficar cada vez mais longe da realidade do nosso tempo.

Ângela Rocha
Catequista Amadora

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

RECEITA DA FELICIDADE

RECEITA DA FELICIDADE

1 xícara de amizade,
2 xícaras cheias de compreensão,
1 xícara de paciência,
1 xícara de humildade,
1 copo grande transbordando de alegria,
1 pitada de bom humor,
1 colher de fermento de personalidade CRISTÃ.

PREPARO

Meça as palavras cuidadosamente. Acrescente compreensão, humildade e paciência misturando tudo com muito jeito.
Use o fogo branco. Nunca ferva. Tempere com alegria, bom humor e personalidade Cristã.
Sirva porções generosas sempre com amor, não deixe esfriar, a temperatura ideal é a do coração.
A receita não falha.
Divida ela em 365 porções para você saborear todos os dias de 2014.


Colaboração da Tia Nice (Eunice Lopes Alves) – Grupo Catequistas em Formação

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO NO FACEBOOK

Dia 28 de fevereiro de 2012 eu criei um grupo no Facebook para interagir mais com os catequistas, proporcionar formação e compartilhar conhecimento.
Nem imaginava que na verdade, estava constituindo uma "Família", de gente boa, generosa, prestativa, orante e muito, mas muito mesmo Catequista!

E hoje, faltando três meses para completar 02 anos, já somos 2.000 MEMBROS no grupo.

Parabéns CATEQUISTAS EM FORMAÇÃO, por esta conquista!!


Que sejamos sempre luz no caminho daqueles que são confiados a nós! 
2.000 luzes na verdade!

Agradeço de coração a cada um e cada uma que fazem deste grupo o que ele é: um espaço de partilha e interação, a nossa "casa".

Antonio Mansilhas, Dinha Pinheiro, Janice Santos, Luna Ronald, Nilva Mazzer...
Obrigado, obrigado, obrigado, obrigado, obrigado, obrigado...
por caminharem comigo nesta!
Amo vocês!

Ângela Rocha