CONHEÇA!

sábado, 22 de agosto de 2015

SOMOS O QUE AMAMOS...

Senhor de todas as manhãs, Senhor da noite escura, Senhor da graça...
Quero agradecer-te hoje porque sou catequista!
Quero dizer-te da alegria do meu chamado...
Alegria que vem do riso das crianças e das Palavras que com elas eu divido...
E neste compromisso eu vejo que o Sagrado é Humano...
Porque não há nada mais divino do que a humanidade com que podemos tocar-nos uns aos outros...
Porque não há nada mais belo do que um ser humano tentar realizar o melhor das suas capacidades...
Somos o que amamos e levamos os traços fundamentais do Vosso Rosto, não na nossa cara, mas, nas palmas das nossas mãos e no tom das nossas palavras…
E aí, sim, aprendo muito mais do que ensino...
Obrigada a Ti, meu Senhor!

Ângela Rocha - Catequista

8º Dia Novena do Catequista


8º dia da novena
Abençoai, Senhor, meu testemunho de vida!

■ SINAL DA CRUZ   -   Oração inicial

Senhor,
Sou catequista por vós enviado, a serviço da Igreja.
Anuncio o Evangelho com alegria 
formando os vossos discípulos
para que se tornem missionários.
Coloco-me a vossa disposição,
e à disposição dos meus catequizandos.
Peço a graça de perseverar,
superando limitações e dificuldades.
Rezo esta novena com fé,
por mim, por meus catequizandos,
pelos seus familiares e pela Igreja.
Iluminai-me com o vosso santo Espírito
e mergulhar-me no amor do Pai em minha oração
e em minhas atividades.
Amém!


Interiorização
■       Faça do seu coração a sua igreja. Desacelere os pensamentos e suavize os sentimentos. Acolhe todos os ruídos e barulhos, transformando-os em sons que o ajudem a sentir-se bem. Abra o seu ser a Deus como você abre as portas de sua casa a uma pessoa amiga. Receba-O suavemente, sinta-se abraçado por Ele. Deixe que Ele demonstre todo o seu amor por você. Por alguns instantes, permita que Ele faça companhia a você, e você a Ele.


■     Sem pressa, visualize agora, com a maior fidelidade possível, o seu dia a dia. O que você faz durante a semana, pela manhã, à tarde e de noite? Aonde você trabalha? Quem são os seus amigos e amigas do dia a dia? Como você se distrai? Olhe com a mente para todos esses lugares, e veja como você se comporta em cada um deles. Você testemunha, esteja aonde estiver, a sua fé? Quem olha para você percebe que em você existem valores que vão além dos cultivados e cultuados por esse mundo? Olhe tudo, e depois guarde alguns momentos de silencio para assimilar tudo o que sua mente captou.

Reflexão
■ Leia sem pressa

Como catequista, anuncio o Evangelho nos encontros programados e desenvolvidos no período do ano catequético. Mas não só, já que o testemunho de vide é tão importante quanto o que é ensinado. O catequista, ao praticar o que ensina, transforma-se no Evangelho vivo que pode ser visto pelas pessoas. E não é só em relação aos seus catequizandos que o catequista dever ser testemunha, mas para com todos, cristãos e não cristãos. A fé professada e anunciada pelo catequista intensifica o seu poder de testemunho quando também praticada.

■ Reflita: o que esse texto diz  a mim, catequista?

Instrução
Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para na mais serve senão para ser lançado fora e pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha, nem se acende uma luz para coloca-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa. Assim brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem vosso Pai que está nos céus. (Mt 5, 13-16).

     Leia o texto novamente, com clama. O que mais chamou a sua atenção? Que palavras sobressaíram da leitura? Que mensagem você encontrou nesse texto da Sagrada Escritura?

■Tempo para pensar, meditar e saborear a Palavra de Deus.


Entrega
■    Da forma mais simples possível, diga a Jesus, como se você estivesse conversando com Ele, tudo o que você tem a dizer a respeito da vivencia da sua fé. Fale do seu esforço em viver o que você ensina, das tentações que você supera, de como você pratica a fé em todos os lugares em que você frequenta. Também peça perdão pelos contra testemunhos, pelas infidelidades, pelas vezes em que você cedeu à acomodação e deixou de testemunhar Jesus. Agradeça pelas vezes em que a graça de Deus o auxiliou a fazer brilhar, diante de todos, a luz do Evangelho. Diga tudo, não guarde nada para você...

     Depois de falar, silencie a mente e o coração. Deixe que o Espirito Santo ilumine a sua reflexão e oração e as entregue a Jesus; Jesus, por sua vez, as apresentará ao Pai.


Compromisso
Diante do que rezei e refleti hoje, que compromisso vou assumir para ser sal da terra e luz do mundo?
■ Diga a Jesus: “Jesus eu assumo o compromisso de...”

Oração
Senhor, neste oitavo dia de novena, peço que me ajudeis a ser vossa testemunha em todos os lugares e circunstancias, praticando o que ensino. Que minha vida seja, em tudo e para todos, evangelizadora. Amém.

■ Se você tiver um pedido particular para fazer, apresente-o agora a Jesus. Depois conclua glorificando a Trindade:
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.


Oração final

Senhor,
obrigado pelo ministério
que a mim confiaste
por meio de vossa igreja.
Amo os meus catequizandos
e os evangelizo com alegria,
apresentando-vos como
o Caminho, a Verdade e a vida.
Obrigado por esta novena
em que entrego a vós
a mim e aos meus catequizandos.
Olhai por suas famílias,
especialmente por aquelas
que carregam as cruzes mais pesadas.
Abençoai, Senhor, toda a minha vida,
em casa, no trabalho e na comunidade.

■ SINAL DA CRUZ
Amém!

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

AVALIAÇÃO DE CONTÉUDO NA CATEQUESE: TEM ISSO?


Muitos catequistas se perguntam se devem fazer, e alguns fazem, “avaliação” de conteúdos na catequese. Penso que essa é uma ação que não cabe no processo de evangelização. Claro que usamos alguns recursos pedagógicos para trabalhar os temas, por exemplo: dinâmicas, brincadeiras, canto, etc. Na verdade, a “dinâmica” mesmo, é uma técnica ou método didático para tornar os conteúdos mais atraentes e não uma "avaliação". Da mesma forma, uma ou outra atividade para fixação de conteúdo, pode se fazer necessária, mas, nunca pensando em "corrigir" e apontar erros.

Estou na catequese de crianças há um bom tempo já. Normalmente fico com elas na catequese até receberem a primeira Eucaristia. E NUNCA fiz qualquer tipo de avaliação, mesmo porque, se fizesse, ia chegar à de que elas não “aprenderam” nada... Nosso universo é de “experiências” muito mais de que “saber” ou reter “conhecimento”.

E essa é a questão na catequese: ela não existe para se "aprender” alguma coisa. E isso o documento Catequese renovada, já apontou em 1983.. A Catequese é “iniciação à vida cristã”, e vida, leva à “vivência” cristã.

E até quando a gente vai teimar em conduzir o barco a remo se a gente tem "motores" potentes hoje? Temos "informações"! Temos ajuda das ciências (pedagogia/psicologia). E elas nos ajudam a entender o universo da criança e como ela “aprende” e incorpora na sua vida as experiências que vai tendo. Mesmo que TODAS as catequistas da minha paróquia fizessem "avaliação" ou "prova" eu não faria. É simplesmente fora de propósito, desculpe-me dizer, mas é. Como se avalia a fé de uma pessoa? Como saber, “decor e salteado", mandamento e sacramento, indica que essa pessoa se converteu? Como isso pode fazer a vida de uma pessoa mudar? Não tem, simplesmente não tem, como a gente saber se o que estamos trabalhando na catequese hoje vai ou não mudar a vida de uma criança no futuro, portanto, "relax"!

Ao invés de esquentar a cabeça pensando numa "avaliação", vão lá fora, em algum lugar que tenha uma grama bem gostosa pra deitar, e fiquem uma meia hora olhando para o céu azul, brincando de "pintar" figuras nas nuvens. Olhando e se maravilhando com a criação do Altíssimo. Garanto a vocês que daqui uns 30 anos eles vão "voltar ao passado" e pensar: "Como foi bom estar na catequese!".

O que se pode, e deve fazer sempre, é uma avaliação conjunta, pela equipe de catequese e pelo padre, sobre a eficácia e o alcance da evangelização que está sendo feita pela paróquia. Analisando isso, se está pondo a "prova" a catequese feita por todos nós.


Ângela Rocha - Catequista

7º Dia Novena do Catequista


7º dia da novena
Abençoai, Senhor, minha mente

■ SINAL DA CRUZ   -   Oração inicial

Senhor,
Sou catequista por vós enviado, a serviço da Igreja.
Anuncio o Evangelho com alegria 
formando os vossos discípulos
para que se tornem missionários.
Coloco-me a vossa disposição,
e à disposição dos meus catequizandos.
Peço a graça de perseverar,
superando limitações e dificuldades.
Rezo esta novena com fé,
por mim, por meus catequizandos,
pelos seus familiares e pela Igreja.
Iluminai-me com o vosso santo Espírito
e mergulhar-me no amor do Pai em minha oração
e em minhas atividades.
Amém!


Interiorização
■      Faça do seu coração a sua Igreja. Desacelere os pensamentos e suavize os sentimentos. Acolha todos os ruídos e barulhos, transformando-os em sons que o ajudem a sentir-se bem. Abra o seu ser a Deus como você abre as portas de casa a uma pessoa amiga. Recebe-O suavemente, sinta-se abraçado por Ele. Deixe que Ele demonstre todo o seu amor por você. Por alguns instantes, permita que Ele faça companhia a você, e você a Ele.

■ §     Sem pressa, visualize agora, com a maior fidelidade possível, a sua mente. Recorde como é sua cabeça, e lembre que dentro dela funciona uma “máquina” extraordinário: seu cérebro. Nenhuma máquina inventada pelo ser humano se iguala a ele. Nele estão as centrais que o fazem viver, tomar decisões, agir e, também, catequizar. Passeie pela sua mente: você ainda cuida dela? A alimenta física, psicológica e espiritualmente? Oferece o descanso que ela precisa? Utiliza-a para fazer, em todas as circunstâncias, o bem? Agradeça a deus pela sua mente. Depois guarde alguns momentos de silêncio para assimilar tudo o que você descobriu.

Reflexão
■ Leia sem pressa

Somos alma e corpo, espírito e matéria, coração e razão. A nossa mente evolui e amadurece em sintonia com o restante do nosso ser. Assim como o corpo precisa de pão, a mente precisa de formação. Na catequese ela possibilita que catequista e catequizandos aprendam juntos. O catequista, sem descuidar do coração, deve alimentar a sua mente com cursos, estudos, reflexões, leituras. Aprender a pensar com coerência é uma questão de exercício e perseverança. Quem é preguiçoso não se interessa em saber coisas novas e nem aprofundar o que já sabe. Ninguém sabe tudo; todos temos muito a aprender.

■ Reflita: o que esse texto diz  a mim, catequista?

Instrução
Teríamos muita coisa a dizer sobre isso, e coisas bem difíceis d explicar, dada a vossa lentidão em compreender... A julgar pelo tempo, já devíeis ser mestre! Contudo, ainda necessitais que vos ensinem os primeiros rudimentos da Palavra de Deus; e vos tornastes tais, que precisais de leite em vez de alimento sólido. Ora, quem se alimenta de leite não é capaz de compreender uma doutrina profunda, porque é ainda criança. Mas, o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que a experiência já exercitou na distinção do bem e do mal (Hb 5, 11-14).

     Leia o texto novamente, com clama. O que mais chamou a sua atenção? Que palavras sobressaíram da leitura? Que mensagem você encontrou nesse texto da Sagrada Escritura?

■Tempo para pensar, meditar e saborear a Palavra de Deus.


Entrega
■ §     Da forma mais simples possível, diga a Jesus, como se estivesse conversando com Ele, tudo o que você tem a dizer a respeito da sua mente. Fale dos anos de escola, do aprendizado em casa, do curso que você faz atualmente, dos retiros e reuniões da pastoral catequética, dos livros que leu, do tempo que você dedica à oração, reflexão e estudo da Sagrada Escritura. Não esqueça de entregar a Ele todos os seus conhecimentos que devem sempre ser usados para o bem. Diga tudo, não guarde nada para você...

    Depois de falar, silencie a mente e o coração. Deixe que o Espírito Santo ilumine a sal reflexão e oração, e as entregas a Jesus; Jesus, por sua vez, as apresentará ao Pai.


Compromisso
Diante do que rezei refletiu hoje, que compromisso vou assumir em relação ao meu coração: sentimentos, desejos, as paixões?
■ Diga a Jesus: “Jesus eu assumo o compromisso de...”

Oração
Senhor, neste sétimo dia de novena, peço que me ajudeis a formar a minha mente alimentando-a com os valores do Evangelho e os valores humanos. Auxiliai-me no propósito de aprofundar o que já sei e de jamais deixar de aperfeiçoar os dons e talentos que recebi de vós. Amém.

■ Se você tiver um pedido particular para fazer, apresente-o agora a Jesus. Depois conclua glorificando a Trindade:
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.


Oração final

Senhor,
obrigado pelo ministério
que a mim confiaste
por meio de vossa igreja.
Amo os meus catequizandos
e os evangelizo com alegria,
apresentando-vos como
o Caminho, a Verdade e a vida.
Obrigado por esta novena
em que entrego a vós
a mim e aos meus catequizandos.
Olhai por suas famílias,
especialmente por aquelas
que carregam as cruzes mais pesadas.
Abençoai, Senhor, toda a minha vida,
em casa, no trabalho e na comunidade.

■ SINAL DA CRUZ
Amém!

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Novena do Catequista - 6º dia


6º dia da novena
Abençoai, Senhor, meu coração

■ SINAL DA CRUZ   -   Oração inicial

Senhor,
Sou catequista por vós enviado, a serviço da Igreja.
Anuncio o Evangelho com alegria 
formando os vossos discípulos
para que se tornem missionários.
Coloco-me a vossa disposição,
e à disposição dos meus catequizandos.
Peço a graça de perseverar,
superando limitações e dificuldades.
Rezo esta novena com fé,
por mim, por meus catequizandos,
pelos seus familiares e pela Igreja.
Iluminai-me com o vosso santo Espírito
e mergulhar-me no amor do Pai em minha oração
e em minhas atividades.
Amém!


Interiorização
■   Faça do seu coração a sua igreja. Desacelere os pensamentos e suavize os sentimentos. Acolhe todos os ruídos e barulhos, transformando-os em sons que o ajudem a sentir-se bem. Abra o seu ser a Deus como você abre as portas de sua casa a uma pessoa amiga. Receba-O suavemente, sinta-se abraçado por Ele. Deixe que Ele demonstre todo o seu amor por você. Por alguns instantes, permita que Ele faça companhia a você, e você a Ele

■ Sem pressa, visualize agora, com maior fidelidade possível, o seu corpo. Imagine-se diante de um espelho, a observar o que o caracteriza exteriormente. Agradeço a Deus pelo seu ser, pela sua vida. Em seguida veja abrindo como que uma porta em seu peito, e por meio dela entre em seu coração. O que você está vendo dentro dele: amor? Ressentimento? Alegria? Dor? Esperança? Paz? Falta de perdão? Generosidade? Que sentimentos dominam o seu coração? Há quanto tempo estão ali? Veja tudo, e depois guarde alguns momentos de silêncio para assimilar tudo o que você viu.

Reflexão
■ Leia sem pressa

O catequista não é uma pessoa " fora do comum ". É um cristão como os outros, que se dispôs a evangelizar pela catequese, e que se preparar para exercer bem o seu ministério. Mas, como as demais pessoas, tem virtudes e vícios, forças e fraquezas. Consciente de suas limitações, o catequista não desanima; antes, busca ser melhor. Sempre que necessário, procurar ajuda, informasse, dialoga com o Padre, busca a experiência dos mais idosos. É alguém que cuida do seu coração, buscando uma vida equilibrada, cuidando da própria saúde física, mental e espiritual. 

■ Reflita: o que esse texto diz  a mim, catequista?

Instrução
Tende para com eles (líderes) singular amor, em vista do cargo que exercem. Conservai a paz entre vós. Pedimo-vos porém, irmãos, corrigi os desordeiros, encorajai os tímidos, amparai os fracos e tende paciência para com todos. Vede que ninguém pague a outro mal por mal. Antes, procurar sempre praticar o bem entre voz e para com todos. Vivei sempre contentes. Orai sem cessar. Em todas as circunstâncias, dai graças, porque esta é a vosso respeito a vontade de Deus em Jesus Cristo. Não extingais o Espírito. Não desprezeis as profecias. Examinai tudo: abraçai o que é bom. Guardai-vos de toda espécie de mal (1Tes5, 13-22) 

■Leia o texto novamente, com calma. O que mais chamou sua atenção? Que palavras sobressaíram da leitura? Que mensagem você encontrou neste texto da Sagrada Escritura?

■Tempo para pensar, meditar e saborear a Palavra de Deus.


Entrega
■ Da forma mais simples possível, diga a Jesus, como se você estivesse conversando com Ele, tudo o que você tem a dizer sobre o seu coração e o que não está dentro dele. Fale como você vive a sua vida no dia a dia, especialmente sobre como você procura perdoar, amar, rezar. Conte a Ele o que você guarda no mais íntimo do seu coração. Diga tudo, não guarde nada para você…

■ Depois de falar, Silencie a mente e o coração. Deixe que o Espírito Santo ilumine a sua reflexão e oração e as entregue a Jesus; Jesus, por sua vez, as apresentar ao pai.

Compromisso
Diante do que rezei refletiu hoje, que compromisso vou assumir em relação ao meu coração: sentimentos, desejos, as paixões?
■ Diga a Jesus: “Jesus eu assumo o compromisso de...”

Oração
Senhor, neste sexto dia de novena, peço que me ajudeis a ter um cuidado especial com meu coração, zelando dele e alimentando com tudo o que é bom e faz bem. Ajudai-me a ter um coração manso e humilde, como o Vosso. Amém. -Se você tiver um pedido particular para fazer, apresente o agora Jesus. Depois conclua glorificando a Trindade: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

■ Se você tiver um pedido particular para fazer, apresente-o agora a Jesus. Depois conclua glorificando a Trindade:
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.


Oração final

Senhor,
obrigado pelo ministério
que a mim confiaste
por meio de vossa igreja.
Amo os meus catequizandos
e os evangelizo com alegria,
apresentando-vos como
o Caminho, a Verdade e a vida.
Obrigado por esta novena
em que entrego a vós
a mim e aos meus catequizandos.
Olhai por suas famílias,
especialmente por aquelas
que carregam as cruzes mais pesadas.
Abençoai, Senhor, toda a minha vida,
em casa, no trabalho e na comunidade.

■ SINAL DA CRUZ
Amém!

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

INFINITA HIGHWAY




Fiquei muito feliz com um convite que recebi para conduzir um encontro para os pais dos catequizandos em uma das nossas comunidades. Não só porque me realizo fazendo estes encontros, mas, porque considero o tema de suma importância nos dias atuais: Como estamos vivendo esta “era digital”? Como pais e filhos estão encarando todas essas novas tecnologias de comunicação?

Nossos filhos e a era digital. Este foi e tema que escolhemos para falar da tecnologia e da angústia que muitos pais vivem hoje, vendo seus filhos, praticamente “grudados” em seus celulares e, aqueles que podem, em seus tablets, Ipads, etc.

Há quem ache isso o “mal do século”. Que a tecnologia acabou com as relações “face to face”, olho no olho. De fato, hoje a gente se relaciona mais nos meios digitais do que por meio de encontros “físicos”.

Mas, pera aí! É impressão minha ou ainda é com GENTE, que nós nos relacionamos? Por mais que a tecnologia nos pareça um tanto “fria”, ela nos proporciona muitas vezes, o calor da amizade, do reencontro, companhia num momento de solidão...

Fico triste quando vejo pessoas do nosso meio criticando nossos jovens pelo fato de estarem mais nas redes sociais do que no mundo real. E eu me pergunto então, o que, neste “mundo real”, pode existir de mais interessante que o próprio mundo digital?

A tecnologia hoje nos proporciona uma realidade nunca imaginada pelos nossos pais: falar com uma pessoa com apenas um toque, e esta pessoa pode estar a milhares de quilômetros; proporciona diversão e entretenimento com menor custo; temos informação apenas digitando a primeira letra de uma palavra: é o "instant" fazendo com que se encontre em segundos o que se está procurando... e o que não se está, também.

E com isso, o filho não precisa perguntar mais nada aos pais! Os buscadores da Internet respondem tudo! E, pobres pais, perderam a autoridade sobre os filhos. Afinal, conhecimento é poder! Alguém duvida disso?

Mas, uma coisa temos que considerar: a internet não ensina a perguntar, são os pais e a boa e velha "vida real" é que faz isso.

Por isso é preciso refletir. E refletir bastante a respeito, não só do lugar a que tudo isso nos leva, mas, do próprio caminho que se está trilhando. Porque o caminho vai levando, vai levando, e durante a caminhada, as tecnologias de comunicação estão avançando, avançando, sem que a gente tenha a menor noção de onde se vai chegar... Se é que se vai mesmo “chegar”.

É a “Infinita highway”... Acho que devemos nos inspirar um pouco na letra desta música que, por incrível que pareça, é de uma geração onde a tecnologia ainda estava engatinhando... Cantei na minha juventude e, posso escutar o jovem de hoje cantando estes versos...

♫ Mas não precisamos saber pra onde vamos
Nós só precisamos ir
Não queremos ter o que não temos
Nós só queremos viver
Sem motivos nem objetivos
Nós estamos vivos e é tudo...



Alguns comentários:

Eu não acredito muito nisso de "ideia básica" numa palestra e nem de "passar aos pais". Aliás, meu estilo de formação não é "passar" nada a ninguém... Porque se eu passar, fico sem! Não, não estou curtindo com a cara de ninguém.

Essa é uma coisa que aprendi na minha experiência profissional com jovens aprendizes. Precisamos pensar que, enquanto educadores - e esse é nosso papel na catequese - somos MEDIADORES do conhecimento, da informação. Não podemos e não devemos "passar" ideias a ninguém. Mostramos o "caminho" e ajudamos na caminhada...

Cada um precisa "fazer" sua ideia, seu próprio conhecimento com a sua interpretação da realidade. E isso vem, em primeiro lugar, das experiências que a pessoa já tem, que vai se somando ao que ela adquire ao longo da vida.

Por isso eu sou tão contra qualquer "obrigatoriedade" que se crie na catequese. Ninguém pode ser obrigado a aceitar a fé, ela vem, firme e forte, quando a pessoa estiver prepara e aberta a isso, quando quer.

Eu não pretendo dar solução para nada e nem acho que é meu papel isso. Não posso chegar para os pais e dar uma "receita" de como criar os filhos. Nem sei se estou criando os meus direito! Posso dar a "informação" do que está acontecendo, a percepção da realidade, do mundo que se tem hoje e, aí, esperar que eles processem essa informação, deem um passo à frente e transforme essa informação em conhecimento, e depois, mais um passo (reflexão) e ela se transforma em AÇÃO.

É assim que construímos o saber: dando às pessoas a oportunidade de somar, as experiências que possuem (no caso de "pais") às informações do mundo atual; para que assim, refletindo, possam transformar isso em ação com relação ao tema/problema.
Uma boa formação, um bom encontro, é isso: provocar reflexão. Seria muita soberba nossa, achar que temos a solução.

E quando ao perigo do "Sexting" essa é uma coisa que só mudou de nome. É o mesmo perigo do sexo físico entre adolescentes e jovens que não tem maturidade para isso. O que acontece é que a internet tornou mais fácil as manifestações da puberdade dos jovens. Se educamos nossos filhos para a castidade, essa castidade se manifestará na vida real e na digital também.

E sobre os muitos pais que se preocupam mais em “dar” presente do “estar” presente na vida dos filhos. Talvez nossos pais estejam carentes de "Pai" também...

Eu faço parte das mães que não acreditam que existe um mundo "virtual". Virtual é meio imaginário. E lá nada é "imaginário" - é real pra caramba! – É sim, um mundo onde as pessoas estão “ficando” cada vez mais. Quanto a crianças e jovens, é dever do pais orientar e direcionar os filhos. Se eles não praticam atividades físicas é porque não gostam e não são estimulados. Se não caminhem nem pra ir à escola, como é que vão gostar de caminhar algum dia? Se não tem tarefas em casa pra cumprir, quando é que vão aprender a ser responsáveis? E se não cumpre o combinado por causa da internet, precisam ter seus aparelhos eletrônicos "confiscados".  Simples assim, sem discussão ou briga. Os pais precisam descobrir os caminhos, fazer concessões e pedir resposta a isso. Os pais precisam estar no mundo digital também. Nada de ficar "ausente", se este é o mundo onde nossos filhos estão, temos que estar nele também.

Ângela Rocha

Catequistas em Formação

Novena do Catequista - 5º dia


5º dia da novena
Abençoai, Senhor, minha comunidade

■ SINAL DA CRUZ   -   Oração inicial

Senhor,
Sou catequista por vós enviado, a serviço da Igreja.
Anuncio o Evangelho com alegria 
formando os vossos discípulos
para que se tornem missionários.
Coloco-me a vossa disposição,
e à disposição dos meus catequizandos.
Peço a graça de perseverar,
superando limitações e dificuldades.
Rezo esta novena com fé,
por mim, por meus catequizandos,
pelos seus familiares e pela Igreja.
Iluminai-me com o vosso santo Espírito
e mergulhar-me no amor do Pai em minha oração
e em minhas atividades.
Amém!


Interiorização
■  Faça do seu coração a sua igreja. Desacelere os pensamentos e suavize os sentimentos. Acolha todos os ruídos e barulhos, transformando-os em sons que o ajudem a sentir-se bem. Abra o seu ser a Deus como você abre as portas de casa a uma pessoa amiga. Receba-O suavemente, sinta-se abraçado por Ele. Deixe que Ele demonstre todo o seu amor por você. Por alguns instantes, permita que Ele faça companhia a você, e você a Ele.

■ SSem pressa, visualize agora, com a maior fidelidade possível a sua comunidade. Comece pela igreja ou salão em que vocês se reúnem para a missa e a celebração dominical da Palavra. Recorde do ambiente, do altar, das cadeiras, do sacrário, das imagens. Passeie mentalmente por esse espaço sagrado. Em seguida recorde as pessoas que ali se encontram para rezar, cantar partilhar, refletir, agir, confraternizar. Essa é a sua família na fé, a quem você serve como catequista. Depois guarde alguns instantes de silencio, assimilando o que veio à sua mente e ao seu coração.

Reflexão
■ Leia sem pressa

A vida em comunidade é caracterizada pela diversidade e pela comunhão. Pela diversidade porque nela várias necessidades que exigem pessoas com dons especializações diferenciadas. E comunhão porque todos atuou em nome do mesmo Cristo e do mesmo Evangelho. Embora agindo em áreas diferentes,Pastoral Catequética, Pastorla Familiar, Pastoral da Juventude, por exemplo, caminham juntas, ajudando-se e complementando-se. Quanto mais entrosamento e ação conjunta, tanto mais Cristo é anunciado e o evangelho praticado. 

■ Reflita: o que esse texto diz  a mim, catequista?

Instrução
Instrução Triunfe em vossos corações a paz de Cristo, para qual fostes chamados afim de formar único corpo. E sede agradecidos. A palavra de Cristo permaneça entre vós em toda a sua riqueza, de sorte que com toda a sabedoria voz possais instruir e exortar mutuamente. Sob a inspiração da Graça, cantai a Deus de todo coração salmos, hinos e cânticos espirituais. Tudo quanto fizerdes,por palavra ou por obra, fazei-o em nome do senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai (Col 3, 15-17).

■Leia o texto novamente, com calma. O que mais chamou sua atenção? Que palavras sobressaíram da leitura? Que mensagem você encontrou neste texto da Sagrada Escritura?

■Tempo para pensar, meditar e saborear a Palavra de Deus.


Entrega
■ Da forma mais simples possível, diga a Jesus, como se você estivesse conversando com Ele, tudo o que você tem a dizer sobre a sua comunidade, a começar pelos aspectos positivos. Também recorde do que não está bom e poderia ser diferente. Interceda pelos líderes, especialmente pelo pároco e demais padres que servem a comunidade. Diga tudo, não guarde nada para você...

■ Depois de falar, Silencie a mente e o coração. Deixe que o Espírito Santo ilumine a sua reflexão e oração e as entregue a Jesus; Jesus, por sua vez, as apresentar ao pai.

Compromisso
Diante do que rezei e refleti hoje, que compromisso vou assumir em relação à minha comunidade de fé e vida?  
■ Diga a Jesus: “Jesus eu assumo o compromisso de...”

Oração
Senhor, neste quinto dia da novena, peço que me ajudeis a entender o valor e o significado de viver e evangelizar em comunidade. Quero somar, e não dividir; acrescentar, e não diminuir. Unido às demais pastorais, vou me colocar a disposição delas dentro das minhas possibilidades. Amém

■ Se você tiver um pedido particular para fazer, apresente-o agora a Jesus. Depois conclua glorificando a Trindade:
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.


Oração final

Senhor,
obrigado pelo ministério
que a mim confiaste
por meio de vossa igreja.
Amo os meus catequizandos
e os evangelizo com alegria,
apresentando-vos como
o Caminho, a Verdade e a vida.
Obrigado por esta novena
em que entrego a vós
a mim e aos meus catequizandos.
Olhai por suas famílias,
especialmente por aquelas
que carregam as cruzes mais pesadas.
Abençoai, Senhor, toda a minha vida,
em casa, no trabalho e na comunidade.

■ SINAL DA CRUZ
Amém!

terça-feira, 18 de agosto de 2015

ORAÇÃO E MATURIDADE CRISTÃ


Quanto mais adulta for a fé de um cristão, mais ele toma Deus a sério na oração, fazendo da oração um diálogo com Deus Pai ao jeito de um filho que fala com seu Pai. Do mesmo modo procura dialogar com o Filho de Deus ao jeito de um irmão que fala com outro irmão.

Quanto mais for este o modo de nós orarmos, mais a nossa oração será uma oração em nome de Jesus e, portanto, mais será oração no Espírito Santo.

São Paulo diz que o Espírito Santo é o amor de Deus derramado em nossos corações (Rm 5, 5). Ele é o vínculo e o princípio animador da comunhão que nos liga familiarmente a Deus. É ele que clama em nós “Abba”, Paizinho, e faz de nós co-herdeiros com Cristo (Rm 8, 14-17).

Orar em união com Cristo é comunicar com Deus de modo familiar, dizendo-lhe o que nos vai no coração, seja no sentido de pedir, louvar ou falar das grandes questões da Humanidade. Mas falar de modo familiar. É este o modo de tomar Deus a sério na oração. Eis o que diz São Paulo a este respeito: “Orai com o espírito e com a inteligência. Pensai nas palavras, a fim de entenderdes o que estais a dizer. Quando orardes em comunidade, fazei-o de modo a que as pessoas vos entendam, a fim de poderem dizer “Amém” à vossa oração”. (1 Cor, 14, 15-16).

Jesus diz para não usarmos de muito palavreado na oração. Os pagãos é que procedem deste modo, pois pensam que por falarem muito serão melhor atendidos (Mt 6, 7). Jesus diz que a nossa oração não deve ser como a dos hipócritas que se põe a julgar os outros. Estes não saem da presença de Deus justificados, diz Jesus (Mc 12, 40). A Carta de São Tiago diz que devemos orar com fé, pois sem fé não é possível obter os dons de Deus (Tg 1, 5-8).

Na oração estamos falando com Deus, que não é uma teoria, mas Alguém real com quem podemos contar. Podemos ter conhecimentos teóricos sobre os conteúdos da fé, mas, não termos uma experiência viva de Deus.

A oração deve ser uma relação com Deus assente na verdade e no amor. Isto quer dizer que à medida que cresce no amor, a pessoa está mais capacitada para conhecer e amar a Deus. Eis o que diz a primeira Carta de São João: “Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, pois o amor vem de Deus. Aquele que ama nasceu de Deus e chega ao conhecimento de Deus. Aquele que não ama não chega a conhecer Deus, pois Deus é amor” (1 Jo 4, 7-8).

É importante termos consciência de que a oração não é um conjunto de palavras mágicas capazes de mudar o querer de Deus ou a sua opinião. Mas, isto não quer dizer que a oração não seja eficaz. Pelo contrário, podemos ter a certeza de que a oração é sempre eficaz. À medida que oramos no Espírito Santo, o nosso coração começa a sintonizar com o querer de Deus. Este é o dom principal que nos é concedido através da oração, pois o querer de Deus coincide rigorosamente com o que é melhor para nós.

Em Comunhão Convosco, 

Pe. Santos Calmeiro Matias

Uma mensagem singela

Que tal presentear seus catequizandos?  
Quem nos brindou  com esta mensagem foi a Catequista Vieira, ela escreveu para os seus catequizandos mas gentilmente nos permitiu divulgar para vocês!

Espero que gostem também!


Novena do Catequista - 4º Dia


4º dia da novena
Abençoai, Senhor, meus irmãos e irmãs catequistas

■ SINAL DA CRUZ   -   Oração inicial

Senhor,
Sou catequista por vós enviado, a serviço da Igreja.
Anuncio o Evangelho com alegria 
formando os vossos discípulos
para que se tornem missionários.
Coloco-me a vossa disposição,
e à disposição dos meus catequizandos.
Peço a graça de perseverar,
superando limitações e dificuldades.
Rezo esta novena com fé,
por mim, por meus catequizandos,
pelos seus familiares e pela Igreja.
Iluminai-me com o vosso santo Espírito
e mergulhar-me no amor do Pai em minha oração
e em minhas atividades.
Amém!


Interiorização
■ Faça do seu coração a sua igreja. Desacelere os pensamentos. Acolha todos os ruídos e barulhos, transformando-os em sons que o ajudem a sentir-se bem. Abra o seu ser a Deus como você abre as portas de casa a uma pessoa amiga. Receba-O suavemente, sinta-se abraçado por Ele. Deixe que Ele demonstre todo seu amor por você. Por alguns instante, permita que Ele faça companhia a você, e você a Ele.

■ Sem pressa, visualize agora, com a maior fidelidade possível, os seus amigos e amigas catequistas. Assim como você, eles se colocaram a serviço de Jesus. Alguns estão começando agora;  outros já tem um longo caminho percorrido no ministério. Recorde de seus nomes, de seus rostos, de suas famílias. Visualize também o rosto do bispo da sua diocese, do padre da sua paróquia, dos religiosos e religiosas que a servem;  também eles são catequistas. Depois guarde alguns instantes de silêncio, assimilando o que veio à sua mente e ao seu coração.

Reflexão
■ Leia sem pressa

O serviço prestado pelo catequista não é um serviço solitário, já que a catequese é de responsabilidade de toda  a comunidade. O catequista é chamado a atuar em união e comunhão com os demais  catequistas, até por que a catequese, sendo contínua e gradativa, interessa e deve envolver a equipe catequética toda. Cada catequista deve assumir a sua turma de catequese como se tudo dependesse só dele, mas atuar sempre e em tudo consciente de que a catequese é um serviço que diz respeito a toda a comunidade.

■ Reflita: o que esse texto diz  a mim, catequista?

Instrução
Em virtude da graça que me foi dada, recomendo a todos e a cada um, não façam de si próprio uma opinião maior do que convém, mas um conceito razoavelmente modesto, de acordo com o grau da fé que Deus lhe distribuiu. Pois, como em um só corpo temos muitos membros e cada um dos nossos membros têm diferente função, assim nós, embora sejamos muitos, formamos um só corpo em Cristo, e cada um de nós somos membros um dos outros. Temos dons diferentes, conforme a graça que nos foi conferida (Rm 12, 3-6a).

■Leia o texto novamente, com calma. O que mais chamou sua atenção? Que palavras sobressaíram da leitura? Que mensagem você encontrou neste texto da Sagrada Escritura?

■Tempo para pensar, meditar e saborear a Palavra de Deus.


Entrega
■ Da forma mais simples possível, diga a Jesus, como se você estivesse conversando com Ele, tudo o que você tem a dizer sobre os seus amigos e amigas catequistas, especialmente sobre aquelas que estão passando por dificuldades. Fale sobre a amizade e a comunhão que existe entre vocês. Diga tudo não guarde nada para você...

■ Depois de falar, silencie a mente e o coração. Deixe que o Espírito Santo ilumine a sua reflexão e oração e as entregue a Jesus; Jesus, por sua vez, as apresentará ao Pai.

Compromisso
Diante do que rezei e refleti hoje, que compromisso vou assumir em relação aos amigos e amigas catequistas?   
■ Diga a Jesus: “Jesus eu assumo o compromisso de...”

Oração
Senhor, neste quarto dia da novena, peço que me ajudeis a participar, com alegria, de todas a atividades da pastoral catequética de minha comunidade. Não quero e não vou trabalhar sozinho, mas em união com os demais catequistas que, como eu, estão a vosso serviço por meio da igreja. Amém.

■ Se você tiver um pedido particular para fazer, apresente-o agora a Jesus. Depois conclua glorificando a Trindade:
Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.


Oração final

Senhor,
obrigado pelo ministério
que a mim confiaste
por meio de vossa igreja.
Amo os meus catequizandos
e os evangelizo com alegria,
apresentando-vos como
o Caminho, a Verdade e a vida.
Obrigado por esta novena
em que entrego a vós
a mim e aos meus catequizandos.
Olhai por suas famílias,
especialmente por aquelas
que carregam as cruzes mais pesadas.
Abençoai, Senhor, toda a minha vida,
em casa, no trabalho e na comunidade.

■ SINAL DA CRUZ
Amém!