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quarta-feira, 22 de julho de 2015

VOCÊ É CATEQUISTA?

Então, entre para o nosso grupo!


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2º Encontro I Seminário Virtual de Vida no Espírito

* Problemas de visualização. Publicação excluída.

terça-feira, 21 de julho de 2015

1º Encontro - Seminário Virtual de Vida no Espírito Santo

 Olá querido Povo de Deus! Este vídeo é o nosso primeiro encontro. 
Tentei não deixá-lo cansativo, me perdoem se falhei na missão.
Perdoem meu amadorismo pois sou nova na área de edição... 
Durante a minha fala tropecei algumas vezes, é que sou tímida...hehe, mas para não perder o embalo deixei assim mesmo...rsrsrs 
Postarei imagens que vocês poderão salvar e imprimir.   Não é obrigatório, mas será de grande valia em vossas reflexões e amadurecimento na fé, cultivarem o hábito de escrever suas experiencias com Deus na oração.
 Façam comentários referente ao tema do dia, seu testemunho, sua experiencia nos enriquece e pode motivar outros irmãos a desejarem também fazer esta experiencia com Jesus!
O Seminário  é composto com nove encontros, que serão todos postados aqui mesmo neste site.
Bom Seminário a todos!
Paz de Cristo!

O que é Seminário Virtual de Vida no Espírito Santo?

Olá Povo de Deus,
Quero compartilhar com vocês esta rica experiência que vivemos em um grupo fechado no Facebook, onde mais de 60 pessoas se propuseram a escutar o que Jesus tinha a lhes falar através desta humilde serva que vos fala...rsrrs  Espero que seja de algum proveito para você também!

O que é Seminário Virtual de Vida no Espírito Santo?

São encontros de oração, pregação e partilha fraterna com o objetivo de levar os seus participantes a vivenciarem o Encontro Pessoal com Jesus Cristo pelo anúncio do querigma, experiência da efusão do Espírito Santo e vivência fraterna.
O Seminário Virtual de Vida no Espírito não é um curso de doutrina apenas, mas uma experiência de vida, um momento para conhecer, recuperar, ou aprofundar o relacionamento com Jesus Cristo Salvador e Senhor. Momento de encontrar a Deus como Pai e ao Espírito Santo agindo no ser de cada um com amor e poder.

Se você está lendo este post tenho certeza de que não é por acaso,  participe dos encontros, ao todo serão 9 encontros, seja firme no compromisso não apenas comigo, mas com Jesus, compromisso de que fará o seu melhor para aproveitar essa oportunidade de crescer ainda mais na Fé.
Paz de Cristo!

Dinha Pinheiro

terça-feira, 14 de julho de 2015

Deseja mais Intimidade com Deus?

Olá Povo de Deus Catequistas queridos!

I Seminário  Virtual de Vida no Espírito.   Acabamos semana passada a primeira turma, que foi formatada em um grupo fechado no facebook.  E refletindo sobre os resultados, avaliamos como positivo e resolvemos postar aqui também, para que mais pessoas tenham a oportunidade de participar!
Convido vocês a assistirem o vídeo de apresentação onde explico como será esse Seminário Virtual de Vida no Espírito. 
Deixem um comentário  dizendo o que acham da ideia e se irão participar!
Paz de Cristo!

sábado, 11 de julho de 2015

Sugestão Terço Semana da Família


Material- 53 rosas brancas (representando as Aves Maria)
07 rosas vermelhas( representando os Pai Nosso)
01 tapete de TNT da cor vermelha ( ou outra cor que preferir)
01 menino Jesus bebê (grandinho)
01 berço, roupas de Maria para vestir uma mulher
01 uma cadeira.
Participantes- 60 crianças para levar as rosas
01 mulher pra ser a Maria
01 pessoa para puxar o terço (pode ser o padre).
Dinâmica do terço:
Colocar o tapete bem comprido que leva até a cadeira e o berço... nas duas laterais do tapete organizar as crianças com as rosas exatamente como as contas do terço.
Modo de realizar o terço:
Uma pessoa conta essa história pausadamente:
A História do Rosário
Conta a lenda que um irmão leigo (não sacerdote) da Ordem dos Dominicanos, não sabia ler nem escrever, logo não podia ler os Salmos, como era costume nos Mosteiros da época. Então, quando ele terminou seu trabalho à noite (ele era faxineiro, jardineiro, etc ...) foi para a Capela do Convento e se ajoelhou na frente da imagem da Virgem Maria, e recitou 150 Ave Marias (o número dos Salmos), a seguir se retirou para sua cela para dormir.
Na manhã seguinte, ao amanhecer, antes de todos os seus irmãos, foi para a Capela para repetir o hábito de saudar a Virgem. O Superior observava a cada dia, que ao chegar à Capela para celebrar as orações da manhã com todos os Monges, havia um aroma delicioso de rosas recém-cortadas, bem ornamentadas nos vasos, belíssimas e bateu-lhe a curiosidade.
Perguntou a todos os encarregados de decorarem o altar da Virgem sobre o tal aroma, tão bom, e para sua surpresa, não obteve nenhuma resposta, assim como, soube também que nenhum deles retiravam rosas do jardim. O irmão leigo, ficou gravemente doente, e os outros monges notaram que o altar da Virgem não tinha as rosas habituais, logo deduziram que ele era o irmão quem colocava as rosas. Mas como? Ninguém jamais o havia visto deixar o Convento e tampouco sair para comprar as belas rosas.
Entretanto, certa manhã, todos os Monges presenciaram espantados, o irmão leigo ajoelhado diante da imagem da Virgem, recitando as Ave-Marias, e ao recitar a oração para Nossa Senhora, uma rosa aparecia no vaso. Nesse dia, no final de suas 150 orações, caiu morto aos pés da Virgem.
Ao longo dos anos, Santo Domingo de Guzmán, por uma revelação da Santíssima Virgem dividiu as 150 Ave-Marias em três grupos de 50 associada à meditação da Bíblia: Os Mistérios Gozosos , os Mistérios Dolorosos e Gloriosos, o Papa João Paulo II adicionou os Mistérios Luminosos. Assim, toda vez que você recitar 150 Ave Maria, estará entregando 150 rosas para a Mãe Divina.
Em seguida:
Maria entra segurando o menino Jesus ao som da musica: Uma entre todas foi a escolhida, vai até o berço coloca o bebê e senta na cadeira com os braços apoiados no colo para receber as flores.
Inicia o terço e a cada Pai nosso e a cada Ave Maria entra uma criança com a rosa e coloca nos braços de Maria, e se acomoda no chão ao lado do berço do menino Jesus, como se estivesse ali para adorá-lo.
E assim com todos até o final do terço.
Terminado o terço, Maria se levanta com os braços cheios de flores e as leva ao seu filho no berço. Deposita as flores aos pés do menino Jesus, num gesto como se dissesse: “São para você Meu Filho”
( depois as flores podem ser distribuídas aos presentes)

sexta-feira, 10 de julho de 2015

VAMOS CONTAR A HISTÓRIA DO BOM PASTOR?


Será que dá pra gente montar uma tenda no meio da sala de catequese? Será que não podemos usar lençóis e cobertores amarrados nas cadeiras e criar um "ambiente" legal? A gente fazia isso na sala quando era criança...
Crianças pequenas, da pré-catequese e do primeiro ano, adoram histórias e criar um "clima" ajuda muito que elas "internalizem" o que você precisa passar a elas.
Vamos lá! Vamos contar a história do Bom Pastor do jeito que Rubem Alves conta:

A tranqüilidade das ovelhas

A noite estava escura, céu sem estrelas. De vez em quando ouvia-se o uivo de um lobo bem longe, misturado com o barulho do vento. As crianças reunidas na tenda do Mestre estavam com medo. O Mestre sentiu o medo nos seus olhos. Foi então que uma delas perguntou:
- Mestre, há um jeito de não ter medo? Medo é tão ruim.
O Mestre respondeu:
- Há sim... E ficou quieto. - Veio então a outra pergunta:
- E qual é esse jeito?
- É muito fácil. É só pensar como as ovelhas pensam...
- Mas como é que vou saber o que as ovelhas estão pensando?
O Mestre respondeu:
- Quando, durante a noite, as ovelhas estão deitadas na pastagem, os lobos estão à espreita. E eles uivam. As ovelhas têm medo. Mas aí, misturado ao uivo dos lobos, elas ouvem a música mansa de uma flauta. È o pastor que cuida delas e não dorme nunca. Ouvindo a música da flauta elas pensam:

“Há um pastor que me protege,
Ele me leva aos lugares de grama verde
E sabe onde estão as águas límpidas.
Uma brisa fresca refresca a minha alma.
Durante o dia ele me pega no colo e me conduz por trilhas amenas.
Mesmo quando tenho de passar pelo vale escuro da morte
Eu não tenho medo. A sua mão e o seu cajado me tranqüilizam.
Enquanto os lobos uivam, ele me dá o que comer.
Passa óleo perfumado na minha cabeça para curar minhas feridas
E me dá água fresca para sarar o meu cansaço.
Com ele não terei medo, eternamente...”

O Mestre parou de falar. Os olhos de todas as crianças estavam nele. Foi então que uma delas levantou a mão e perguntou:
- E os lobos? Eles vão embora? Eles morrem?
- Os lobos continuam a uivar. E continuam a ser perigosos. O pastor não consegue espantar todos eles. E por vezes eles atacam e matam. Mas as ovelhas, ouvindo a música da flauta do pastor dormem sem medo, não porque não haja mais perigo, mas, a despeito do perigo. Não há jeito de acabar com o perigo. Mas, há um jeito de acabar com o medo. Coragem é isso: dormir sem medo a despeito do perigo...
As crianças voltaram para suas tendas e dormiram sem medo, pensando os pensamentos das ovelhas... De vez em quando, lá fora, ouvia-se o uivo de um lobo faminto. Desde então, tornou-se costume contar ovelhinhas para dormir.

  Rubens Alves.
  Retirado do livro: Perguntaram-me se acredito em Deus.

Pedir às crianças que deitem nas almofadas e escutem a música com os olhos fechados.
Salmo 23:



- Distribuir cartõezinhos que lembre o tema das ovelhinhas.


Angela Rocha - Catequista

BATATA QUENTE ...

Tive encontro hoje...  Estou quebrada. Quarenta e nove anos não é idade pra se sentar no chão e ficar levantando toda hora...

Mas a "Batata quente" é assim: “Quente, quente, quente, quente, quente... e queimou!!!”

E se você estiver com a bola na mão é tua vez de dizer o mandamento e levantar para "assar" a batata. E “assamos” batata dos Mandamentos, dos Sacramentos, dos Dons do Espírito Santo... E os danadinhos se aproveitavam de mim... quando viam que eu estava com a bola, lá se ia o: Queimooooouuu! No fim  da brincadeira nem conseguia mais levantar do chão. Aí as meninas foram me ajudar e acabamos todos rolando no chão... Por fim fomos a Igreja rezar e entre cochichos aqui e ali combinamos uma festa junina só pra nós dia 14, último encontro antes das férias. E semana que vêm: catequese na casa do Valter! E dia 18 de Julho: FESTA DO PAI NOSSO!

E como se brinca disso?

Assim ó...

A gente senta no chão em círculo, tipo índio. Um de nós vai lá pro cantinho e fica virado pra parede e falando:

"Batata quente, quente, quente, quente... (quantas vezes quiser) e aí sem avisar se vira e diz "Queimouuu!”

Quem está no círculo vai passando uma bola de mão em mão e contando até dez. Ninguém quer ficar com a bola, pois quando a pessoa que estiver na parede gritar o "queimou", vai ter que dizer o mandamento, conforme o número que estava contando. Se não souber paga mico! E teve gente botando ovo, imitando macaco, mugindo igual vaca, contando por quem é apaixonado, contando piada... 
Aí, é a vez de quem estava com a bola ir pra parede.

Essa brincadeira a gente usa com os Dez mandamentos, os Sete sacramentos, os Sete dons... e aquilo que a imaginação mandar.

Ângela Rocha - Catequista


quinta-feira, 9 de julho de 2015

TELMA MARIA ROMERO...


Com muito pesar comunicamos o falecimento de TELMA MARIA ROMERO, nossa querida Catequista e amiga aqui neste mundo digital, que apesar da distância, sempre se fez real pela sua presença entre nós.

Telma era catequista na Paróquia São João Bosco, em Ribeirão Preto e nos conhecemos aqui na internet, antes mesmo que existisse o Facebook. Telma foi uma das primeiras pessoas a participar e apoiar nossas formações aqui pela internet.

É membro deste Grupo desde que ele foi criado.

Em 2013, estivemos "juntas" por quatro meses, quase todos os dias, aprendendo a construir itinerários catequéticos. E como foram ricas nossas conversas e interações!

Acredito que todos os catequistas merecem um lugar especial ao lado do Senhor e é lá, tenho certeza, que a Telma está!



Disse Jesus, "O que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai da boca." Mt. 15,11.

(Passagem selecionada pela Telma Maria Romero par ao mês da Bíblia 2014)

quarta-feira, 8 de julho de 2015

A MISSA DA CATEQUESE - PARTE I


* A partir desta semana estaremos publicando uma série de CINCO textos referente formação feita com os catequistas do Grupo, no mês de junho. Em cada texto foram selecionados comentários de catequistas com observações interessantes sobre o tema. Não deixe de ler!


Vocês já perceberam que temos sempre os mesmos problemas na catequese? E eles se repetem continuamente? São os pais que não colaboram, são as crianças desinteressadas, são os padres que não estão nem aí com a catequese, são catequistas que não se comprometem, são os coordenadores sem preparo, é a falta de formação, é a falta de material...


E é A MISSA! Algo que faz parte da catequese, no entanto, é um problema!

A missa, ou falando mais especificamente, a LITURGIA, é "matéria" da catequese. Nós fazemos catequese para que os fiéis sejam educados na fé. E a fé pressupõe a participação na Liturgia, ou seja, nas missas. A missa é o “segundo” encontro da semana. Se não é, deveria ser. Já pensaram que interessante seria se quando uma família fosse á Igreja procurar o sacramento para os filhos, fosse dito a ela o seguinte: “Olha a catequese é a missa do Domingo, é preciso participar da celebração dominical.” Depois, o encontro com a catequista é opcional... Que inversão interessante de valores, não é mesmo?Normalmente, no começo do ano, durante as inscrições, deixa-se claro aos pais que as crianças não podem ter mais que "X" faltas nos encontros. Mas a gente deixa claro para os pais que a missa faz parte da catequese? Ou tratamos a missa como uma coisa das "outras pastorais"?


Muito da nossa catequese se faz na Igreja, durante as celebrações. O sacramento da eucaristia, por exemplo, acontece durante a celebração da missa. É inconcebível que os catequizandos para a Primeira Eucaristia, não participem das celebrações dominicais (ou semanais), pelo menos para a liturgia da Palavra. Em se falando dos catequizandos de crisma, nem se pode cogitar a falta deles à missa. Estamos sendo bastante hipócritas fazendo uma catequese exclusivamente teórica e doutrinal, pois a doutrina se expressa nas ações litúrgicas.

Mas é preciso pensar que as nossas crianças e jovens que estão sendo catequizados, são exatamente isso: Crianças e jovens. Então é preciso considerar todos os fatores envolvidos nisso. É preciso atentar para a capacidade cognitiva (de aprendizado), para o desenvolvimento psicológico e físico e para o ambiente sócio cultural em que vivem. Uma criança ou adolescente não é igual a um adulto. Eles ainda não têm maturidade para entender a complexidade que envolve uma verdadeira vida de fé. Eles estão "aprendendo". Eles têm um ritmo. Que não é o nosso, dos adultos. E são os adultos que “dirigem” a vida deles. Criança nenhuma toma decisão sozinha.

E as nossas paróquias, coordenações e os nossos padres, estão preocupados com isso? Será que a Igreja está vendo isso? Por que será que ela está falando tanto na IVC pelo processo catecumenal? Por que se tem pedido tanto para priorizar a catequese de adultos? Principalmente aqueles “catequizados” mas, não “evangelizados”.

Mas, voltemos a nossa Missa. Que, por ser da catequese de eucaristia e crisma, é para as crianças ou com crianças.


Existe uma preocupação de fazer uma missa especial para as crianças? Existe a preocupação de se adaptar a linguagem litúrgica para os jovens e crianças? Existe ainda a preocupação de fazer essa missa num horário condizente com as várias atividades que envolvem a vida de uma criança? Sabemos que as missas dominicais, via de regra, são dirigidas aos adultos. Afinal o adulto, que tem seus compromissos de trabalho, dedica o domingo ao Senhor. Vamos pensar que os adultos precisam da missa do domingo para eles. Misturar as coisas não é correto, já que nem todos os adultos possuem filhos em idade de catequese. Uma missa de crianças com adultos impacientes envolvidos é, no mínimo, algo que só vai fazer aborrecer o adulto que está lá.

O que acredito é que falta preparo, cuidado e carinho no trato com nossos catequizandos. No trato com nossos pais também. Não se pensa as celebrações conforme as pessoas que estão nela. E não estou dizendo aqui que se deve mudar a Liturgia da Igreja nem os ritos. É possível tornar uma missa atraente sem mudar uma vírgula do Missal. Basta que se tenha vontade. Penso que se houvesse, em primeiro lugar, uma preocupação verdadeira das lideranças da Igreja com os membros de suas comunidades, a coisa melhoraria e muito. Nesse mundo secularizado ao extremo a Igreja precisa se adaptar. E não esperar que a sociedade se adapte a ela. Queiramos ou não, temos que admitir: não vivemos mais na Cristandade onde todos eram cristãos de berço e a Igreja era quem guiava a vida da sociedade.

Pensemos em mudanças! E vamos a elas!


Ângela Rocha - Catequista

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COMENTÁRIOS:

"Estas são preocupações de todos nós, catequistas e coordenadores de catequese. O que fazer e como fazer para que catequizandos, família e comunidade entendam que a missa, ou melhor, a liturgia é a parte principal e integrante da catequese? O ideal seria realmente aquela inversão que você menciona: A participação na eucaristia dominical ser a catequese e o encontro com o catequista ser opcional. Mas enquanto não acontece temos que educar na fé através dos encontros catequéticos, com catequistas capacitados e um trabalho bem elaborado com pais ou responsáveis pelos catequizandos. Quem catequiza, não são os catequistas somente, mas sim, um conjunto de pessoas: Família, pároco, Catequistas e Comunidade. Isto foi que o que sempre aprendi e tenho feito esforço para colocar em prática. É fácil? Não!!! Temos em nossa comunidade uma missa dominical com crianças e famílias e já realizamos várias tentativas para torná-la mais chamativa: Teatro de fantoches na hora do evangelho, encenações do evangelho com os catequizandos e apresentação das figuras do evangelho no flanelógrafo. Funcionava muito bem, mas cada pároco tem sua maneira de ser e nem sempre aceitam essas dinâmicas. Mas houve tempos bons onde o pároco tocava violão e concluía o Evangelho com um canto ligado ao tema junto com as crianças. E em alguns domingos partilhava desenhos para colorir com as figuras do evangelho daquele domingo. Todos estas alternativas que partilho responderam bem aos nossos anseios, os catequizandos e comunidade se interessavam mais pela celebração eucarística. Atualmente, tivemos que deixar muitas destas práticas, pois o atual pároco é menos adepto de tais dinâmicas, contudo, tenta na homilia dialogar com as crianças, mas de vez enquanto esquece. E assim vamos caminhando..." 
(Maria Angela Guenka – Sorocaba/SP)

“Não se pensa as celebrações conforme as pessoas que estão nela", infelizmente isso acontece muito, se as equipes de liturgia levassem isso em consideração seria um bom começo."
(Ilze Iwasenko – Pinhão/PR)

"Esta observação reflete a nossa falta de cuidado com a liturgia e com as celebrações. Temos centenas de cantos especiais para as crianças e eles não são sequer lembrados ou cantados. A Igreja em seus documentos conclama a catequese e a liturgia para se unirem, uma vez que uma fica menor sem a outra, e nós na catequese precisamos buscar essa integração sem esperar pelo padre ou pela liturgia. Na grande maioria das vezes, esquecemos que a Missa é uma celebração da comunidade e para a comunidade."
(Luna Ronald – Barra Velha/SC)

"Aqui a Catequese é responsável pela missa do primeiro domingo do mês. No começo achei ruim, pois, sempre acreditei que deveria ter uma missa especial para as crianças todos os domingos. Mas hoje mudei de opinião. Acho ótimo eles terem que participar da missa com os adultos, pois eles devem tomar gosto e participar da missa como ela realmente é. No primeiro domingo as crianças fazem as leituras, fazem ofertório, entregam o dizimo mirim, fazem tudo e sempre fazemos uma mensagem final ou uma ação de graças, ou até exposição, alguma coisa que comprometa as crianças e pais para participarem da missa. E sem dúvida para mim a maior dificuldade é a participação das crianças nas missas, mas, este ano, trabalhando desta forma, temos aumentado bastante a participação. Aqui nosso pároco tem também nos ajudado bastante, nas missas da catequese elogia as crianças, abençoa as famílias.
(Nathalia Luna Colares – Juiz de Fora/MG)

"Acredito que hoje, infelizmente, na maioria de nossas paróquias a participação das crianças na missa é um problema, uma vez que nossas crianças necessitam dos pais para os levarem até a igreja. Elas não tomam decisão por si só, elas podem até querer ir, sentir vontade, necessidade em participar, mas, se não tiver um adulto, um responsável para leva-la, como participar? Em nossa paróquia temos uma missa especial voltada para a catequese, uma missa onde se criou, em conjunto com o padre, um ministério para as crianças, onde elaboramos e preparamos temas a serem abordados, tudo dentro da santa liturgia, mas, mesmo assim, com tantos horários de missas, faltam crianças e assim, evangelizar o catequizado é uma grande dificuldade."
(Vanessa Pelissari – Sorocaba/SP)

"Em minha Comunidade temos a Missa de domingo, às 10h30, voltada para as crianças. É uma missa para crianças e não só da catequese. Nesta Missa trabalhamos com fantoches no intuito de aproximar as crianças da liturgia, mas, esta participação entre crianças e fantoches acontece antes de começar a celebração. Porém, noto que sempre são os mesmos pais e as mesmas crianças da catequese que vão. E olha que temos 115 crianças e adolescentes entre pré-eucaristia e perseverança, e volto a afirmar é sempre o mesmo numero que vai. Já me perguntei por diversas vezes onde erramos e, claro, se é culpa da pastoral, do horário e tal; mas, acaba sempre no mesmo questionamento: Por que as crianças não vão a Missa? Algumas crianças me falam que querem ir mas “Papi” e “Mami” estão cansados e não gostam de acordar cedo (só reforçando a missa de crianças começa as 10:30). Enfim este assunto é longo. Quanto ao preparo, acredito que nós catequizadores precisamos estar em busca sempre de formação, seja na paroquia ou por outros meios, mas, estar sempre em busca de aprendizado para que possamos passar informações para os pais no intuito de se apaixonarem pela nossa Igreja. Participar dela pelo que ela é. E não, somente quando a Tia da catequese fala que vai ter apresentação. Porque temos muitos casos. Em que a criança só aparece e é deixada no portão, para vir buscar depois. Vemos isto nos eventos especiais: Coroação de Nossa Senhora, dia das mães e dos pais e muito no Natal."
(Lesley Alessandra Adami – Campinas/SP).


"Penso que enquanto fizermos uma catequese em busca de um sacramento isso não vai mudar. Temos que fazer uma catequese onde a criança aprenda a amar a igreja e a fazer parte de uma comunidade de irmãos. E isso tem que começar desde a Catequese para o Batismo, com os pais que vão buscar o sacramento, começam a fazer parte da comunidade e assim, teremos famílias e crianças comprometidas com a igreja."
(Carmem Lucia Marques – Vila Velho/ES)


"E se pensarmos que, em paróquias como a que participo, temos apenas uma missa "ao ano" direcionadas as crianças! Isso mesmo, não leram errado, não: Temos missa apenas em dois domingos do mês. Nos demais finais de semana, temos celebração da Palavra. Depois de muitas tentativas, resolvemos mudar o nosso dia e horário de catequese, que era aos sábados pela manhã, para os domingos após a missa/celebração da palavra. Fiz uma reunião com os pais e apresentei a ideia, explicando a importância da participação da família nas celebrações. No começo houve um pouco de rejeição, mas agora, percebo que as crianças sentem-se mais motivadas para participarem da missa e fazem questão de ficar ao lado dos pais. E até trazem dúvidas dos pais sobre alguma coisa que aconteceu na celebração. Assim conseguimos uma participação da família inteira nas celebrações e nos encontros de catequese. Nas raras vezes que a catequese é convidada para participar de alguma atividade litúrgica, sempre procuro incluir os pais que pouco participam. É visível como sentem-se valorizados e cada vez mais, interessados na vida das crianças na catequese."
(Janice Santos – São Paulo/SP)


"Se tivéssemos um pensamento "marketeiro", faríamos uma pesquisa de público alvo e elaboraríamos um “produto” que chamasse a atenção da nossa "clientela"... Visto que nossos ''clientes-catequizandos" merecem o melhor, aliás já possuem o melhor (a presença de Jesus Eucarístico). No entanto, esbarramos na falta de preparo ou de vontade. Na minha paróquia, todo primeiro domingo do mês, os trabalhos da celebração ficam por conta das crianças (músicas, leituras). Nosso pároco incentiva bastante. As crianças são bem participativas, pelo simples motivo de que seus pais já estão engajados em algum movimento/pastoral."
(Maria Izabel da Silva – Londrina/PR)


"A missa do domingo de manhã em nossa paróquia é de responsabilidade da catequese. A cada domingo um tempo da catequese prepara a liturgia e distribui as leituras, preces e comentários entre os catequizandos leitores. São liturgias bem preparadas, os pais gostam muito de ver os filhos participando da celebração e gostam muito quando o padre faz a homilia voltada para os catequizandos e as famílias. Nossa maior preocupação é com a participação dos demais catequizandos, aqueles que, naquela missa específica, não tem algum serviço; e também quando o padre prepara uma homilia de difícil compreensão, voltada só para os adultos."
(Marilena Schiefer – Londrina - PR)

Sou coordenadora da minha Paróquia e tenho uma turma de 2º ano, pois aqui a catequese se dá em 3 anos: Pré-Catecumenato , 1º ano e 2º ano. Este ano estamos com um projeto, primeiramente de acolhimentos às famílias, com encontros pessoais e individuais com cada uma, visando não só conhecê-la, mas também demonstrar o interesse da Paróquia e da catequese por aquela família em especial. Depois desse momento teremos um encontrão, com dinâmicas, conversa com o Padre, reflexão sobre o papel da catequese na família e com a família, e a participação nas Missas, celebrações e ritos. E só então, depois de tudo isso, os pais tendo pleno conhecimento que o caminho deverá ser feito juntos, a inscrição será efetivada. Os primeiros passos dados tiveram boa aceitação. Temos uma Missa especialmente para as crianças no sábado às 17 horas.
(Alba Valéria Silveira Neves – Niterói/RJ)

"Penso que é necessário haver uma catequese familiar. A catequese deve ir além das paredes da igreja. Aqui, todo quarto sábado, as crianças são responsáveis pelos serviços da celebração, porém está celebração acontece às 10h da manhã. Para os pais que trabalham a semana inteira e acordam cedo, a vontade de participar no sábado de manhã é pouca. E é exatamente aí que deveria ter uma adequação de horário, uma preocupação maior. Por mais que saibamos a importância da celebração, alguns pais sentem dificuldades quanto ao horário. Outros participam em outros horários durante a semana. Mas, acredito eu, que se houvesse um trabalho contínuo com os pais, como encontros mensais, ou a cada dois, seis meses, isso ajudaria. Mas, o que acontece é que conhecemos os pais durante no ato das inscrições e depois em alguma reunião, isso quando eles vem."
(Fabi Mello – São Paulo/SP)

"Em minha comunidade tínhamos uma missa para catequese todo primeiro sábado do mês, no horário da catequese, mas, ainda assim alguns deixavam de vir. Sem contar com o desânimo do próprio padre, a música cantada de qualquer jeito, uma celebração pouco animadora. Hoje não fazemos mais missa aos sábados, ela acontece às 9h30 no domingo e é missa com as crianças. O comentário é realizado por uma criança, que também faz um diálogo introdutório da missa com o fantoche. As leituras também são realizadas pelas crianças. A homilia, às vezes, é explicada com um teatrinho sobre o Evangelho e depois o Frei arremata se achar conveniente. Tem atraído muitas crianças, mas, infelizmente, ainda há muita ausência de catequizados. Percebemos que a família também tem nos abandonado nessa missão. Mas, vamos experimentando novos rumos, sensibilizar as famílias é um percurso a correr."
(Heloisa Silva – Brasilia/DF)

"Na nossa comunidade a missa com as crianças é domingo às 18 horas. Temos uma boa participação das famílias. Este ano temos mais catequistas e cada domingo uma turma é responsável pelas leituras, acolhidas, ofertório. E sempre temos uma turma que faz uma pequena ação de graças. Mas, nem sempre o padre faz uma homilia voltada pras crianças. Outra coisa que deixa as crianças felizes é quando o padre as chama para a benção final. Temos muito ainda que melhorar."
(Viviane Ferreira – Contagem/MG)

"Aqui em minha Paróquia, temos duas missas: uma no sábado às 16 horas e outra no Domingo às 9 horas. As missas tem participação dos Pais fazendo as leituras, e das crianças na procissão do Ofertório. O Padre chama as crianças no Presbitério para o Pai-Nosso e na hora do abraço da Paz pede aos pais que venham receber seus filhos para dar o abraço, é muito lindo. Eu, particularmente falando, acho que nosso sucesso, depende de como cada catequista acolhe os pais. No primeiro encontro fiz uma reunião com os pais e fiz a dinâmica da bala, onde se reflete sobre o papel dos pais: Catequista e pais precisam trabalhar juntos. Isto significa que pais precisam participar, vendo o material que usamos com as crianças e participando da Missa. Pois assim as crianças vão aprendendo a viver em comunidade, seguindo o exemplo de seus pais. Também elaborei uma agenda para a minha turma com controle das presenças e se a família for viajar vão na Missa onde estiverem. E tem dado muito certo. Também fiz um grupo no Facebook onde posto as fotos dos encontros e de todos na Missa. E as crianças também são chamadas em pequenos grupos de quatro para ajudar no altar como coroinhas. A participação nesse ano está melhor porque as crianças ficam junto de seus pais."
(Vera Lucia Ramos – São Paulo/SP)

"Em minha opinião, o que falta é catequizar os pais. O exemplo educa muito mais que palavras. Como fazer uma criança entender a maravilha de uma missa se o que ela vê como exemplo são os pais que só vão a missa por obrigação social? E que não entendem nada do que está acontecendo e quando saem tem atitudes contrárias a tudo o que foi falado nas leituras e na homilia? Eu penso que para se conseguir a atenção das crianças é preciso fazer com que elas entendam o que está acontecendo, participem das leituras, da acolhida, do ofertório. À medida que elas tem abertura para participar e começam a entender o que está acontecendo fica mais gostoso ir à missa. Ir só por ir, além de ser chato, cria uma certa antipatia que afasta as crianças. É preciso também trabalhar a missa na catequese. Eu fiz algumas adaptações e faço encontros sobre as partes da missa, vemos filmes, fazemos atividades, e eles estão montando um encontro em que eles mesmos serão os catequistas dos pais. Tem dado bons resultados, a turma está bem mais participativa, eles gostam de fazer leituras, de passar o "cestinho" durante o ofertório. Aqui em minha paróquia a missa da catequese é as 8h30 (são 5 missas no domingo), e duas vezes por semana as leituras são por conta da catequese. A coordenação distribui as turmas pra que todos possam participar. Nossa paróquia é muito grande, somos vinte e três catequistas na preparação para a primeira eucaristia de crianças."
(Izabella Brom – Belo Horizonte /MG)

"Aqui a missa das crianças é aos sábados. O padre sempre conta uma história como reflexão do Evangelho. Elas participam do encontro e depois ficam pra missa. São elas que fazem as leituras e seguram as cestas do ofertório. Temos também um cartão que controla a frequência na missa, ao final de cada missa nós rubricamos no dia, confirmando assim a presença. Vamos começar agora a dividir os bancos da igreja por turma. Cada turma com sua catequista. Mas sentimos falta dos pais na missa. Ainda precisamos trabalhar isso por aqui."
(Andréa Tomaz – Rio de Janeiro/RJ)

"Aqui a missa para as crianças é no sábado, com participação dos pais. As crianças é que puxam os pais para a missa. Nada foi fácil, foi um trabalho de formiguinha, demorou muito, hoje temos 80% de participação das crianças e pais. Mas, ainda temos alguns que largam seus filhos e vão embora. Cobramos sempre a participação dos pais."
(Marina Donizetti Nascimento – São Paulo/SP)

"Vivemos a mesma realidade de todas as comunidades. Temos também um horário de missa só para crianças, mas, voltada para os adultos, esta missa é de responsabilidade das catequistas e seus catequizandos. De vez em quando usamos o teatrinho com fantoches, evangelho encenado. Adotamos o sistema de álbum com figurinhas para cada domingo as crianças que participarem das celebrações recebem a figurinha correspondente ao domingo do tempo litúrgico em que estamos. Funcionou? Acho que ainda não deu o resultado esperado. Houve um tempo em que enquanto os adultos iam para a fila da comunhão, as catequistas distribuíam bolachinhas para as crianças, mas o padre desta época era 10, um “crianção” que as crianças adoravam, mas, gostaríamos que elas gostassem bem mais de Jesus do que do padre! Estamos procurando todos os meios para cativar as crianças para participarem das missas."
Alessandra Teodoro – Lavras/MG

"Na nossa comunidade temos apoio do padre e da comunidade. Isso é novo e foi depois de uma assembleia que ficou decidido que a prioridade na comunidade, era a catequese. Também mudamos a maneira de catequizar: mudamos o livro, onde a cada cinco encontros temos uma celebração que é realizada na missa. E a cada celebração é entregue um sinal da nossa fé como: o Credo, o Pai Nosso, a Bíblia. E temos tido a colaboração dos pais, mas tudo é novo. Só com o tempo saberemos o resultado."
Inez Oliveira – Taubaté/SP

"Aqui em nossa comunidade temos três missas no fim de semana, e ainda assim muitos simplesmente inventam desculpas para não ir, e deixam a missa para último plano. Na turma de crisma tenho percebido um aumento na frequência, mas quando pergunto sobre a missa não sabem me responder. Ai vem outra questão além da frequência: A qualidade de sua presença: estar lá de corpo e alma."
 Luise Petry – Navegantes/SC

"Acredito que o processo catequético está totalmente relacionado com a postura do pároco. Na minha Paróquia, o padre não se envolve com a catequese. Deixa muito claro que as crianças são necessárias, mas nem sempre bem vindas. Lá, não existe missa especial para as crianças, embora as missas de domingo pela manhã, desde o início deste mês são da catequese, ou seja, as crianças fazem leituras, oração comunitária e participam da coleta de ofertas. Fora isto, em todas as missas, ele convida as crianças, inclusive as “barulhentas” (sim, ele fala isto), para receberem a bênção lá na frente. A pastoral da catequese lançou um projeto este mês, chamado MISSA NOSSA MISSÃO, para tentar estimular as crianças a irem e participarem da missa. A missa das crianças, é voltada totalmente para elas, desde a acolhida até a bênção final. Toda a missa é feita em linguagem acessível, com muita música infantil, teatros, dentre outras coisas. Participei da formação e é realmente muito interessante. Os adultos foram avisados, e quem não achar  interessante, terá que procurar outro horário para participar da missa."
(Renata Torres Goldfeld Peixoto – Goiânia/GO)

"Sim, temos esses problemas around the world, não importa se é Brasil ou Estados Unidos. Aqui, da minha experiência, posso relatar que foi importante conscientizar os jovens da Crisma de que cada um de nós é responsável pela Liturgia acontecer. Que depende de nós a participação nas Missas. Fiz eles entenderem também que muitas vezes vamos nos deparar com liturgias em que o Padre pode estar cansado; algumas vezes também, vamos à Missa distraídos e cansados;  e haverá dias em que as equipes não estarão inspiradas... E assim, que atitude devemos tomar? Eles me responderam que mesmo tudo isso acontecendo, eles estarão lá. Um deles me disse que, às vezes, quando está cansado e distraído, chega à Missa e fala para o Senhor: “Hoje estou assim, mas, estou aqui. Sei que Você está aqui e me entende e eu quero participar de tudo”. Essa foi uma experiência que tive e que me levou a refletir... De o problema são as diversas atividades que acumulamos em nossas vidas, e que tudo nos prende a atenção no mundo material. O progresso da tecnologia nos leva para longe de nos mesmos, da essência de tudo. (...) O homem não pode deixar jamais a essência dele mesmo, de Deus e muitas outras coisas. Acho que o nosso desafio é mostrar a diferença, ajudar os catequizados, mas, principalmente, a família a buscar a essência da Missa, da catequese, da vida. Tem certas coisas na vida que deve acompanhar o progresso, usar a tecnologia que temos à nossa disposição, por exemplo, mas, com muito discernimento, para que seja usado com consciência. Há muitos métodos pedagógicos e, claro, podemos mudar muitas coisas na catequese, na liturgia, etc.; mas, no mundo de hoje será a melhor solução? Ou apenas estaremos acrescentando mais alguma coisa a esse acelerado processo de vida em a essência sempre fica para trás? Minha experiência é pequena, mas, tem me ajudado a mostrar isso aos catequizados, fazendo com que eles vejam essa realidade e deem uma resposta concreta pessoal."
(Teresinha Dos Santos – Nova Iorque - USA)

"Tive por um determinado tempo uma boa "experiência" de missa com crianças. Quando envolvidas, elas são bem participativas sim, e gostam, e quando isso acontece acaba que trazendo os pais, os irmãos, avós, enfim o que seria a catequese citada no texto, mas, para que isso seja contínuo, essas missas precisam estar sob a coordenação de pessoas com formação suficiente, para levar essas crianças e pais, a entenderem que missa não é obrigação de domingo e sim umas opções."
(Solange Mutta – Londrina/PR)

"A missa com as crianças é no domingo, às 9 horas, com responsabilidade exclusiva da catequese. Temos uma coordenação litúrgica da catequese. O nosso pároco é bastante comprometido e faz questão de fazer a homilia direcionada às crianças. A celebração é bastante participativa. Lendo o que muitos colocaram, louvo e agradeço a Deus pelo o que já conquistamos. Porém, temos problemas com a falta de compromisso dos pais em trazer as crianças a missa. No início da catequese o padre recebe as famílias e procura explicar que o principal encontro com Jesus se dá na celebração do Domingo. E toda a família é convidada a estar com o Senhor nesse dia. Como catequistas do domingo, nos nossos primeiros encontros, procuramos ressaltar o compromisso com a celebração por parte de toda a pastoral da catequese, catequistas, pais e crianças. Durante esses seis anos que assumi a turminha do domingo, percebi que o compromisso tem sido aceito de bom grado e cada ano procuramos melhorar e estimular a participação e a importância de celebrarmos o nosso encontro com Jesus."
(Vitória Gonçalves Dos Santos – Belém/PA)

"Sou catequista de crisma e também estou preparando duas crianças de oito e seis anos para serem batizadas e vejo a diferença. Como é bom ir à casa da família e como é bom esse contato direto, conhecer a realidade em que vivem. Estas famílias não iam à missa, agora já estão indo. Eu penso que nós, como evangelizadores, devemos ser uma igreja em saída como pede o Papa Francisco. Concordo também que a celebração deve ser bem preparada, com carinho, por parte de nossos catequistas."
(Silvana Domingos da Silva – Sangão/SC)

"Na paroquia aonde sou catequista, iniciamos a missa com os catequizando no ano passado. Ela acontece aos sábados, antes do encontro. Estamos tendo uma boa frequência, tantos dos catequizando quanto dos responsáveis. Nosso pároco é muito preocupado em preparar uma missa direcionada e leve, principalmente na homilia. Mas, ainda temos alguns fujões da missa." 
(Liany Matavelli – São Paulo/SP)