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domingo, 17 de setembro de 2017

SETEMBRO MÊS DA BÍBLIA: “Eu e a Palavra de Deus...”

Qual é o meu versículo preferido e por que?


"Zaqueu, desce depressa,
pois hoje tenho de hospedar-me em tua casa".
(Lc 19,5)

A passagem da Bíblia que me vem à cabeça sempre que me perguntam sobre a que mais gosto é Lucas 19, 1-10. Esse versículo foi feito pra mim... Lc 19, 5. Não tenho dúvidas. E o 
meu cantinho é na sala mesmo, onde passo muitas vezes ao dia, para sempre me lembrar de onde vim e para onde vou.

Assim como a misericórdia de Deus alcançou aquele homem pecador que desejava ver Jesus passar, ela também pode me alcançar e me transformar.


Silvana Chivenco Santini - Maringá - PR

sábado, 16 de setembro de 2017

IMPRESSÃO DAS CHAGAS DE SÃO FRANCISCO

Monte Alverne, o lugar de peregrinação na Toscana, onde São Francisco de Assis (1182-1226) recebeu os estigmas em 1224, dois anos antes de sua morte.

Neste dia 17 DE SETEMBRO, a Família Franciscana celebra, em todo o mundo, a festa da Impressão das Chagas, também chamada de Estigmas de São Francisco de Assis. Quando, em 1224, Francisco estava em profunda contemplação no Monte Alverne, o Senhor Jesus imprimiu-lhe no corpo as chagas de sua paixão. O Papa Bento XI concedeu à Ordem dos Frades Menores que todos os anos, neste dia, celebrasse, no grau de festa, a memória de tão memorável prodígio, comprovado pelos mais fidedignos testemunhos.
A impressão das chagas, em seu corpo, foi a coroação de toda uma vida. Desde o início de sua conversão, ele se deslumbrava ao contemplar o Cristo de São Damião, tão humano, tão despojado, tão pobre e crucificado. Por isso, este Cristo ocupa o lugar central de toda sua vida: “Não quero gloriar-me a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo” (Gal 6,14).
Foi ante este Cristo, que rezou: “Iluminai as trevas de meu espírito, concedei-me uma fé íntegra, uma esperança firme e uma caridade perfeita” (OrCr). E continua: “Nele está todo perdão, toda graça e toda glória, de todos os penitentes e justos” (RegNB 30).

A cruz, fonte de Vida
Assim compreende-se porque na alma de São Francisco as chagas já estavam impressas desde o início de seu projeto de vida. Francisco vivia fascinado pelo Cristo, que veio para realizar a vontade do Pai e se fez obediente até morte, e morte de cruz. Aqui está a explicação por que Francisco usava o Tau. Este lhe lembrava a cruz, sinal de salvação, símbolo da vitória sobre o mal. Mais, a cruz torna-se símbolo e sinal da bondade e da misericórdia divinas.
Francisco ora ao Pai, pedindo para provar no seu corpo as dores de Jesus e sentir tão grande amor pelo Crucificado como Ele sentiu por nós. As chagas em seu corpo são a aprovação divina e a resposta ao seu ardente desejo de sentir em sua carne os sofrimentos do Crucificado. E de fato aconteceu. Francisco, assim, é açoitado cruelmente pelo sofrimento.
A recompensa do Pai
No Cristo crucificado, Francisco encontra toda vitalidade que lhe abrasava o coração, a ponto de transformar- se no Cristo estigmatizado. O Cristo pobre e sofredor, estava em seu projeto de vida. Seria Ele como uma auto-estrada a conduzi-lo, mais e mais, a uma profunda união com Deus, a ponto de, exteriormente, pelas cinco chagas, gravadas em seu corpo, assemelhar-se ao Cristo crucificado.
Sabemos que na alma deste santo, as chagas do Senhor já estavam impressas. E como Cristo foi recompensado pelo Pai, ressuscitando-o e vencendo a morte, Francisco, no Monte Alverne, também recompensado por Deus, em seu corpo, pela impressão dos estigmas de seu Filho Jesus Cristo. Isto é fruto de sua vida de fidelidade e de seguimento irrestrito ao Senhor. Esta transformação interior e exterior, identificando-se ao Cristo, fazia-o exclamar: “Pois para mim, o viver é Cristo e o morrer é lucro” (Fl 1,21).
Fazer a vontade de Pai
Em todas as situações, consoladoras ou dolorosas, Francisco procurava fazer a vontade do Pai: “Concede-nos que façamos aquilo que sabemos ser de tua vontade e queiramos aquilo que te agrada. E assim purificados e, interiormente abrasados pelo fogo do Espírito Santo, sermos capazes de seguir os passos de teu Filho Jesus Cristo e chegar a ti, ó Altíssimo” (COrd 50-52).
Gostaríamos de lembrar que, desde a Porciúncula, igrejinha de Nossa Senhora dos Anjos, berço da Ordem Franciscana, local de início de sua conversão concluída no Monte Alverne, Francisco fez uma caminhada lenta e progressiva, até sua total configuração com o Crucificado.
Para refletir:
01. Os sofrimentos ligam-nos aos sofrimentos, à Cruz do Cristo. Como então aceitar a nossa cruz e os nossos sofrimentos?
02. Diante do Cristo crucificado, Francisco chegava às lágrimas. Que mensagem o Cristo da Cruz lhe revela?

Fonte: “Francisco, um Encanto de Vida”, de Frei Atílio Abati, ofm, editora Vozes, 2002.



ROTEIRO DE ENCONTRO: A graça de poder perdoar


Sou catequista da Paróquia São José Operário em Maringá, no Paraná. Gostaria de dividir com vocês o encontro que eu e a Regina Auada, tivemos nesta semana onde refletimos o evangelho de Mateus 18, 21-35.

Nós havíamos preparado um outro tipo de encontro durante a semana. Mas alguns dias antes, uma mãe muito aflita me procurou para dividir comigo um problema. Eu me vi com necessidade de tocar o coração de um catequizando, em especial, e o tema deste evangelho seria perfeito. Então repensamos o nosso encontro sem nenhuma preocupação em cumprir o esquema planejado. Nossa única preocupação agora era acolher com amor os nossos catequizandos que muitas vezes, tão jovens, carregam tantos problemas e aflições
Esperamos eles na praça da igreja e logo tivemos ótimas experiências: conheci uma mãe que nunca tinha visto, outro pai que chegou com a filha e o cachorrinho fofo de 13 anos...e assim fomos acolhendo, conversando e nos conhecendo melhor. Na praça mesmo fizemos nossa dinâmica de acolhida. Entregamos uma pedra para cada um e demos várias tarefas que eles tiveram que realizar com a pedra na mão: brincar de bola, bater palmas, cumprimentar o amigo... Foi bem difícil e incômodo. Depois pedimos que deixassem a pedra e realizassem novamente as tarefas. Aí a brincadeira correu solta.

Em seguida, convidamos eles para subirem para a sala de espiritualidade da catequese que fica acima da igreja, em um local nunca visitado por eles. Esta sala ainda está sendo organizada e foi a nossa primeira experiência. Acharam o máximo. Nos sentamos no chão, invocamos o Espírito Santo, fizemos a leitura do evangelho e o relacionamos com a nossa dinâmica. Assim como aquela pedra, a falta de perdão nos incomoda, nos machuca e nos impede de fazermos muitas coisas. Refletimos também sobre a oração do Pai-nosso, na qual falamos "...perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido..." Que sentido tem isso, se eu não perdoar? 

Em seguida, colocamos um áudio de uma conversa entre Deus e uma criança enquanto ela reza o PAI NOSSO e reflete parte por parte da oração (AQUI) Nos propusemos a rezar de forma diferente naquela noite, sem pressa, sem "engatar no automático", refletindo cada palavra.

Depois de muitas partilhas, pedimos que eles pensassem em algo que os aflige no momento: uma mágoa, rancor, doença, problema familiar, medo... enfim, algo que realmente precisassem entregar para Jesus. Entregamos um pequeno papel e pedimos que escrevessem. E como capricharam... Estavam realmente escrevendo uma carta para seu melhor amigo. Colocamos todos os papéis dentro de um cofrinho e depositamos na igreja. Esta foi uma sugestão valiosa da nossa coordenadora Nilva Mazzer.

Após o encontro, enviei um breve relato da nossa experiência para os pais e pedi que lembrassem seus filhos do nosso combinado naquela noite: rezar o PAI NOSSO de forma diferente. Para nossa alegria, várias mães relataram que os filhos já haviam contado muitas coisas sobre o encontro (entre elas também aquela mãe aflita que me ligou). Acho que cumprimos nossa missão naquele dia.

Contribuição da catequista Silvana Chavenco Santini - Maringá PR

SETEMBRO MÊS DA BÍBLIA: “Eu e a Palavra de Deus...”

Qual é o meu versículo preferido e por que?


“Para Deus nada é impossível”...
(Lc 1,37)

Estou deixando Deus ser Deus... e perseverando no caminho..
Gosto deste versículo... Me dá força saber que posso confiar e deixar a minha vida em suas mãos...e que nada é impossível quando se tem fé...




sexta-feira, 15 de setembro de 2017

SETEMBRO MÊS DA BÍBLIA: “Eu e a Palavra de Deus...”


           Qual é o meu versículo preferido e por que?

Portanto vos digo: para vossa vida; não vos preocupeis com o que comereis ou bebereis, nem para o vosso corpo, o que vestireis A vida não vale mais que o alimento, é o corpo não vale mais que a roupa? Olhai as aves do céu: não semeiam nem colhem, nem ajuntam mantimentos no paiol; no entanto, vosso pai Celeste lhes dá o alimento. Será que não valeria mais que elas?
(Mt 6, 25-26)

Sempre que estou preocupada esses dois versículos me acalmam.


Cícera Pereira – São Paulo-SP

HOMILIA: 24º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO A


                                           PERDOAR SEM LIMITES...
«Precisamos de perdoar 70x7,  porque o nosso irmão nos ofendeu 490 vezes. Precisamos de perdoar 70x7 por cada uma das ofensas.»


Falamos muitas vezes em amor, em união e comunhão, mas caímos sempre na tentação de não conseguirmos perdoar.

Se não perdoamos, não conseguimos amar plenamente.
Caímos facilmente na desculpa de "eu perdoo, mas não esqueço". 

É claro que este Deus não nos oferece um perdão em versão de alzheimer. Se assim fosse, não teríamos presente o quão difícil é perdoar. Não é para esquecermos. É para relembrarmos o quão difícil é darmos uma oportunidade àquele que, como eu, leva consigo a fragilidade humana. 

Não há forma de sermos perdoados se antes não sentirmos em nós o poder do perdão. E não o sentimos quando somos perdoados, mas sim quando perdoamos. A lógica é sempre a mesma. Primeiro doar, para posteriormente saber acolher e respeitar.

É verdade que o mundo passa-nos outra imagem. Querem fazer chegar até nós a ideia de que quem perdoa é fraco, de que quem perdoa é palerma.

Não é isso que acontece. Ao perdoarmos estamos a dizer ao mundo que o amor "tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta.".
Repito: não é fácil. Nem é coisa que se faça de ânimo leve, mas esse é o grande mistério do amor de Deus revelado no Seu Filho.

É certo que o Reino de Deus é já aqui, mas tenho ainda mais a certeza que através do perdão o Reino de Deus encontra-se já ao virar da esquina.

Ao perdoarmos estamos a rezar a vida. 
Ao perdoarmos estamos a ir ao encontro.
Ao perdoarmos estamos a situar-nos bem no centro do amor de Deus.

Pe. Rui Santiago CSSR


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

DA AUTO EXALTAÇÃO À EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ


Imagine duas retas, uma horizontal e outra vertical, que se tocam e formam entre si um ângulo de 90 graus. Parece o início de uma aula de Geometria, mas nada mais é do que a descrição de um dos símbolos mais simples e mais eloquentes da história da humanidade: a cruz. Só mesmo os desígnios divinos dariam conta de transformar um instrumento de morte e tortura em sinal de salvação. Apontando para o alto e para os lados, a cruz é sinal do amor incondicional de Jesus pelo Pai (dimensão vertical) e pela humanidade (dimensão horizontal) e valiosíssima orientação para a vida cristã: olhos fixos em Deus e pés fincados na realidade e nos problemas concretos dos mundos e das pessoas. Quem se propõe a ser discípulo de Cristo e abandona a intimidade com Deus ou o serviço à humanidade se descaracteriza, assim como a cruz sem uma de suas hastes deixa de ser cruz, passando a ser apenas um pedaço de madeira.

Exaltar a Santa Cruz é reconhecer em Cristo nobre fruto da “Árvore da Vida”, que venceu as contradições, inconsistências e incoerências da humanidade expressas na queda de Adão e Eva quando se deixaram seduzir pelo sonho delirante de se tornarem deuses. Na contramão deste estéril delírio de grandeza, Deus escolhe se tornar humano para mostrar que no chão da realidade, no feijão com arroz, às vezes saboroso, outras, insosso até amargo, do dia a dia é que o ser humano pode e deve se divinizar, não pela via de uma auto exaltação narcísica, mas pelo caminho árduo e exigente de uma entrega por amor, à semelhança de Cristo na Cruz. Da auto exaltação à exaltação da Santa Cruz.

Celebrar a cruz não deixa, portanto, de ser desconcertante e provocador. Num contexto social que preza pela competição acirrada, pelo acúmulo de bens, pela luta incansável em busca do sucesso, pelo individualismo, como transmitir e cultivar a virtude da humildade? Assim como o fora para os gregos, certamente a mensagem do Cristo Crucificado, preso ao madeiro, imóvel, limitado, suspenso entre o céu e a terra, soaria como loucura diante da promessa de “um ser humano sem limites e fronteiras apresentada por certa operadora de telefone celular… “Você, sem fronteiras”. Ou seria escandaloso, como para os judeus, a imagem de um ser humano humilhado e maltratado injustamente para um jovem que investe o melhor de seus esforços e energias com objetivo de se tornar o número um da empresa onde trabalha, num cargo que seria o sacramento inquestionável de seu sucesso. Que a celebração deste dia nos ajude, ao modo de Francisco, a sermos cada vez apaixonados pelo Mistério da Cruz.

Frei Gustavo Medella – Província Imaculada Conceição

SETEMBRO MÊS DA BÍBLIA: “Eu e a Palavra de Deus...”

Qual é o meu versículo preferido e por que?


"O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. "
(1 Coríntios 13:4-7)

Tenho muitos versículos preferidos,mas esse é o que o mais forte...porque fala do  AMOR que é a base de tudo, onde existe AMOR nada falta.

Zanja Barros - Hortalândia-SP 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

CATEQUESE DO PAPA: O mistério da Cruz não é “masoquismo” espiritual

Na Festa da Exaltação da Cruz, na homilia o Papa advertiu para duas tentações espirituais diante da cruz de Cristo: a de pensar um Cristo sem cruz, isto é, fazer Dele um “mestre espiritual”, e, de outro lado, pensar uma cruz sem Cristo, ou seja, não ter esperança, numa espécie de “masoquismo” espiritual.
O centro da reflexão do Papa foi o mistério de amor constituído pela cruz. A Liturgia fala disso como uma árvore, nobre e fiel. Francisco evidenciou que nem sempre é fácil entender a cruz. “Somente com a contemplação se vai avante neste mistério de amor”, afirmou. E Jesus, quando quer explicá-lo a Nicodemos, como recorda o Evangelho do dia, usa dois verbos: subir e descer. “Jesus desceu do Céu para levar todos nós a subir ao Céu”. “Este é o mistério da cruz”, destacou o Papa. Na Primeira Leitura, justamente para explicar isto, São Paulo diz que Jesus “humilhou a si mesmo”, fazendo-se obediente até a morte de cruz:

Esta é a descida de Jesus: até embaixo, à humilhação, esvaziou a si mesmo por amor. E por isso, Deus o exaltou e o fez subir. Somente se nós conseguirmos entender esta descida até o fim, podemos entender a salvação que nos oferece este mistério do amor.”

Porém, notou o Papa, “não é fácil, porque sempre existem tentações para considerar uma metade e não a outra. São Paulo disse uma palavra forte aos Gálatas “quando cederam à tentação de não entrar no mistério do amor, mas de explicá-lo”. Assim como a serpente encantou Eva e envenenou os israelitas no deserto, do mesmo modo foram encantados “por uma ilusão de um Cristo sem cruz ou de uma cruz sem Cristo”.

Um Cristo sem cruz que não é o Senhor: é um mestre, nada mais que isso. É aquele que, sem saber, talvez Nicodemos buscava. É uma das tentações. Sim, Jesus que bom o mestre, mas….sem cruz, Jesus. Quem os encantou com esta imagem? A raiva de Paulo. Jesus Cristo apresentado, mas não crucificado. Outra tentação é a cruz sem Cristo, a angústia de permanecer lá embaixo, com o peso do pecado, sem esperança. É uma espécie de “masoquismo” espiritual. Somente a cruz, mas sem esperança, sem Cristo”. Mas a cruz sem Cristo seria “um mistério trágico”, disse o Papa, como as tragédias pagãs:

“Mas a cruz é um mistério de amor, a cruz é fiel, a cruz é nobre. Hoje podemos tirar alguns minutos e cada um fazer uma pergunta: para mim, o Cristo crucificado é mistério de amor? Eu sigo Jesus sem cruz, um mestre espiritual que nos enche de consolação, de bons conselhos? Sigo a cruz sem Jesus sempre me lamentando, com este “masoquismo” do espírito? Deixo-me levar por este mistério do abaixamento, esvaziamento total e exaltação do Senhor?”.

O Papa conclui fazendo votos de que o Senhor dê a graça “não digo de entender, mas de entrar” neste mistério de amor: “depois, com o coração, com a mente, com o corpo, com tudo, entenderemos alguma coisa”. 

(Depois de dois meses e meio de pausa, o Papa Francisco retomou na manhã desta quinta-feira (14/09) a celebração da missa na capela da Casa Santa Marta.)
Fonte: http://br.radiovaticana.va 

SETEMBRO MÊS DABÍBLIA: “Eu e a Palavra de Deus...”


          Qual é o meu versículo preferido e por que?


"Respondeu-lhe o senhor: Marta, Marta, andas muito inquieta e te preocupes com muitas coisas; no entanto, uma só coisa é necessária; Maria escolheu a boa parte, que lhe não será tirada."
(Lc 10, 41-42)

Eu escolhi esse versículo para mostrar que não devemos nos preocupar.


Maria Iramar Gualter – Acopiara - CE