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sábado, 20 de março de 2021

PARTE III - ESTUDO DO CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA (CIgC)

OLÁ PESSOAL!  A PARTE III do nosso estudo traz uma pequena "introdução" ao Catecismo com as informações que encontram-se no prólogo do documento.

É importante que não fiquem dúvidas a respeito daquilo que é explicitado neste texto 3, quer seja no entendimento do conteúdo, nos documentos citados ou nas palavras "desconhecidas" (termos que não estamos acostumados). USEM os comentários para levantam dúvidas e observações. As respostas estarão aqui e no Grupo do Facebook, onde se farão partilhas  mais interativas a respeito.

Algumas observações importantes sobre o Catecismo:

Homens e mulheres precisam conhecer e amar a Deus. A fim de que este chamado ressoe pela terra inteira, Jesus Cristo chamou e depois enviou os seus discípulos para que fossem em busca de mais discípulos. Pelo amor de Cristo aqueles que acolheram a sua Palavra foram impulsionados a anunciar por todas as partes do mundo a Boa notícia.  Este tesouro recebido dos apóstolos foi guardado pelos seus sucessores e todos são chamados, de geração em geração, a anunciar a fé, vivendo-as na partilha fraterna e celebrando-a na liturgia e na oração.

1. O catecismo e a correlação com a Catequese:

Logo nos primeiros tempos da Igreja, chamou-se de Catequese, o conjunto de esforços empreendidos pela Igreja para fazer discípulos e ajudar os homens a acreditar que Jesus é o Filho de Deus, e para os educar e instruir nessa vida, construindo assim o Corpo de Cristo:

“A catequese é uma educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, que compreende especialmente o ensino da doutrina cristã, ministrado em geral dum modo orgânico e sistemático, em ordem à iniciação na plenitude da vida cristã” (CT 18).

A catequese articula-se, mas não se confunde, com alguns elementos da missão pastoral da Igreja que têm aspectos catequéticos:

  •         O primeiro anúncio do Evangelho ou pregação missionária, para suscitar a fé;
  •         a busca das razões de acreditar;
  •         a experiência da vida cristã;
  •         a celebração dos sacramentos;
  •         a integração na comunidade eclesial;
  •         o testemunho apostólico e missionário

Assim, conforme a Catechesi tradendae (13), a catequese está intimamente ligada a toda a vida da Igreja e dela dependem, não só a sua expansão geográfica e o crescimento numérico, mas também, e muito mais ainda, o crescimento interior da Igreja e a sua conformidade com os desejos de Deus.

2. A Sigla para identificação:

Conforme documentos e publicações da Igreja Católica, a sigla que se usa atualmente para se identificar o Catecismo da Igreja Católica é CIgC, a saber:

C = cateciscmo

Ig = Igreja

C = Católica

Usávamos até recentemente, a sigla: CIC, no entanto, para que não se confundisse com o Código de Direito Canônico em latim: Códex Iuri Canonicio, ou mesmo com outros documentos comumente relacionados a esta sigla, optou pela mudança para uma sigla um pouco mais personalizada. Acostume-nos então a chamá-lo de CIgC de agora em diante.

3. Objetivos e Destinatários:

 A finalidade do Catecismo é:

(...) apresentar uma exposição orgânica e sintética dos conteúdos essenciais e fundamentais da doutrina católica, tanto sobre a fé como sobre a moral, à luz do II Concilio do Vaticano e do conjunto da Tradição da Igreja. As suas fontes principais são a Sagrada Escritura, os santos Padres, a liturgia e o Magistério da Igreja. E destina-se a servir como ponto de referência aos catecismos ou compêndios a publicar nos diversos países. (CIgC 11).

A quem ele é destinado:

(...) principalmente aos responsáveis pela catequese, que são em primeiro lugar os bispos, enquanto doutores da fé e pastores da Igreja. É-lhes oferecido como instrumento para o desempenho da sua missão de ensinar o povo de Deus. E, através dos bispos, dirige-se aos redatores de catecismos, aos sacerdotes e aos catequistas. Será também uma leitura útil para todos os outros fiéis cristãos. (CIgC 12).

4. Estrutura do Catecismo:

O CIgC estrutura-se na tradição dos catecismos em torno de quatro grandes pilares: A profissão de fé -Credo apostólico; os Sacramentos da fé (celebrações, ritos); a vida de fé (Mandamentos) e a oração do crente – Pai Nosso. Ou seja, a fé crida, celebrada, vivida e rezada.

Parte I – A profissão de fé:

Aqueles que acreditam devem confessar a sua fé diante de todos. O catecismo começa expondo o que é a Revelação, manifestada quando Deus se dirige ao homem e a fé com a qual é o homem responde a esta revelação. O Símbolo da fé (profissão) resume os dons que Deus deu ao homem, sendo ele Autor, Redentor e Santificador, assim articulado: Deus pai todo poderoso, seu filho Jesus Cristo Salvador e o Espírito santo manifesto na Santa Igreja.

*Aproximadamente 300 páginas na Edição Típica Vaticana

Parte II – Os sacramentos da fé:

A salvação de Deus, realizada em Jesus Cristo e pelo Espírito Santo, se torna presente nas ações sagradas da liturgia da Igreja e na ação dos sete sacramentos.

*Aproximadamente 160 pgs.

Parte III – A vida de fé:

Apresenta a finalidade do homem criado a imagem de Deus: viver os mandamentos e as Bem-Aventuranças como caminhos para construção do Reino e meios de ação livre e reta para viver na graça de Deus.

* Aproximadamente 200 pgs.

Parte IV – A oração na vida de fé:

Trata do sentido e da importância da oração na vida dos homens, ou seja, daquilo que o homem pode esperar e de que o Pai celeste quer conceder. O Pai Nosso é o exemplo da intimidade do homem de dirigir-se a Deus como Pai em seus sete pedidos.

* Em torno de 75 pags.

O CIgC traz ainda, mais 70 pgs. com informações adicionais.

5. Indicações práticas do Catecismo:

Esta indicações tem como objetivo favorecer o uso Catequético do Catecismo.

- O catecismo foi pensado como uma exposição orgânica de toda fé e doutrina católica, por isso é necessário lê-lo como uma “unidade”, nunca tomando qualquer texto “fora” do conjunto da fé em que foi construído.

- Numerosas referências dentro do texto e os índices analíticos do final permitem ver a ligação de cada tema com o conjunto da fé.

- Os textos das Sagradas Escrituras nem sempre são citados, apenas referenciados como “cfe”. É preciso consultar os próprios textos para aprofundar os textos das passagens.

- Algumas informações no Catecismo são didaticamente apresentadas em “corpo menor” (letras menores) indicando observações históricas, apologéticas ou de exposições doutrinais complementares. As citações em corpo menor de fontes patrísticas, litúrgicas, magisteriais e hagiográficas, são destinadas a enriquecer a exposição doutrinal.

- No final das unidades temáticas, são apresentados textos suscintos que resumem em fórmulas condensadas o essencial do ensinamento, oferecendo sugestões à catequese local para fórmulas s9intéticas e memorizáveis. Estes textos encontram-se grafados em itálico.

6. Adaptações necessárias:

É muito importante observar os itens 23 e 24 do prólogo do Catecismo, no que se refere à utilização do mesmo na catequese e adaptações necessárias.

A exposição doutrinal da fé Católica é a ênfase do Catecismo. O documento quer aprofundar o conhecimento da fé católica e está orientado para o amadurecimento da fé, seu enraizamento na vida do fiel e sua irradiação no testemunho (CT 20-22).

Por sua finalidade, o Catecismo não se propõe a fazer adaptações de linguagem e exposição aos métodos catequéticos exigidos pelos diferentes destinatários e contextos culturais. Não há a pretensão de fazer adaptação às idades, à maturidade espiritual e contextos sociais das pessoas a quem a catequese é dirigida. As adaptações devem ser feitas pelos responsáveis pela catequese dos fiéis e por catecismos locais (CIgC 24).

O prólogo do CIgC traz, em seu final, duas citações do Catecismo Romano que se fazem atuais e sempre presentes. A primeira delas é de que, aquele que ensina, deve observar que nem todas as pessoas são iguais, aprendem de igual forma e pelos mesmos métodos: 


“(...)  uns são como crianças recém-nascidas, outros como adolescentes e outro, finalmente, já são efetivamente adultos, é necessário que pondere com toda a diligência quais são os que precisam de leite e quais os que carecem de um alimento mais sólido. (...)  Os que são chamados ao ministério da pregação devem, ao transmitir o ensino dos mistérios da fé e das normas dos costumes, adaptar as suas palavras à mentalidade e à inteligência dos seus ouvintes”. (Catech R. 11-12).

Utilizar portanto, somente o Catecismo, sem as devidas adaptações para a catequese do fiéis, não é aconselhável e nem trará os objetivos desejados. Junto com a doutrina, vem os ensinamentos das Sagradas Escrituras e o Magistério da Igreja com sua interpretação. Prescindir de qualquer destes elementos, é deixar a catequese da nossa Igreja mais “podre” e limitada, sem considerar também o viés antropológico e social quem que hoje, as pessoas encontram-se envolvidas.

A segunda observação feita no prólogo do CIgC, se refere ao princípio pastoral dos catecismos:


Toda a finalidade da doutrina e do ensinamento deve ser posta no amor que não acaba. Com efeito, pode-se facilmente expor o que se deve crer, esperar ou fazer; mas, sobretudo, é preciso fazer sempre com que apareça o amor de nosso Senhor, para que cada um compreenda que cada ato de virtude perfeitamente cristão não tem outra origem senão o Amor, e outro fim se não amor. (Catech R. 10).


Toda e qualquer Catequese precisa ser feita no amor a Deus e em suas criaturas. Nenhum ensinamento pode ser feito na “obrigação” e no “dever”, sob pena de fazer “oprimidos” aqueles que tão somente desejam a liberdade que a fé em Deus traz.


Texto complementar

CT - Catechesi Tradendae AQUI 

A Catechesi Tradendae (CT) é uma Exortação Apostólica pós-sinodal, do Papa João Paulo II, de 16 de outubro de 1979, "sobre a catequese do nosso tempo".

A exortação foi dirigida aos presbítetros e a toda a Igreja. Este documento concluiu a IV Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos celebrada em Roma, em 1977,  com o tema A catequese em nosso tempo, com particular referência à catequese de crianças e de jovens. Sendo este sínodo, já um reflexo do Concílio Vaticano II. A redação deste documento foi iniciado pelo papa Paulo VI, com base nos documentos dos padres sinodais e concluída por João Paulo II. Duas convicções fundamentais, são enunciadas de modo explícito no documento:

  • A função fundamental da catequese é "comunicar em sua integridade a Revelação de Deus" (N° 30);
  • A existência de uma "pedagogia fundamental da fé" que encontra seu modelo na Pedagogia de Deus e de Jesus Cristo e que deve constituir o critério supremo no emprego das ciências humanas no âmbito da catequese.

A partir da Catechesi Tradendae a catequese passa a assumir sua função de ensino nos moldes escolares, na organização, didática e pedagogia.


Catequistas em Formação

20/03/2021





REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DOMINGO - V DOMINGO DA QUARESMA : O ATRATIVO DE JESUS


Imagem: CEBI.org

SÓ COMEÇAMOS A ENTENDER ALGO DA FÉ QUANDO NOS SENTIMOS AMADOS POR DEUS

Reflexão do Evangelho de João 12,20-33


Texto de José Ântonio Pagola

O atrativo de Jesus

Se alguém me quer servir, que venha atrás de mim; e, onde eu estiver, ali estará meu servo (Jo 12,26).

Uns peregrinos gregos que vieram celebrar a Páscoa dos judeus aproximaram-se de Felipe com uma petição: “Queremos ver Jesus”. Não é curiosidade. É um desejo profundo de conhecer o mistério que se encerra naquele Homem de Deus. Também a eles lhes pode fazer bem.

Jesus é visto preocupado. Dentro de alguns dias será crucificado. Quando lhe comunicam o desejo dos peregrinos gregos, pronuncia umas palavras desconcertantes: “Chega a hora de que seja glorificado o Filho do Homem”. Quando for crucificado, todos poderão ver com claridade onde está a sua verdadeira grandeza e a sua glória.

Provavelmente ninguém entendeu nada. Mas Jesus, pensando na forma de morte que o espera, insiste: “Quando eu for elevado sobre a terra, atrairei todos até mim”. O que se esconde no crucificado para que tenha esse poder de atração? Apenas uma coisa: O seu amor incrível a todos.

O amor é invisível. Só o podemos ver nos gestos, nos sinais e na entrega de quem nos quer bem. Por isso, em Jesus crucificado, na sua vida entregue até à morte, podemos perceber o amor insondável de Deus. Na realidade, só começamos a ser cristãos quando nos sentimos atraídos por Jesus. Só começamos a entender algo da fé quando nos sentimos amados por Deus.

Para explicar a força que se encerra em sua morte na cruz, Jesus utiliza uma imagem simples que todos podem entender: “Se o grão de trigo não cai na terra e morre, fica infecundo; mas se morre, dá muito fruto”. Se o grão morre, germina e faz brotar a vida; mas se se encerra no seu pequeno involucro e guarda para si a sua energia vital, permanece estéril.

Essa bela imagem descobre-nos uma lei que atravessa misteriosamente a vida inteira. Não é uma norma moral. Não é uma lei imposta pela religião. É a dinâmica que torna fecunda a vida de quem sofre movido pelo amor. É uma ideia repetida por Jesus em diversas ocasiões: Quem se agarra egoisticamente à sua vida, coloca-a a perder; quem sabe entregá-la com generosidade gera mais vida.

Não é difícil comprová-lo. Quem vive exclusivamente para o seu bem-estar, o seu dinheiro, o seu êxito, a sua segurança, acaba vivendo uma vida medíocre e estéril: a sua passagem por este mundo não faz a vida mais humana. Quem se arrisca a viver uma atitude aberta e generosa difunde a vida, irradia alegria, ajuda a viver. Não há uma forma mais apaixonante de viver que fazer a vida dos outros mais humana e leve. Como poderemos seguir Jesus se não nos sentimos atraídos pelo seu estilo de vida?


FONTE: CEBI.ORG


sexta-feira, 19 de março de 2021

AS CATEQUESES DO PAPA FRANCISCO SOBRE A ORAÇÃO

"A oração é o respiro da fé, é a sua expressão mais adequada. Como um grito que sai do coração de quem crê e se confia a Deus (...). Mais forte do que qualquer argumentação contrária, no coração do homem há uma voz que invoca. Todos nós temos esta voz interior. Uma voz que sai espontaneamente, sem que ninguém a governe, uma voz que se interroga sobre o sentido do nosso caminho aqui na terra, especialmente quando nos encontramos na escuridão: “Jesus, tem compaixão de mim! Jesus, tem compaixão de mim!”. É uma bonita oração! Mas não estão estas palavras esculpidas em toda a criação? Tudo invoca e suplica para que o mistério da misericórdia encontre o seu cumprimento definitivo."

(Papa Francisco)


O Papa Francisco conclui na Audiência Geral da quarta-feira, 17 de março, seu ciclo de catequeses dedicado à Oração. 

Foram 27 catequeses, que tiveram início no dia 6 de maio de 2020, sendo interrompidas entre 5 de agosto e 30 de setembro, quando as catequeses foram dedicadas ao tema pandemia, no ciclo intitulado "Curar o mundo". A maior parte delas, foram realizadas na Biblioteca do Palácio Apostólico, devido às restrições para conter contágios.

Cada uma delas pode ser acessada pelos links abaixo:

06 de maio - O mistério da oração: https://bit.ly/3r34J4I

13 de maio - A oração do cristão: https://bit.ly/2P7vTKs

20 de maio - O mistério da Criação: https://bit.ly/3eMG8hW

27 de maio - A oração dos justos: https://bit.ly/3eRtyOy

03 de junho - A oração de Abraão: https://bit.ly/3tAcq3Z

10 de junho - A oração de Jacob: https://bit.ly/38TiWLf

17 de junho - A oração de Moisés: https://bit.ly/30Q7hZd

24 de junho - A oração de David: https://bit.ly/3tuVSKr

07 de outubro - A oração de Elias: https://bit.ly/3qYH4lL

14 de outubro - A oração dos Salmos. 1: https://bit.ly/3qUbxBh

21 de outubro - A oração dos Salmos. 2: https://bit.ly/3eQt4rK

28 de outubro - Jesus, homem de oração: https://bit.ly/3bXqmim

04 de novembro - Jesus, mestre da oração: https://bit.ly/38Sywql

11 de novembro - A oração perseverante: https://bit.ly/3qVE5KV

18 de novembro - A Virgem Maria, mulher orante: https://bit.ly/2OIuf1R

25 de novembro - A oração da Igreja nascente: https://bit.ly/3s10VlB

02 de dezembro - A bênção: https://bit.ly/3tAKsFf

09 de dezembro - A oração de súplica: https://bit.ly/3lo5xzR

16 de dezembro - A oração de intercessão: https://bit.ly/3bXbzUV

30 de dezembro - A oração de ação de graças: https://bit.ly/2P3KoyR
2021

13 de janeiro - A oração de louvor: https://bit.ly/3twDOQ6

20 de janeiro - A oração pela unidade dos cristãos: https://bit.ly/30PhZz0

27 de janeiro - A oração com as Sagradas Escrituras: https://bit.ly/3lqEILb

03 de fevereiro - Rezar na Liturgia: https://bit.ly/3eQoQjO

10 de fevereiro - Rezar na vida quotidiana: https://bit.ly/2QgNFLN

03 de março - A oração e a Trindade. 1: https://bit.ly/2P5SarH

17 de março - A oração e a Trindade. 2: https://bit.ly/3lr9SC7


FONTE: Vatican News.





SÃO JOSÉ: QUEM FOI E POR QUE UM ANO DEDICADO A ELE?


Imagem: Capelinha particular

São José, esposo de Maria, pai terreno de Jesus foi um homem simples e humilde, temente a Deus que acolheu uma jovem grávida como esposa. Assim nos contam as tradições, um carpinteiro que viveu no anonimato e distante dos holofotes, mas que teve fundamental importância na vida de Maria e de Jesus.

Muito pouco se fala de São José nas Sagradas Escrituras. Ele é mencionado nos Evangelhos de Mateus e de Lucas, uma vez, e numa breve citação no Evangelho de João e nada mais. No Evangelho de Marcos não se fala dele. Também não se conhece seu destino e sua morte. O último momento em que é citado, foi quando aos 12 anos, Jesus se perdeu e foi encontrado no Templo. José não aparece mais nas Escrituras, simplesmente some.

Mas por que São José não é mais citado? O que será que houve com ele? Por que um homem, cujo papel foi determinante na vida de Maria e de Jesus, não é mais lembrado nas escrituras?

Acredita-se que José, além de humilde e discreto, foi o homem da obediência à vontade de Deus e que, cumpriu sua missão de pai com excelência. Coube a São José o acolhimento de Maria, que ia ser a mãe do Filho de Deus, cuidar do próprio Filho de Deus, para que se cumprissem as escrituras. E José fez isso com humildade, sempre no silêncio, sem chamar a atenção.

Mas afinal, o que de fato teria acontecido com São José?

Algumas tradições acreditam que São José morreu quando Jesus tinha 20 anos, aproximadamente. No Evangelho apócrifo de São Tiago, conta-se que José tinha uma certa idade quando se casou com Maria, que era viúvo e teve outros filhos desse casamento. São José era um homem já idoso quando morreu, e não chegou a ver Jesus na caminhada de seu ministério. A Igreja, no entanto, não considera verossímeis as informações dos evangelhos apócrifos. 

Somente a partir do século IX, São José começa a ser venerado, e um dos primeiros títulos que recebeu foi honrá-lo como “Nutritor Domini”, que significa “Guardião da Igreja”. Em seu título mais importante, São José foi designado padroeiro da Igreja Universal pelo Decreto “Quemadmodum Deus” assinado pelo Beato Pio IX, em 08 de dezembro de 1870.

As celebrações a São José acontecem em dois momentos: 19 de março na Solenidade de São José e dia primeiro de maio com a Festa de São José Operário – Dia do trabalho. São José também é lembrado e faz parte da história do Natal e é celebrado no dia trinta de dezembro na Festa da Sagrada Família.

São José também é padroeiro de diversas causas: Padroeiro da boa morte, dos Pais, da Família, das mulheres gravidas, dos viajantes, do imigrante, dos engenheiros, dos artesãos e dos trabalhadores. Também é padroeiro das américas e de alguns países.

São José também é um santo de muitas devoções e orações. Uma devoção muito popular a ele é a "promessa" de se abster de uma coisa muito querida - alimento, ação, rotina, etc. - em troca da intercessão a um pedido muito importante e necessário.

POR QUE UM ANO DE "SÃO JOSÉ"?

Em 08 de dezembro de 2020, para comemorar os 150 da declaração de São José como Padroeiro da Igreja Católica - fazendo um paralelo com o momento atual que o mundo está vivendo com uma pandemia – o Papa Francisco lembrou como viveu São José, em sua vida simples, mas de fundamental importância no Mistério das Redenção e de como é fundamental, nos dias de hoje, que se exercite a caridade, o acolhimento, a ternura e o cuidado com o outro.

Desta forma, o Papa Francisco, convoca o Ano de São José com a Carta Apostólica “Patris Corde – com o “coração de Pai”. O Ano de São José tem início em 08 de dezembro de 2020 e se encerra em 08 de dezembro de 2021. Na carta Patris Corde, o Papa fala da coragem criativa de São José, transformando um problema, numa oportunidade, sempre com sua confiança na Providência. Por tudo isso nada mais justo, honrar São José como “guardião da Igreja”. Lembra ainda da importância do trabalho que dignifica, de redescobrir o valor, a importância e a necessidade do trabalho, para dar início a “nova normalidade”, e que ninguém seja excluído. Francisco ainda comenta que ninguém nasce pai, torna-se pai. Assim como São José, que se tornou pai de Jesus, assumindo responsabilidades, ensinando-lhe valores, dando testemunhos de obediência a Deus. Para tornar-se Pai, não se precisa de grandes feitos, mas atitudes no dia a dia, que construam um caminho rumo ao Reino de Deus. São José soube amar de maneira extraordinariamente livre, “soube descentralizar-se” para se colocar no centro da vida de Jesus e Maria.

Andrea Canassa – Catequista em Ibitinga SP.





quinta-feira, 18 de março de 2021

SORTEIOS - ESTUDO DO CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA (CIgC)

OLÁ PESSOAL!!

PRIMEIRO: quero agradecer imensamente pelo interesse de todos que se inscreveram para fazer este estudo conosco! Pela nossa lista, até o dia 17/03, temos 162 INSCRITOS!

Lembrando que para se "inscrever" basta colocar seu NOME, PARÓQUIA e CIDADE/ESTADO, nos comentários de nossa publicação/convite de 11 de março (AQUI). Por gentileza, coloque TODAS as informações solicitadas, senão, sua inscrição não será validada.

SEGUNDO: faremos aos longo do nosso estudo SORTEIOS para os participantes. Que podem ser livros do nosso acervo ou apostilas, materiais feitos pelo Catequistas em Formação. Mas, para poder receber o "prêmio" precisa ser membro do Grupo do Facebook e também seguidor do Blog.

Atentos para estas exigências, porque já temos a primeira pessoa sorteada! E ela ganhou um CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, brilhando de novo!

Basta apenas confirmar se ela é uma das nossas seguidoras na web e nas redes sociais.

*CONFIRME na lista abaixo se o seu nome consta da lista: lembre que se não tem contano Google tem que entrar como "anônimo", mas, não deixe de se identificar no texto do comentário: Nome/paróquia/cidade/estado.

FORMAÇÃO SOBRE O CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA – CIgC

LISTA DE PARTICIPANTES

 


1 - Ewersson Oliveira
Paroquia São Sebastiao - Brazilandia - Brasilia -DF

2 - Clarice Rendoki
Paróquia Sagrado Coração de Jesus - São José dos Pinhais- PR

3 - Greta Valenzuela
Paróquia São Vicente Pai Dos Pobres- Gravataí-Porto Alegre- Rs

4 - Carla Bassoto
Paróquia São Judas e São Dimas – Bauru SP

5 - Lindamir Silveira
Paróquia Imaculada Conceição de mariental - Lapa PR.

6 - Lyana Mara Medeiros Jansen e Jansen
Paróquia São Francisco de Assis - São Luis MA

7 - Samara Vasconcellos Rodrigues Ribeiro
Paróquia Santa Edwiges e São Pedro - Sepetiba - Rio de Janeiro

08 - Wilca Batista Oliveira Ribeiro
Paróquia São José de Acesita - Timóteo/Minas Gerais

09 - Elaine cristina ramos
Paroquia São josé Guarulhos SP

10 - Sandra de Souza Schuincki
Paróquia Santo Antônio de Pádua - Terenos MS

11 - Juranda André Gomes. Igreja de São Pedro.
Paróquia Santa Edwiges e São Pedro. Sepetiba. RJ.

12 - Eliane Cristina Rodrigues de Jesus
Paróquia Santana - Bambuí MG

13 - Sandra Mara da Silva Nascimento
Paróquia São Martinho de Lima - Campo grande MS

14 - Cicera Maria Ribeiro da Costa
Paróquia São Sebastião - Nova Olinda- CE

15 - Camilla Felix
Santuário Santa Terezinha do Menino Jesus e da Sagrada Face - Bandeirantes/PR

16 - Gisele Da Rocha Zeferino
Paróquia nossa senhora de Lourdes, Capão da canoa rs.

17 - Cicera Célia Feitosa Fernandes Ribeiro
Paróquia de São Sebastião da Nova olinda-ce

18 - Nedina Marçal Ferreira Silva
Paroquia Santa Luzia- Jacaraipe Serra/Es

19 - Maria Cláudia Guimarães Santos
Comunidade São Francisco das Chagas -Taubaté SP

20 - Maria Donizete Lima dos Santos
Paróquia de São Sebastião - Nova Olinda CE

21 - Marcos Corazzini 
Paroquia N.Sra. Fatima - Vila Bonilha - São Paulo

22 - Ana Beatriz Pires Rebelo Figueiredo
Paróquia Sto André Apóstolo, Ananindeua - PA

23 - Maria Luiza Maia Souza Moraes
Paróquia São José Operário, Feira de Santana-Ba

24 - Maria Luiza Maia Souza Moraes,
Paróquia São José Operário, Feira de Santana-Ba

25 - Nilda Moreira de Oliveira
Paróquia Sta Edwiges e São Pedro – Sepetiba RJ

26 - Adriana Bragion
Paróquia Nossa Senhora do Carmo - Pouso Alegre MG

27 - Antônia Cleide da Purificacao
Paróquia de são Sebastião / Nova Olinda CE

28 - Sidney Medeiros
Paróquia Santa Luzia - São José dos Campos - SO

29 - Ana Cláudia Mendonça
Paróquia de Nossa Senhora de Loreto - Belém PA

30 – Vitória G Santos
Paróquia da Santa Cruz - Belém PA

31 - Edivane Bertulino
Paróquia Santo Antônio - Barbacena - MG

32 - Vanessa Heloísa Longatti Petrini.
Paróquia Santa Clara – Piracicaba SP

33 - Nelita Onilia Pegoraro Schneider
Paróquia Santos Reis - Vale Real RS

34 - Viviane Lopes
Paroquia Nossa Senhora Conceição - Caratinga- MG

35 - Monica Konzen
Paroquia Imaculada Conceição - Caxias do Sul

36 - Marilene Valva Nogueira dos Santos
Paróquia Santa Teresinha - Barra do Piraí

37 - Ligia Franco
Paróquia Nossa Sra da Assunção - Rio de Janeiro RJ

38 - Maria Amélia da Silveira Martins
Paróquia São Francisco de Paula - Dobrada SP

39 - Valéria da Silva Soares
Paróquia Nossa Senhora Mãe dos Homens - Rio Rufino SC

40 - Edileusa Aparecida Varaschini
Paróquia São José - Itaara-RS

41 - Glória Santos
Paróquia São judas Tadeu - Montes Claros - MG

42 - Luciana Donato Zanchetin
Paróquia Imaculada Conceição - Caxias do Sul - RS

43 - Isaías Soares
Paróquia Santa Clara de Assis - Itabaiana - SE

44 - Salete Lopes
Paróquia São Tiago Apóstolo - Londrina Pr

45 - Sabrina Pedrotti de Oliveira
Paróquia São Luís, comunidade N. Sra. Das Graças - Caxias do Sul-RS

46 - Andreia Cristina Antunes de Souza Santos
Paroquia São João Bosco - Taubaté-SP

47 - Juciliane Lopes dos Santos de Lima.
Paróquia Santo Antônio - Bocaiúva do Sul, Paraná.

48 - Silvana Maria Nascimento Silva
Paróquia Bom Jesus da Lapa de Itinga do Maranhão

49 - Creuza Campos de Souza Lima.
Paroquia Sta Teresinha - Belo Horizonte MG

50 - Renata Marine Guardachoni.
Paróquia São José - Guarulhos SP

51 - Maria Loeci Nunes Monteiro
Paróquia São Pedro - Xangri-Lá - Osório - RS

52 - Rogéria Alexandra
Paroquia Cristo Redentor - Ipatinga MG

53 - Rosana Santos
Paróquia São José - Guarulhos SP

54 - Tattiane Aparecida Antunes
Paróquia São José- Guarulhos- SP

55 – Jaguaciara da Conceição Silva
Paróquia Nossa Senhora da Glória/Miguel Pereira

56 - Ana Eing
Paróquia São Ludgero - São Ludgero - SC.

57 - Maria Teresa ortela Leite
Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - São José dos Campos SP

58 - Ana Amélia Schreiner
Paróquia Nsa Medianeira - São Leopoldo RS

59 - Jaqueline Borges Farnese
Paróquia São João Bosco - Santo Antônio do Monte MG

60 - Maria de Lourdes
Paróquia São João Evangelista, Samambaia- Brasília.

61 - Vânia Campos
Paróquia Bom Jesus - Sto Amaro - SP

62 - Raiovani Silva
Paróquia São José - Manaus/Am

63 - Márcia Aparecida Rodrigues dos Santos
Paróquia Santo Antônio - Bocaiúva do sul PR

64 - Jin Hee Kim
Paróquia Nossa Senhora da Conceição - São Paulo SP

65 - Sabrina Trindade dos Santos
Paróquia Santo Antônio - Tiradentes MG

66 - Fernanda Aparecida Moura
Paróquia Nossa Senhora Aparecida - Santa Cruz do Rio Pardo SP

67 - Nádia Cristina Gagno Nodare
Paróquia São Pedro Apóstolo - Venda Nova do Imigrante ES

68 - Ana Paula de Lima
Paróquia Nossa Sra de Fátima do Jardim Tremembé SP

69 - Zeilda Canuto
Paróquia Nossa Senhora de Fátima no Pechincha - Jacarepagua - Rio de Janeiro-RJ.

70 - Ana Flávia
Paróquia Bom Jesus dos Palmares(Comunidade São José Operário), Ibirite-MG.

71 - Denilson Araújo
Paróquia Nossa Senhora da Santíssima Trindade - Jacareí - SP

72 - Claudia Silva Rodrigues
Paróquia São Paulo Apóstolo-Guarulhos-SP.

73 - Cintia Miranda
Paróquia Santo Antônio de Pádua PR

74 - Jucileide de Castro
Paróquia .... ........................- São José dos Campos SP

75 - Suzana Lossurdo -
Paróquia São Jose - Barra Bonita/SP.

76- Gabriela Freitas -
Paróquia n senhora das Graças - Rio de Janeiro RJ

77 - Carmem de Almeida Rodrigues
Paróquia Nossa Senhora da Guia - Cuiabá-MT

78 - Luciana Pereira Senhorinho Montanari
Paróquia Santa Maria dos Anjos - Sorocaba/SP

79 - Tatiane Ferreira Machado
Paróquia Nossa Senhora Aparecida- São José dos Pinhais/PR

80 - Janice C. B. Santos
Paróquia Divino Espírito Santo, São Paulo- SP

81 - Jackeline Ap Alved -
Capela Sào Gaspar Bertoni - Praia Grande

82 - Maria Helena Skroch de Souza
Paróquia Santa Josefina Bakhita, Paranaguá Pr

83 - Silvia Cristiane Araujo Brito Santos -
Paroquia São Roque- Itapeva- SP

84 - Miraci Mota Queiroz
Paróquia Santíssimo Coração de Jesus - Cidade Coração de Jesus MG

85 - Maria Helena Pereira de Andrade -
Paróquia Rainha Santa Isabel - São Paulo - sp

86 - Márcia Gomes P Lacerda
Paróquia Santa Catarina Labouré RJ

87 - Priscilla Teixeira Bonfim -
Paróquia São Vicente de Paulo - São Paulo/SP

88 - Saionara Cúrcio da Silva Andrade
Catedral Nossa Senhora Auxiliadora - Eunápolis -Bahia

89 - Cristian Mara Lauriano
Paróquia São Paulo Apóstolo - ?? cidade/estado

90 - Ana Lucia Freitas de Souza
Paróquia São Sebastião - Vargem Grande Rio de janeiro

91 -Tania Maria de Paula
Paróquia nossa senhora Aparecida Mariana Minas Gerais

92 - Lesley Alessandra Adami- Campinas Sp-Paroquia Nossa Senhora de Guadalupe

93 - Thaiana Maturana Pousada
Paroquia São Sebastião - São Sebastião do Alto RJ

94 - Luciane Martins Javimczik
Paróquia São José - Sapucaia do Sul RS

95 - Daniela da Costa Silva
Paróquia Nossa Senhora da Medalha Milagrosa - Riacho fundo II Brasília DF

96 - Alice Kusminski Maldaner
Paróquia Santo Antônio de Pádua, Cachoeira da Serra Altamira, Pará

97 - Daniel Carlos Alves
Quase Paróquia Nossa Senhora Aparecida - Xique-Xique/Ba

98 - Denise Maria Juliatto Gusso
Capela Nossa Senhora da Luz - Mandirituba PR

99 - Andréia Souza
Paroquia Nossa Senhora das Graças - Sao Lourenço MG

100 - Eliane Pivoto Rodrigues
Paróquia Nossa Senhora de Lourdes - Caxias do Sul RS

101 - 

102 - Edna Aparecida Moreira Christofolletti
Paróquia Maria Estrela da Evangelização - Piracicaba SP

103 - Marli Magalhães de Sousa Silva
Comunidade São Pedro - Suzano São Paulo

104 - Gilmara de Fatima de Andrade
Comunidade Nossa Senhora de Guadalupe - Paróquia Senhor Bom jesus.
São José dos Pinhais / PR

105 - Rosimere Pereira
Paróquia são Donato - Içara SC

106 - Solange Cristina Martins Borges
Paróquia São Francisco de Assis -São José do Rio Preto - SP

107 - Maria Cátia Brito da Costa
Paróquia São Lourenço - Vila do V / Porto Acre - Acre

108 - Marizélia Borges
Paróquia Santo Antônio de Pádua - Araxá MG

109 - Marilene do Nascimento
Paróquia São Pedro - Presidente Prudente (SP)

110 - Patrícia Joana Luz de Magalhães Almeida
Paróquia de Nossa Senhora do Carmo - Comunidade de Nossa Senhora Aparecida – Livramento BA

111 - Jordânia Moreira De Lima
Paróquia N.S.da Conceição - Candeias do Jamari RO

112 - Maria Lucia S. Alves
Convento santa clara - ??? CIDADE/ESTADO

113 - Sandra Lucia Alves de Mendonça
Paróquia São Pedro - São Pedro da Aldeia-RJ

114 - Kátia Cássia Almeida
Paróquia Senhor Bom Jesus - Rubelita/MG

115 - Slane Almeida Costa
Paróquia Santa Teresa de Calcutá - Vitória/ES

116 - Matilde Cavalheiro
Catedral de Santo Amaro - SP

117 - Rita Santos
Paróquia Nossa Senhora de Fátima - Vila dos Teles- São João de Meriti
RJ

118 - Alberto Brito Coelho
Paróquia Nossa Senhora de Nazaré - Riachão -MA

119 - Lilian de oliveira costa
Paróquia sao Sebastião, Frade angra dos Reis. Rio de janeiro

120 - Adriano Pereira Ojeda
Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe - Cuiabá MT

121 - Maria José Gomes de Castro
Paróquia São José Operário Leste - Manaus AM

122 - Gleides Gomes de Oliveira Pacheco
Paroquia Nossa Senhora das Graças - Governador Valadares MG

123 - Maria Cemia de Lima Fiorillo
Paróquia Santo Antônio - Itapira SP

124 - Pollyanna Dias Tabosa
Paróquia do Sagrado Coração de.Jesus do Bequimão - São Luis MA

125 - Adriana vieira
Paroquia São Benedito-Serra ES.

126 - Roseli D.Moreira Neves
Paróquia São Francisco de Assis - Suzano SP

127 - Marcio de Paula.
Paróquia Catedral de São Miguel Arcanjo - São Paulo - SP

128 - Regina Paula Amorim
Catedral nossa Senhora das Vitórias - Vitória da Conquista BA

129 - Cintia Maria Rocha
Paróquia São Cristóvão - São José dos Pinhais - PR

130 - Cristiane Uemura
Paróquia nossa senhora Aparecida e São Roque - Mogi das cruzes SP

131 - Cristiane Rodrigues da Silva
Paróquia Santo Antônio- Iperó SP

132 - Janaina de Barros Penteado
Paróquia: Santa Cândida - Comunidade São Vicente de Paulo - Curitiba-Pr

133 - Paulo Eduardo Gonçalves
Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, Juazeiro do Norte, CE

134 - Cleonice de Paula almeida
Paroquia Bom Jesus do Bonfim - Pilar do Sul - SP

135 - Ana Cleusa de Castro Nunes
Paroquia N S do Patrocínio - Dom Pedrito RS

136 - Claudineia Ribeiro Teixeira
Paróquia Nossa Senhora Aparecida e São Benedito - Aparecida SP

137 - Adriana de Fatima Fales
Paróquia São João Batista - Prudentopolis Paraná

138 - Girlene Maria De Andrade Godinho
Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora - Lavras - Minas Gerais

139 - Alessandra Ferrari Jaime
Catedral do Senhor Bom Jesus - Ourinhos SP

140 - Maria Inês Monteiro M F Seridorio
Paróquia São São Batista - São Carlos/SP

141 - Maria de Cássia de Carvalho
Paróquia Santuário de Santa Rita de Cássia / Santa Rita de Caldas MG

142 - Maria Auricelia Silva Torres Duarte
Diocese de Fortaleza Ceara

143 - Gabriela Freitas
Paroquia Nossa senhora das Graças-Rio de janeiro-RJ

144 - Maria Francisca da Silva Moreira
Paróquia Santa Josefina Bakhita -Paranaguá-pr.

145 - Daise Oliveira Silva
Paróquia São Pedro e São Paulo. Telêmaco Borba-PR.

146 - Antônia Cynthia Páscoa de Lima,
Nossa Senhora Das Dores, Ipixuna-Am

147 - Vadineia Cordeiro Marin
São Camilo de lellis - Americana sp

148 - Ana cristina da costa
Paróquia Santo Antônio - Cidade Ocidental_Go

149 - Roseli de Carvalho Moraes de Miranda
Paróquia São José Operário - Diocese de São José dos Campos / SP.

150 - Maria José Alves
Paróquia São Judas Tadeu - Montes Claros MG

151 - Kyara Kelly Rodrigues Santos
Paróquia Senhora Sant'Ana - Caetité-Bahia

152 - Bruna Nataly Cordeiro Basilio de Carvalho
Paróquia Nossa Senhora de Fátima - Rio de Janeiro/RJ

153 - Aparecida Santos,
Paroquia Nossa Senhora Abadia, Boquira Bahia

154 - Juliana Lopes Bomfim Rocha
Paróquia Santo Inácio de Loyola - Samambaia - DF

155 - Maria de Jesus Batista de Souza
Paróquia nossa Sra Aparecida - São Desidério BA

156 - Otomilton P.Pignata.
Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Goiânia, Goiás.

157 - Regina Antonia da Costa Pires Martins
Paróquia São Benedito - Avaré - São Paulo

158 - Delisete Alves de Oliveira
Paróquia Nossa Senhora Aparecida - Frei Inocêncio MG

159 - Maria Helena Moreira
Paróquia do Sagrado Coração de Jesus do Bequimão - São Luís MA

160 - Ediana Belucio Bernini
Paróquia São Lucas Evangelista - São Mateus ES

161 - Sandra Mara Antunes Silveira Pavanetti
Basílica Bom Jesus - Tremembé SP

162 - Maria Loeci Nunes Monteiro.
Paróquia São Pedro - Xangri-Lá - Diocese de Osório - RS


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QUAL É IDADE IDEAL PARA SER CATEQUIZADO?

Imagem: ENS 

Vamos evangelizar as crianças? Colocá-las na catequese?  Afinal, como diz velho ditado... é de pequenino que se torce o pepino – as crianças são o futuro da nossa igreja – e já dizia Jesus: deixai vir a mim as criancinhas.

DE QUEM É A MISSÃO DE EVANGELIZAR CRIANÇAS? FAMÍLIA OU A IGREJA?

Vamos juntos refletir! 

As crianças tem maturidade para conhecer e entender nosso caminho de fé?

Não. Elas não têm. E não tem porque na infância, elas tem outro foco, outras prioridades e não tem vivência suficiente para fazer escolhas, saber coisas que as vezes, nós adultos também temos dificuldades em entender. 

Mas, então porque as famílias entregam suas crianças para que a igreja as evangelize? Não seria no seio familiar o primeiro contato com Deus que as crianças deveriam ter?

Palavras convencem, mas exemplos arrastam. E como queremos que nossas crianças pratiquem e sejam fieis a uma fé, que pouco conhecem, pouco vivem. Elas não entendem as missas, e nós na catequese as obrigamos a participar da missa, mesmo sabendo que não podem viver o ápice da celebração que é a Eucaristia, o "comungar". Não comungam porque não tem maturidade, e espera-se que com um ou dois anos de catequese, elas se tornem cristãos conscientes da importância da Eucaristia com dez ou onze anos de idade.

A adesão por Jesus Cristo, passa por um processo de conversão permanente, quem não tem fim, é por toda a vida. Esse  caminho a se percorrer na catequese, pode e deve ser iniciado na primeira infância, ou até mesmo no ventre materno, mas a missão da igreja é complementar e aprofundar conhecimentos adquiridos em família.

Não se trata de que evangelizar crianças seja errado, inútil, ou coisa parecida, apenas precisamos mudar nosso foco, da catequese para o sacramento, para uma catequese para o discipulado. 

E POR QUE NÃO EVANGELIZAR ADULTOS?

Evangelizar de uma forma que leve cada pessoa a fazer  um encontro pessoal com Jesus, a fazer um caminho de conversão. Levar pais, mães, avós, a esse caminho. Adultos que tenham maturidade suficiente para conhecer e entender todos os caminhos da nossa fé. Esses adultos, verdadeiramente evangelizados, percorrendo um caminho de continuidade na comunidade, certamente serão a melhor evangelização para uma criança. E com a vantagem de ser uma evangelização permanente, já que esta se dará no seio familiar, e não em momentos esporádicos nas paróquia. Certamente muito mais eficiente. 

A evangelização desses adultos também não pode ser uma coisa feita de qualquer maneira, Um  “cursinho” rápido onde se fala de Jesus, se faz orações, reza-terços e acaba ali. Isso também não. Isso não é EVANGELIZAR. Evangelizar, é mostrar o caminho a ser percorrido, deixar com que o outro se apaixone por Jesus, pela rica história da nossa igreja, é fazer um encontro tão especial, que o evangelizando tenha sede do conhecimento, tenha desejo de voltar para o próximo encontro para descobrir mais e mais. 

A evangelização desses adultos precisa ser feita por pessoas preparadas, que vivem realmente o que falam, que dão testemunhos de fé, só assim essa fé que muitos buscam será transmitida e praticada como se deve. Precisamos de cristãos confiantes, comprometidos com a fé. Se de fato, conseguíssemos tocar o coração desses adultos, certamente teríamos uma nova igreja evangelizadora. Claro que existe toda uma mudança que leva um certo tempo para acontecer, para se adaptar, mas tudo é questão de se dar o primeiro passo, e quem sabe a próxima geração já comece a colher os frutos do que plantamos hoje. 

O que é mais eficaz para a evangelização dos cristãos? Será que não estamos chovendo no molhado, querendo catequizar crianças, ou estamos no caminho certo, e só precisando de ajustes na maneira de evangelizar? Fica a reflexão para que se converta em ação por uma igreja evangelizadora.


Andrea Canassa

Catequista – Ibitinga-SP



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Além de orientações a respeito do que é e como organizar na paróquia (Itinerário), a apostila conta com roteiros de encontro e temas básicos de Catequese para mais ou menos 5 Etapas de catequese (Eucaristia e Crisma).

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quarta-feira, 17 de março de 2021

PARTE II - ESTUDO DO CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA (CIgC)

Uma coisa que os catequistas se perguntam é: 

Se temos a Bíblia, por que o Catecismo da Igreja?

Neste artigo, a autora tenta responder a esta pergunta. Também temos uma pergunta feita em nossa publicação anterior: 

Se o CIgC é um documento tão importante e atual, por que continua tão desconhecido? Eu já o conhecia, mas nunca tive oportunidade de estuda-lo.

Eu faria a mesma pergunta a respeito de muitos documentos da Igreja. O que se percebe é que muitos catequistas não procuram aprimorar seus conhecimentos e nem são incentivados a isso. No entanto, há uma coisa interessante: até mais ou menos os anos 1970/1980, a catequese era feita exclusivamente pelo CATECISMO, não usava as Sagradas Escrituras, da mesma forma, quase não havia leigos na evangelização e na catequese. Quanto a continuar "desconhecido", isso vem mudando. Há uma esforço muito grande da Igreja em fazê-lo conhecido. Apesar de que, algumas vertentes consideram o CIgC excessivamente doutrinário e conservador e criticam a catequese de "catecismo". É preciso entender que as duas coisas são necessárias: em primeiro lugar a Sagrada Escritura e depois a doutrina que, junto com o magistério, são o tripé da Igreja. (Ângela Rocha)

Mas, vamos ao nosso artigo!!!

CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA: PARA QUÊ FOI FEITO?



Muitos católicos, ao menos uma vez na vida, tiveram contato com aquele livro amarelinho que "sempre salva" a vida de alguém quando surgem dúvidas relacionadas à doutrina católica. O Catecismo da Igreja Católica (CIC), cuja última edição foi organizada pelo então cardeal Joseph Ratzinger, e publicada em 1997, é um fruto do Concílio Vaticano II por excelência.

Um fato curioso é que tanto a edição do século 16, quanto a atual, foram feitas para corresponder às orientações pastorais dos concílios ecumênicos que as antecederam. Pode-se dizer, portanto, que são "documentos pós-conciliares", utilizados para a assimilação dos conteúdos essenciais da fé católica.

Não por acaso, a proposta para a criação do catecismo atual surgiu justamente durante o Sínodo dos Bispos de 1985, convocado por João Paulo II para comemorar os 20 anos de conclusão do Vaticano II. E foi o próprio papa polonês a explicar, no documento que autorizava a criação do Catecismo (a constituição apostólica Fidei Depositum), que "o Vaticano II deveria ser, na atualidade, a fonte de inspiração para toda e qualquer ação pastoral na Igreja", e que o CIC se propunha a promover, nesse contexto, "uma catequese renovada".

O Catecismo no decorrer dos séculos

Os padres da Igreja - os mestres do cristianismo primitivo - escreveram várias instruções a respeito da prática da doutrina cristã. Um exemplo disto é a Didaché (ou Didaqué), texto do século II no qual o autor (desconhecido) explica os fundamentos da religião nascente, bem como algumas particularidades de seu culto.

Na idade média, São Tomás de Aquino criou uma espécie de "compêndio" para aqueles que se preparavam para o batismo, dotado de pouco rigor teológico justamente para facilitar a compreensão. Sua estrutura serviu de base para a criação dos catecismos. O conteúdo era dividido em 5 folhetos: Símbolo; o Pai-Nosso; Saudação Angélica; Decálogo e Sacramentos.

No entanto, o uso amplo do termo "catecismo" para designar um "manual de instruções doutrinárias" de caráter mais "universal" começa a ser adotado somente no século 16. Alguns atribuem a Martin Lutero a difusão maior da palavra, uma vez que foi ele quem publicou, por primeiro, em 1529, dois volumes de textos sobre a fé cristã utilizando este nome: o Catecismo Maior - com orientações para os ministros - e o Catecismo Menor - para o ensinamento das crianças. Todavia, vale salientar que, apesar de não utilizar o nome, o catolicismo já dispunha de manuais com instruções doutrinárias difundidos em alguns territórios. O mais conhecido era o "Catecismo Vaurense", produzido pelo sínodo local de Lavaur (França), em 1386.

Em âmbito católico, foi o Concílio de Trento (1545-1563) a aprovar a primeira edição do Catecismo da Igreja Católica, chamado Catechismus ad parochos - do latim, Catecismo aos párocos -, que como o próprio nome diz, serviria de subsídio para que os padres pudessem instruir os fiéis e assim "desviá-los das heresias". O texto foi publicado 3 anos após a conclusão do concílio, em 1566.

E é por isso que a Associação Italiana de Professores de História da Igreja (AIPHS) fala que uma "literatura catequética" se estruturou no decorrer dos séculos, e cujo apogeu se observou no século 16, período no qual se inaugurou a "era do catecismo". Anos depois, o jesuíta italiano Roberto Belarmino, para facilitar ainda mais o entendimento sobre os fundamentos da fé católica, escreveu a "Doutrina da fé cristã" e a "Declaração mais copiosa da fé cristã". Os livros esclarecem algumas dúvidas doutrinais a partir de uma sequência de perguntas e respostas feitas "pelo mestre ao discípulo" e vice-versa. As obras se tornaram, pelos 3 séculos posteriores à publicação, o manual de referência para todo católico.

Visando facilitar a compreensão dos assuntos referentes ao catolicismo, Pio X também publicou seu Catecismo em 1905, adotando o método dialógico de perguntas e respostas de Berlamino. Bastante elogiada por Bento XVI - que inclusive incentiva, ainda hoje, o seu uso - a obra é considerada por ele de grande valor para a história do catolicismo. Porém, de acordo com o papa emérito, o catecismo atual "responde melhor às exigências do presente".

As apropriações do Catecismo

Não é raro ver, hoje em dia, determinados grupos desviarem o Catecismo da sua função original. Aos poucos, o "livro amarelo", criado para promover a catequese, foi instrumentalizado para respaldar interpretações isoladas. Curiosamente, as pautas populistas, propagadas amplamente no cenário político, passaram a receber um "aval católico" e histérico de religiosos que, na verdade, não passam de falsificadores da doutrina.

É nessas horas que vemos o quanto as paixões partidárias podem levar algumas pessoas a "vender" a própria fé. Muitas delas, "cheias de autoridade" auto atribuída, desmembram alguns artigos de seu contexto, alegando, por exemplo, que a Igreja defenda o porte de armas, a partir de uma interpretação viciada do parágrafo que trata da legítima defesa. Para não citar outros absurdos propagados nas redes sociais, dentre os quais a ideia de contrapor o Catecismo – fruto do Vaticano II, diga-se – ao próprio Vaticano II e criticar Papa Francisco por considerar a pena de morte inadmissível.

Mergulhar na história do Catecismo é importante porque, com o passar do tempo, algumas pessoas passaram a utilizar o livro "na ofensiva", esquecendo-se que, a lista de explicações sobre os pilares da fé católica, serve para mostrar ao mundo a identidade do catolicismo. O que vemos, ao contrário, é a desfiguração dessa identidade por parte de quem deveria, por primeiro, promovê-la.

*Mirticeli Medeiros é jornalista e mestre em História da Igreja pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma. Desde 2009, cobre o Vaticano para meios de comunicação no Brasil e na Itália e é colunista do Dom Total, onde publica às sextas-feiras.

FONTE: 

FICA AQUI UMA PERGUNTA: Você catequista, como usa o Catecismo?


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