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sábado, 26 de julho de 2025

O EVANGELHO DO PAI NOSSO - LUCAS 11, 1-13

Todos os anos precisamos fazer a o Rito de Entrega da Oração do Senhor. Mas não podemos mudar a liturgia dominical, exceto no Ano C de Lucas, que temos no final de julho o Evangelho de Lucas 11, 1-13. Ocasião perfeita para a entrega.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas - 11,1-13

Jesus estava rezando num certo lugar. Quando terminou, um de seus discípulos pediu-lhe: "Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos". Jesus respondeu: “Quando rezardes, dizei:

Pai, santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino. Dá-nos a cada dia o pão de que precisamos, e perdoa-nos os nossos pecados, pois nós também perdoamos a todos os nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação". 

E Jesus acrescentou: "Se um de vós tiver um amigo e for procurá-lo à meia-noite e lhe disser: 'Amigo, empresta-me três pães, porque um amigo meu chegou de viagem e nada tenho para lhe oferecer', e se o outro responder lá de dentro: 'Não me incomodes! Já tranquei a porta, e meus filhos e eu já estamos deitados; não me posso levantar para te dar os pães' - eu vos declaro: mesmo que o outro não se levante para dá-los porque é seu amigo, vai levantar-se ao menos por causa da impertinência dele e lhe dará quanto for necessário.

Portanto, eu vos digo: pedi e recebereis; procurai e encontrareis; batei e vos será aberto. Pois quem pede, recebe; quem procura, encontra; e, para quem bate, se abrirá.

Será que algum de vós que é pai, se o filho pedir um peixe, lhe dará uma cobra? Ou ainda, se pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Ora, se vós que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do Céu dará o Espírito Santo aos que o pedirem!". Palavra da Salvação.

 

PALAVRAS DO PAPA

Reza-se com coragem, porque quando rezamos temos uma necessidade, normalmente. Deus é um amigo, um amigo rico, que tem pão, que tem aquilo de que nós precisamos. É como se Jesus dissesse: “Na oração, sejam insistentes, não se cansem”. Não se cansar de quê? De pedir. Peçam e lhes será dado. Porque é um trabalho, um trabalho que nos pede vontade, nos pede constância, nos pede para sermos determinados, sem vergonha. Por quê? Porque estou batendo à porta do meu amigo. Deus é um amigo, e com um amigo eu posso fazer isso. Uma oração constante, insistente. Pensemos em Santa Mônica, por exemplo. Quantos anos ela rezou, até com lágrimas, pela conversão de seu filho. O Senhor, no final, abriu a porta.

(Papa Francisco, Homilia na Capela da Casa Santa Marta, 11 de outubro de 2018)




quinta-feira, 26 de novembro de 2020

REZAI ASSIM, DISSE ELE. E REZOU.

Um jeito bonito de compreender o "Pai Nosso"... 

A maneira de Jesus fazer oração dava aos seus discípulos vontade de rezar como ele. E, quando lhe disseram isso, Jesus rezou com eles.

Chamou a Deus “Pai”, e disse-lhe que queria viver de tal maneira que desse bom nome a Deus. É isso que significa “Santificado seja o Teu Nome”. O de Deus, não o nosso! O segredo é fazer de Deus a questão mais importante da vida.

Depois, Jesus disse ao Pai que o seu maior desejo era que o Reino de Deus chegasse a nós e se cumprisse entre nós: “Venha o Teu Reino!” Não é simplesmente um pedido, mas sim um consentimento e uma disponibilidade para colaborar nesse Reinado de Deus. Por outras palavras: fazer a vontade de Deus e pôr o mundo como Deus gosta. Viver como Deus manda!

Jesus continuou a oração dizendo ao Pai que confiava nele, inteiramente, em todas as dimensões da vida e todos os dias. É isso que significa “Dá-nos a cada dia o Pão de que precisamos”. Por confiar em Deus, que é Pai Bom, não vivemos para ajuntar nem nos deixamos levar por nenhuma espécie de ganância.

Jesus rezou ainda para ter limpo o coração e a mente: o coração limpo de ressentimentos, e a mente limpa de tentações. Podemos contar com a força do Espírito Santo, que Deus derramou nos nossos corações, para nos ajudar a perdoar e a deixarmo-nos perdoar, e também para sermos inteligentes e fortes diante da tentação para não fazermos o que Deus não gosta. 

Jesus não nos ensinou uma fórmula de oração, mas uma maneira de nos dirigirmos a Deus. Jesus não disse aos discípulos, “quando vocês rezarem digam isto”. O que está no evangelho é “quando vocês rezarem digam assim”.

O Pai Nosso é um jeito de nos dirigirmos a Deus. É o estilo da oração de Jesus, não é a fórmula que Jesus nos deu. Em outras palavras, o que Jesus nos ensinou quando rezou assim com os primeiros discípulos, foi a nos dirigirmos a Deus como filhos muito queridos a um Pai Bom. E, como filhos, a dizer ao Pai que pode contar conosco, e a confidenciar-lhe que também contamos com Ele. O Pai de Jesus e Pai Nosso é de se fiar. Rezamos isso: Deus é de confiança! E rezamos para que nós sejamos também.

Amém!

Pe. Rui Santiago, cssr.  http://derrotarmontanhas.blogspot.com/  

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

NA ORAÇÃO CRISTÃ NÃO HÁ ESPAÇO PARA O "EU"


Catequese do Papa - Audiência da quarta-feira 



Na catequese pronunciada esta quarta-feira (13/02), o Papa propôs uma reflexão sobre o ‘Pai Nosso’, explicando como rezar melhor a oração que Jesus nos ensinou.

Para rezar – iniciou o Papa – são necessários silêncio e introspecção. “A verdadeira oração se realiza no segredo na consciência, do fundo do coração: com Deus é impossível fingir, é como o olhar de duas pessoas, o homem e Deus, quando se cruzam”. Mas apesar disso, Jesus não nos ensina uma oração intimista ou individualista. Não deixamos o mundo fora da porta do nosso quarto… levamos as pessoas e situações em nosso coração!

Na oração do Pai Nosso, há uma palavra que brilha pela sua ausência: uma palavra que em nossos tempos – como talvez sempre – todos consideram importante: a palavra ‘eu’”, disse.

Primeiramente nos dirigimos a Deus como a Alguém que nos ama e escuta (seja santificado o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade) e, depois, quando lhe apresentamos uma série de petições (dai-nos hoje o nosso pão cotidiano, perdoai as nossas ofensas, não nos deixeis cair em tentação, livrai-nos do mal), as fazemos na primeira pessoa do plural – “nós” – isto é, rezamos como uma comunidade de irmãos e irmãs.

“Até as necessidades mais elementares do homem – como ter alimento para saciar sua fome – são todas feitas no plural. Na oração cristã, ninguém pede o pão para si, mas o suplica para todos os pobres do mundo”, disse Francisco.

Pedir a Jesus que nos faça ter compaixão

Na oração, o cristão leva todas as dificuldades e sofrimentos de quem está ao seu lado, tanto dos amigos como de quem lhe faz mal, imitando a compaixão que Jesus sentia pelos pecadores. Mas pode acontecer – ressalvou o Papa – que alguém não perceba o sofrimento a seu redor, não sinta pena pelas lágrimas dos pobres, fique indiferente a tudo. Isto significa que seu coração está petrificado. Neste caso, seria bom pedir ao Senhor que o toque com o seu Espírito e sensibilize seu coração.

“Cristo não ficou alheio às misérias do mundo. Toda vez que percebia uma solidão, uma ferida no corpo ou no espírito, sentia forte compaixão”, ensinou.

Às 7 mil pessoas presentes, o Papa perguntou: “Quando rezamos, nos abrimos ao grito de tanta gente, próxima ou distante? Ou penso na oração como uma espécie de anestesia, para ficar mais tranquilo? Isto seria um terrível equívoco”.

A oração deve abrir o coração ao próximo para que amemos com um amor compassivo e concreto, sabendo que tudo aquilo que fizermos “a um destes meus irmãos mais pequeninos, – afirma Jesus – foi a mim mesmo que o fizestes”.

Cidade do Vaticano
13/02/2019

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

ROTEIRO DE ENCONTRO CATEQUÉTICO – O PAI NOSSO

Criação: Patrícia Cândido dos Santos Bonot – Cocal do Sul-SC





  A
  N
  T
  E
  S
Interlocutores
(Catequizandos)
- Crianças e Adolescentes
- Catequese de Eucaristia II e Crisma II (Idade 10 anos e 13 anos)
 (Importante: a idade ideal é esta, crianças abaixo dos 10/11 anos não tem capacidade de “abstração” ou meditação suficientes para aproveitar um encontro assim. O catequista pode ter dificuldade em fazê-los se concentrar na oração).
Duração
 - 90 minutos
Local
 Sala de Catequese
Tema/Conteúdos
 - O Pai Nosso
 - Catequista:Patrícia S. Bonot
 - Paróquia:Nossa Senhora Da Natividade/Cocal do Sul/SC
Objetivo(s)
 -Despertar nos catequizandos o interesse de rezar corretamente a Oração, refletindo passo a passo a oração que Jesus nos ensinou .
Material
(Recursos)
 - Bíblia
 - Dinâmica –Pai Nosso Meditado (conversa entre Deus e o Cristão)
 - Altar com Bíblia, vela, crucifixo e uma imagem de Jesus Meditando (pode ser retirada da internet).









  D
  U
  R
  A
  N
  T
  E








Passos
metodológicos
 - Acolhida/Motivação
 - Recebê-los alegremente dando boas vinda, pois é dessa maneira que Jesus recebe e acolhe a todos nós.
 - De mãos dadas iniciar a Oração do Pai Nosso, e Invocar o Espírito Santo pedindo suas luzes para que nossas mentes estejam abertas para compreender bem todo o Encontro.
 Palavra – Mateus 6, 6-15.

 Oração
 -Nesse momento iniciar com eles mais uma vez a Oração do Pai Nosso normalmente. Após a oração pedir que relembrem e meditem juntos o texto Bíblico em que Jesus num gesto de Amor nos ensina a nos comunicar com o Pai através da Oração.
 - Falar da importância de fazer uma oração que, não é somente rezar e pronto.
 - A oração é a maneira mais importante que temos para nos comunicar com Deus e sendo assim não podemos fazer por fazer...













Atividades educativas
 Dinâmica Pai Nosso Meditado em Mp3

 - Nesse momento apagar as luzes e pedir para todos fecharem os olhos e fazer silêncio absoluto. Pedir que na medida em que eles forem ouvindo a conversa entre Deus e o Cristão, que eles se ponham no lugar do Cristão para assim irem meditando passo á passo a oração. Ligar o som e deixar a dinâmica seguir até o fim.

 Refletir a Dinâmica

 - Após terminar a execução do áudio, perguntar a eles como estão se sentindo... Como foi a conversa com Deus. Perguntar a eles se alguma vez eles haviam refletido a oração do Pai Nosso. Perguntar a eles se lembram de tudo que conversaram com Deus enquanto estavam escutando a oração, se lembram do que pediram, prometeram, se perdoaram enquanto rezavam o Pai Nosso. Conversando, falar pra eles que todas as vezes que nós cristãos queremos nos comunicar com Deus, devemos fazê-lo por meio da oração, com muito  amor, cuidado, respeito e, principalmente, de forma VERDADEIRA.





Compromisso
(sócio-transformador)
 - A partir de hoje firmamos o compromisso de conversar com Deus sempre. Seja pela Oração do Pai Nosso, que diz a ele tudo que queremos dizer, seja por uma “conversa” de coração.
 - Conversar com os Pais em casa convidando-os para um encontro em que os Pais irão meditar o Pai Nosso da mesma forma que eles.

  D
  E
  P
  O
  I
  S



Avaliação

 - Avaliar pontos positivos e negativos.


Eu sugiro que após um encontro sobre o Pai Nosso, feito assim, com bastante profundidade, que se aproveite uma Celebração com a Comunidade toda reunida para fazer um “Rito de entrega” da oração. É a “Festa do Pai Nosso”.

Na hora da oração, durante a missa, o sacerdote chama as crianças, faz uma monição a respeito da importância desta oração, os catequistas entregam a oração aos catequizandos em formato de pergaminho, enroladinho, amarrado com uma fita dourada... Em seguida, todos rezam juntos com a assembléia.

Este Rito de Entrega está previsto no RICA e pode ser adaptado (pág. 104).
Caso não seja possível fazer isso na missa, pode ser feito numa celebração catequética.



sábado, 23 de julho de 2016

O PAI NOSSO: ORAÇÃO COMPLETA


“E eu vos digo: pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo aquele que pede, recebe; aquele que procura, acha; e ao que bater, se lhe abrirá. .” (Lc 11, 9-10)
Neste fim de semana a liturgia nos convida a celebrar o mistério da oração e sua importância em nossas vidas.
Um dos discípulos pediu a Jesus que lhes ensinasse a rezar. E Ele lhes ensinou o Pai Nosso e depois lhes fez um discurso sobre a importância da oração.
O Pai Nosso é sem dúvidas, a melhor oração que temos pois nos foi entregue pelo próprio Deus que se fez carne. Às vezes me assusto quando algumas pessoas, ainda que com muito boa intenção, atribuem poderes quase mágicos a outras orações e colocam em segundo lugar a oração do Pai Nosso. Não digo que não tenhamos belíssimas orações, muitas delas feitas por santos, e que nos ajudam a rezar melhor, mas nenhuma se pode comparar àquela que Jesus nos deu.
Nos dizia santa Tereza D´Ávila, que quem quisesse fazer uma hora de boa oração, bastaria usar este tempo para rezar um Pai Nosso, meditando suas palavras, e isto seria já suficiente. Seguramente esta é uma mulher que aprendeu a rezar com Jesus.
O Pai Nosso é um oração completa. Ali damos glória a Deus, não porque Ele tenha necessidade de nossos louvores, mas porque para nós é fundamental reconhecer a sua glória a fim que possamos descobrir quem somos e até onde devemos ir. No Pai Nosso nos abrimos a ação de Deus e expressamos nossa confiança em sua graça. Dizer “faça-se a tua vontade” é muito comprometedor, mas é o único caminho para nossa real felicidade. Dentro deste “faça-se”, lhe apresentamos nossas necessidades: o pão quotidiano; o perdão; a proteção. Mas depois de nos dar esta maravilhosa oração, Jesus insististe muito sobre a importância de rezar.
O tema central de seu discurso é a perseverança. Nossa oração deve ser perseverante. Devemos fazê-la com insistência. Não basta dizer: já lhe pedi uma vez, agora só me resta esperar. É na constância da oração, que reside a sua eficácia. O exemplo que nos dá Jesus, falando do homem que durante a madrugada insiste com seu vizinho até que lhe atenda, se não por amizade, ao menos para não ser mais incomodado, é muito claro. Também nós devemos pedir e pedir, chamar e chamar até que o Senhor nos escute.
Contudo, é importante ter claro que existem três classes de coisas que podemos pedir a Deus:
a) coisas que colaboram para nossa salvação, para nosso crescimento como pessoas;
b) coisas que são indiferentes para a vida em Deus, mas que nos ajudam a ser mais felizes em certas situações;
c) e outras que, ainda que não nos demos conta, nos farão danos ou ao menos colocarão em perigo a nossa salvação.
Com respeito às primeiras, poderemos dizer que Deus é o primeiro interessado em nossa salvação. Este é o presente que ele mais nos quer dar e não negará a ninguém que o peça.
Com relação as segundas, dependerão de nossa insistência, das motivações que tenhamos. Do modo como pedimos. Do quanto realmente são importantes para nós. (Como um pai de família sente prazer em presentear seu filho, em alguma oportunidade especial, alguma coisa que ele sabe que o filho deseja muito porque pede com freqüência, ainda que não seja essencial para sua vida, assim também Deus faz conosco.)
Mas se nós lhe pedimos uma coisa que não nos fará bem, ou que nos pode fazer dano, é natural que ele não nos conceda, ainda que passemos toda a vida insistindo. Deus é nosso pai e quer acima de tudo nos proteger e defender. Assim como os pais se negam a ceder aos caprichos de uma criança pequena que pede lhes uma faca afiada, ainda que lhes peça com lágrimas, também a nós, porque nos ama, Deus algumas vezes nos atende.
Mas não nos esqueçamos, rezar não é somente fazer uma lista de pedidos. É também agradecer, reconhecer os benefícios, conhecer tudo o que Deus já fez e louvá-lo. Oração é acima de tudo um diálogo, não é um monólogo. Devemos estar também dispostos a escutar a Deus, a contemplá-lo, a deixar-nos tocar por ele.
A oração deve se transformar em nossa vida como uma “respiração de amor”.
 
O Senhor te abençoe e te guarde
O Senhor te faça brilhar o seu rosto e tenha misericordia de ti.
O Senhor volva seu olhar carinhoso e te de a PAZ.

Frei Mariosvaldo Florentino, Capuchinho.


 

terça-feira, 19 de julho de 2016

COMO FAZER O PERGAMINHO COM A ORAÇÃO DO PAI NOSSO: PASSO A PASSO.


A Entrega da Oração do Pai Nosso, faz parte dos ritos da Catequese pelo processo catecumenal. Normalmente ela se dá depois que é feita a catequese sobre o Pai Nosso, que acontece no 2º ano de catequese ou próxima à primeira Eucaristia.
No RICA (Ritual de Iniciação Cristã), esta entrega acontece no Tempo de Iluminação.
Para tornar o Rito mais "mistagógico", é interessante confeccionar "pergaminhos" com a oração, que podem ser feitos de maneira "artesanal" (como mostramos logo adiante), ou impressos em gráfica.




Você vai precisar de:

- Palitos de churrasquinho (de bambu com 25 cm);
- Cola universal (A cola de artesanato Círculo é a melhor);
- Papel vegetal tamanho A4;
- Bolinhas de pedraria que se usa para fazer bijuterias;
- "Tulipas", material de acabamento para bijuterias;
- Fita de cetim dourada, estreita (0,5).

Onde encontrar o material:

As pedrarias você encontra em lojas que vendem material para confeccionar bijuterias, a fita e a cola para artesanato também podem ser encontradas nestas lojas; o papel vegetal nas papelarias e os palitos em qualquer supermercado.




Imprima a oração do Pai Nosso em papel vegetal no tamanho A4. Você encontra para comprar em bloco ou em pacote de 100 ou 50 fls.


Você vai precisar "apontar" um dos lados dos palitos de churrasco para caber no buraquinho da bolinha (eles vem com ponta só de um lado).


Coloque uma bolinhas em cada ponta do palito - use um pouco de cola para fixar melhor.


Passe cola bem rente as pontas superior e inferior do papel impresso.


Cole o palito na superior do papel...


Cole outro palito na parte inferior...


Espere a cola secar...

Cole as tulipas na bolinha para dar acabamento.


Espero um pouco para a cola secar...


Detalhe com as "tulipas" nas pontas.

Enrole até a metade...


Depois enrole o palito do outro lado até se encontrarem no meio.


Acerte os rolinhos para ficar do mesmo tamanho em ambos os lados.


Corte mais ou menos uns 30 cm de fita e amarre o pergaminho bem apertado para não soltar.


O pergaminho já enrolado... Faça um laço apertado mas, fácil de soltar.

Cuidado na hora de comprar os palitos... se comprar de 30 cm, ficará, como o rolinho na parte superior da foto, sobrando um pedaço.

Ângela Rocha
Catequistas em Formação

ROTEIRO PARA ENTREGA DO PAI NOSSO: Encontro com os Pais e Organização.

Neste domingo o Evangelho é Lucas 11,1-13, onde Jesus diz aos discípulos: "Quando rezardes, dizei..."
Uma ótima oportunidade para a Entrega do Pai Nosso aos nossos catequizandos.

No entanto, é necessário que se faça “catequese” a respeito do assunto, principalmente com os pais, para que a “entrega” não seja somente um mero “ritualismo”, sem que a família entenda a mistagogia e simbologia do gesto.

Também é necessário fazer encontro com os catequizandos, não um só, mas vários. Aqui no Itinerário Catequético da Arquidiocese de Londrina – Pr, esta entrega está prevista para acontecer no 2º ano de catequese (2º Tempo), os catequizandos aqui recebem a primeira eucaristia no final do 3º ano. 

Durante alguns encontros as catequistas trabalham com as crianças o "conversar com Deus" que Jesus praticava continuamente. O dia da entrega é sempre o Domingo em que a liturgia (Evangelho) fala do Pai Nosso. Neste ano, dia 24 de julho, 27 catequizandos receberão o Pai Nosso na celebração da Missa às 10hs. 

Assim, as "entregas", previstas pelo processo catecumenal, ficam estreitamente ligadas com a liturgia, sempre numa relação estreita liturgia/catequese, catequese/liturgia, para que ninguém participe das celebrações sem entender o que acontece, achando "lindo", mas, sem entender o porquê...


(Modelo de Cartão com imã entregue na acolhida)



(Modelo dos pergaminhos do Pai Nosso, que serão entregues)

SUGESTÃO PARA ENCONTRO COM OS PAIS:

AMBIENTE: Uma mesa com a Bíblia, uma cruz, flores e uma imagem de Jesus orando e da Sagrada Família. Um cartão, marca-página ou folha com a Oração do Pai Nosso (algo para se guardar de lembrança), para ser entregue na acolhida aos participantes.

ACOLHIDA: Dar as boas vindas convidando a todos para olhar a imagem de Jesus e pensar no quanto Ele, mesmo sendo o “Filho do Pai” tantas vezes buscava forças na oração. Que peçamos a Jesus que nos ensine a ter este mesmo desprendimento e esta vontade de “aprender” a falar com Deus. De mãos dadas, se possível em um círculo, convidar a todos para rezar o Pai Nosso.

1ª PARTE - REFLEXÕES:

Jesus nunca entendeu a oração como um conjunto de Palavras carregadas de uma força mágica capaz de modificar Deus. Pelo contrário, procurava na oração a força necessária para ser fiel à vontade do seu Pai do Céu.
Ao ensinar os discípulos a orar, Jesus disse-lhes entre outras coisas para dizerem ao Pai: “Venha a nós o vosso Reino, faça-se a vossa vontade assim na terra como no Céu” (Mt 6, 10). A vontade de Deus em relação a nós é a nossa realização e felicidade. A oração, portanto, não é para modificar este querer de Deus em relação a nós, mas modifica a nossa maneira de ser, a fim de melhor podermos sintonizar com o querer de Deus.

Mediante a oração, nós vamos descobrindo a vontade de Deus e ganhamos força para agir de acordo com o que é melhor para nós.

Jesus não orava apenas por si, mas também pelos discípulos e pela humanidade. Isto quer dizer que a comunhão com Deus não nos afasta nunca da comunhão com os irmãos. Certo dia, Jesus disse a Pedro: “ Eu rezei por ti, Pedro, a fim de que a tua fé não vacile (Lc 22, 32). No Evangelho de São João aparece Jesus a orar pelos Apóstolos e por todas as pessoas que um dia, haviam de acreditar através da sua pregação (Jo 17, 9-16).

Eis algumas palavras desta oração: “Pai, não peço apenas por eles (os discípulos), mas também por todos aqueles que irão acreditar em mim através da sua Palavra” (Jo 17, 20).

* * * * * * *
Os discípulos sempre observavam que Jesus continuamente se recolhia para rezar... e assim, certo dia aproximaram-se e pediram-lhe para que os ensinasse a orar ao seu jeito. Nesse momento, Jesus ensinou-lhes o “Pai-Nosso”, não como uma fórmula para recitar de cor como se recita a tabuada, mas como modelo do que deve ser uma oração à maneira de Jesus.

Por não se tratar de uma fórmula para ser repetida de cor, é que o Pai-Nosso de São Lucas não é igual ao de São Mateus (cf. Lc 11, 1-4; Mt 6, 9-13).

Vamos acompanhar em nossas Bíblias as duas leituras?

- FAZER AS DUAS LEITURAS BEM PAUSADAMENTE, orientando aos ouvintes que prestem atenção nas diferenças.

Jesus rezou o Pai-Nosso de muitas maneiras sem se preocupar com repetir uma fórmula. Uma vez, sentindo-se feliz por ver como a gente simples compreendia e aceitava a sua mensagem, Jesus rezou um Pai-Nosso muito bonito e bastante diferente do outro Pai-Nosso que decoramos.

Eis algumas palavras deste Pai-Nosso descritas pelo evangelho de São Lucas:

“Nesse mesmo instante, Jesus exultou de alegria sob a ação do Espírito Santo e disse: Bendigo-te ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque escondestes estas coisas aos sábios e aos inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado” (Lc 10, 21).

Os evangelhos dizem que Jesus, quando acabava de falar às multidões retirava-se para um lugar isolado e, sozinho, falava com o Pai (Mt 14, 23).

Todas as horas e todos os lugares são bons para orar desde que nos possibilitem chegar ao mais íntimo do nosso coração, pois é aí que podemos encontrar um Deus sempre disponível para nós.

- Utilizar os textos abaixo, não como leitura, mas como apoio para explanar o conteúdo do encontro de forma que os participantes entendam a enorme “cumplicidade” da oração, demonstrada e ensinada por Jesus.

JESUS BUSCAVA FORÇA NA ORAÇÃO

Jesus orava sempre antes dos acontecimentos mais significativos da sua vida. Depois de ter sido baptizado, diz São Lucas, Jesus começou a orar e eis que os Céus se abriram e o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma de pomba. No mesmo instante ouviu-se a voz de Deus Pai dizendo: “Tu és o meu Filho muito amado no qual ponho o meu enlevo” (Lc 3, 21-22).

Jesus fez o mesmo no momento de escolher os doze Apóstolos: retirou-se para uma montanha, diz São Lucas e passou a noite em oração (Lc 6, 12-13). Antes de perguntar aos discípulos qual o significado do Messias para eles, Jesus esteve em oração (Lc9, 18).

Jesus é apresentado nos evangelhos como um verdadeiro modelo de oração. No momento em que se transfigurou sobre o monte Tabor, Jesus estava em oração, acrescenta São Lucas (Lc 9, 28-29).

Na última noite da sua vida, ao aperceber-se de que os soldados do sumo-sacerdote o vinham prender para o matarem, Jesus entrou em pânico. Isto passou-se no Jardim das Oliveiras. Nesse momento, começou a orar, falando com Deus Pai sobre o medo que estava a sentir. Depois pediu aos discípulos para orarem também, a fim de não caírem na tentação da fuga e da traição (Lc 22, 39-42).

Finalmente, quando já estava pregado na cruz, Jesus ainda orou, pedindo a Deus Pai que perdoasse o pecado daqueles que projetaram a suas morte (Lc 23, 34).

Os evangelhos apresentam Jesus como um homem que orava sempre, mas de modo particular quando tinha de tomar decisões ou enfrentar dificuldades. Jesus nunca entendeu a oração como um conjunto de Palavras carregadas de uma força mágica capaz de modificar Deus. Pelo contrário, procurava na oração a força necessária para ser fiel à vontade do seu Pai do Céu.

A ORAÇÃO AJUDAVA JESUS A SER FIEL

Ele costumava dizer que a sua felicidade estava em fazer a vontade do Pai que está nos Céus: “O meu alimento, dizia ele, é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra” (Jo 4, 34). Ou então: “Eu não procuro a minha vontade, mas a vontade de quem me enviou” (Jo 5, 30).

Certo dia, enquanto falava às pessoas, Jesus disse: “Se alguém é temente a Deus e faz a sua vontade, a esse, Deus o ouve” (Jo 9, 312).

Ao ensinar os discípulos a orar, Jesus disse-lhes entre outras coisas para dizerem ao Pai: “Venha a nós o vosso Reino, faça-se a vossa vontade assim na terra como no Céu” (Mt 6, 10). A vontade de Deus em relação a nós é a nossa realização e felicidade. A oração, portanto, não é para modificar este querer de Deus em relação a nós, mas modifica a nossa maneira de ser, a fim de melhor podermos sintonizar com o querer de Deus.

Mediante a oração, nós vamos descobrindo a vontade de Deus e ganhamos força para agir de acordo com o que é melhor para nós.

Jesus não orava apenas por si, mas também pelos discípulos e pela humanidade. Isto quer dizer que a comunhão com Deus não nos afasta nunca da comunhão com os irmãos. Certo dia, Jesus disse a Pedro: “ Eu rezei por ti, Pedro, a fim de que a tua fé não vacile (Lc 22, 32). No Evangelho de São João aparece Jesus a orar pelos Apóstolos e por todas as pessoas que um dia, haviam de acreditar através da sua pregação (Jo 17, 9-16).

Eis algumas palavras desta oração: “Pai, não peço apenas por eles (os discípulos), mas também por todos aqueles que irão acreditar em mim através da sua Palavra” (Jo 17, 20).

Uma vez ressuscitado, Jesus ficou no Céu junto ao Pai. A Carta aos Hebreus diz que Jesus, agora, no Céu, continua a pedir por nós ao Pai e a enviar-nos o Espírito Santo (Heb 7, 25).

(Texto de Pe. Santos Calmeiro Matias)

A ORAÇÃO DA NOVA ALIANÇA




Jesus não ensinou o Pai Nosso aos discípulos como uma fórmula para estes repetirem de cor e de modo completo. Ao ensinar o Pai-Nosso aos discípulos, Jesus apenas quis transmitir-lhes um conjunto de ensinamentos, a fim de eles aprenderem a falar com Deus com critérios de Nova Aliança.


Se Jesus quisesse ensinar uma fórmula para os discípulos repetirem de cor e de modo literal, estes tê-la-iam conservado tal qual Jesus a ensinou. Mas não foi isto que aconteceu, pois o Pai-Nosso de Lucas e o de Mateus, têm fórmulas diferentes, embora os seus conteúdos teológicos sejam idênticos (Lc 11, 2-4; Mt 6, 9, 13).

Ao apresentar o Pai-Nosso como critério para orar ao jeito da Nova Aliança, Jesus distanciou-se profundamente dos outros grupos judaicos. O termo “Abba”, Pai ou Papá, é original de Jesus. Nenhum judeu seu contemporâneo ousava utilizar este termo nas suas orações. Para a mentalidade judaica do tempo de Jesus, dirigir-se a Deus chamando-o de meu Pai era um comportamento sacrílego, pois não mantinha a distância que deve existir entre o Homem e Deus. 

Ao ensinar os discípulos a orar ao seu jeito, Jesus quis demarcar-se dos diversos grupos religiosos existentes, os quais afirmavam a sua identidade cultivando um jeito próprio de orar, a fim de se diferenciarem dos outros grupos. Tanto os fariseus como os saduceus, os essênios ou os discípulos de João Baptista, os mestres ensinavam aos discípulos um modo de orar que fosse diferente, a fim de afirmarem a sua identidade.

O evangelho de São Mateus diz que Jesus, ao ensinar o Pai-Nosso aos discípulos, esta a marcar a diferença dele e dos seus discípulos face aos diferentes grupos existentes, bem como face aos pagãos (Mt 6, 5-8). Ao ensinar o Pai-Nosso aos discípulos, Jesus apenas quis ensinar os discípulos falarem com Deus Pai como um filho fala com um Pai muito querido. Mais tarde, o Espírito Santo ensinará os discípulos a dialogar com Jesus ressuscitado, falando com ele como um irmão dialoga com outro irmão: “O que pedirdes em meu nome eu o farei de modo que, no Filho, se revele a glória do Pai. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome eu a farei” (Jo 14, 13-14).

Com a apresentação do Pai-Nosso, Jesus está a ensinar aos discípulos a dialogar com Deus ao jeito de um diálogo familiar. No Pai-Nosso, Jesus ensina aos discípulos que o conteúdo da sua oração deve ser tudo aquilo que possa interessar a Deus e ao Homem. Estão presentes a vinda do Reino, o amor de Deus por nós, a nossa fragilidade e a necessidade de sermos ajudados para não cairmos na tentação.

Ao ensinar o Pai-Nosso aos discípulos, Jesus quis ensiná-los a falar com Deus tal como ele falava com o seu Pai querido. Por outras palavras, o Pai-Nosso reúne um conjunto de critérios capazes de fazer que a oração dos discípulos se processe em forma de uma oração com sabor a Nova Aliança.

São Paulo diz que todos os que se deixam conduzir pelo Espírito Santo são filhos e herdeiros em relação a Deus Pai e co-herdeiros em relação ao Filho de Deus (Rm 8, 14-17; cf. Gal 4, 4-7). Por outras palavras, ao ensinar o Pai-Nosso aos discípulos, Jesus quis que eles se sentissem membros da Família de Deus.

É como membros da Família que nós devemos dialogar com Deus. É o próprio Espírito Santo que nos convida a orar, introduzindo-nos no próprio diálogo de Deus com seu Filho. 

( Pe. Calmeiro Matias)

O SIGNIFICADO DO PAI NOSSO

A maneira de Jesus fazer oração dava aos seus discípulos vontade de rezar como ele.
E, quando lhe disseram isso, Jesus rezou com eles.
Chamou a Deus “Pai”, e disse-lhe que queria viver de tal maneira que desse bom nome a Deus.
É isso que significa “Santificado seja o Teu Nome”. O de Deus, não o nosso!
O segredo é fazer de Deus a questão mais importante da vida.
Depois, Jesus disse ao Pai que o seu maior desejo era que o Reino de Deus chegasse a nós e se cumprisse entre nós: “Venha o Teu Reino!
Não é simplesmente um pedido, mas sim um consentimento e uma disponibilidade para colaborar nesse Reinado de Deus.
Por outras palavras: fazer a vontade de Deus e pôr o mundo como Deus gosta.
Viver como Deus manda!
Jesus continuou a oração dizendo ao Pai que confiava nele, inteiramente, em todas as dimensões da vida e todos os dias. É isso que significa “Dá-nos a cada dia o Pão de que precisamos”.
Por confiar em Deus, que é Pai Bom, não vivemos para ajuntar nem nos deixamos levar por nenhuma espécie de ganância. Jesus rezou ainda para ter limpo o coração e a mente: o coração limpo de ressentimentos, e a mente limpa de tentações.
Podemos contar com a força do Espírito Santo, que Deus derramou nos nossos corações, para nos ajudar a perdoar e a deixarmo-nos perdoar, e também para sermos inteligentes e fortes diante da tentação para não fazermos o que Deus não gosta. 

Jesus não nos ensinou uma fórmula de oração, mas uma maneira de nos dirigirmos a Deus. Jesus não disse aos discípulos, “quando vocês rezarem digam isto”. O que está no evangelho é “quando vocês rezarem digam assim”. O Pai Nosso é um jeito de nos dirigirmos a Deus. É o estilo da oração de Jesus, não é a fórmula que Jesus nos deu. Por outras palavras, o que Jesus nos ensinou quando rezou assim com os primeiros discípulos, foi a dirigirmo-nos a Deus como filhos muito queridos a um Pai Bom. E, como filhos, a dizer ao Pai que pode contar conosco, e a confidenciar-lhe que também contamos com Ele. O Pai de Jesus e Pai Nosso é de fiar. Rezamos isso: Deus é de confiança! E rezamos para que nós sejamos também.

(Pe. Rui Santiago – CER da cidade de Porto –Pt).

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- Conversar sobre a Missa de ENTREGA DO PAI NOSSO: data, organização, leituras, etc.

DESPEDIDA: Incentivar os pais a buscarem na oração a força e o amor de Deus por nós e pela família, para que ela sempre seja o alicerce da nossa sociedade. Fazer a Oração da Família (Exortação “Alegria do Amor” do Papa Francisco).


Oração à Sagrada Família



Jesus, Maria e José, em Vós contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor, confiantes, a Vós nos consagramos.
Sagrada Família de Nazaré, tornai também as nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração, autênticas escolas do Evangelho
e pequenas igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré, que nunca mais haja nas famílias episódios de violência, de fechamento e divisão; e quem tiver sido ferido ou escandalizado
seja rapidamente consolado e curado.
Sagrada Família de Nazaré, fazei que todos nos tornemos conscientes
do carácter sagrado e inviolável da família, da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José, ouvi-nos e acolhei a nossa súplica.
Amém!


- O texto do quadro abaixo, pode ser entregue aos pais para levarem para casa e refletirem, convidando os filhos a “rezar” com eles os dois Evangelhos da Oração do Pai Nosso.


AQUELE “OLHAR”...
A maneira de Jesus fazer oração dava aos seus discípulos vontade de rezar como ele. E, quando lhe disseram isso, Jesus rezou com eles. 

Chamou a Deus “Pai”, e disse-lhe que queria viver de tal maneira que desse bom nome a Deus. É isso que significa “Santificado seja o Teu Nome”. O de Deus, não o nosso! O segredo é fazer de Deus a questão mais importante da vida. 

Depois, Jesus disse ao Pai que o seu maior desejo era que o Reino de Deus chegasse a nós e se cumprisse entre nós: “Venha o Teu Reino!” Não é simplesmente um pedido, mas sim um consentimento e uma disponibilidade para colaborar nesse Reinado de Deus. Por outras palavras: fazer a vontade de Deus e pôr o mundo como Deus gosta. Viver como Deus manda! 

Jesus continuou a oração dizendo ao Pai que confiava nele, inteiramente, em todas as dimensões da vida e todos os dias. É isso que significa “Dá-nos a cada dia o Pão de que precisamos”. Por confiar em Deus, que é Pai Bom, não vivemos para ajuntar nem nos deixamos levar por nenhuma espécie de ganância. 

Jesus rezou ainda para ter limpo o coração e a mente: o coração limpo de ressentimentos, e a mente limpa de tentações. Podemos contar com a força do Espírito Santo, que Deus derramou nos nossos corações, para nos ajudar a perdoar e a deixarmo-nos perdoar, e também para sermos inteligentes e fortes diante da tentação para não fazermos o que Deus não gosta.


Sugestão de encontro para os Catequizandos:
- Crescer em Comunhão - Catequese eucarística 1 - Encontro 12: "Jesus nos ensina  rezar", pg 67-71.

Organizado por: Ângela Rocha
Catequistas em Formação