quinta-feira, 17 de agosto de 2017

SEMANA DA FAMÍLIA: 5º ENCONTRO - O PERDÃO NA FAMÍLIA: FONTE DE RECONCILIAÇÃO E LIBERTAÇÃO



SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA 13 A 19 DE AGOSTO DE 2017

QUINTA-FEIRA – 17 DE AGOSTO

TEMA: O PERDÃO NA FAMÍLIA: FONTE DE RECONCILIAÇÃO E LIBERTAÇÃO

A alegria do encontro nos renova. E estamos novamente aqui para refletir com nossas famílias, neste 5º dia da Semana da Família. Somos presença viva da Igreja do mundo. Somos chamados a ser agentes transformadores da realidade em que vivemos, gerando uma relação construtiva entre a Igreja e a sociedade. Somos convidados a dar um passo novo na reflexão sobre a família e seu papel na sociedade e rezar para que ela cumpra a sua missão.

DEUS NOS FALA: Romanos 12, 15-16

“Alegrai-vos com os que se alegram, chorai com os que choram. Mantende um bom entendimento uns com os outros; não sejais pretenciosos, mas, acomodai-vos às coisas humildes. Não vos considereis sábios aos próprios olhos. ” (Rm 12, 15-16).

Jesus, desde o início, quis fazer a vontade do Pai, amar a todos, sendo tudo para todos. Não escolhia a missão, mas, entregava-se a ela e aos irmãos. Seja celebrando nas bodas de Caná ou na Festa das Tendas ou da Páscoa, seja na dor do cego ou do coxo, seja amparando os enlutados como a Viúva de Naim ou o Centurião.

Jesus olhava com misericórdia, mesmo diante do descrédito ou da ignorância. Reconhecia a ação do Espírito também nos discípulos e perdoava-lhes a falta de fé, o medo e os retrocessos na caminhada.

Amou, e quanto mais amava, mais acolhia. E acolhia a todos, mesmo aos que não o reconheciam como Salvador. Na expressão do seu amor, intercedia por eles: “Pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem”.

Os cristãos batizados são testemunhos vivos da luz de Cristo no mundo. São corresponsáveis pela edificação da Igreja de Cristo, uma Igreja com rosto misericordioso. São chamados a serem consoladores, alegrar-se ou chorar com todos os que encontrar nas mais diversas situações. São chamados a ser elo entre este mundo e Cristo, a ser Igreja no mundo, fazendo desta Igreja um meio de relação entre Cristo e a sociedade.

Temos observado que este compromisso pouco se reflete na penetração de valores cristãos no mundo social, político e econômico. Isso limita-se, muitas vezes, somente nas tarefas no seio da Igreja, sem empenho real pela aplicação do Evangelho na transformação da sociedade.

Isso precisa ser mudado! Precisamos ser “Igreja em saída”. Igreja que vai ao encontro dos outros, adentrando nas diversas realidades para expressar o amor de Cristo. Ser sal e luz no mundo.

Por isso, leigos e leigas precisam assumir com alegria e dedicação o cuidado da família e a transmissão da fé aos filhos em sintonia com o plano de Deus e os ensinamentos da Igreja. Todos deveriam poder dizer, a partir da vivência nas nossas famílias: “Nós, que cremos, reconhecemos o amor que Deus tem para conosco”. (1Jo 4,16).

Somos sujeitos eclesiais, leigos que protagonizam o anúncio nas diversas realidades onde nos inserimos, muitas vezes desconhecemos e não nos portamos como pessoas que tem consciência de nossa missão evangelizadora e da importância que temos na ação evangelizadora, mas é importante que a maturidade nos alcance.

A missão não é restrita ao clero, mas é compromisso de todos nós: fiéis. Nós. Leigos precisamos assumir a corresponsabilidade, aptos a atuar na Igreja e na sociedade, promovendo a integração entre ambas.

A Igreja não é o refúgio e sim a barca. Ela não pode ser uma caverna de isolamento e sim, uma ponte que nos leva ao mundo, a fim de santificar o mundo por meio do testemunho de Cristo em nós. Precisamos estar no mundo e na Igreja ao mesmo tempo, tendo a clareza que a Igreja é cada um de nós, onde quer que estejamos; e lá onde estivermos há de brilhar a luz de Cristo que resplandece em nós.

Tendo reconhecido que somos testemunhas vivas do Cristo entre os homens, como temos vivenciado a coerência entre nossa fé e as nossas atitudes nos ambientes onde vivemos?
Temos exercido o papel de agentes mediadores da misericórdia em nossas famílias? Quais tem sido nossas experiências como agentes transformadores das realidades sociais, começando na família?

Vamos então levar como compromisso para nossa vida, sermos testemunhas da presença de Cristo, que santifica todas as coisas, transformando as realidades sociais em que estamos inseridos, começando pelo exercício da misericórdia em nossas famílias.

Subsídio “Hora da Família 2017” – Pastoral familiar do Brasil – CNBB.



TEMA: O PERDÃO NA FAMÍLIA: FONTE DE RECONCILIAÇÃO E LIBERTAÇÃO

SUGESTÃO DE COMENTÁRIOS PARA A MISSA:

INICIAL: a Semana da Família tem sido a cada dia, um convite a dar mais um passo na conscientização da importância dos batizados. Somos presença viva da Igreja do mundo. Somos chamados a ser agentes transformadores da realidade em que vivemos, gerando uma relação construtiva entre a Igreja e a sociedade. Somos convidados a dar um passo novo na reflexão sobre a família e seu papel na sociedade, rezar para que ela cumpra a sua missão. Na alegria de estarmos reunidos como comunidade de fé, hoje vamos lembrar do PERDÃO NA FAMÍLIA, como fonte de reconciliação e libertação.

FINAL: Tendo reconhecido que somos testemunhas vivas do cristo entre os homens, como temos vivenciado a coerência entre nossa fé e as nossas atitudes nos ambientes onde vivemos? Temos exercido o papel de agentes mediadores da misericórdia em nossas famílias? Quais tem sido nossas experiências como agentes transformadores das realidades sociais, começando na família? Vamos então levar como compromisso para nossa vida, sermos testemunhas da presença de Cristo, que santifica todas as coisas, transformando as realidades sociais em que estamos inseridos pelo exercício da misericórdia em nossas famílias.





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