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quarta-feira, 17 de março de 2021

PARTE II - ESTUDO DO CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA (CIgC)

Uma coisa que os catequistas se perguntam é: 

Se temos a Bíblia, por que o Catecismo da Igreja?

Neste artigo, a autora tenta responder a esta pergunta. Também temos uma pergunta feita em nossa publicação anterior: 

Se o CIgC é um documento tão importante e atual, por que continua tão desconhecido? Eu já o conhecia, mas nunca tive oportunidade de estuda-lo.

Eu faria a mesma pergunta a respeito de muitos documentos da Igreja. O que se percebe é que muitos catequistas não procuram aprimorar seus conhecimentos e nem são incentivados a isso. No entanto, há uma coisa interessante: até mais ou menos os anos 1970/1980, a catequese era feita exclusivamente pelo CATECISMO, não usava as Sagradas Escrituras, da mesma forma, quase não havia leigos na evangelização e na catequese. Quanto a continuar "desconhecido", isso vem mudando. Há uma esforço muito grande da Igreja em fazê-lo conhecido. Apesar de que, algumas vertentes consideram o CIgC excessivamente doutrinário e conservador e criticam a catequese de "catecismo". É preciso entender que as duas coisas são necessárias: em primeiro lugar a Sagrada Escritura e depois a doutrina que, junto com o magistério, são o tripé da Igreja. (Ângela Rocha)

Mas, vamos ao nosso artigo!!!

CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA: PARA QUÊ FOI FEITO?



Muitos católicos, ao menos uma vez na vida, tiveram contato com aquele livro amarelinho que "sempre salva" a vida de alguém quando surgem dúvidas relacionadas à doutrina católica. O Catecismo da Igreja Católica (CIC), cuja última edição foi organizada pelo então cardeal Joseph Ratzinger, e publicada em 1997, é um fruto do Concílio Vaticano II por excelência.

Um fato curioso é que tanto a edição do século 16, quanto a atual, foram feitas para corresponder às orientações pastorais dos concílios ecumênicos que as antecederam. Pode-se dizer, portanto, que são "documentos pós-conciliares", utilizados para a assimilação dos conteúdos essenciais da fé católica.

Não por acaso, a proposta para a criação do catecismo atual surgiu justamente durante o Sínodo dos Bispos de 1985, convocado por João Paulo II para comemorar os 20 anos de conclusão do Vaticano II. E foi o próprio papa polonês a explicar, no documento que autorizava a criação do Catecismo (a constituição apostólica Fidei Depositum), que "o Vaticano II deveria ser, na atualidade, a fonte de inspiração para toda e qualquer ação pastoral na Igreja", e que o CIC se propunha a promover, nesse contexto, "uma catequese renovada".

O Catecismo no decorrer dos séculos

Os padres da Igreja - os mestres do cristianismo primitivo - escreveram várias instruções a respeito da prática da doutrina cristã. Um exemplo disto é a Didaché (ou Didaqué), texto do século II no qual o autor (desconhecido) explica os fundamentos da religião nascente, bem como algumas particularidades de seu culto.

Na idade média, São Tomás de Aquino criou uma espécie de "compêndio" para aqueles que se preparavam para o batismo, dotado de pouco rigor teológico justamente para facilitar a compreensão. Sua estrutura serviu de base para a criação dos catecismos. O conteúdo era dividido em 5 folhetos: Símbolo; o Pai-Nosso; Saudação Angélica; Decálogo e Sacramentos.

No entanto, o uso amplo do termo "catecismo" para designar um "manual de instruções doutrinárias" de caráter mais "universal" começa a ser adotado somente no século 16. Alguns atribuem a Martin Lutero a difusão maior da palavra, uma vez que foi ele quem publicou, por primeiro, em 1529, dois volumes de textos sobre a fé cristã utilizando este nome: o Catecismo Maior - com orientações para os ministros - e o Catecismo Menor - para o ensinamento das crianças. Todavia, vale salientar que, apesar de não utilizar o nome, o catolicismo já dispunha de manuais com instruções doutrinárias difundidos em alguns territórios. O mais conhecido era o "Catecismo Vaurense", produzido pelo sínodo local de Lavaur (França), em 1386.

Em âmbito católico, foi o Concílio de Trento (1545-1563) a aprovar a primeira edição do Catecismo da Igreja Católica, chamado Catechismus ad parochos - do latim, Catecismo aos párocos -, que como o próprio nome diz, serviria de subsídio para que os padres pudessem instruir os fiéis e assim "desviá-los das heresias". O texto foi publicado 3 anos após a conclusão do concílio, em 1566.

E é por isso que a Associação Italiana de Professores de História da Igreja (AIPHS) fala que uma "literatura catequética" se estruturou no decorrer dos séculos, e cujo apogeu se observou no século 16, período no qual se inaugurou a "era do catecismo". Anos depois, o jesuíta italiano Roberto Belarmino, para facilitar ainda mais o entendimento sobre os fundamentos da fé católica, escreveu a "Doutrina da fé cristã" e a "Declaração mais copiosa da fé cristã". Os livros esclarecem algumas dúvidas doutrinais a partir de uma sequência de perguntas e respostas feitas "pelo mestre ao discípulo" e vice-versa. As obras se tornaram, pelos 3 séculos posteriores à publicação, o manual de referência para todo católico.

Visando facilitar a compreensão dos assuntos referentes ao catolicismo, Pio X também publicou seu Catecismo em 1905, adotando o método dialógico de perguntas e respostas de Berlamino. Bastante elogiada por Bento XVI - que inclusive incentiva, ainda hoje, o seu uso - a obra é considerada por ele de grande valor para a história do catolicismo. Porém, de acordo com o papa emérito, o catecismo atual "responde melhor às exigências do presente".

As apropriações do Catecismo

Não é raro ver, hoje em dia, determinados grupos desviarem o Catecismo da sua função original. Aos poucos, o "livro amarelo", criado para promover a catequese, foi instrumentalizado para respaldar interpretações isoladas. Curiosamente, as pautas populistas, propagadas amplamente no cenário político, passaram a receber um "aval católico" e histérico de religiosos que, na verdade, não passam de falsificadores da doutrina.

É nessas horas que vemos o quanto as paixões partidárias podem levar algumas pessoas a "vender" a própria fé. Muitas delas, "cheias de autoridade" auto atribuída, desmembram alguns artigos de seu contexto, alegando, por exemplo, que a Igreja defenda o porte de armas, a partir de uma interpretação viciada do parágrafo que trata da legítima defesa. Para não citar outros absurdos propagados nas redes sociais, dentre os quais a ideia de contrapor o Catecismo – fruto do Vaticano II, diga-se – ao próprio Vaticano II e criticar Papa Francisco por considerar a pena de morte inadmissível.

Mergulhar na história do Catecismo é importante porque, com o passar do tempo, algumas pessoas passaram a utilizar o livro "na ofensiva", esquecendo-se que, a lista de explicações sobre os pilares da fé católica, serve para mostrar ao mundo a identidade do catolicismo. O que vemos, ao contrário, é a desfiguração dessa identidade por parte de quem deveria, por primeiro, promovê-la.

*Mirticeli Medeiros é jornalista e mestre em História da Igreja pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma. Desde 2009, cobre o Vaticano para meios de comunicação no Brasil e na Itália e é colunista do Dom Total, onde publica às sextas-feiras.

FONTE: 

FICA AQUI UMA PERGUNTA: Você catequista, como usa o Catecismo?


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50 comentários:

Anônimo disse...

O CIC devia ser melhor divulgado nas comunidades,pelos parócos.se possivel estudado certos assuntos.Teresa Fernandss Cruz.Barra Bonita Sp.Dioc.São Carlos.

Nani disse...

Muito bom este texto..

Respondendo a sua pergunta.. no nosso material temos sempre ao final os paragrafos correspondentes ao tema do encontro para aprofundamento do catequista. Eu sempre dou uma estudada naqueles paragrafos sempre isoladamente ou seja sempre relacionado ao tema do meu encontro.

Unknown disse...

Uso o CIgC como base de estudo. As questões doutrinárias lá estão claras e com inúmeras referências do magistério da Igreja. Imprescindível para quem quer estar bem fundamentado na fé cristã católica.

catequistas em formação disse...

Por gentileza, quando publicarem seus comentários, identifiquem-se. Algumas pessoas estão como "anônimas" ou Unknown e eu não sei quem fez o comentário.

Carla Bassoto disse...

Uso o CIgC como base de estudo. As questões doutrinárias lá estão claras e com inúmeras referências do magistério da Igreja. Imprescindível para quem quer estar bem fundamentado na fé cristã católica.

Márcia Rodrigues disse...

Gostaria muito de fazer o estudo do Catecismo.

catequeseon@gmail.com disse...

Sempre gostei muito de ler o catecismo desde o Pequeno Catecismo de Pio X e as versões mais simples do CIC atual, como o Youcat e o Compêndio do Catecismo. Eles ajudam a compreender os fundamentos da fé que professo e me sinto segura do amor e querer de Deus com seus ensinamentos.

Lilian Volpato

Unknown disse...

Gostaria muito de fazer o estudo do CIC

Eclair Santina disse...

De acordo com o material citado do catecismo, podemos ver que tem história da igreja e na igreja. Contém sua doutrina, o que me leva a consultar quando tenho encontros catequéticos que preciso me aprofundar na doutrina. Para poder conhecer, é necessário ler, conhecer e ver o quanto este material é importante para o auxílio aos encontros de catequese.

Unknown disse...

Muito bom este estudo sobre o Catecismo. Nos lembra da importância de usá-lo mais na catequese.

catequistas em formação disse...

Marcia Rodrigues, para fazer o estudo conosco, basta acompanhar as publicações.

catequistas em formação disse...

por gentileza, se estiver como ANONIMO ou UNKNOW, por favor se identifique no texto do comentário quando o fizer.

Unknown disse...

Estou muito feliz em fazer parte do grupo de estudo, sempre gostei de estudar o catessismo, mesmo antes de ser catequista,acho que todo catequista deveria ter e estuda-lo.

Clarice disse...

Clarice - Paroquia Sagrado Coração de Jesus - São José dos Pinhais-Pr
Acho muito importante o uso do Catecismo da Igreja Católica, sempre que preciso elaborar algum encontro, principalmente com as familias tenho ele em mãos, também o utilizo nas novenas de Natal.

Mônica Konzen disse...

A bem da verdade estou conhecendo o catecismo como ferramenta agora. Usei muitas vezes o Compêndio do Vaticano II e vários doc do Magistério da Igreja. Atualmente uso muito das encíclicas do Papa Francisco. Acho elas de valor incrível e com linguagem atual e de fácil compreensão.
Muito bom este resgate do Concílio de Trento, que foi o grande divisor de águas da Doutrina e que marcou a Reforma Protestante. Pena que houve um cisma e parece-me que neste momento, em nossa Igreja Católica há um movimento sutil (e nem tão sutil) de provocar a quebra de unidade, por pessoas infundadas que usam de orientações isoladas do Catecismo. Muito bem observado neste 2 dia de formação. Grata.

Anônimo disse...

Para melhor ensinar precisamos conhecer, uso o catecismo e a bíblia como base na catequese
Edna Aparecida Moreira Christofolletti Paróquia Maria Estrela da Evangelização Piracicaba SP

Maria Amelia disse...

Respondendo a pergunta. Pouco uso o CIC na catequese, pois já tentei lê, mas lê sozinho e meio confuso e na minha paróquia não há estudo em grupo sobre o assunto.

Unknown disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
adrisassa@ disse...

Respondendo a pergunta: não sei como usar o CIgC, tentei algumas vezes fazer uso para tirar alguma dúvida, mas não tive êxito, fiquei mais confusa. Talvez seja porque não fiz a leitura deste documento ou por não conhecer a fundo nossa igreja.
Sabrina Pedrotti de Oliveira.

18 de março de 2021 22:46

Nelita Onilia Pegoraro Schneider disse...

Eu não conhecia o CIgC. Realmente deveria ser conhecido por todos catequistas.

Anônimo disse...

Na maioria das vezes acabo usando o Catecismo para esclarecer dúvidas principalmente em relação a Catequese. Maria Cátia Brito

luizamaia disse...

O catecismo e excelente, mas nem todos conhecem esse Doc

luizamaia disse...

O catecismo e excelente, mas nem todos conhecem esse Doc

Unknown disse...

Eu sempre usei o catecismo, quando entrem para a catequese já tinha, e acho que toda cara reajusta deveria ter o seu, acho que depois da Bíblia é livro mais importante para todos os católicos.






Otomilton disse...

Otomilton P.Pignta, Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Goiânia-Go.

Maria Gorete Silva Aquino disse...


R: Se o CIgC é um documento tão importante e atual, por que continua tão desconhecido?
Acredito em duas hipóteses: a primeira, desconhecimento e a segunda falta de interesse. Eu digo por mim, sempre recorro a ele nas minhas dúvidas, mas já tentei estudar, mas sem conseguir evoluir. Outro fator predominante é a falta de incentivo por parte de nossos padres. Não vou radicalizar, mas diria que muitos deles não se preocupam com a formação de nossos agentes pastorais e muito menos com a formação de catequistas. Basta ter boa vontade e querer ajudar. Acredito que para compreendermos bem a doutrina nele contida, precisaríamos de apoio de quem o bem conhece, para que não fiquemos perdidos, digamos assim, nas nossas interpretações

Polly Dias disse...

Pollyanna Dias Tabosa- Paróquia do sagrado Coração de Jesus do Bequimão - São Luis - Maranhão
Ângela gostei do texto , muito obrigada pelas informações. Uso o CIC para tirar dúvidas a respeito das questões doutrinárias e também ao magistério da Igreja. Assim conhecemos a historia da igreja na igreja.
Mas devemos ler e reler o CIC ,para termos uma boa compreensão dos textos e sem esquecer da bíblia como base.

ewersson oliveira disse...

O catecismo nos auxilia para mostramos o quanto a igreja é sabia.

FABIANA VENDRUSCULO disse...

Vejo que este documento veio para ajudar o catequista para que possa estar mais fundamento nas doutrinas da nossa igreja. Mas por outro lado, percebo que poucos utiliza o CIC como algo para fundamentar a sua catequese, outros ainda nem sabe da existência deste livro. Acredito que precisamos cada dia buscar e aprender a utilizar na nossa catequese.

Andrea Canassa disse...

Embora saiba da importância CIgC, confesso que não faço o uso dele como deveria. Eu o uso sim como forma de consulta para sanar algumas dúvidas, mas ainda não o estudei de fato. Concordo que ele apesar de tão antigo, ainda é desconhecido por muitos, nós cristãos católicos não temos o hábito da leitura. Pouco lemos até mesmo a Bíblia.

Anônimo disse...

Sou Lesley Adami- Campinas Sp

Bom, percebi o quanto me faz falta a informação, pois desde que comecei a evangelizar usei este importante livro apenas uma unica vez , procurando subsidio para um encontro de noivos.
Na verdade me acostumei um pouco, olha só a vergonha , em buscar as respostas mais na internet , confesso que na falta de tempo habil para folhear e procurar no CIgC..
Mas creio que assim como outros cursos e artigos deste site , isso ira mudar

Márcio disse...

Mudei muito meus encontros de catequese, confesso que não o usava da forma adequada. Mas hj procuro usar sempre ele juntamente com a Biblia para preparar os encontros.

miraci mota queiroz disse...

Grande auxílio de conhecimento e conteúdo aos catequista. Mas são poucos que tem acesso e conhecimento de formação do conteúdo. E usam muito pouco esse conteúdo tão rico e de grande valor para a catequese. Como catequista devemos nos esforçar em qualidade de formação catequetica. Investir mais em nossos conhecimentos catequetico.

Edivane Bertulino disse...

Resposta: Não sei usar. Assim que o recebi digitalmente, através da primeira formação que tivemos, eu o "folheei" para tirar dúvidas pessoais. Se possível, gostaria que houvesse um artigo a respeito: Como devemos utilizar o CIC?

Unknown disse...

A não utilização correta do Catecismo , na minha opinião, deve-se a não divulgação de sua importância na Catequese e nas demais Pastorais. São poucas Dioceses e Paróquias que tem uma Catequese estruturada, com formações constantes. Dentro de uma mesma cidade, não há uniformidade, nem sequer do material utilizado. Sei que devemos catequisar de acordo com a realidade da Paróquia, mas as Sagradas Escrituras, a Doutrina e o Magistério são os mesmos. Fica claro no texto o porque fica fácil incutir inverdades da Doutrina por aqueles que querem deturpar as palavras e ações do Papa, isso dentro da nossa própria Igreja Católica.

Solange Borges disse...

Olá...Estou gostando muito de conhecer um pouco mais sobre um dos documentos que norteia a nossa igreja, porém acho que eu precisa ser mais divulgado.

Glória Santos disse...

Eu uso muito o Compêndio. Eu percebo que muitos catequistas, nas formações, reuniões, chegam com o CIC e não com a Bíblia. Os catequistas dão mais importância ao CIC do quê para a própria Bíblia.

Ju Lima disse...

Lembro que respondi como uso o catecismo,talvez tenha esquecido de clicar em enviar. Mas respondendo novamente:uso o catecismo como auxílio para me orientar em algumas citações biblicas sempre que tenho dúvidas,pois contribui e muito para o meu desenvolvimento enquanto catequista,dando o embasamento e fortalecimento da fé e da doutrina católica.

Jin disse...

Eu uso o Catecismo como um livro consulta. Cada encontro procuro ver qual duvida poderia surgir e me preparo vendo o que o Catecismo diz sobre este assunto. Me ajuda muito porque me dá base sobre o que estou falando dá respaldo ao catequista. Como experiência negativa foi um catequista levar o que diz no Catecismo ao extremo do que está escrito e num encontro de catequese de Crisma com adultos teve discussões exacerbadas a ponto do catequizando não querer receber o sacramento. Assunto sobre união sem sacramento do matrimônio vivendo juntos e tendo filhos, quando pode receber o sacramento da comunhão. Muitas discussões e duvidas que o catequista não conseguiu atingir para os catequizandos porque não vive num mundo atual.Precisamos sempre buscar o que está no Catecismo para o mundo de hoje sem sair da nossa doutrina.

Suzana Lossurdo disse...

Realmente, quando se diz que se usa uma frase isolado CIgC para defender esse ou aquele pensamento, só causam tragédias e deturbam as mentes dos menos favorecidos.
Precisamos a cada dia nos aprofundar mais nos documentos da Igreja e exigir de nossos párocos que façam formações, buscando pessoas capacitadas para tal.
Suzana Lossurdo, Paróquia São José, Barra Bonita/SP

Elano disse...

Facilita muito o CIgC, para nos ajudar a compreender tantos assuntos.
Pena que não é muito indicado.
Será porque que nossa igreja rica em documentos( esse é um) não incentiva seus fieis a conhecê-lo?
Angela, me ajude a entender. E cobram entendimento dos fieis. Principalmente em questão litúrgica.

Vanessa Angelim disse...

Para ser sincera estou me aprofundando sobre o catecismo com essa formação.
Sou catequista de primeira eucaristia e os livros que usamos vem com todo o roteiro a ser seguido.
Mas o estudo do catecismo da igreja é muito importante, na minha opinião as igrejas deveriam ter formações sobre este livro.

Samara disse...

Dado a importância do CIgC, sua finalidade, as Paróquias deveriam estudá-lo com mais frequência.
Nem todos conseguem ter fácil entendimento, apesar de ser bem explicado. Assim como a leitura orante, poderíamos fazer com o catecismo da igreja.

Unknown disse...

Boa tarde, Sou Gleides Pacheco já estou achando muito interessante este estudo outra novidade foi também ter conhecimento de outro catecismo o Catecismo Vauense, gente acredite ou não mas já ouvi a alguns anos atras que o CIC esta ultrapassado, confesso que mesmo não tendo conhecimento fiquei triste ao ouvir isto.

Anônimo disse...

O cigc é sem sombras de dúvida um instrumento para nosso crescimento, as sagradas escrituras sao muito importantes pra todo cristao, porem o CigC nos esclarece muito mais as questões da nossa igreja.
Respondendo a sua pergunta.. no nosso material temos sempre ao final os paragrafos correspondentes ao tema do encontro para aprofundamento do catequista. Eu sempre dou uma estudada naqueles paragrafos sempre isoladamente ou seja sempre relacionado ao tema do meu encontro.

Elaine SILVA
Paróquia São José
Guarulhos SP

Rose olipe disse...

Bom, recorro ao CIC,para tirar qualquer dúvida e qdo quero saber mais sobre determinado assunto. Estou usando na catequese de adulto,me tem auxiliado muito. Obgda por este estudo.

Eliane Cristina disse...

Ajuda muito a entendermos melhor a doutrina católica

roseliktqz disse...

Os fundamentalismos nocivos sejam pela falta de estudo da Biblia ou do CIgC geram essas inadequadas apropriações por pessoas extremistas e adeptas de partidarismos. Essa fragilidade da nossa natureza humana e que não é exclusividade da nossa religião, mas é uma questão, a meu ver, de infantilidade e desequilibrio, presta um grande deserviço à missão evangelizadora. Independente de grupos com ideologias divergentes, a Biblia e o CIgC, precisam ser continuamente estudados, aprofundados para serem inculturados e podermos responder, com uma crescente maturidade de fé, as questões urgentes de cada época. Saber dar razão a nossa fé no hoje da nossa época. Uma fé que precisa estar em processo constante de maturidade, pois o que vemos são "birras" de uma fé infantil que geram fundamentalismos e apropriações inadequadas.

Regiana disse...

Realmente se faz importante mergulharmos nos estudos do catecismo para compreendê-lo de maneira mais aprofundada.
Eu aprendi a consultá-lo com maior frequência após começarmos a utilizar o material "Casa da Iniciação Cristã", nele sempre após a Leitura da Palavra de maneira orante é feito um aprofundamento dentro do tema, através do Catecismo e então eu busco confirmar esse trecho. Assim vou aprendendo para falar com mais propriedade sobre o tema daquele dia conciliando a Leitura Orante e o Catecismo.

Jaque disse...

Jaqueline Paróquia São João Bosco - S A Monte MG - Como coloquei no comentário da parte 1, foram pouquíssimas vezes que consultei o Catecismo, acho um tanto complicado, por isso estou super interessada nessa formação, porque quero consulta-lo a todo tempo.