sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

DINÂMICA: OLHA O TUBARÃO!

OBJETIVO: Reforçar o sentido de união, grupo, comunidade.

MATERIAL:
- Diversos tapetes ou folhas de jornal abertas;
- Uma música (a do filme “Tubarão” de preferência);
- Um apito.

ESPAÇO: um salão ou pátio, o tamanho depende do número de pessoas.

- Num lugar espaçoso, espalhe diversos tapetes de diversos tamanhos. Que cada um caiba da de 4 a 8 pessoas.
- Explique aos presentes que aquele grande salão é o mar. E eles estão viajando num cruzeiro, mas de repente o navio afunda e todos são jogados ao mar, não há botes salva-vidas. E eles tem que nadar até encontrar uma ILHA. As ilhas são os tapetes.
- Mas, para poder chegar á ilha é preciso nadar bastante. E eles vão precisar ficar nadando, nadando... enquanto toca a música (trilha sonora do filme). Até que pare a música e alguém grite: “Olha o tubarão”!
- A regra é que quando for dado o alarme do “tubarão”, todos devem correr paras as ilhas. Devem se ajudar e não deixar ninguém de fora. Quando soar o apito pronto, quem não subiu na ilha foi comido pelos tubarões.
- Na primeira vez devem caber todos encima dos tapetes (ilhas).
- Mas... eles não podem ficar na ilha pra sempre, não há comida pra todos... Vão ter que nadar de novo em busca de ajuda. Todo mundo pro mar de novo!
- Nadando, nadando... A música do tubarão tocando... Até que: “Olha o tubarão!”... Nova corrida para as ilhas... E é preciso que todos se salvem, é preciso se ajudar...
- Soa o apito... Mas nessa rodada (alguém começa a tirar alguns tapetes) tem menos ilhas... Agora vão sobrar algumas pessoas... elas devem sair fora da brincadeira (mais ou menos como a brincadeira das cadeiras).
- E vai fazendo rodadas sucessivas até que sobre só um tapete, de preferência pequeno, que caiba poucas pessoas.

A medida que a brincadeira vai evoluindo mais pessoas vão ficando sem ter pra onde ir. O segredo da coisa é que eles tem que tentar salvar todo mundo, sempre. Aí, o grupo vai se empilhando cada vez mais. E você vai incentivando a salvar este ou aquele que não coube na ilha. Eles chegam até a pegar uns no colo. Mas quando fica uma ilha só é que a coisa pega...

Ao final da brincadeira pede-se que se faça uma análise crítica do “filme”.
- Como as pessoas se comportaram?
- Teve alguém que só se preocupou com a própria pele?
- Teve alguém que chegou a “jogar” o outro no mar pra ter lugar?
- Teve gente que se preocupou sempre com os outros?

No final faz-se a seguinte analogia: e se todos fossem a comunidade em busca da salvação? Precisamos uns dos outros. Esse é o sentido de Igreja, esse é o sentido do grupo, da comunidade, da missão.

OBS.: Essa dinâmica é ótima para se trabalhar nos retiros da Crisma e com as crianças maiores. Eles quase põem a casa abaixo... Para segurança de todos é até melhor fazer isso sem os sapatos

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